Motociclista morre ao bater contra com meio-fio em avenida

Avenida Duque de Caxias. (Alicce Rodrigues, Jornal Midiamax)
Deraldino Gabriel da Silva Junior, um motociclista de 54 anos, morreu em um acidente na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, no bairro Amambaí, na madrugada desta sexta-feira (3).
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima conduzia uma motocicleta Honda CG por volta da 1 hora da madrugada, quando desviou à esquerda e bateu contra o meio-fio.
Com o impacto, Deraldino morreu no local. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica estiveram no local para realização da perícia e esclarecimento da dinâmica do acidente.
O caso foi registrado como sinistro de trânsito com vítima que veio a óbito provocado pela própria vítima.
Midiamax
“Legítima defesa”: Pai que matou genro por agredir sua filha é absolvido

Três Lagoas
Réu por matar o genro com sete tiros, Valdecir Oliveira dos Santos acabou sendo absolvido durante o julgamento pelo Conselho de Sentença, que reconheceu a tese de legítima defesa. O crime aconteceu em 18 de julho de 2020, em Três Lagoas, após Adriano de Souza Silva agredir sua companheira, filha do autor.
Valdecir sentou no banco dos réus no dia 31 de março, junto com Antônio Telis da Silva, também denunciado pelo homicídio. Segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime teve origem em uma sequência de agressões durante uma confraternização familiar.
Adriano mantinha relacionamento com a filha de Valdecir havia cerca de cinco anos, e o casal tinha dois filhos. Na noite dos fatos, após um desentendimento, o homem teria desferido um soco no rosto da companheira diante de familiares e deixado o local. A situação foi comunicada ao pai da mulher, Valdecir, que decidiu ir atrás do genro.
Pai e filha saíram em um veículo e encontraram Adriano nas proximidades do posto. Ao perceber a aproximação, ele tentou fugir e atravessou a rodovia, parando em uma lanchonete, onde houve nova discussão.
Segundo o Ministério Público, mesmo com a tentativa de testemunhas de conter a briga, Adriano voltou a agredir a companheira, arremessando uma mesa plástica, que atingiu a cabeça da mulher. Diante disso, Valdecir teria sacado uma faca e perseguido o genro, que conseguiu fugir naquele momento.
Na sequência, o acusado foi até o carro da vítima, retirou a chave da ignição e encontrou uma arma de fogo sob o banco. Ainda conforme a denúncia, pai e filha tentaram acionar a polícia, mas não conseguiram contato imediato.
Depois disso, Valdecir deixou a filha em casa e saiu novamente. Ele foi até a residência de Antônio Telis da Silva, que passou a dirigir o veículo. Os dois retornaram ao pátio do posto, onde Adriano estava. Conforme a acusação, a vítima foi surpreendida e atingida por disparos de arma de fogo efetuados por Valdecir.
O Ministério Público denunciou os dois por homicídio qualificado, apontando motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Apesar disso, houve mudança no entendimento durante a sessão de julgamento e o promotor de Justiça Luciano Anechini Lara Leite representou pela absolvição.
Para Valdecir, o Conselho de Sentença reconheceu a legítima defesa por conta das agressões que a vítima cometeu contra a companheira e, no caso de Antônio, os jurados aceitaram a tese de falta de provas da participação dele no crime. A sentença é assinada pelo juiz Rodrigo Pedrini Marcos.
Campo Grande News
Cassilândia sanciona lei para reforçar divulgação de canais de denúncia de abuso infantil
Nova legislação prioriza uso do Disque 100 e amplia ações de conscientização no município
A Prefeitura de Cassilândia sancionou, no dia 31 de março de 2026, uma nova lei que estabelece diretrizes para a divulgação e conscientização sobre os canais oficiais de denúncia de abuso sexual contra crianças e adolescentes no município.
A medida tem como objetivo ampliar o acesso à informação e orientar a população sobre os meios seguros para registrar denúncias, com destaque para o Disque 100, canal nacional voltado à proteção dos direitos humanos. A norma reforça que as denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa, garantindo a proteção das vítimas e dos denunciantes, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
De acordo com o texto sancionado pelo prefeito Rodrigo Freitas, fica proibida a criação de novos canais municipais de denúncia, priorizando o uso das ferramentas já existentes, como plataformas digitais oficiais e sites institucionais dos órgãos competentes.
A lei também determina a elaboração de materiais informativos com linguagem clara e acessível, contendo orientações sobre como identificar sinais de abuso e como agir em casos de suspeita ou confirmação. A divulgação poderá ocorrer em escolas, repartições públicas e estabelecimentos privados, ampliando o alcance das informações.
Outro ponto previsto é a realização de campanhas educativas e preventivas, sem gerar custos adicionais ao município. As ações devem abordar os sinais de abuso, a importância da denúncia como instrumento de proteção e os canais disponíveis para registro.
A execução das iniciativas terá caráter orientativo e poderá ser feita de forma integrada entre os órgãos municipais, respeitando a disponibilidade administrativa e orçamentária. A legislação também autoriza parcerias com entidades da sociedade civil, fortalecendo a rede de proteção às crianças e adolescentes.
Por fim, a lei reforça que o tratamento de dados pessoais deverá seguir rigorosamente as normas da LGPD, garantindo segurança, sigilo e proteção integral às vítimas. A nova legislação já está em vigor a partir da data de sua publicação.
Fonte: Jornal MS Todo Dia
MS Todo Dia
MP acompanha estrutura de atendimento a mulheres vítimas de violência em Cassilândia e cobra ampliação de plantões
Procedimento preventivo acompanha criação da rede municipal e aponta necessidade de plantão social e melhoria no acesso ao atendimento fora do horário comercial
A 1ª Promotoria de Justiça de Cassilândia, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), mantém acompanhamento permanente sobre a criação e o funcionamento da rede municipal de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O procedimento administrativo instaurado tem caráter preventivo e busca fortalecer políticas públicas locais, garantindo acolhimento humanizado e resposta rápida às vítimas.
Entre os avanços considerados relevantes está a inauguração da 59ª Sala Lilás da Polícia Civil, instalada na Delegacia de Cassilândia. O espaço é destinado à escuta qualificada de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, com atendimento reservado e estrutura mais adequada para acolhimento e registro das ocorrências.
