Técnico de Escolinha de futebol é morto e corpo é encontrado em concreto dentro de geladeira

O professor de escolinha de futebol Euclides de Oliveira, de 62 anos

O caso ocorreu em Uberlândia e chamou atenção pela brutalidade. O professor de escolinha de futebol Euclides de Oliveira, de 62 anos, estava desaparecido desde 8 de junho e foi encontrado morto dentro de uma geladeira, com o corpo envolvido em concreto. A Polícia Civil investiga o crime como sequestro, tortura, homicídio e ocultação de cadáver.

O que se sabe até agora

Euclides foi retirado à força da porta de sua casa por homens que chegaram em veículos e o levaram sob ameaça. Câmeras de segurança registraram a ação.

A principal linha de investigação aponta que ele foi levado para um galpão, onde teria sido submetido a um chamado “tribunal do crime”, prática associada a facções criminosas.

O corpo foi localizado após a polícia analisar imagens de monitoramento que mostravam o transporte de uma geladeira considerada suspeita. Dentro dela, os investigadores encontraram o cadáver concretado e com sinais de queimaduras.

Segundo a investigação, integrantes do grupo criminoso acusavam Euclides de um suposto abuso sexual contra uma criança de 9 anos. No entanto, a Polícia Civil informou que não encontrou registros de ocorrência, denúncias formais ou provas que sustentassem a acusação até o momento.

A polícia identificou que, após o sequestro, suspeitos compraram materiais como cimento e areia, que teriam sido usados para ocultar o corpo.

Três pessoas já foram presas temporariamente por suspeita de participação direta no crime. Outras duas foram detidas em flagrante durante a operação policial por tráfico de drogas.

Quem era a vítima

Euclides de Oliveira era conhecido por atuar como professor e treinador em escolinhas de futebol na região. Familiares e amigos chegaram a mobilizar buscas e divulgar cartazes após seu desaparecimento.

Próximos passos da investigação

A Polícia Civil continua apurando a participação de outros envolvidos, a dinâmica exata do homicídio e a motivação do crime. Exames periciais e análises complementares devem ajudar a esclarecer todos os detalhes do caso

Araçatuba News

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Homem em surto procura delegacia e diz ter cometido homicídio inexistente em Paraíso das Águas

Polícia Civil de Paraíso das Águas

Uma situação incomum mobilizou a Polícia Civil de Paraíso das Águas no final da tarde da última quinta-feira (19). Um homem em aparente surto psicológico procurou espontaneamente a delegacia do município afirmando ter cometido um homicídio. Após diligências e apurações realizadas pelas autoridades, foi constatado que nenhum crime havia ocorrido.

De acordo com o registro policial, o homem chegou à unidade descalço, sem camisa, visivelmente alterado e apresentando comportamento desorientado. Conforme relato dos policiais, ele batia insistentemente na porta da delegacia e fazia declarações desconexas, demonstrando nervosismo e medo.

Durante o atendimento, afirmou ter matado uma pessoa utilizando um pedaço de madeira e chegou a solicitar que fosse preso. Diante do estado emocional apresentado e visando preservar sua integridade física e a segurança de terceiros, os policiais decidiram mantê-lo temporariamente em uma das celas da delegacia enquanto os fatos eram apurados.

Na sequência, equipes realizaram diligências pela cidade em busca de informações que pudessem confirmar a suposta ocorrência. Também foram feitas consultas ao hospital local e à Polícia Militar. Nenhuma vítima ou situação compatível com o relato foi encontrada.

Durante as investigações, familiares do homem foram localizados e informaram que ele possui histórico de transtornos mentais e faz uso de medicação controlada. Segundo os parentes, ele estaria afastado temporariamente de suas atividades em uma propriedade rural da região e não estaria utilizando regularmente os medicamentos prescritos.

Ainda conforme a família, episódios semelhantes já ocorreram em outras ocasiões durante períodos de interrupção do tratamento médico.

A Polícia Civil também constatou que o homem já havia sido atendido anteriormente em ocorrência relacionada ao mesmo quadro de alteração comportamental, reforçando a hipótese de surto psicológico.

Após a confirmação de que não havia qualquer crime ou vítima relacionada às declarações apresentadas, a ocorrência foi registrada apenas para fins de informação e acompanhamento.

Por solicitação dos familiares, o homem permaneceu sob proteção na delegacia durante a noite e posteriormente foi entregue aos cuidados da família para continuidade do tratamento médico e retorno ao local onde reside e trabalha.

A Polícia Civil ressaltou que não houve registro de vítima, homicídio ou qualquer outro fato criminoso relacionado às declarações feitas pelo homem durante o episódio.

