Ex-primeira-dama de MS, Maria Antonina Cançado morre 18 dias após o marido, Marcelo Miranda

Maria Antonina era carinhosamente conhecida como Mariita. (Foto: Arquivo Pessoal)

Morreu neste sábado (11) Maria Antonina Cançado Soares, viúva do ex-governador de Mato Grosso do Sul Marcelo Miranda. Ela faleceu em São Paulo, aos 84 anos, apenas 18 dias após a partida do marido.

Ela será velada e sepultada em Paranaíba, sua cidade natal. O velório ocorrerá pela manhã deste domingo (12), na capela da Pax Vida, no Centro, e o enterro durante a tarde do mesmo dia.

Maria Antonina foi primeira-dama de Mato Grosso do Sul durante os dois mandatos de Marcelo Miranda, exercendo papel de representação institucional do Estado naquele período.

Ela deixa os filhos Ana Cecília, Ana Cristina, Paulo Eduardo e Paulo Henrique, além de netos, bisnetos e uma extensa rede de familiares e amigos.

O neto, o deputado estadual João Henrique Catan, destacou que a história da avó se confunde com a própria formação de Mato Grosso do Sul e com a tradição das famílias pioneiras de Paranaíba.

“Minha avó sempre teve um amor profundo por Paranaíba. Foi aqui que nasceu, constituiu sua família e escreveu sua história ao lado do meu avô. Ela pertence a uma geração de homens e mulheres que ajudaram a construir a identidade do nosso Estado. Seu legado permanecerá vivo na nossa família e na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, declarou o deputado. Midiamax

Compartilhe:

Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

Bets – ilustrativa. (Bruno Peres, Agência Brasil)

Foram publicadas na noite desta sexta-feira (10) as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo propagado, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.Leia Mais

Compartilhe:

Cassilândia Urgente: Morre Nízia Aparecida Kotlewski

Morreu ontem, 11 de julho, em Barretos, Nizia Aparecida Kotlewski, aos 76 anos.

Ela deixa filhos, netos e bisnetos. Era viúva do tão conhecido finado Abelão Mecânico.

Está sendo velada na Funerária Nossa Senhora Aparecida e será sepultada às 17h de Brasília no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Nizia Aparecida Kotlewski

Compartilhe:

Relatório médico diz que Jair Bolsonaro tem efeitos colaterais de medicamentos

Jair Bolsonaro, ex-presidente. (Foto: Reprodução, Redes Sociais)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sintomas de fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio corporal “em menor intensidade e frequência” como efeito colateral dos medicamentos que toma e demonstrou estar “um pouco mais cansado e indisposto” nesta semana, apontam relatórios médicos apresentados pela defesa ao Supremo Tribunal Federa (STF).

Ambos os pareceres dizem que Bolsonaro mantém quadro de saúde igual ao da semana anterior e que não vem apresentado queixas.

Relatório semanal feito pelo médico Brasil Caiado diz que o ex-presidente tem “certa estabilidade dos sintomas e queixas, com quadro inalterado em relação à semana anterior”. Diz também que ele tem resposta “satisfatória com sinais progressivos de melhora, principalmente da pressão arterial e das crises de soluço” após ajuste da medicação iniciado há mais ou menos um mês.

É ele quem relata que Bolsonaro lida com os efeitos colaterais persistentes em razão dos medicamentos. No parecer também consta que ele segue “dieta rigorosa, fisioterapia, exercícios regulares e cuidados preventivos para redução de quedas e refluxo gastroesofágico”.

Já relatório do fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou duas sessões com Bolsonaro nesta semana. No primeiro, na segunda-feira, 6, Bolsonaro teve “boa mobilidade e vem realizando atividades funcionais de forma normal e sem queixas.

Três dias depois, na quinta-feira, Bolsonaro estava “um pouco mais cansado e indisposto”, mas realizou a fisioterapia. Ele está “bem” e “sem queixa de dor”. O fisioterapeuta recomendou a continuidade do tratamento.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou, no dia 3 de julho, que Bolsonaro fosse mantido em prisão domiciliar.

Nesta última quarta-feira, 8, após operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente, a Polícia Federal apreendeu uma escopeta, a última arma que estava em nome de Bolsonaro. Midiamax

Compartilhe:

Aporé: Acidente termina com motorista preso por embriaguez

Acidente termina com motorista preso por embriaguez em APORÉ!