Além disso, o MPMS vem participando de reuniões interinstitucionais que discutem a construção do Protocolo Municipal de Atendimento à Mulher Vítima de Violência, reunindo representantes da assistência social, segurança pública, sistema de Justiça e entidades da sociedade civil.
Durante os encontros, foram levantados pontos considerados sensíveis, como a dificuldade de acesso ao plantão policial fora do horário comercial e a necessidade de criação de um plantão social emergencial, que garanta atendimento imediato em casos de urgência. Segundo o MP, o município avalia a implantação de um serviço único, com profissional de referência e telefone funcional disponível à população.
Outro marco acompanhado pelo órgão é a tramitação de um projeto de lei que institui formalmente a Rede Municipal de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência, o que pode garantir segurança jurídica e continuidade das ações, mesmo diante de mudanças administrativas.
O Ministério Público também participa de iniciativas educativas e preventivas, como eventos comunitários e aulas abertas de defesa pessoal, com foco na conscientização e na divulgação dos canais de atendimento.
De acordo com o MPMS, o acompanhamento não tem caráter investigativo individual, mas atua de forma preventiva, fiscalizadora e como indutor de políticas públicas. O procedimento segue em andamento e permite monitorar medidas adotadas, manter diálogo com gestores e propor novas ações sempre que necessário.
Fonte e foto: MPMS
MS Todo Dia
Filha que mandou matar os pais em MS alega abusos sexuais e briga por casa à venda
Em depoimento à Polícia Civil, Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, presa desde segunda-feira (30), suspeita de envolvimento na morte dos pais, Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral, alegou abusos sexuais e mencionou desacordo sobre a divisão do valor referente a uma casa da família que está à venda.
Os detalhes sobre o depoimento de Maria de Fátima foram informados à reportagem do Jornal Midiamax nesta quinta-feira (2). Segundo a delegada titular da Delegacia de Anastácio, Tatiana Zynger, os envolvidos apresentam versões diferentes e inconsistentes sobre o caso.
A filha do casal, encontrado morto no último sábado (28), afirma que foi convencida pelo companheiro Wedebrson Haly Matos da Silva, de 34 anos, a “dar um susto” no pai. A motivação seria um desacordo sobre a venda de uma casa da família, anunciada por R$ 120 mil.
Em depoimento, Maria de Fátima disse que receberia R$ 20 mil pela venda. No entanto, na versão dela, o companheiro não concordava com o valor. “Ela tinha uma construção nos fundos dessa casa e, segundo ela, o Wedebrson queria que ela recebesse metade do valor da venda e, por isso, teria sugerido castigar o pai”, relata a delegada.
Ainda segundo as informações, Maria de Fátima justificou que aceitou o plano do companheiro porque tinha um relacionamento conturbado com o pai, marcado por histórico de abusos.
“Ela afirma que tinha um grande desafeto pelo pai, que ele abusou dela durante a infância e na adolescência, por isso, concordou com a ideia de Wedebrson em matá-lo. A ideia era castigá-lo pelos abusos”, conta.
Maria de Fátima também teria admitido que contratou David por R$ 1 mil e que foi ele quem contratou Wellington dos Santos Vieira, morto pela Polícia Militar na terça-feira (31). Em depoimento, ela também alegou que a morte da mãe não foi planejada.
“Ela admitiu que contratou David e que ele contratou Wellington, mas afirma que não era para a mãe ter morrido. Segundo ela, o Wedebrson teria dito que a mãe dela estaria na casa da avó”, diz.
Versão de Wedebrson
Wedebrson, também apontado como suspeito de envolvimento na morte dos sogros, apresentou-se na quarta-feira (1º), na Delegacia de Polícia Civil de Anastácio. Ele negou participação na morte do casal e alegou legítima defesa no assassinato de David.
“A morte do David está praticamente solucionada. Sabemos que foi o Wedebrson, mas precisamos esclarecer a real motivação, porque os depoimentos do casal são inconsistentes, com muitas versões conflitantes”, frisa.
Já a morte de Maria Clair e Vilson não foi esclarecida. “Um joga para o outro. Wedebrson nega a participação, enquanto ela diz que a ideia foi dele. Continuamos as investigações para saber se alguma dessas versões é verdadeira”, explica.
Wedebrson estava com mandado de prisão e permanece preso. O suspeito passará por audiência de custódia na quinta-feira (2).
Assassinatos
Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral foram encontrados mortos no último sábado (28), dentro da própria casa, localizada na Rua Nicandro Saravi, no bairro Vila Juí, em Anastácio.
No dia anterior, sexta-feira (27), David Vareiro Machado foi morto. Ele é apontado como um dos envolvidos na execução do casal. Além dele, Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, também apontado com um dos suspeitos no crime, morreu na madrugada de terça-feira (31).
A Polícia alegou que Wellington foi morto durante confronto. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que ele é atingido de costas. Em seguida, dois militares retiram o corpo dele do local. Os policiais foram afastados da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul).
Maria, filha do casal, foi presa na última segunda-feira (30). Inicialmente, ela apresentou uma versão falsa dos fatos. Contudo, confessou envolvimento no crime e admitiu ter ordenado a execução dos pais. Ela também possui diversas passagens pela polícia.
Midiamax
Paixão de Cristo: como foi a morte de Jesus, segundo a ciência

Paixão de Cristo
Religiosidade à parte, poucos duvidam que tenha vivido há 2 mil anos um homem chamado Jesus, em parte do que hoje é Israel.
E que ele foi um judeu dissidente que acabou liderando um grupo de seguidores. Sua atuação acabou incomodando o Império Romano. E, às vésperas da Páscoa judaica, ele acabou condenado, torturado e morto por crucificação — uma prática de pena capital comum na época.
Depois de sua morte, seguidores se encarregaram de espalhar seus ensinamentos. Terminava a história e começava o mito, a religião, a teologia.
Essa transição ocorreu principalmente graças a um profícuo escritor da época, pioneiro da Igreja Cristã e autor de muitos textos que hoje estão na Bíblia: Paulo de Tarso (c. 5-67). Na década de 50 do primeiro século da nossa era, cerca de 20 anos depois da morte de Jesus, ele produziu sete cartas cujos textos sobreviveram ao tempo.
