“Vi ele de costas atirando”, diz amiga que testemunhou execução na BR

Corpo da vítima foi parar em canteiro da BR-262, na divisa entre Jardim Panorama e Noroeste.
O relato da sobrevivente Beatriz Souza de Paula marcou a primeira audiência de instrução do caso da execução de Janaína Sabino de Almeida, morta na BR-262, em Campo Grande. A testemunha chorou ao relembrar o crime, enquanto o principal acusado, Guilherme Barrios Pereira Eleutério, deixou o plenário durante o depoimento.
Beatriz estava na garupa da motocicleta e foi a única a presenciar a sequência que terminou na morte da amiga.
“Começou com as batidas. Das batidas, a gente acabou batendo numa placa, a gente caiu. Ela ficou desacordada, eu não. Eu consegui ver muito, mas não muito, vi tudo borrado”, disse.
Mesmo ferida, ela contou que ainda percebeu o momento do disparo.

Janaína Sabino, atropelada e morta com tiro na cabeça, em foto publicada dias antes do crime.
“Nessa que ele fez o disparo, eu ainda estava com a cabeça… ela caiu aqui nas minhas costas. Eu estava olhando para lá. Nessa que eu olhei para ver, ele já estava de costas indo para o carro”, relatou.
Apesar da proximidade, Beatriz afirmou que não conseguiu identificar o autor.
“Não vi ninguém porque eu só vi ele de costas”, disse.
O crime aconteceu, segundo estimativa dela, entre 20h e 21h.
Guilherme acompanhava a audiência, mas se retirou durante o depoimento da testemunha. Ele é apontado como autor do disparo. A outra ré no processo, Brunielly Acunha Chimenes, responde em liberdade.

Guilherme Barrios Pereira Eleutério, preso pelo crime (Foto: Clara Farias)
Briga antes do crime – Durante o depoimento, Beatriz também detalhou a confusão que antecedeu o assassinato e que é apontada pela investigação como motivação.
Segundo ela, o desentendimento começou em uma tabacaria, após um pedido de licença entre grupos.
“Era uma mesa redonda. Tava o Guilherme, acho que a mulher dele e outra mulher. Elas pediram licença por educação e acho que não gostaram”, contou.
A situação evoluiu para provocações.
“O Guilherme começou a provocar, falando que não sabia jogar. A Janaína tomou as dores das amigas e começou a discutir”, disse.
Mais tarde, já na rua, houve nova confusão. Alguém teria arremessado uma garrafa contra o carro do acusado.
“Ele desceu já falando que queria matar ela. Nessa, ela apareceu com uma faca e deu as facadas nele”, afirmou.
Campo Grande News
Homem que ateou fogo na mãe e estava foragido é recapturado Polícia Militar

Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação)
O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015, no Bairro Paraguai, em Maracaju, foi recapturado nesta segunda-feira (30), na Capital. O homem cumpre pena em regime fechado e estava foragido do sistema prisional. Conforme mandado de recaptura expedido pela 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, ainda restam 9 anos, 7 meses e 27 dias de pena a cumprir.
Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o crime ocorreu em 1º de julho de 2015, na casa da vítima, no Bairro Paraguai, em Maracaju. Na ocasião, Eliete Albuquerque Rosa teria se incomodado com o volume alto de som vindo da residência onde o filho e outras pessoas consumiam bebida alcoólica e acionou a Polícia Militar.
Após a saída da equipe policial, Renato Rosa Gomes e Aparecida Farias de Souza teriam se revoltado com a atitude da vítima e planejado o ataque. Conforme a acusação, a mulher jogou líquido inflamável sobre Eliete, enquanto Renato ateou fogo com um isqueiro. Aparecida ainda disse para Eliete: “Esse é o meu presente para você’.
Ainda de acordo com o Ministério Público, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, já que a vítima conseguiu retirar as roupas em chamas e pedir ajuda. A denúncia também aponta que o ataque foi motivado por conflitos familiares e ocorreu em contexto de violência doméstica.
Renato presenciou o corpo da mãe sendo consumido pelas chamas. Após o casal sair da casa da vítima, Eliete conseguiu ligar para uma filha que acionou o socorro. Ainda de acordo com a denúncia, Renato vivia agredindo a mãe e sempre a ameaçava dizendo, “Qualquer dia essa cagueta morre queimada’.
Em 4 de dezembro de 2018, Renato foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri. Ele e Aparecida estavam presos preventivamente na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).
CG News
Bebê morta após ser atropelada teve alta da Santa Casa mesmo com fraturas, diz família