A Polícia Civil de Goiás registrou um marco histórico para a segurança pública do município de Aporé. Como reflexo da estratégia de descentralização dos serviços e do fortalecimento da atuação da polícia judiciária no Sudoeste Goiano, a Subdelegacia de Polícia de Aporé lavrou o primeiro Auto de Prisão em Flagrante durante um plantão de fim de semana.

A ocorrência teve origem em um acidente de trânsito sem vítimas, registrado na GO-184. Durante o atendimento, a equipe da Polícia Militar Rodoviária constatou que um dos condutores dirigia sob a influência de álcool. O etilômetro registrou 1,28 mg/L. Diante da constatação do crime, o motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhado diretamente à Subdelegacia de Polícia de Aporé, onde foram realizados todos os procedimentos.

A realização do flagrante no próprio município representa mais um importante avanço na ampliação dos serviços prestados pela Polícia Civil. Embora Aporé que ainda não dispunha de uma Central de Flagrantes permanente. A expansão do atendimento plantonista é resultado da reorganização administrativa promovida pela instituição e do fortalecimento da parceria entre a Polícia Civil de Goiás e o Poder Executivo Municipal.

Essa união de esforços vem permitindo a ampliação gradual da atuação da Polícia Civil em Aporé, proporcionando uma resposta mais rápida às ocorrências e fortalecendo a segurança pública de forma planejada e eficiente.

Além de oferecer maior celeridade aos procedimentos, a realização dos flagrantes no próprio município proporciona importantes benefícios à população e ao Estado, dentre eles:

* redução dos gastos com deslocamentos, combustível e manutenção de viaturas;

* maior agilidade na formalização dos procedimentos policiais;

* permanência das equipes ostensivas no município, evitando o deslocamento para outras cidades e garantindo a continuidade do policiamento preventivo e da preservação da ordem pública.

Policia Civil GO

Compartilhe:

Após audiência, empresária, dentista e ex-prefeito continuam presos

Rossana Jafar e Eronivaldo Vasconcelos estão entre presos na operação (Foto/Reprodução)

A prisão preventiva da empresária Jessyca Duarte Burgatt, alvo da Operação Gutenberg, foi mantida nesta quinta-feira (9) após audiência de custódia no Fórum de Campo Grande. O juiz Marcus Abreu de Magalhães não analisou o mérito do pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa, que requereu a substituição da prisão preventiva por domiciliar.

Segundo o magistrado, a Coordenadoria de Audiência de Custódia não tem competência para rever, revogar ou substituir prisão decretada por outro juízo quando se trata do cumprimento de mandado judicial, e não de prisão em flagrante.

Também foram mantidas nesta manhã as prisões da cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar e do ex-prefeito de Fátima do Sul Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior, conhecido como Junior Vasconcelos, assessor do gabinete do deputado estadual Jamilson Name. Os três foram levados ao Fórum Heitor Medeiros, em Campo Grande, para as audiências de custódia. Rossana, Jessyca e Eronivaldo estão entre os investigados presos na Operação Gutenberg.

No caso de Jessyca, a defesa protocolou na quarta-feira (8) pedido para que a prisão preventiva fosse substituída pela domiciliar. A advogada Fábia Zelinda Fávaro sustentou que a empresária é mãe de duas crianças, de 11 e 1 ano, a última, ainda é amamentada. Como argumento, a petição menciona inclusive que, durante a busca e apreensão realizada na operação, Jessyca foi fotografada amamentando o bebê no ambiente de trabalho.

A defesa alegou ainda que os crimes investigados não envolvem violência ou grave ameaça e afirmou que Jessyca é primária, tem residência fixa e não possui antecedentes criminais. O pedido principal foi pela prisão domiciliar. De forma alternativa, os advogados solicitaram a revogação da preventiva, com aplicação de outras medidas cautelares.

Durante a audiência desta manhã, a defesa voltou a pedir a substituição da prisão pela domiciliar com base no fato de Jessyca ser mãe de um bebê em fase de amamentação e de outro filho de 11 anos.