“Nessas cartas reparamos que há uma mudança de enfoque. Paulo não mais trabalha com o Jesus histórico, ele trabalha com o Jesus da fé”, explica o historiador André Leonardo Chevitarese, autor de, entre outros, Jesus de Nazaré: Uma Outra História, e professor do Programa de Pós-Graduação em História Comparada do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
BBC News Brasil
Bernal atirou para matar, conclui polícia em relatório enviado à Justiça

Carro funerário e policiais militares no local do crime: casa na Rua Antônio Maria Coelho, no Jardim dos Estado (Foto: Renan Kubota)
O problema é que parte da ação ocorre fora do alcance das câmeras, onde estavam Roberto Carlos e o chaveiro. Segundo o relato do prestador de serviço, a vítima não teve tempo para reagir. O chaveiro afirma que ergueu as mãos e se identificou, enquanto o autor se aproximava da vítima caída, ainda com a arma apontada, momento em que conseguiu fugir do local.
O depoimento da testemunha e as imagens contradizem as alegações de Bernal, que em interrogatório alegou ter atirado para frear ataque por parte de Roberto.
“Segundo o chaveiro, após abrir o portão social, ele e a vítima foram até a porta de entrada da casa. Enquanto tentava abrir a fechadura, escutou uma voz que dizia: ‘o que você tá fazendo aqui na minha casa seu filho da p…?’ Ao se virar, viu o autor na varanda empunhando uma arma de fogo em direção à vítima, tendo efetuado o primeiro disparo. Ao ser atingido, o senhor Roberto Mazzini caiu ao chão com a barriga voltada para cima. O autor continuou andando em direção à vítima, momento em que o chaveiro ergueu as mãos e disse: ‘sou apenas o chaveiro, tô fazendo meu trabalho!’ Ainda segundo o chaveiro Maurílio, o autor se aproximou da vítima, se abaixou e, com o revólver apontado em direção à barriga do senhor Roberto, começou a dizer algumas frases que ele não conseguiu compreender. Aproveitando-se da distração do autor, o chaveiro fugiu do local”, continua o relatório.
O delegado da 1ª DP (Delegacia de Polícia), que esteve no local dos fatos, faz uma única observação no documento. O laudo pericial das imagens de câmera de segurança ainda não está pronto. Esta perícia pode significar reviravolta no caso, já que a vítima não aparece no vídeo quando recebe os tiros, por estar em ponto cego, e a dinâmica do atirador, se houve aproximação e segundo disparo a queima-roupa, vai pacificar a tese de execução ou dar margem para a alegação de legítima defesa.
“Os exames periciais no local do crime, especialmente o de análise quadro a quadro da câmera de monitoramento instalada na garagem da residência, o necroscópico e o realizado na camisa da vítima, para verificar a distância em que foi realizado o segundo disparo, nos possibilitarão afirmar, com maior precisão, como ocorreram os fatos”, destaca Danilo Mansur, informando que assim que receber o resultado dos exames, enviará relatório complementar ao juízo.
Campo Grande News
Mulher mata e arranca cabeça de ex-companheiro após assédio contra filho

Mulher assassina e arranca a cabeça do ex-companheiro por suposto assédio ao filho. (Foto: Reprodução)
Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa após assassinar e arrancar a cabeça do companheiro, Daniel dos Santos, de 32 anos, dentro do apartamento onde vivia com os dois filhos, de 3 e 6 anos, em Itaquaquecetuba, São Paulo.
Depois do crime, a mulher contou aos familiares o que havia ocorrido e compartilhou imagens do assassinato. Ela contatou a mãe, o irmão e o ex-marido, pai das crianças. De acordo com o ex-companheiro, ele só acreditou no crime após receber as imagens e os vídeos enviados por Paula.
Em depoimento às autoridades policiais Militar e Civil, Paula declarou que matou o ex-companheiro após testemunhar um suposto assédio contra um dos filhos, que estava no local no momento do ocorrido.
De acordo com a investigação, Paula e Daniel estavam juntos há cerca de dois meses. No dia do crime, um amigo da jovem estava com o casal. Em conjunto, beberam álcool e usaram substâncias ilícitas, mas o amigo da mulher deixou o local aproximadamente uma hora e meia antes do crime.
A mulher declarou que fingia estar adormecida no chão da sala, ao lado do ex-parceiro que estava deitado no sofá, quando notou o homem retirando a fralda de uma das crianças. Ao ver a cena, Paula teria pegado uma faca e desferido golpes em Daniel. Antes de ser morto, o homem teria conseguido reagir e ferir a mão da mulher com uma faca de serra.
De acordo com Paula, após matá-lo ela decapitou o homem e arrastou o seu corpo até o banheiro.
Quando as autoridades chegaram ao local, identificaram indícios de limpeza recente e a cabeça de Daniel foi encontrada dentro de uma mochila.
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio, fraude processual e destruição e ocultação de cadáver. O delegado encarregado pediu à Justiça a mudança da prisão em flagrante para a preventiva, pois acredita que não existem provas suficientes para apoiar a alegação de legítima defesa feita pela suspeita.
Midiamax
Filha que mandou matar os pais alega abusos sexuais e briga por casa à venda

Casal foi encontrado morto no último sábado (28). (Foto: Reprodução, A Princesinha News)
Em depoimento à Polícia Civil, Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, presa desde segunda-feira (30), suspeita de envolvimento na morte dos pais, Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral, alegou abusos sexuais e mencionou desacordo sobre a divisão do valor referente a uma casa da família que está à venda.
Os detalhes sobre o depoimento de Maria de Fátima foram informados à reportagem do Jornal Midiamax nesta quinta-feira (2). Segundo a delegada titular da Delegacia de Anastácio, Tatiana Zynger, os envolvidos apresentam versões diferentes e inconsistentes sobre o caso.
A filha do casal, encontrado morto no último sábado (28), afirma que foi convencida pelo companheiro Wedebrson Haly Matos da Silva, de 34 anos, a “dar um susto” no pai. A motivação seria um desacordo sobre a venda de uma casa da família, anunciada por R$ 120 mil.
Em depoimento, Maria de Fátima disse que receberia R$ 20 mil pela venda. No entanto, na versão dela, o companheiro não concordava com o valor. “Ela tinha uma construção nos fundos dessa casa e, segundo ela, o Wedebrson queria que ela recebesse metade do valor da venda e, por isso, teria sugerido castigar o pai”, relata a delegada.