(Reprodução)
A bebê Lauren, de apenas um ano e 9 meses, que morreu após suposto atropelamento, estava com uma fratura na costela e foi liberada do hospital antes de passar mal novamente. O caso ocorreu na última quinta-feira (26), no bairro Nova Lima, em Campo Grande.
As informações repassadas para a polícia são de que a criança estava no colo do pai, quando foi atingida por um motociclista, que não teve a identidade revelada, mas seria amigo da família. No momento do acidente, o piloto estaria empinando o veículo.
No entanto, a causa da morte ainda foi divulgada. Conforme o boletim de ocorrência, a mãe da criança relatou que a filha recebeu alta médica no dia seguinte ao acidente, ou seja, na sexta-feira (27). Outro familiar relatou ainda que Lauren deu entrada no hospital à noite e recebeu alta momentos depois.
Contudo, na manhã de sábado (28), voltou a passar mal, apresentando febre alta e vômitos. Assim, a bebê foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coronel Antonino.
Lá, passou por exames e a equipe constatou uma fratura na costela e também uma lesão na cabeça. Com isso, mais uma vez, a criança foi transferida para a Santa Casa, onde não resistiu e morreu na noite de sábado (28).
Negligência
Para a polícia, familiares relataram que o pai da criança — que teria presenciado o acidente — não quis informar o nome do tal amigo, que estaria empinando a moto.
Ainda, familiares relatam suspeita de negligência médica. Isso porque, na visão deles, a criança foi liberada sem as condições de alta médica.
Midiamax
Sob efeito de álcool, filha ameaça mãe de morte durante discussão

Polícia Militar
Discussão entre mãe, de 52 anos, e filha, de 19, acabou em ameaça de morte, na noite desse domingo (29), em Maracaju. As duas consumiam bebidas alcoólicas quando a jovem se exaltou durante um desentendimento e passou a dizer que mataria a própria mãe.
O caso aconteceu na Vila Adrien. A vítima informou que a filha, quando consome álcool, costuma apresentar comportamento agressivo. Em outras ocasiões, a mulher relata que já houve agressões físicas.
Dessa forma, com a filha exaltada e temendo pela própria vida, a mãe acionou a Polícia Militar. Ao perceber que a mulher acionava a polícia, a garota deixou o local, e disse que não seria presa.
Os policiais encaminharam a vítima à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e solicitação de medidas protetivas, já que a filha tem acesso à residência e representa uma ameaça à vida da mulher.
*Com informações de Maracaju Speed
Midiamax
Cassilândia: Homem amarra e, com uma faca, castra cão comunitário

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
No início da tarde do último sábado (28), um homem que não teve a identidade revelada amarrou um cachorro que era cuidado por moradores de Cassilândia e, com uma faca, castrou cruelmente o animal.
Conforme informações divulgadas pelo sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, por volta das 12h55 (local), os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de maus-tratos a animais que chocou moradores nas proximidades da rua Pedro Pereira de Almeida.
O autor, conhecido na região, já havia feito ameaças anteriormente, relatando às pessoas que iria fazer a castração irregular do cão. Segundo testemunhas, o animal é cuidado por toda a comunidade local.
Mesmo algumas pessoas pedindo para ele não cometer o crime, o indivíduo amarrou o cachorro e, utilizando uma faca, realizou o procedimento de forma cruel.
A Polícia Militar foi acionada, mas, quando chegou ao local, o agressor já havia fugido.
Embora não tenha sido preso em flagrante, ele foi reconhecido por populares e responderá posteriormente pelo crime.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, que investigará o fato.
O Correio News
“Mau gosto musical” em volume excessivo termina em prisão no Jardim Laranjeiras

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
Um cidadão de 27 anos foi preso por perturbação do sossego na tarde de sábado (28), na Rua Juscelino Gomes Dias. A Polícia Militar foi acionada por volta das 16h11 após diversas reclamações de vizinhos sobre o volume excessivo do som. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, nesta segunda-feira, 30 de março.
De acordo com o Sargento Magalhães, a guarnição esteve inicialmente no local e orientou o morador, que chegou a abaixar o volume. No entanto, assim que os policiais se retiraram, o autor voltou a aumentar o som, desrespeitando a ordem direta. Ele foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.
Cassilândia Notícias
Homem que tentou culpar ex-genro matou advogado e servidor, conclui polícia