Marcus Abreu de Magalhães, no entanto, não entrou no mérito do pedido. O juiz explicou que Jessyca não havia sido presa em flagrante, mas em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Núcleo de Garantias de Campo Grande. Por isso, a atuação da Coordenadoria de Audiência de Custódia ficou restrita à verificação da regularidade do cumprimento do mandado, da validade da ordem judicial, da preservação dos direitos da presa e da eventual ocorrência de violência ou maus-tratos.

Como o mandado estava válido e regularmente em vigor, o magistrado determinou a remessa imediata do processo ao juízo de origem, o Núcleo de Garantias de Campo Grande, responsável por analisar eventual revogação ou substituição da preventiva. Até que haja nova decisão, Jessyca continua presa.

O mesmo fundamento processual foi aplicado às audiências de Rossana e Eronivaldo. Como os três foram detidos em cumprimento a mandados de prisão preventiva já expedidos, a audiência de custódia não serviu para rediscutir os fundamentos que levaram à decretação das prisões, mas para verificar a regularidade do cumprimento das ordens judiciais.

Investigação – Deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na terça-feira (7), a Operação Gutenberg foi às ruas para cumprir 16 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho, além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO).

Segundo a investigação, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 27 milhões em contratos públicos para compra de livros paradidáticos, por meio de contratações sob suspeita de direcionamento e uso indevido da inexigibilidade de licitação.

A apuração também alcança a saúde pública. O Gaeco investiga a possível atuação de servidores ligados à regulação de consultas, exames, cirurgias e leitos hospitalares e se essa influência teria sido usada para beneficiar ou pressionar municípios relacionados às compras de livros investigadas.

Jessyca é filha de Ed Carlo Britto Burgatt, coordenador estadual de Regulação Assistencial da SES (Secretaria de Estado de Saúde), também preso na operação. Rossana foi detida junto com dois filhos, Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar. Já Eronivaldo, o Junior Vasconcelos, é ex-prefeito de Fátima do Sul.

Prisões – Na quarta-feira (8), outras dez pessoas presas na Operação Gutenberg passaram por audiência de custódia e continuaram detidas. São elas: Ed Carlo Britto Burgatt, Olívia Paroschi Jafar, Felipe Paroschi Jafar, Joatan Gomes Peixoto, Matheus Oliveira Peixoto, Francisco Anizio dos Santos, Paulo Rogério de Melo, Douglas Henrique de Melo e os advogados Geancarlos Leal de Freitas e Gabriel Taquino de Paula.

Rossana Paroschi Jafar, Olívia Paroschi Jafar, Felipe Paroschi Jafar, Francisco Anízio dos Santos, Ed Carlo Britto Burgatt, Douglas Henrique de Melo, Joatan Gomes Peixoto, Matheus Oliveira Peixoto e Paulo Rogério de Melo estão na Depac/Cepol. Jessyca Duarte Burgatt está na 2ª DP, Eronivaldo da Silva Vasconcelos Junior na 3ª DP e Gabriel Taquino de Paula no Presídio Militar.

Até a tarde de quarta-feira, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) informava que os 16 mandados de prisão e os 43 de busca e apreensão ainda não haviam sido cumpridos integralmente e que as diligências continuavam em andamento.

Campo Grande News

Compartilhe:

Vigilância Municipal confirma irregularidades e carne vencida em açougue

Equipes durante a fiscalização. (Foto: Léo de França, Midiamax)

Nota emitida pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), por meio da Vigilância Sanitária Municipal, confirma condições precárias de açougue fiscalizado na manhã desta quinta-feira (9), no bairro Buriti, em Campo Grande.

“Durante a inspeção, foram constatadas irregularidades como a exposição à venda de produtos de origem animal sem registro no órgão competente e produtos com prazo de validade vencido”, diz a nota.

A batida aconteceu após denúncias de que dois estabelecimentos, situados na mesma rua, estariam vendendo carnes clandestinas e com prazo de validade vencido.

Ainda conforme o comunicado, a Vigilância Sanitária Municipal não participou da fiscalização realizada no segundo estabelecimento citado. “Nesse caso, a apreensão de produtos foi conduzida pelo SIM (Serviço de Inspeção Municipal), responsável pelas informações referentes à ocorrência”, detalha.

Em um dos locais, as equipes encontraram carne bovina, suína, frango, linguiça, filé de tilápia e embutidos, como salsicha e calabresa, visivelmente estragados e descongelados. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, algumas carnes eram armazenadas em potes de sorvete e estavam rodeadas de moscas.