Ainda segundo as informações, Maria de Fátima justificou que aceitou o plano do companheiro porque tinha um relacionamento conturbado com o pai, marcado por histórico de abusos.
“Ela afirma que tinha um grande desafeto pelo pai, que ele abusou dela durante a infância e na adolescência, por isso, concordou com a ideia de Wedebrson em matá-lo. A ideia era castigá-lo pelos abusos”, conta.
Maria de Fátima também teria admitido que contratou David por R$ 1 mil e que foi ele quem contratou Wellington dos Santos Vieira, morto pela Polícia Militar na terça-feira (31). Em depoimento, ela também alegou que a morte da mãe não foi planejada.
“Ela admitiu que contratou David e que ele contratou Wellington, mas afirma que não era para a mãe ter morrido. Segundo ela, o Wedebrson teria dito que a mãe dela estaria na casa da avó”, diz.
Versão de Wedebrson
Wedebrson, também apontado como suspeito de envolvimento na morte dos sogros, apresentou-se na quarta-feira (1º), na Delegacia de Polícia Civil de Anastácio. Ele negou participação na morte do casal e alegou legítima defesa no assassinato de David.
“A morte do David está praticamente solucionada. Sabemos que foi o Wedebrson, mas precisamos esclarecer a real motivação, porque os depoimentos do casal são inconsistentes, com muitas versões conflitantes”, frisa.
Já a morte de Maria Clair e Vilson não foi esclarecida. “Um joga para o outro. Wedebrson nega a participação, enquanto ela diz que a ideia foi dele. Continuamos as investigações para saber se alguma dessas versões é verdadeira”, explica.
Wedebrson estava com mandado de prisão e permanece preso. O suspeito passará por audiência de custódia na quinta-feira (2).
Assassinatos
Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral foram encontrados mortos no último sábado (28), dentro da própria casa, localizada na Rua Nicandro Saravi, no bairro Vila Juí, em Anastácio.
No dia anterior, sexta-feira (27), David Vareiro Machado foi morto. Ele é apontado como um dos envolvidos na execução do casal. Além dele, Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, também apontado com um dos suspeitos no crime, morreu na madrugada de terça-feira (31).
A Polícia alegou que Wellington foi morto durante confronto. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que ele é atingido de costas. Em seguida, dois militares retiram o corpo dele do local. Os policiais foram afastados da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul).
Maria, filha do casal, foi presa na última segunda-feira (30). Inicialmente, ela apresentou uma versão falsa dos fatos. Contudo, confessou envolvimento no crime e admitiu ter ordenado a execução dos pais. Ela também possui diversas passagens pela polícia.
Defesa nega envolvimento de morto pela PM em duplo homicídio: ‘não participou’

Wellington dos Santos Vieira. (Foto: Fala Povo, Midiamax)
A defesa de Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, nega que ele tenha envolvimento no duplo homicídio que antecedeu a sua morte em Anastácio, a 123 km de Campo Grande. O suspeito foi morto ao ser baleado por uma equipe da Força Tática da PM (Polícia Militar) na madrugada da última terça-feira (31).
Imagens de câmeras de segurança registraram o exato momento em que o suspeito foi baleado e socorrido pelos próprios militares. Os policiais declaram que Wellington estaria envolvido no duplo homicídio de Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral, que ocorreu no último sábado (28)
Inclusive contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto. No entanto, a defesa representada pelo advogado Walisson dos Reis nega o envolvimento do seu cliente nas mortes.
“Não estava envolvido e não participou. Hoje levamos na delegacia cinco testemunhas para a delegada ouvir e essas testemunhas não reconheceram Wellington como sendo a pessoa que tenha participado. Então não é verdade”, declarou a defesa.
Baleado por militares
O caso ganhou maior repercussão após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostram o suspeito sendo baleado pelas costas. No entanto, para defesa da vítima, a ação dos militares se trata de uma execução. Inclusive, o caso caso será levado para ser investigado no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).
“A gente assiste ao vídeo e entende que foi uma execução praticada por policiais militares em serviço contra uma pessoa já rendida. Nas imagens não vemos ele com arma ou faca, e sim assistimos a uma execução. Graças ao vídeo, temos confirmado que houve sim, de fato, uma execução. Vamos procurar novamente o Ministério Público para apurar esse fato sobre a alegação de confronto”, pontuou.
Faca no calção
Os policiais militares que atuaram na abordagem relatam que ele teria sacado uma faca da cintura.
Conforme o boletim de ocorrência, no momento da abordagem e da voz de parada, Wellington, que estava com um mandado de prisão em aberto, teria sacado uma faca que estava em seu calção e investido contra um integrante da equipe.
Afastamento
Segundo a PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) os policiais da Força Tática envolvidos na ocorrência serão afastados. A instituição informou que os militares agiram com “excesso” e que as condutas serão responsabilizadas.
Questionada sobre a conduta dos agentes envolvidos no caso, a PMMS informou, em nota, que ambos foram afastados de suas funções e que instaurou procedimento administrativo para apuração dos fatos.
Mandante do homicídio
Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, foi presa por suspeita de envolvimento na morte de três pessoas, entre elas, o casal encontrado morto em Anastácio. A mulher é filha de Maria Clair Luzini, morta com o companheiro na residência em que moravam. Ela é suspeita de planejar o crime e contratar outras pessoas para cometer as execuções. Além disso, Maria estaria envolvida na morte de David Vareiro Machado, morto na sexta-feira (27).
Conforme informações policiais, David estaria envolvido diretamente no assassinato do casal. O homem foi assassinado na sexta (27) após cobrar Maria pelo pagamento do crime. Além de David, outro homem, Wellington dos Santos Vieira, também teve envolvimento com a execução do casal. Wellington estava foragido e morreu em um confronto com a Polícia Militar na madrugada desta terça-feira (31).
O marido de Maria, Wendebrson Haly Matos da Silva, é suspeito de participar no assassinato de David. Há indícios de ele ser um dos mandantes da execução do casal encontrado morto em Anastácio.
Até o momento, Wendebrson Haly Matos da Silva está foragido.