Policiais no local do duplo homicídio durante a reconstituição (Foto: Divulgação/PCMS)
A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o duplo homicídio que vitimou o advogado Cássio de Souza, de 40 anos, e o servidor público municipal Hugo Centurião Enciso, 49, no dia 1º deste mês em Caarapó, a 274 km de Campo Grande.
Antônio Marques da Silva, de 55 anos, foi o autor dos tiros que vitimaram os dois amigos. O crime ocorreu após uma briga entre as vítimas, o autor e outros dois homens – o filho dele, Antonio Lucas Bispo da Silva, de 31 anos, e o ex-genro, Alex dos Santos Silva, 34.
No momento em que foi preso na companhia de Alex, no dia seguinte às mortes, Antônio acusou o ex-genro de ser o dono da arma e autor dos tiros. Alex, por sua vez, afirmou que o ex-sogro tinha matado Cássio e Hugo pelas costas.
Nesta segunda-feira (30), o delegado Ciro Jales, responsável pelas investigações, disse que a reconstituição dos fatos, no dia 19, ajudou a esclarecer as dúvidas que ainda existiam. Com o esclarecimento, Antônio foi indiciado por duplo homicídio qualificado e deve continuar preso até o julgamento. Os outros dois suspeitos ainda seguem recolhidos, mas devem ser soltos nos próximos dias.
“No curso do trabalho policial, foram reunidos e examinados depoimentos dos investigados e testemunhas, imagens de câmeras de segurança, vídeo relacionado aos instantes que antecederam os disparos, laudo de exame em local de crime, laudos necroscópicos, exames balísticos, análise de arma de fogo e objetos, extração de dados de aparelhos celulares e, ainda, a reprodução simulada dos fatos’, explicou o delegado.
Segundo Ciro Jales, as investigações demonstraram que os homicídios foram precedidos pelo desentendimento ocorrido na área central da cidade, que se prolongou até a residência de Alex, na Rua Américo Vespúcio, onde os fatos tiveram desfecho.
“A partir da prova reunida, a Polícia Civil reconstituiu a dinâmica da ação, identificando a sequência dos disparos, a posição das vítimas e a forma como os fatos se desenvolveram. A arma de fogo utilizada no crime, um revólver calibre 38, foi apreendida no interior do veículo empregado na fuga pelo autor’, detalhou.
Com base nas investigações, o delegado concluiu pela existência de prova da materialidade e indícios suficientes de autoria em relação a Antônio Marques da Silva.
“O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis, estando o autor preso preventivamente desde o dia 02/03/2026. Caso a imputação seja recebida e, ao final da fase de instrução, sobrevenha decisão de pronúncia, o caso poderá ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri’, informou.
As mortes – Segundo as testemunhas, Cássio de Souza e Antonio Lucas eram amigos. Apesar de terem desentendimentos frequentes, estavam sempre juntos, conforme o primeiro depoimento de Alex Santos.
Alex e Antônio afirmaram que Lucas e Cássio começaram a brigar em frente à conveniência na área central da cidade após um bate-boca envolvendo outro morador. Lucas teria falado mal desse indivíduo, que também era amigo do advogado.
Cássio não gostou e os dois discutiram. Com um taco de beisebol que carregava em seu Golf preto, Lucas tentou golpear o advogado, mas Cássio conseguiu tomar o objeto, o acertou com um golpe no braço e correu atrás do amigo.
Lucas se refugiou na casa de Alex, na Rua Américo Vespúcio, no Bairro Capitão Vigário. Cássio e Hugo Enciso, que também havia se envolvido na primeira briga, foram ao local para tirar satisfações. Houve nova discussão envolvendo os cinco homens. O advogado e o servidor foram alvejados a tiros e morreram no local.
Após as mortes, Antônio e Alex fugiram em um Palio branco. Lucas foi em seu Golf preto. Presos na manhã do dia seguinte quando deixavam Juti em direção a Caarapó, Antônio Marques e Alex Santos estavam no Palio. O revólver usado no crime estava embaixo do tapete.
Lucas se apresentou à Polícia Civil em Dourados no dia 3 de março e também apontou Alex Santos da Silva como autor dos tiros, repetindo a versão apresentada pelo pai.
CG News
Polícia fecha ‘boca de fumo’ e prende foragido do Semiaberto