De acordo com a Sesau, a empresa poderá apresentar defesa administrativa. Após o esgotamento dos prazos e recursos legais, caso não seja comprovada a origem regular dos produtos interditados, eles serão descartados conforme a legislação sanitária.

Diante da situação, um dos açougues emitiu nota de esclarecimento sobre o caso por meio dos advogados Raphaela Grassi e João Marcos da Silva.

Confira a nota:

“A defesa jurídica da Casa de Carne Sertaneja, mencionada em recentes reportagens, vem a público prestar esclarecimentos sobre a fiscalização realizada no dia 09/07.

Ao contrário da impressão transmitida por algumas publicações, o comércio não foi lacrado, não foi fechado integralmente e não se encontra interditado em sua totalidade. O que houve foi a lavratura de autos administrativos, enquanto são prestados os esclarecimentos e adotadas as providências solicitadas pelos órgãos competentes.

Também é necessário esclarecer que não foi encontrada “carne estragada” no estabelecimento, como divulgado em algumas manchetes, pois não há laudo técnico definitivo que autorize afirmar que os produtos apreendidos estavam deteriorados, contaminados ou impróprios para consumo humano. A apreensão ocorreu em caráter administrativo e cautelar, em razão de apontamentos relacionados a registro, identificação, controle e acondicionamento, ainda sujeitos à análise e defesa no processo administrativo.

O estabelecimento respeita a atuação dos órgãos de fiscalização, está colaborando com as autoridades e adotando todas as medidas necessárias para regularização dos pontos apontados. Contudo, repudia a divulgação de informações que possam levar a população a acreditar que houve lacração do comércio ou apreensão de carne estragada, quando tais afirmações não correspondem ao conteúdo dos autos administrativos.

Por fim, o estabelecimento reafirma seu compromisso com seus clientes, com a transparência e com a regularização administrativa, adotando as medidas cabíveis para preservar a verdade dos fatos, sua imagem e a confiança da comunidade local.”

Midiamax

 

Compartilhe:

Ex-primeira-dama de MS, Maria Antonina Cançado morre 18 dias após o marido, Marcelo Miranda

Maria Antonina era carinhosamente conhecida como Mariita. (Foto: Arquivo Pessoal)

Morreu neste sábado (11) Maria Antonina Cançado Soares, viúva do ex-governador de Mato Grosso do Sul Marcelo Miranda. Ela faleceu em São Paulo, aos 84 anos, apenas 18 dias após a partida do marido.

Ela será velada e sepultada em Paranaíba, sua cidade natal. O velório ocorrerá pela manhã deste domingo (12), na capela da Pax Vida, no Centro, e o enterro durante a tarde do mesmo dia.

Maria Antonina foi primeira-dama de Mato Grosso do Sul durante os dois mandatos de Marcelo Miranda, exercendo papel de representação institucional do Estado naquele período.

Ela deixa os filhos Ana Cecília, Ana Cristina, Paulo Eduardo e Paulo Henrique, além de netos, bisnetos e uma extensa rede de familiares e amigos.

O neto, o deputado estadual João Henrique Catan, destacou que a história da avó se confunde com a própria formação de Mato Grosso do Sul e com a tradição das famílias pioneiras de Paranaíba.

“Minha avó sempre teve um amor profundo por Paranaíba. Foi aqui que nasceu, constituiu sua família e escreveu sua história ao lado do meu avô. Ela pertence a uma geração de homens e mulheres que ajudaram a construir a identidade do nosso Estado. Seu legado permanecerá vivo na nossa família e na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, declarou o deputado. Midiamax

Compartilhe:

Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

Bets – ilustrativa. (Bruno Peres, Agência Brasil)

Foram publicadas na noite desta sexta-feira (10) as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo propagado, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.Leia Mais

Compartilhe:

Cassilândia Urgente: Morre Nízia Aparecida Kotlewski

Morreu ontem, 11 de julho, em Barretos, Nizia Aparecida Kotlewski, aos 76 anos.

Ela deixa filhos, netos e bisnetos. Era viúva do tão conhecido finado Abelão Mecânico.