Midiamax
Motociclista morre ao bater contra com meio-fio em avenida

Avenida Duque de Caxias. (Alicce Rodrigues, Jornal Midiamax)
Deraldino Gabriel da Silva Junior, um motociclista de 54 anos, morreu em um acidente na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, no bairro Amambaí, na madrugada desta sexta-feira (3).
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima conduzia uma motocicleta Honda CG por volta da 1 hora da madrugada, quando desviou à esquerda e bateu contra o meio-fio.
Com o impacto, Deraldino morreu no local. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica estiveram no local para realização da perícia e esclarecimento da dinâmica do acidente.
O caso foi registrado como sinistro de trânsito com vítima que veio a óbito provocado pela própria vítima.
Midiamax
“Legítima defesa”: Pai que matou genro por agredir sua filha é absolvido

Três Lagoas
Réu por matar o genro com sete tiros, Valdecir Oliveira dos Santos acabou sendo absolvido durante o julgamento pelo Conselho de Sentença, que reconheceu a tese de legítima defesa. O crime aconteceu em 18 de julho de 2020, em Três Lagoas, após Adriano de Souza Silva agredir sua companheira, filha do autor.
Valdecir sentou no banco dos réus no dia 31 de março, junto com Antônio Telis da Silva, também denunciado pelo homicídio. Segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime teve origem em uma sequência de agressões durante uma confraternização familiar.
Adriano mantinha relacionamento com a filha de Valdecir havia cerca de cinco anos, e o casal tinha dois filhos. Na noite dos fatos, após um desentendimento, o homem teria desferido um soco no rosto da companheira diante de familiares e deixado o local. A situação foi comunicada ao pai da mulher, Valdecir, que decidiu ir atrás do genro.
Pai e filha saíram em um veículo e encontraram Adriano nas proximidades do posto. Ao perceber a aproximação, ele tentou fugir e atravessou a rodovia, parando em uma lanchonete, onde houve nova discussão.
Segundo o Ministério Público, mesmo com a tentativa de testemunhas de conter a briga, Adriano voltou a agredir a companheira, arremessando uma mesa plástica, que atingiu a cabeça da mulher. Diante disso, Valdecir teria sacado uma faca e perseguido o genro, que conseguiu fugir naquele momento.
Na sequência, o acusado foi até o carro da vítima, retirou a chave da ignição e encontrou uma arma de fogo sob o banco. Ainda conforme a denúncia, pai e filha tentaram acionar a polícia, mas não conseguiram contato imediato.
Depois disso, Valdecir deixou a filha em casa e saiu novamente. Ele foi até a residência de Antônio Telis da Silva, que passou a dirigir o veículo. Os dois retornaram ao pátio do posto, onde Adriano estava. Conforme a acusação, a vítima foi surpreendida e atingida por disparos de arma de fogo efetuados por Valdecir.
O Ministério Público denunciou os dois por homicídio qualificado, apontando motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Apesar disso, houve mudança no entendimento durante a sessão de julgamento e o promotor de Justiça Luciano Anechini Lara Leite representou pela absolvição.
Para Valdecir, o Conselho de Sentença reconheceu a legítima defesa por conta das agressões que a vítima cometeu contra a companheira e, no caso de Antônio, os jurados aceitaram a tese de falta de provas da participação dele no crime. A sentença é assinada pelo juiz Rodrigo Pedrini Marcos.
Campo Grande News
Cassilândia sanciona lei para reforçar divulgação de canais de denúncia de abuso infantil
Nova legislação prioriza uso do Disque 100 e amplia ações de conscientização no município
A Prefeitura de Cassilândia sancionou, no dia 31 de março de 2026, uma nova lei que estabelece diretrizes para a divulgação e conscientização sobre os canais oficiais de denúncia de abuso sexual contra crianças e adolescentes no município.
A medida tem como objetivo ampliar o acesso à informação e orientar a população sobre os meios seguros para registrar denúncias, com destaque para o Disque 100, canal nacional voltado à proteção dos direitos humanos. A norma reforça que as denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa, garantindo a proteção das vítimas e dos denunciantes, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
De acordo com o texto sancionado pelo prefeito Rodrigo Freitas, fica proibida a criação de novos canais municipais de denúncia, priorizando o uso das ferramentas já existentes, como plataformas digitais oficiais e sites institucionais dos órgãos competentes.
A lei também determina a elaboração de materiais informativos com linguagem clara e acessível, contendo orientações sobre como identificar sinais de abuso e como agir em casos de suspeita ou confirmação. A divulgação poderá ocorrer em escolas, repartições públicas e estabelecimentos privados, ampliando o alcance das informações.
Outro ponto previsto é a realização de campanhas educativas e preventivas, sem gerar custos adicionais ao município. As ações devem abordar os sinais de abuso, a importância da denúncia como instrumento de proteção e os canais disponíveis para registro.
A execução das iniciativas terá caráter orientativo e poderá ser feita de forma integrada entre os órgãos municipais, respeitando a disponibilidade administrativa e orçamentária. A legislação também autoriza parcerias com entidades da sociedade civil, fortalecendo a rede de proteção às crianças e adolescentes.
Por fim, a lei reforça que o tratamento de dados pessoais deverá seguir rigorosamente as normas da LGPD, garantindo segurança, sigilo e proteção integral às vítimas. A nova legislação já está em vigor a partir da data de sua publicação.
Fonte: Jornal MS Todo Dia
MS Todo Dia
MP acompanha estrutura de atendimento a mulheres vítimas de violência em Cassilândia e cobra ampliação de plantões
Procedimento preventivo acompanha criação da rede municipal e aponta necessidade de plantão social e melhoria no acesso ao atendimento fora do horário comercial
A 1ª Promotoria de Justiça de Cassilândia, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), mantém acompanhamento permanente sobre a criação e o funcionamento da rede municipal de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O procedimento administrativo instaurado tem caráter preventivo e busca fortalecer políticas públicas locais, garantindo acolhimento humanizado e resposta rápida às vítimas.
Entre os avanços considerados relevantes está a inauguração da 59ª Sala Lilás da Polícia Civil, instalada na Delegacia de Cassilândia. O espaço é destinado à escuta qualificada de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, com atendimento reservado e estrutura mais adequada para acolhimento e registro das ocorrências.