Drogas, documentos e simulacro de arma de fogo foram apreendidos em residência – Crédito: Divulgação / PM
Emerson Celino Gonçalves Mendes, de 22 anos, foi flagrado pela Polícia Militar em uma casa na Rua Prudêncio Campos Leite Filho, no bairro Vila Cachoeirinha, em Dourados. No local foram encontrados papelotes de pasta base de cocaína e a suspeita é de que seriam para venda.
Os militares faziam rondas de rotina por volta das 19h30 deste domingo, dia 29, quando viram uma movimentação característica de tráfico de drogas na residência.
Ao ver a viatura da PM se aproximando, Emerson que estaria foragido do Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, teria entrado no imóvel segurando um rádio comunicador.
Com ele, foram apreendidos 14 papelotes que totalizaram 65 gramas de pasta base de cocaína; 30 porções com 1,2 quilo de maconha, uma televisão 70 polegadas, quatro bicicletas, um aparelho de telefone celular, seis cartões bancários, vários documentos de diferentes pessoas, uma balança de precisão e uma caixa de som pequena, além de um simulacro de arma de fogo com coldre oculto dentro de um colchão e rádios comunicadores com quatro fontes de carregamento.
O jovem foi preso acusado de tráfico de drogas e também por estar evadido do Semiaberto, ele permanece na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde o caso é investigado.
Segundo a PM, ele teria alegado que os objetos sem procedência serviriam de moeda de troca para aquisição de drogas e que seria o responsável por distribuir na região.
Um homem, de 49 anos, que foi abordado antes de Emerson quando a PM chegou ao local, alegou ser apenas usuário. Ele chegou a ser levado para a delegacia, mas foi ouvido pela Polícia Civil e liberado.
Dourados News
Emerson Celino Gonçalves Mendes, de 22 anos, foi flagrado pela Polícia Militar em uma casa na Rua Prudêncio Campos Leite Filho, no bairro Vila Cachoeirinha, em Dourados. No local foram encontrados papelotes de pasta base de cocaína e a suspeita é de que seriam para venda.
Os militares faziam rondas de rotina por volta das 19h30 deste domingo, dia 29, quando viram uma movimentação característica de tráfico de drogas na residência.
Ao ver a viatura da PM se apriximando, Emerson que estaria foragido do Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, teria entrado no imóvel segurando um rádio comunicador.
Com ele, foram apreendidos 14 papelotes que totalizaram 65 gramas de pasta base de cocaína; 30 porções com 1,2 quilo de maconha, uma televisão 70 polegadas, quatro bicicletas, um aparelho de telefone celular, seis cartões bancários, vários documentos de diferentes pessoas, uma balança de precisão e uma caixa de som pequena, além de um simulacro de arma de fogo com coldre oculto dentro de um colchão e rádios comunicadores com quatro fontes de carregamento.
O jovem foi preso acusado de tráfico de drogas e também por estar evadido do Semiaberto, ele permanece na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde o caso é investigado.
Segundo a PM, ele teria alegado que os objetos sem procedência serviriam de moeda de troca para aquisição de drogas e que seria o responsável por distribuir na região.
Um homem, de 49 anos, que foi abordado antes de Emerson quando a PM chegou ao local, alegou ser apenas usuário. Ele chegou a ser levado para a delegacia, mas foi ouvido pela Polícia Civil e liberado.
*Editado às 8h43 para acréscimo de informações
Bebedeira termina com homem assassinado a pedradas

Caso foi registrado na delegacia de Caarapó – Crédito: Divulgação
Bebedeira entre um grupo de pessoas resultou em ciúmes que evoluíram para agressões, terminando na morte de Lino Soares Martins. O fato ocorreu na manhã de domingo (29/3), na Aldeia Tey Kuê, em Caarapó.
Elso Benites, 49, e Jocimar Vilhalva, 37, acabaram presos em flagrante acusados pelo homicídio.
Conforme o boletim de ocorrência, os três estavam com outras pessoas ingerindo bebidas alcoólicas na região, quando, em dado momento, houve desentendimento relacionado a ciúmes.
O fato resultou em agressões contra a vítima que acabou morrendo.
A Polícia Militar foi acionada e ao chegar no local encontrou Lino com o rosto desfigurado e próximo dele várias pedras que teriam sido utilizadas como forma de atingir o rapaz até o óbito.
Após o crime, os dois suspeitos foram detidos por populares e acabaram agredidos, apresentando diversas lesões pelo corpo.
Encaminhados à delegacia, confirmaram o assassinato. O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil na delegacia de Caarapó.
Dourados News
“Vi ele de costas atirando”, diz amiga que testemunhou execução na BR