Está sendo velada na Funerária Nossa Senhora Aparecida e será sepultada às 17h de Brasília no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Nizia Aparecida Kotlewski

Compartilhe:

Relatório médico diz que Jair Bolsonaro tem efeitos colaterais de medicamentos

Jair Bolsonaro, ex-presidente. (Foto: Reprodução, Redes Sociais)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sintomas de fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio corporal “em menor intensidade e frequência” como efeito colateral dos medicamentos que toma e demonstrou estar “um pouco mais cansado e indisposto” nesta semana, apontam relatórios médicos apresentados pela defesa ao Supremo Tribunal Federa (STF).

Ambos os pareceres dizem que Bolsonaro mantém quadro de saúde igual ao da semana anterior e que não vem apresentado queixas.

Relatório semanal feito pelo médico Brasil Caiado diz que o ex-presidente tem “certa estabilidade dos sintomas e queixas, com quadro inalterado em relação à semana anterior”. Diz também que ele tem resposta “satisfatória com sinais progressivos de melhora, principalmente da pressão arterial e das crises de soluço” após ajuste da medicação iniciado há mais ou menos um mês.

É ele quem relata que Bolsonaro lida com os efeitos colaterais persistentes em razão dos medicamentos. No parecer também consta que ele segue “dieta rigorosa, fisioterapia, exercícios regulares e cuidados preventivos para redução de quedas e refluxo gastroesofágico”.

Já relatório do fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou duas sessões com Bolsonaro nesta semana. No primeiro, na segunda-feira, 6, Bolsonaro teve “boa mobilidade e vem realizando atividades funcionais de forma normal e sem queixas.

Três dias depois, na quinta-feira, Bolsonaro estava “um pouco mais cansado e indisposto”, mas realizou a fisioterapia. Ele está “bem” e “sem queixa de dor”. O fisioterapeuta recomendou a continuidade do tratamento.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou, no dia 3 de julho, que Bolsonaro fosse mantido em prisão domiciliar.

Nesta última quarta-feira, 8, após operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente, a Polícia Federal apreendeu uma escopeta, a última arma que estava em nome de Bolsonaro. Midiamax

Compartilhe:

Aporé: Acidente termina com motorista preso por embriaguez

Acidente termina com motorista preso por embriaguez em APORÉ!

A Polícia Civil de Goiás registrou um marco histórico para a segurança pública do município de Aporé. Como reflexo da estratégia de descentralização dos serviços e do fortalecimento da atuação da polícia judiciária no Sudoeste Goiano, a Subdelegacia de Polícia de Aporé lavrou o primeiro Auto de Prisão em Flagrante durante um plantão de fim de semana.

A ocorrência teve origem em um acidente de trânsito sem vítimas, registrado na GO-184. Durante o atendimento, a equipe da Polícia Militar Rodoviária constatou que um dos condutores dirigia sob a influência de álcool. O etilômetro registrou 1,28 mg/L. Diante da constatação do crime, o motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhado diretamente à Subdelegacia de Polícia de Aporé, onde foram realizados todos os procedimentos.

A realização do flagrante no próprio município representa mais um importante avanço na ampliação dos serviços prestados pela Polícia Civil. Embora Aporé que ainda não dispunha de uma Central de Flagrantes permanente. A expansão do atendimento plantonista é resultado da reorganização administrativa promovida pela instituição e do fortalecimento da parceria entre a Polícia Civil de Goiás e o Poder Executivo Municipal.

Essa união de esforços vem permitindo a ampliação gradual da atuação da Polícia Civil em Aporé, proporcionando uma resposta mais rápida às ocorrências e fortalecendo a segurança pública de forma planejada e eficiente.

Além de oferecer maior celeridade aos procedimentos, a realização dos flagrantes no próprio município proporciona importantes benefícios à população e ao Estado, dentre eles:

* redução dos gastos com deslocamentos, combustível e manutenção de viaturas;

* maior agilidade na formalização dos procedimentos policiais;

* permanência das equipes ostensivas no município, evitando o deslocamento para outras cidades e garantindo a continuidade do policiamento preventivo e da preservação da ordem pública.