Além disso, o MPMS vem participando de reuniões interinstitucionais que discutem a construção do Protocolo Municipal de Atendimento à Mulher Vítima de Violência, reunindo representantes da assistência social, segurança pública, sistema de Justiça e entidades da sociedade civil.
Durante os encontros, foram levantados pontos considerados sensíveis, como a dificuldade de acesso ao plantão policial fora do horário comercial e a necessidade de criação de um plantão social emergencial, que garanta atendimento imediato em casos de urgência. Segundo o MP, o município avalia a implantação de um serviço único, com profissional de referência e telefone funcional disponível à população.
Outro marco acompanhado pelo órgão é a tramitação de um projeto de lei que institui formalmente a Rede Municipal de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência, o que pode garantir segurança jurídica e continuidade das ações, mesmo diante de mudanças administrativas.
O Ministério Público também participa de iniciativas educativas e preventivas, como eventos comunitários e aulas abertas de defesa pessoal, com foco na conscientização e na divulgação dos canais de atendimento.
De acordo com o MPMS, o acompanhamento não tem caráter investigativo individual, mas atua de forma preventiva, fiscalizadora e como indutor de políticas públicas. O procedimento segue em andamento e permite monitorar medidas adotadas, manter diálogo com gestores e propor novas ações sempre que necessário.
Fonte e foto: MPMS
MS Todo Dia
Filha que mandou matar os pais em MS alega abusos sexuais e briga por casa à venda
Em depoimento à Polícia Civil, Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, presa desde segunda-feira (30), suspeita de envolvimento na morte dos pais, Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral, alegou abusos sexuais e mencionou desacordo sobre a divisão do valor referente a uma casa da família que está à venda.
Os detalhes sobre o depoimento de Maria de Fátima foram informados à reportagem do Jornal Midiamax nesta quinta-feira (2). Segundo a delegada titular da Delegacia de Anastácio, Tatiana Zynger, os envolvidos apresentam versões diferentes e inconsistentes sobre o caso.
A filha do casal, encontrado morto no último sábado (28), afirma que foi convencida pelo companheiro Wedebrson Haly Matos da Silva, de 34 anos, a “dar um susto” no pai. A motivação seria um desacordo sobre a venda de uma casa da família, anunciada por R$ 120 mil.
Em depoimento, Maria de Fátima disse que receberia R$ 20 mil pela venda. No entanto, na versão dela, o companheiro não concordava com o valor. “Ela tinha uma construção nos fundos dessa casa e, segundo ela, o Wedebrson queria que ela recebesse metade do valor da venda e, por isso, teria sugerido castigar o pai”, relata a delegada.
Ainda segundo as informações, Maria de Fátima justificou que aceitou o plano do companheiro porque tinha um relacionamento conturbado com o pai, marcado por histórico de abusos.
“Ela afirma que tinha um grande desafeto pelo pai, que ele abusou dela durante a infância e na adolescência, por isso, concordou com a ideia de Wedebrson em matá-lo. A ideia era castigá-lo pelos abusos”, conta.
Maria de Fátima também teria admitido que contratou David por R$ 1 mil e que foi ele quem contratou Wellington dos Santos Vieira, morto pela Polícia Militar na terça-feira (31). Em depoimento, ela também alegou que a morte da mãe não foi planejada.
“Ela admitiu que contratou David e que ele contratou Wellington, mas afirma que não era para a mãe ter morrido. Segundo ela, o Wedebrson teria dito que a mãe dela estaria na casa da avó”, diz.
Versão de Wedebrson
Wedebrson, também apontado como suspeito de envolvimento na morte dos sogros, apresentou-se na quarta-feira (1º), na Delegacia de Polícia Civil de Anastácio. Ele negou participação na morte do casal e alegou legítima defesa no assassinato de David.
“A morte do David está praticamente solucionada. Sabemos que foi o Wedebrson, mas precisamos esclarecer a real motivação, porque os depoimentos do casal são inconsistentes, com muitas versões conflitantes”, frisa.
Já a morte de Maria Clair e Vilson não foi esclarecida. “Um joga para o outro. Wedebrson nega a participação, enquanto ela diz que a ideia foi dele. Continuamos as investigações para saber se alguma dessas versões é verdadeira”, explica.
Wedebrson estava com mandado de prisão e permanece preso. O suspeito passará por audiência de custódia na quinta-feira (2).
Assassinatos
Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral foram encontrados mortos no último sábado (28), dentro da própria casa, localizada na Rua Nicandro Saravi, no bairro Vila Juí, em Anastácio.
No dia anterior, sexta-feira (27), David Vareiro Machado foi morto. Ele é apontado como um dos envolvidos na execução do casal. Além dele, Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, também apontado com um dos suspeitos no crime, morreu na madrugada de terça-feira (31).
A Polícia alegou que Wellington foi morto durante confronto. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que ele é atingido de costas. Em seguida, dois militares retiram o corpo dele do local. Os policiais foram afastados da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul).
Maria, filha do casal, foi presa na última segunda-feira (30). Inicialmente, ela apresentou uma versão falsa dos fatos. Contudo, confessou envolvimento no crime e admitiu ter ordenado a execução dos pais. Ela também possui diversas passagens pela polícia.
Midiamax
Paixão de Cristo: como foi a morte de Jesus, segundo a ciência

Paixão de Cristo
Religiosidade à parte, poucos duvidam que tenha vivido há 2 mil anos um homem chamado Jesus, em parte do que hoje é Israel.
E que ele foi um judeu dissidente que acabou liderando um grupo de seguidores. Sua atuação acabou incomodando o Império Romano. E, às vésperas da Páscoa judaica, ele acabou condenado, torturado e morto por crucificação — uma prática de pena capital comum na época.
Depois de sua morte, seguidores se encarregaram de espalhar seus ensinamentos. Terminava a história e começava o mito, a religião, a teologia.
Essa transição ocorreu principalmente graças a um profícuo escritor da época, pioneiro da Igreja Cristã e autor de muitos textos que hoje estão na Bíblia: Paulo de Tarso (c. 5-67). Na década de 50 do primeiro século da nossa era, cerca de 20 anos depois da morte de Jesus, ele produziu sete cartas cujos textos sobreviveram ao tempo.