Corpo da vítima foi parar em canteiro da BR-262, na divisa entre Jardim Panorama e Noroeste.
O relato da sobrevivente Beatriz Souza de Paula marcou a primeira audiência de instrução do caso da execução de Janaína Sabino de Almeida, morta na BR-262, em Campo Grande. A testemunha chorou ao relembrar o crime, enquanto o principal acusado, Guilherme Barrios Pereira Eleutério, deixou o plenário durante o depoimento.
Beatriz estava na garupa da motocicleta e foi a única a presenciar a sequência que terminou na morte da amiga.
“Começou com as batidas. Das batidas, a gente acabou batendo numa placa, a gente caiu. Ela ficou desacordada, eu não. Eu consegui ver muito, mas não muito, vi tudo borrado”, disse.
Mesmo ferida, ela contou que ainda percebeu o momento do disparo.

Janaína Sabino, atropelada e morta com tiro na cabeça, em foto publicada dias antes do crime.
“Nessa que ele fez o disparo, eu ainda estava com a cabeça… ela caiu aqui nas minhas costas. Eu estava olhando para lá. Nessa que eu olhei para ver, ele já estava de costas indo para o carro”, relatou.
Apesar da proximidade, Beatriz afirmou que não conseguiu identificar o autor.
“Não vi ninguém porque eu só vi ele de costas”, disse.
O crime aconteceu, segundo estimativa dela, entre 20h e 21h.
Guilherme acompanhava a audiência, mas se retirou durante o depoimento da testemunha. Ele é apontado como autor do disparo. A outra ré no processo, Brunielly Acunha Chimenes, responde em liberdade.

Guilherme Barrios Pereira Eleutério, preso pelo crime (Foto: Clara Farias)
Briga antes do crime – Durante o depoimento, Beatriz também detalhou a confusão que antecedeu o assassinato e que é apontada pela investigação como motivação.
Segundo ela, o desentendimento começou em uma tabacaria, após um pedido de licença entre grupos.
“Era uma mesa redonda. Tava o Guilherme, acho que a mulher dele e outra mulher. Elas pediram licença por educação e acho que não gostaram”, contou.
A situação evoluiu para provocações.
“O Guilherme começou a provocar, falando que não sabia jogar. A Janaína tomou as dores das amigas e começou a discutir”, disse.
Mais tarde, já na rua, houve nova confusão. Alguém teria arremessado uma garrafa contra o carro do acusado.
“Ele desceu já falando que queria matar ela. Nessa, ela apareceu com uma faca e deu as facadas nele”, afirmou.
Campo Grande News
Homem que ateou fogo na mãe e estava foragido é recapturado Polícia Militar

Renato Rosa Gomes quando foi preso em flagrante (Foto: Divulgação)
O auxiliar de pedreiro Renato Rosa Gomes, de 37 anos, condenado por atear fogo na própria mãe, Eliete Albuquerque Rosa, em julho de 2015, no Bairro Paraguai, em Maracaju, foi recapturado nesta segunda-feira (30), na Capital. O homem cumpre pena em regime fechado e estava foragido do sistema prisional. Conforme mandado de recaptura expedido pela 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, ainda restam 9 anos, 7 meses e 27 dias de pena a cumprir.
Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o crime ocorreu em 1º de julho de 2015, na casa da vítima, no Bairro Paraguai, em Maracaju. Na ocasião, Eliete Albuquerque Rosa teria se incomodado com o volume alto de som vindo da residência onde o filho e outras pessoas consumiam bebida alcoólica e acionou a Polícia Militar.
Após a saída da equipe policial, Renato Rosa Gomes e Aparecida Farias de Souza teriam se revoltado com a atitude da vítima e planejado o ataque. Conforme a acusação, a mulher jogou líquido inflamável sobre Eliete, enquanto Renato ateou fogo com um isqueiro. Aparecida ainda disse para Eliete: “Esse é o meu presente para você’.
Ainda de acordo com o Ministério Público, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos, já que a vítima conseguiu retirar as roupas em chamas e pedir ajuda. A denúncia também aponta que o ataque foi motivado por conflitos familiares e ocorreu em contexto de violência doméstica.
Renato presenciou o corpo da mãe sendo consumido pelas chamas. Após o casal sair da casa da vítima, Eliete conseguiu ligar para uma filha que acionou o socorro. Ainda de acordo com a denúncia, Renato vivia agredindo a mãe e sempre a ameaçava dizendo, “Qualquer dia essa cagueta morre queimada’.
Em 4 de dezembro de 2018, Renato foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal do Júri. Ele e Aparecida estavam presos preventivamente na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).
CG News
Bebê morta após ser atropelada teve alta da Santa Casa mesmo com fraturas, diz família