Com informações: BNC Notícias

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Chefe do tráfico é executado em estacionamento de pizzaria

Maurilho Murer Chaves, de 36 anos, foi assassinado a tiros na noite deste domingo

Maurilho Mures Chaves, de 36 anos, apontado como chefe do tráfico na Vila Nhanhá, foi assassinado a tiros no estacionamento de uma pizzaria no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande, na noite de domingo. Três homens aguardaram a vítima no local e efetuaram os disparos antes de fugir. Maurilho tinha sete passagens pela polícia, incluindo tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

Conforme apurado pela reportagem, o crime ocorreu por volta das 22h30. A suspeita inicial é de que a execução tenha sido motivada por um possível acerto de contas. Maurilho seria apontado como um dos chefes do tráfico na região da Vila Nhanhá.

Leia Também
Responsável por abastecer bocas de fumo na Nhá-Nhá é preso pela Denar

A vítima foi atingida por disparos na cabeça e no tronco. Segundo informações preliminares, ao menos três homens participaram da ação. Dois deles estariam armados. O grupo teria aguardado Maurilho no estacionamento.


Parte do couro cabeludo com cabelo da vítima foi encontrado no estacionamento da pizzaria (Foto: Juliano Almeida)

Antes do crime, ele estava em um bar ao lado do local. Quando seguiu para o estacionamento, foi surpreendido pelos atiradores, que estavam em uma motocicleta e em uma Volkswagen Saveiro.

Após os disparos, os suspeitos fugiram. Maurilho caiu no estacionamento. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima morreu antes da chegada do socorro.

Na manhã desta segunda-feira, a reportagem esteve no local e encontrou marcas deixadas pela perícia no canto do estacionamento, além de vestígios do crime, como partes de um relógio quebrado, manchas de sangue, massa encefálica da vítima e partes do couro cabeludo e do cabelo.
Chefe do tráfico da Nhanhá é executado em estacionamento de pizzaria


Parte de relógio quebrado ficou espalhada no estacionamento onde Maurilho foi assassinado (Foto: Juliano Almeida)

Tráfico de drogas – Maurilho já havia sido apontado, em 2014, como responsável por abastecer bocas de fumo na Vila Nhanhá. Na época, ele foi preso pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico).

Segundo registro do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), o homem tinha outras seis passagens pela polícia, registradas entre 2006 e 2014, por crimes como tráfico de drogas, posse de droga para consumo pessoal, violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

 Campo Grande News

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Técnico de Escolinha de futebol é morto e corpo é encontrado em concreto dentro de geladeira

O professor de escolinha de futebol Euclides de Oliveira, de 62 anos

O caso ocorreu em Uberlândia e chamou atenção pela brutalidade. O professor de escolinha de futebol Euclides de Oliveira, de 62 anos, estava desaparecido desde 8 de junho e foi encontrado morto dentro de uma geladeira, com o corpo envolvido em concreto. A Polícia Civil investiga o crime como sequestro, tortura, homicídio e ocultação de cadáver.

O que se sabe até agora

Euclides foi retirado à força da porta de sua casa por homens que chegaram em veículos e o levaram sob ameaça. Câmeras de segurança registraram a ação.

A principal linha de investigação aponta que ele foi levado para um galpão, onde teria sido submetido a um chamado “tribunal do crime”, prática associada a facções criminosas.

O corpo foi localizado após a polícia analisar imagens de monitoramento que mostravam o transporte de uma geladeira considerada suspeita. Dentro dela, os investigadores encontraram o cadáver concretado e com sinais de queimaduras.

Segundo a investigação, integrantes do grupo criminoso acusavam Euclides de um suposto abuso sexual contra uma criança de 9 anos. No entanto, a Polícia Civil informou que não encontrou registros de ocorrência, denúncias formais ou provas que sustentassem a acusação até o momento.

A polícia identificou que, após o sequestro, suspeitos compraram materiais como cimento e areia, que teriam sido usados para ocultar o corpo.

Três pessoas já foram presas temporariamente por suspeita de participação direta no crime. Outras duas foram detidas em flagrante durante a operação policial por tráfico de drogas.

Quem era a vítima

Euclides de Oliveira era conhecido por atuar como professor e treinador em escolinhas de futebol na região. Familiares e amigos chegaram a mobilizar buscas e divulgar cartazes após seu desaparecimento.

Próximos passos da investigação

A Polícia Civil continua apurando a participação de outros envolvidos, a dinâmica exata do homicídio e a motivação do crime. Exames periciais e análises complementares devem ajudar a esclarecer todos os detalhes do caso

Araçatuba News

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Homem em surto procura delegacia e diz ter cometido homicídio inexistente em Paraíso das Águas

Polícia Civil de Paraíso das Águas

Uma situação incomum mobilizou a Polícia Civil de Paraíso das Águas no final da tarde da última quinta-feira (19). Um homem em aparente surto psicológico procurou espontaneamente a delegacia do município afirmando ter cometido um homicídio. Após diligências e apurações realizadas pelas autoridades, foi constatado que nenhum crime havia ocorrido.