“Nessas cartas reparamos que há uma mudança de enfoque. Paulo não mais trabalha com o Jesus histórico, ele trabalha com o Jesus da fé”, explica o historiador André Leonardo Chevitarese, autor de, entre outros, Jesus de Nazaré: Uma Outra História, e professor do Programa de Pós-Graduação em História Comparada do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
BBC News Brasil
Bernal atirou para matar, conclui polícia em relatório enviado à Justiça

Carro funerário e policiais militares no local do crime: casa na Rua Antônio Maria Coelho, no Jardim dos Estado (Foto: Renan Kubota)
O problema é que parte da ação ocorre fora do alcance das câmeras, onde estavam Roberto Carlos e o chaveiro. Segundo o relato do prestador de serviço, a vítima não teve tempo para reagir. O chaveiro afirma que ergueu as mãos e se identificou, enquanto o autor se aproximava da vítima caída, ainda com a arma apontada, momento em que conseguiu fugir do local.
O depoimento da testemunha e as imagens contradizem as alegações de Bernal, que em interrogatório alegou ter atirado para frear ataque por parte de Roberto.
“Segundo o chaveiro, após abrir o portão social, ele e a vítima foram até a porta de entrada da casa. Enquanto tentava abrir a fechadura, escutou uma voz que dizia: ‘o que você tá fazendo aqui na minha casa seu filho da p…?’ Ao se virar, viu o autor na varanda empunhando uma arma de fogo em direção à vítima, tendo efetuado o primeiro disparo. Ao ser atingido, o senhor Roberto Mazzini caiu ao chão com a barriga voltada para cima. O autor continuou andando em direção à vítima, momento em que o chaveiro ergueu as mãos e disse: ‘sou apenas o chaveiro, tô fazendo meu trabalho!’ Ainda segundo o chaveiro Maurílio, o autor se aproximou da vítima, se abaixou e, com o revólver apontado em direção à barriga do senhor Roberto, começou a dizer algumas frases que ele não conseguiu compreender. Aproveitando-se da distração do autor, o chaveiro fugiu do local”, continua o relatório.
O delegado da 1ª DP (Delegacia de Polícia), que esteve no local dos fatos, faz uma única observação no documento. O laudo pericial das imagens de câmera de segurança ainda não está pronto. Esta perícia pode significar reviravolta no caso, já que a vítima não aparece no vídeo quando recebe os tiros, por estar em ponto cego, e a dinâmica do atirador, se houve aproximação e segundo disparo a queima-roupa, vai pacificar a tese de execução ou dar margem para a alegação de legítima defesa.
“Os exames periciais no local do crime, especialmente o de análise quadro a quadro da câmera de monitoramento instalada na garagem da residência, o necroscópico e o realizado na camisa da vítima, para verificar a distância em que foi realizado o segundo disparo, nos possibilitarão afirmar, com maior precisão, como ocorreram os fatos”, destaca Danilo Mansur, informando que assim que receber o resultado dos exames, enviará relatório complementar ao juízo.
Campo Grande News
Mulher mata e arranca cabeça de ex-companheiro após assédio contra filho

Mulher assassina e arranca a cabeça do ex-companheiro por suposto assédio ao filho. (Foto: Reprodução)
Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa após assassinar e arrancar a cabeça do companheiro, Daniel dos Santos, de 32 anos, dentro do apartamento onde vivia com os dois filhos, de 3 e 6 anos, em Itaquaquecetuba, São Paulo.
Depois do crime, a mulher contou aos familiares o que havia ocorrido e compartilhou imagens do assassinato. Ela contatou a mãe, o irmão e o ex-marido, pai das crianças. De acordo com o ex-companheiro, ele só acreditou no crime após receber as imagens e os vídeos enviados por Paula.
Em depoimento às autoridades policiais Militar e Civil, Paula declarou que matou o ex-companheiro após testemunhar um suposto assédio contra um dos filhos, que estava no local no momento do ocorrido.
De acordo com a investigação, Paula e Daniel estavam juntos há cerca de dois meses. No dia do crime, um amigo da jovem estava com o casal. Em conjunto, beberam álcool e usaram substâncias ilícitas, mas o amigo da mulher deixou o local aproximadamente uma hora e meia antes do crime.
A mulher declarou que fingia estar adormecida no chão da sala, ao lado do ex-parceiro que estava deitado no sofá, quando notou o homem retirando a fralda de uma das crianças. Ao ver a cena, Paula teria pegado uma faca e desferido golpes em Daniel. Antes de ser morto, o homem teria conseguido reagir e ferir a mão da mulher com uma faca de serra.
De acordo com Paula, após matá-lo ela decapitou o homem e arrastou o seu corpo até o banheiro.
Quando as autoridades chegaram ao local, identificaram indícios de limpeza recente e a cabeça de Daniel foi encontrada dentro de uma mochila.
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio, fraude processual e destruição e ocultação de cadáver. O delegado encarregado pediu à Justiça a mudança da prisão em flagrante para a preventiva, pois acredita que não existem provas suficientes para apoiar a alegação de legítima defesa feita pela suspeita.
Midiamax
Filha que mandou matar os pais alega abusos sexuais e briga por casa à venda

Casal foi encontrado morto no último sábado (28). (Foto: Reprodução, A Princesinha News)
Em depoimento à Polícia Civil, Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, presa desde segunda-feira (30), suspeita de envolvimento na morte dos pais, Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral, alegou abusos sexuais e mencionou desacordo sobre a divisão do valor referente a uma casa da família que está à venda.
Os detalhes sobre o depoimento de Maria de Fátima foram informados à reportagem do Jornal Midiamax nesta quinta-feira (2). Segundo a delegada titular da Delegacia de Anastácio, Tatiana Zynger, os envolvidos apresentam versões diferentes e inconsistentes sobre o caso.
A filha do casal, encontrado morto no último sábado (28), afirma que foi convencida pelo companheiro Wedebrson Haly Matos da Silva, de 34 anos, a “dar um susto” no pai. A motivação seria um desacordo sobre a venda de uma casa da família, anunciada por R$ 120 mil.
Em depoimento, Maria de Fátima disse que receberia R$ 20 mil pela venda. No entanto, na versão dela, o companheiro não concordava com o valor. “Ela tinha uma construção nos fundos dessa casa e, segundo ela, o Wedebrson queria que ela recebesse metade do valor da venda e, por isso, teria sugerido castigar o pai”, relata a delegada.