(Reprodução)
A bebê Lauren, de apenas um ano e 9 meses, que morreu após suposto atropelamento, estava com uma fratura na costela e foi liberada do hospital antes de passar mal novamente. O caso ocorreu na última quinta-feira (26), no bairro Nova Lima, em Campo Grande.
As informações repassadas para a polícia são de que a criança estava no colo do pai, quando foi atingida por um motociclista, que não teve a identidade revelada, mas seria amigo da família. No momento do acidente, o piloto estaria empinando o veículo.
No entanto, a causa da morte ainda foi divulgada. Conforme o boletim de ocorrência, a mãe da criança relatou que a filha recebeu alta médica no dia seguinte ao acidente, ou seja, na sexta-feira (27). Outro familiar relatou ainda que Lauren deu entrada no hospital à noite e recebeu alta momentos depois.
Contudo, na manhã de sábado (28), voltou a passar mal, apresentando febre alta e vômitos. Assim, a bebê foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coronel Antonino.
Lá, passou por exames e a equipe constatou uma fratura na costela e também uma lesão na cabeça. Com isso, mais uma vez, a criança foi transferida para a Santa Casa, onde não resistiu e morreu na noite de sábado (28).
Negligência
Para a polícia, familiares relataram que o pai da criança — que teria presenciado o acidente — não quis informar o nome do tal amigo, que estaria empinando a moto.
Ainda, familiares relatam suspeita de negligência médica. Isso porque, na visão deles, a criança foi liberada sem as condições de alta médica.
Midiamax
Sob efeito de álcool, filha ameaça mãe de morte durante discussão

Polícia Militar
Discussão entre mãe, de 52 anos, e filha, de 19, acabou em ameaça de morte, na noite desse domingo (29), em Maracaju. As duas consumiam bebidas alcoólicas quando a jovem se exaltou durante um desentendimento e passou a dizer que mataria a própria mãe.
O caso aconteceu na Vila Adrien. A vítima informou que a filha, quando consome álcool, costuma apresentar comportamento agressivo. Em outras ocasiões, a mulher relata que já houve agressões físicas.
Dessa forma, com a filha exaltada e temendo pela própria vida, a mãe acionou a Polícia Militar. Ao perceber que a mulher acionava a polícia, a garota deixou o local, e disse que não seria presa.
Os policiais encaminharam a vítima à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e solicitação de medidas protetivas, já que a filha tem acesso à residência e representa uma ameaça à vida da mulher.
*Com informações de Maracaju Speed
Midiamax
Cassilândia: Homem amarra e, com uma faca, castra cão comunitário

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
No início da tarde do último sábado (28), um homem que não teve a identidade revelada amarrou um cachorro que era cuidado por moradores de Cassilândia e, com uma faca, castrou cruelmente o animal.
Conforme informações divulgadas pelo sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, por volta das 12h55 (local), os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de maus-tratos a animais que chocou moradores nas proximidades da rua Pedro Pereira de Almeida.
O autor, conhecido na região, já havia feito ameaças anteriormente, relatando às pessoas que iria fazer a castração irregular do cão. Segundo testemunhas, o animal é cuidado por toda a comunidade local.
Mesmo algumas pessoas pedindo para ele não cometer o crime, o indivíduo amarrou o cachorro e, utilizando uma faca, realizou o procedimento de forma cruel.
A Polícia Militar foi acionada, mas, quando chegou ao local, o agressor já havia fugido.
Embora não tenha sido preso em flagrante, ele foi reconhecido por populares e responderá posteriormente pelo crime.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, que investigará o fato.
O Correio News
“Mau gosto musical” em volume excessivo termina em prisão no Jardim Laranjeiras

Imagem ilustrativa gerada com o uso de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
Um cidadão de 27 anos foi preso por perturbação do sossego na tarde de sábado (28), na Rua Juscelino Gomes Dias. A Polícia Militar foi acionada por volta das 16h11 após diversas reclamações de vizinhos sobre o volume excessivo do som. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, nesta segunda-feira, 30 de março.
De acordo com o Sargento Magalhães, a guarnição esteve inicialmente no local e orientou o morador, que chegou a abaixar o volume. No entanto, assim que os policiais se retiraram, o autor voltou a aumentar o som, desrespeitando a ordem direta. Ele foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.
Cassilândia Notícias
Homem que tentou culpar ex-genro matou advogado e servidor, conclui polícia

Policiais no local do duplo homicídio durante a reconstituição (Foto: Divulgação/PCMS)
A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o duplo homicídio que vitimou o advogado Cássio de Souza, de 40 anos, e o servidor público municipal Hugo Centurião Enciso, 49, no dia 1º deste mês em Caarapó, a 274 km de Campo Grande.
Antônio Marques da Silva, de 55 anos, foi o autor dos tiros que vitimaram os dois amigos. O crime ocorreu após uma briga entre as vítimas, o autor e outros dois homens – o filho dele, Antonio Lucas Bispo da Silva, de 31 anos, e o ex-genro, Alex dos Santos Silva, 34.
No momento em que foi preso na companhia de Alex, no dia seguinte às mortes, Antônio acusou o ex-genro de ser o dono da arma e autor dos tiros. Alex, por sua vez, afirmou que o ex-sogro tinha matado Cássio e Hugo pelas costas.
Nesta segunda-feira (30), o delegado Ciro Jales, responsável pelas investigações, disse que a reconstituição dos fatos, no dia 19, ajudou a esclarecer as dúvidas que ainda existiam. Com o esclarecimento, Antônio foi indiciado por duplo homicídio qualificado e deve continuar preso até o julgamento. Os outros dois suspeitos ainda seguem recolhidos, mas devem ser soltos nos próximos dias.
“No curso do trabalho policial, foram reunidos e examinados depoimentos dos investigados e testemunhas, imagens de câmeras de segurança, vídeo relacionado aos instantes que antecederam os disparos, laudo de exame em local de crime, laudos necroscópicos, exames balísticos, análise de arma de fogo e objetos, extração de dados de aparelhos celulares e, ainda, a reprodução simulada dos fatos’, explicou o delegado.
Segundo Ciro Jales, as investigações demonstraram que os homicídios foram precedidos pelo desentendimento ocorrido na área central da cidade, que se prolongou até a residência de Alex, na Rua Américo Vespúcio, onde os fatos tiveram desfecho.
“A partir da prova reunida, a Polícia Civil reconstituiu a dinâmica da ação, identificando a sequência dos disparos, a posição das vítimas e a forma como os fatos se desenvolveram. A arma de fogo utilizada no crime, um revólver calibre 38, foi apreendida no interior do veículo empregado na fuga pelo autor’, detalhou.
Com base nas investigações, o delegado concluiu pela existência de prova da materialidade e indícios suficientes de autoria em relação a Antônio Marques da Silva.
“O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis, estando o autor preso preventivamente desde o dia 02/03/2026. Caso a imputação seja recebida e, ao final da fase de instrução, sobrevenha decisão de pronúncia, o caso poderá ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri’, informou.
As mortes – Segundo as testemunhas, Cássio de Souza e Antonio Lucas eram amigos. Apesar de terem desentendimentos frequentes, estavam sempre juntos, conforme o primeiro depoimento de Alex Santos.
Alex e Antônio afirmaram que Lucas e Cássio começaram a brigar em frente à conveniência na área central da cidade após um bate-boca envolvendo outro morador. Lucas teria falado mal desse indivíduo, que também era amigo do advogado.
Cássio não gostou e os dois discutiram. Com um taco de beisebol que carregava em seu Golf preto, Lucas tentou golpear o advogado, mas Cássio conseguiu tomar o objeto, o acertou com um golpe no braço e correu atrás do amigo.
Lucas se refugiou na casa de Alex, na Rua Américo Vespúcio, no Bairro Capitão Vigário. Cássio e Hugo Enciso, que também havia se envolvido na primeira briga, foram ao local para tirar satisfações. Houve nova discussão envolvendo os cinco homens. O advogado e o servidor foram alvejados a tiros e morreram no local.
Após as mortes, Antônio e Alex fugiram em um Palio branco. Lucas foi em seu Golf preto. Presos na manhã do dia seguinte quando deixavam Juti em direção a Caarapó, Antônio Marques e Alex Santos estavam no Palio. O revólver usado no crime estava embaixo do tapete.
Lucas se apresentou à Polícia Civil em Dourados no dia 3 de março e também apontou Alex Santos da Silva como autor dos tiros, repetindo a versão apresentada pelo pai.
CG News
Polícia fecha ‘boca de fumo’ e prende foragido do Semiaberto

Drogas, documentos e simulacro de arma de fogo foram apreendidos em residência – Crédito: Divulgação / PM
Emerson Celino Gonçalves Mendes, de 22 anos, foi flagrado pela Polícia Militar em uma casa na Rua Prudêncio Campos Leite Filho, no bairro Vila Cachoeirinha, em Dourados. No local foram encontrados papelotes de pasta base de cocaína e a suspeita é de que seriam para venda.
Os militares faziam rondas de rotina por volta das 19h30 deste domingo, dia 29, quando viram uma movimentação característica de tráfico de drogas na residência.
Ao ver a viatura da PM se aproximando, Emerson que estaria foragido do Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, teria entrado no imóvel segurando um rádio comunicador.
Com ele, foram apreendidos 14 papelotes que totalizaram 65 gramas de pasta base de cocaína; 30 porções com 1,2 quilo de maconha, uma televisão 70 polegadas, quatro bicicletas, um aparelho de telefone celular, seis cartões bancários, vários documentos de diferentes pessoas, uma balança de precisão e uma caixa de som pequena, além de um simulacro de arma de fogo com coldre oculto dentro de um colchão e rádios comunicadores com quatro fontes de carregamento.
O jovem foi preso acusado de tráfico de drogas e também por estar evadido do Semiaberto, ele permanece na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde o caso é investigado.
Segundo a PM, ele teria alegado que os objetos sem procedência serviriam de moeda de troca para aquisição de drogas e que seria o responsável por distribuir na região.
Um homem, de 49 anos, que foi abordado antes de Emerson quando a PM chegou ao local, alegou ser apenas usuário. Ele chegou a ser levado para a delegacia, mas foi ouvido pela Polícia Civil e liberado.
Dourados News
Emerson Celino Gonçalves Mendes, de 22 anos, foi flagrado pela Polícia Militar em uma casa na Rua Prudêncio Campos Leite Filho, no bairro Vila Cachoeirinha, em Dourados. No local foram encontrados papelotes de pasta base de cocaína e a suspeita é de que seriam para venda.
Os militares faziam rondas de rotina por volta das 19h30 deste domingo, dia 29, quando viram uma movimentação característica de tráfico de drogas na residência.
Ao ver a viatura da PM se apriximando, Emerson que estaria foragido do Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, teria entrado no imóvel segurando um rádio comunicador.
Com ele, foram apreendidos 14 papelotes que totalizaram 65 gramas de pasta base de cocaína; 30 porções com 1,2 quilo de maconha, uma televisão 70 polegadas, quatro bicicletas, um aparelho de telefone celular, seis cartões bancários, vários documentos de diferentes pessoas, uma balança de precisão e uma caixa de som pequena, além de um simulacro de arma de fogo com coldre oculto dentro de um colchão e rádios comunicadores com quatro fontes de carregamento.
O jovem foi preso acusado de tráfico de drogas e também por estar evadido do Semiaberto, ele permanece na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde o caso é investigado.
Segundo a PM, ele teria alegado que os objetos sem procedência serviriam de moeda de troca para aquisição de drogas e que seria o responsável por distribuir na região.
Um homem, de 49 anos, que foi abordado antes de Emerson quando a PM chegou ao local, alegou ser apenas usuário. Ele chegou a ser levado para a delegacia, mas foi ouvido pela Polícia Civil e liberado.
*Editado às 8h43 para acréscimo de informações
Bebedeira termina com homem assassinado a pedradas

Caso foi registrado na delegacia de Caarapó – Crédito: Divulgação
Bebedeira entre um grupo de pessoas resultou em ciúmes que evoluíram para agressões, terminando na morte de Lino Soares Martins. O fato ocorreu na manhã de domingo (29/3), na Aldeia Tey Kuê, em Caarapó.
Elso Benites, 49, e Jocimar Vilhalva, 37, acabaram presos em flagrante acusados pelo homicídio.
Conforme o boletim de ocorrência, os três estavam com outras pessoas ingerindo bebidas alcoólicas na região, quando, em dado momento, houve desentendimento relacionado a ciúmes.
O fato resultou em agressões contra a vítima que acabou morrendo.
A Polícia Militar foi acionada e ao chegar no local encontrou Lino com o rosto desfigurado e próximo dele várias pedras que teriam sido utilizadas como forma de atingir o rapaz até o óbito.
Após o crime, os dois suspeitos foram detidos por populares e acabaram agredidos, apresentando diversas lesões pelo corpo.
Encaminhados à delegacia, confirmaram o assassinato. O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil na delegacia de Caarapó.
Dourados News