Policia Civil GO

Compartilhe:

Após audiência, empresária, dentista e ex-prefeito continuam presos

Rossana Jafar e Eronivaldo Vasconcelos estão entre presos na operação (Foto/Reprodução)

A prisão preventiva da empresária Jessyca Duarte Burgatt, alvo da Operação Gutenberg, foi mantida nesta quinta-feira (9) após audiência de custódia no Fórum de Campo Grande. O juiz Marcus Abreu de Magalhães não analisou o mérito do pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa, que requereu a substituição da prisão preventiva por domiciliar.

Segundo o magistrado, a Coordenadoria de Audiência de Custódia não tem competência para rever, revogar ou substituir prisão decretada por outro juízo quando se trata do cumprimento de mandado judicial, e não de prisão em flagrante.

Também foram mantidas nesta manhã as prisões da cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar e do ex-prefeito de Fátima do Sul Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior, conhecido como Junior Vasconcelos, assessor do gabinete do deputado estadual Jamilson Name. Os três foram levados ao Fórum Heitor Medeiros, em Campo Grande, para as audiências de custódia. Rossana, Jessyca e Eronivaldo estão entre os investigados presos na Operação Gutenberg.

No caso de Jessyca, a defesa protocolou na quarta-feira (8) pedido para que a prisão preventiva fosse substituída pela domiciliar. A advogada Fábia Zelinda Fávaro sustentou que a empresária é mãe de duas crianças, de 11 e 1 ano, a última, ainda é amamentada. Como argumento, a petição menciona inclusive que, durante a busca e apreensão realizada na operação, Jessyca foi fotografada amamentando o bebê no ambiente de trabalho.

A defesa alegou ainda que os crimes investigados não envolvem violência ou grave ameaça e afirmou que Jessyca é primária, tem residência fixa e não possui antecedentes criminais. O pedido principal foi pela prisão domiciliar. De forma alternativa, os advogados solicitaram a revogação da preventiva, com aplicação de outras medidas cautelares.

Durante a audiência desta manhã, a defesa voltou a pedir a substituição da prisão pela domiciliar com base no fato de Jessyca ser mãe de um bebê em fase de amamentação e de outro filho de 11 anos.

Marcus Abreu de Magalhães, no entanto, não entrou no mérito do pedido. O juiz explicou que Jessyca não havia sido presa em flagrante, mas em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Núcleo de Garantias de Campo Grande. Por isso, a atuação da Coordenadoria de Audiência de Custódia ficou restrita à verificação da regularidade do cumprimento do mandado, da validade da ordem judicial, da preservação dos direitos da presa e da eventual ocorrência de violência ou maus-tratos.

Como o mandado estava válido e regularmente em vigor, o magistrado determinou a remessa imediata do processo ao juízo de origem, o Núcleo de Garantias de Campo Grande, responsável por analisar eventual revogação ou substituição da preventiva. Até que haja nova decisão, Jessyca continua presa.

O mesmo fundamento processual foi aplicado às audiências de Rossana e Eronivaldo. Como os três foram detidos em cumprimento a mandados de prisão preventiva já expedidos, a audiência de custódia não serviu para rediscutir os fundamentos que levaram à decretação das prisões, mas para verificar a regularidade do cumprimento das ordens judiciais.

Investigação – Deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na terça-feira (7), a Operação Gutenberg foi às ruas para cumprir 16 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho, além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO).

Segundo a investigação, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 27 milhões em contratos públicos para compra de livros paradidáticos, por meio de contratações sob suspeita de direcionamento e uso indevido da inexigibilidade de licitação.

A apuração também alcança a saúde pública. O Gaeco investiga a possível atuação de servidores ligados à regulação de consultas, exames, cirurgias e leitos hospitalares e se essa influência teria sido usada para beneficiar ou pressionar municípios relacionados às compras de livros investigadas.

Jessyca é filha de Ed Carlo Britto Burgatt, coordenador estadual de Regulação Assistencial da SES (Secretaria de Estado de Saúde), também preso na operação. Rossana foi detida junto com dois filhos, Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar. Já Eronivaldo, o Junior Vasconcelos, é ex-prefeito de Fátima do Sul.

Prisões – Na quarta-feira (8), outras dez pessoas presas na Operação Gutenberg passaram por audiência de custódia e continuaram detidas. São elas: Ed Carlo Britto Burgatt, Olívia Paroschi Jafar, Felipe Paroschi Jafar, Joatan Gomes Peixoto, Matheus Oliveira Peixoto, Francisco Anizio dos Santos, Paulo Rogério de Melo, Douglas Henrique de Melo e os advogados Geancarlos Leal de Freitas e Gabriel Taquino de Paula.