De acordo com o registro policial, o homem chegou à unidade descalço, sem camisa, visivelmente alterado e apresentando comportamento desorientado. Conforme relato dos policiais, ele batia insistentemente na porta da delegacia e fazia declarações desconexas, demonstrando nervosismo e medo.

Durante o atendimento, afirmou ter matado uma pessoa utilizando um pedaço de madeira e chegou a solicitar que fosse preso. Diante do estado emocional apresentado e visando preservar sua integridade física e a segurança de terceiros, os policiais decidiram mantê-lo temporariamente em uma das celas da delegacia enquanto os fatos eram apurados.

Na sequência, equipes realizaram diligências pela cidade em busca de informações que pudessem confirmar a suposta ocorrência. Também foram feitas consultas ao hospital local e à Polícia Militar. Nenhuma vítima ou situação compatível com o relato foi encontrada.

Durante as investigações, familiares do homem foram localizados e informaram que ele possui histórico de transtornos mentais e faz uso de medicação controlada. Segundo os parentes, ele estaria afastado temporariamente de suas atividades em uma propriedade rural da região e não estaria utilizando regularmente os medicamentos prescritos.

Ainda conforme a família, episódios semelhantes já ocorreram em outras ocasiões durante períodos de interrupção do tratamento médico.

A Polícia Civil também constatou que o homem já havia sido atendido anteriormente em ocorrência relacionada ao mesmo quadro de alteração comportamental, reforçando a hipótese de surto psicológico.

Após a confirmação de que não havia qualquer crime ou vítima relacionada às declarações apresentadas, a ocorrência foi registrada apenas para fins de informação e acompanhamento.

Por solicitação dos familiares, o homem permaneceu sob proteção na delegacia durante a noite e posteriormente foi entregue aos cuidados da família para continuidade do tratamento médico e retorno ao local onde reside e trabalha.

A Polícia Civil ressaltou que não houve registro de vítima, homicídio ou qualquer outro fato criminoso relacionado às declarações feitas pelo homem durante o episódio.

Com informações: BNC Notícias

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Chefe do tráfico é executado em estacionamento de pizzaria

Maurilho Murer Chaves, de 36 anos, foi assassinado a tiros na noite deste domingo

Maurilho Mures Chaves, de 36 anos, apontado como chefe do tráfico na Vila Nhanhá, foi assassinado a tiros no estacionamento de uma pizzaria no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande, na noite de domingo. Três homens aguardaram a vítima no local e efetuaram os disparos antes de fugir. Maurilho tinha sete passagens pela polícia, incluindo tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

Conforme apurado pela reportagem, o crime ocorreu por volta das 22h30. A suspeita inicial é de que a execução tenha sido motivada por um possível acerto de contas. Maurilho seria apontado como um dos chefes do tráfico na região da Vila Nhanhá.

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Responsável por abastecer bocas de fumo na Nhá-Nhá é preso pela Denar

A vítima foi atingida por disparos na cabeça e no tronco. Segundo informações preliminares, ao menos três homens participaram da ação. Dois deles estariam armados. O grupo teria aguardado Maurilho no estacionamento.


Parte do couro cabeludo com cabelo da vítima foi encontrado no estacionamento da pizzaria (Foto: Juliano Almeida)

Antes do crime, ele estava em um bar ao lado do local. Quando seguiu para o estacionamento, foi surpreendido pelos atiradores, que estavam em uma motocicleta e em uma Volkswagen Saveiro.

Após os disparos, os suspeitos fugiram. Maurilho caiu no estacionamento. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima morreu antes da chegada do socorro.

Na manhã desta segunda-feira, a reportagem esteve no local e encontrou marcas deixadas pela perícia no canto do estacionamento, além de vestígios do crime, como partes de um relógio quebrado, manchas de sangue, massa encefálica da vítima e partes do couro cabeludo e do cabelo.
Chefe do tráfico da Nhanhá é executado em estacionamento de pizzaria


Parte de relógio quebrado ficou espalhada no estacionamento onde Maurilho foi assassinado (Foto: Juliano Almeida)

Tráfico de drogas – Maurilho já havia sido apontado, em 2014, como responsável por abastecer bocas de fumo na Vila Nhanhá. Na época, ele foi preso pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico).

Segundo registro do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), o homem tinha outras seis passagens pela polícia, registradas entre 2006 e 2014, por crimes como tráfico de drogas, posse de droga para consumo pessoal, violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

 Campo Grande News

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