Ainda segundo as informações, Maria de Fátima justificou que aceitou o plano do companheiro porque tinha um relacionamento conturbado com o pai, marcado por histórico de abusos.
“Ela afirma que tinha um grande desafeto pelo pai, que ele abusou dela durante a infância e na adolescência, por isso, concordou com a ideia de Wedebrson em matá-lo. A ideia era castigá-lo pelos abusos”, conta.
Maria de Fátima também teria admitido que contratou David por R$ 1 mil e que foi ele quem contratou Wellington dos Santos Vieira, morto pela Polícia Militar na terça-feira (31). Em depoimento, ela também alegou que a morte da mãe não foi planejada.
“Ela admitiu que contratou David e que ele contratou Wellington, mas afirma que não era para a mãe ter morrido. Segundo ela, o Wedebrson teria dito que a mãe dela estaria na casa da avó”, diz.
Versão de Wedebrson
Wedebrson, também apontado como suspeito de envolvimento na morte dos sogros, apresentou-se na quarta-feira (1º), na Delegacia de Polícia Civil de Anastácio. Ele negou participação na morte do casal e alegou legítima defesa no assassinato de David.
“A morte do David está praticamente solucionada. Sabemos que foi o Wedebrson, mas precisamos esclarecer a real motivação, porque os depoimentos do casal são inconsistentes, com muitas versões conflitantes”, frisa.
Já a morte de Maria Clair e Vilson não foi esclarecida. “Um joga para o outro. Wedebrson nega a participação, enquanto ela diz que a ideia foi dele. Continuamos as investigações para saber se alguma dessas versões é verdadeira”, explica.
Wedebrson estava com mandado de prisão e permanece preso. O suspeito passará por audiência de custódia na quinta-feira (2).
Assassinatos
Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral foram encontrados mortos no último sábado (28), dentro da própria casa, localizada na Rua Nicandro Saravi, no bairro Vila Juí, em Anastácio.
No dia anterior, sexta-feira (27), David Vareiro Machado foi morto. Ele é apontado como um dos envolvidos na execução do casal. Além dele, Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, também apontado com um dos suspeitos no crime, morreu na madrugada de terça-feira (31).
A Polícia alegou que Wellington foi morto durante confronto. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que ele é atingido de costas. Em seguida, dois militares retiram o corpo dele do local. Os policiais foram afastados da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul).
Maria, filha do casal, foi presa na última segunda-feira (30). Inicialmente, ela apresentou uma versão falsa dos fatos. Contudo, confessou envolvimento no crime e admitiu ter ordenado a execução dos pais. Ela também possui diversas passagens pela polícia.
Defesa nega envolvimento de morto pela PM em duplo homicídio: ‘não participou’

Wellington dos Santos Vieira. (Foto: Fala Povo, Midiamax)
A defesa de Wellington dos Santos Vieira, de 27 anos, nega que ele tenha envolvimento no duplo homicídio que antecedeu a sua morte em Anastácio, a 123 km de Campo Grande. O suspeito foi morto ao ser baleado por uma equipe da Força Tática da PM (Polícia Militar) na madrugada da última terça-feira (31).
Imagens de câmeras de segurança registraram o exato momento em que o suspeito foi baleado e socorrido pelos próprios militares. Os policiais declaram que Wellington estaria envolvido no duplo homicídio de Maria Clair Luzini e Vilson Fernandes Cabral, que ocorreu no último sábado (28)
Inclusive contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto. No entanto, a defesa representada pelo advogado Walisson dos Reis nega o envolvimento do seu cliente nas mortes.
“Não estava envolvido e não participou. Hoje levamos na delegacia cinco testemunhas para a delegada ouvir e essas testemunhas não reconheceram Wellington como sendo a pessoa que tenha participado. Então não é verdade”, declarou a defesa.
Baleado por militares
O caso ganhou maior repercussão após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostram o suspeito sendo baleado pelas costas. No entanto, para defesa da vítima, a ação dos militares se trata de uma execução. Inclusive, o caso caso será levado para ser investigado no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).
“A gente assiste ao vídeo e entende que foi uma execução praticada por policiais militares em serviço contra uma pessoa já rendida. Nas imagens não vemos ele com arma ou faca, e sim assistimos a uma execução. Graças ao vídeo, temos confirmado que houve sim, de fato, uma execução. Vamos procurar novamente o Ministério Público para apurar esse fato sobre a alegação de confronto”, pontuou.
Faca no calção
Os policiais militares que atuaram na abordagem relatam que ele teria sacado uma faca da cintura.
Conforme o boletim de ocorrência, no momento da abordagem e da voz de parada, Wellington, que estava com um mandado de prisão em aberto, teria sacado uma faca que estava em seu calção e investido contra um integrante da equipe.
Afastamento
Segundo a PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) os policiais da Força Tática envolvidos na ocorrência serão afastados. A instituição informou que os militares agiram com “excesso” e que as condutas serão responsabilizadas.
Questionada sobre a conduta dos agentes envolvidos no caso, a PMMS informou, em nota, que ambos foram afastados de suas funções e que instaurou procedimento administrativo para apuração dos fatos.
Mandante do homicídio
Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, foi presa por suspeita de envolvimento na morte de três pessoas, entre elas, o casal encontrado morto em Anastácio. A mulher é filha de Maria Clair Luzini, morta com o companheiro na residência em que moravam. Ela é suspeita de planejar o crime e contratar outras pessoas para cometer as execuções. Além disso, Maria estaria envolvida na morte de David Vareiro Machado, morto na sexta-feira (27).
Conforme informações policiais, David estaria envolvido diretamente no assassinato do casal. O homem foi assassinado na sexta (27) após cobrar Maria pelo pagamento do crime. Além de David, outro homem, Wellington dos Santos Vieira, também teve envolvimento com a execução do casal. Wellington estava foragido e morreu em um confronto com a Polícia Militar na madrugada desta terça-feira (31).
O marido de Maria, Wendebrson Haly Matos da Silva, é suspeito de participar no assassinato de David. Há indícios de ele ser um dos mandantes da execução do casal encontrado morto em Anastácio.
Até o momento, Wendebrson Haly Matos da Silva está foragido.
Midiamax