Rossana Paroschi Jafar, Olívia Paroschi Jafar, Felipe Paroschi Jafar, Francisco Anízio dos Santos, Ed Carlo Britto Burgatt, Douglas Henrique de Melo, Joatan Gomes Peixoto, Matheus Oliveira Peixoto e Paulo Rogério de Melo estão na Depac/Cepol. Jessyca Duarte Burgatt está na 2ª DP, Eronivaldo da Silva Vasconcelos Junior na 3ª DP e Gabriel Taquino de Paula no Presídio Militar.

Até a tarde de quarta-feira, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) informava que os 16 mandados de prisão e os 43 de busca e apreensão ainda não haviam sido cumpridos integralmente e que as diligências continuavam em andamento.

Campo Grande News

Compartilhe:

Vigilância Municipal confirma irregularidades e carne vencida em açougue

Equipes durante a fiscalização. (Foto: Léo de França, Midiamax)

Nota emitida pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), por meio da Vigilância Sanitária Municipal, confirma condições precárias de açougue fiscalizado na manhã desta quinta-feira (9), no bairro Buriti, em Campo Grande.

“Durante a inspeção, foram constatadas irregularidades como a exposição à venda de produtos de origem animal sem registro no órgão competente e produtos com prazo de validade vencido”, diz a nota.

A batida aconteceu após denúncias de que dois estabelecimentos, situados na mesma rua, estariam vendendo carnes clandestinas e com prazo de validade vencido.

Ainda conforme o comunicado, a Vigilância Sanitária Municipal não participou da fiscalização realizada no segundo estabelecimento citado. “Nesse caso, a apreensão de produtos foi conduzida pelo SIM (Serviço de Inspeção Municipal), responsável pelas informações referentes à ocorrência”, detalha.

Em um dos locais, as equipes encontraram carne bovina, suína, frango, linguiça, filé de tilápia e embutidos, como salsicha e calabresa, visivelmente estragados e descongelados. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, algumas carnes eram armazenadas em potes de sorvete e estavam rodeadas de moscas.

De acordo com a Sesau, a empresa poderá apresentar defesa administrativa. Após o esgotamento dos prazos e recursos legais, caso não seja comprovada a origem regular dos produtos interditados, eles serão descartados conforme a legislação sanitária.

Diante da situação, um dos açougues emitiu nota de esclarecimento sobre o caso por meio dos advogados Raphaela Grassi e João Marcos da Silva.

Confira a nota:

“A defesa jurídica da Casa de Carne Sertaneja, mencionada em recentes reportagens, vem a público prestar esclarecimentos sobre a fiscalização realizada no dia 09/07.

Ao contrário da impressão transmitida por algumas publicações, o comércio não foi lacrado, não foi fechado integralmente e não se encontra interditado em sua totalidade. O que houve foi a lavratura de autos administrativos, enquanto são prestados os esclarecimentos e adotadas as providências solicitadas pelos órgãos competentes.

Também é necessário esclarecer que não foi encontrada “carne estragada” no estabelecimento, como divulgado em algumas manchetes, pois não há laudo técnico definitivo que autorize afirmar que os produtos apreendidos estavam deteriorados, contaminados ou impróprios para consumo humano. A apreensão ocorreu em caráter administrativo e cautelar, em razão de apontamentos relacionados a registro, identificação, controle e acondicionamento, ainda sujeitos à análise e defesa no processo administrativo.

O estabelecimento respeita a atuação dos órgãos de fiscalização, está colaborando com as autoridades e adotando todas as medidas necessárias para regularização dos pontos apontados. Contudo, repudia a divulgação de informações que possam levar a população a acreditar que houve lacração do comércio ou apreensão de carne estragada, quando tais afirmações não correspondem ao conteúdo dos autos administrativos.

Por fim, o estabelecimento reafirma seu compromisso com seus clientes, com a transparência e com a regularização administrativa, adotando as medidas cabíveis para preservar a verdade dos fatos, sua imagem e a confiança da comunidade local.”

Midiamax

 

Compartilhe:
Compartilhe: