Cassilândia Urgente: Mãe de aluno cadeirante reclama dos ônibus escolares por não respeitarem a rampa de acesso na porta do Cmeic, em Cassilândia
Uma mãe de aluno cadeirante da escola CMEIC – Centro Municipal Educacional Vereadora Ilma Costa – recorreu, nesta quarta-feira, 8 de outubro, ao Cassilândia Urgente depois de ter tentado resolver o problema – sem sucesso – junto às autoridades escolares cassilandenses.
Segundo ela, os ônibus do transporte não respeitam a acessibilidade de cadeirante ao estacionar interropendo a rampa existente na porta da escola.
A mãe reclama que tem que dar volta empurrando a cadeira de rodas pela calçada “horrível de andar”.
Ela espera apenas que os motoristas de ônibus tenham o bom senso de respeitar a acessibilidade de cadeirantes.
Com certeza não é pedir muito.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.




SEJA SOLIDÁRIO! Ajude Luís Fernando Oliveira Souza a representar Cassilândia e Mato Grosso do Sul em Olimpíada Estudantil no Rio de Janeiro
Olá, me chamo Luís Fernando Oliveira Souza, sou de Cassilândia – MS, aluno da 2° série do Ensino Médio da Escola Evangélica Avivamento Bíblico e participei da 26ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). A OBA é do ramo das olimpíadas científicas, similar à OBMEP. Tais olimpíadas buscam incentivar os alunos a conhecerem mais sobre Ciência, bem como torná-la mais popular entre a sociedade. Após a OBA, e graças à minha nota, fui convidado a participar das seletivas internacionais: diversas provas que têm como objetivo selecionar as equipes que irão representar o Brasil nas Olimpíadas a nível mundial. A primeira fase das seletivas é composta por três provas online, as quais eu fiz e consegui uma média de aproximadamente 8.4. E, com essa pontuação, fui o único estudante do Mato Grosso do Sul a passar para a próxima fase, que ocorrerá presencialmente em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, nos dias 11 a 15 de março. Portanto, por conta do custo de deslocamento e da hospedagem no hotel em que as provas serão realizadas, preciso de uma ajuda financeira para que isso seja possível.
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Luís Fernando Oliveira Souza
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Cassilândia: Morre a quarta pessoa vítima de Covid-19
Morreu nesta segunda-feira, 17 de agosto, a quarta pessoa vítima de Covid-19 em Cassilândia, de nome Carol Canovas, que trabalhava como recepcionista em hospital.
Ela tinha 32 anos, era casada com Wilian Santos, era membro da Igreja Metodista e deixa duas filhas, sendo uma de dez e outra de 12 anos.
O óbito foi confirmado pelo secretário municipal de Saúde, José Lourenço Braga Marin.
Voltaremos a informar.

Cassilândia: Moradora reivindica asfalto e iluminação na Rua Luiz Machado, no Jardim Minas Gerais
Uma moradora do Bairro Jardim Minas Gerais enviou à redação do Cassilândia Urgente reivindicação para que a Prefeitura Municipal faça a pavimentação asfáltica e instale iluminação pública na Rua Luiz Machado.
O pedido da moradora foi encaminhado hoje cedo, segunda-feira, 4 de maio, ao prefeito Jair Boni para as devidas providências.


Cassilândia Urgente: Morre Pedro da Silva Passos, o Pedro Carioca
Morreu ontem, sexta-feira, 8 de maio, Pedro da Silva Passos, o popular Pedro Carioca, aos 80 anos, de causa natural, conforme familiar.
Ele morava no bairro Bom Jesus, em Cassilândia, era casado com Verônica Martins Passos, deixa três filhos e cinco netos.
Nascido em Cassilândia e lavrador até se aposentar, Pedro Carioca está sendo velado na Unapaz e o sepultamento será hoje às 15h BR no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Pedro da Silva Passos, o popular Pedro Carioca
Produtos da Ypê têm venda suspensa pela Anvisa por risco de contaminação

Divulgação/Ypê
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de diversos produtos da marca Ypê após identificar falhas graves no processo de produção da empresa Química Amparo, responsável pela fabricação dos itens.
A medida também inclui o recolhimento de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes de todos os lotes com numeração final 1 produzidos na unidade da empresa em Amparo, no interior de São Paulo.
Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada após uma avaliação de risco sanitário realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Na última semana, equipes da agência, do Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP) e da Vigilância Sanitária de Amparo fizeram uma inspeção na fábrica e encontraram irregularidades consideradas graves em etapas críticas da produção.
De acordo com o órgão, foram identificadas falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade, comprometendo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes.
A Anvisa informou ainda que os problemas encontrados podem representar risco à saúde da população devido à possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos, com presença indesejada de microrganismos patogênicos.
Entre os produtos afetados estão detergentes da linha Ypê, lava-roupas líquidos Tixan Ypê e desinfetantes das marcas Bak Ypê e Atol. A restrição vale apenas para os lotes cuja numeração termina em 1.
O órgão orienta que consumidores que tenham os produtos incluídos na Resolução 1.834/2026 suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para obter orientações sobre o recolhimento.
As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais também foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação dos lotes afetados no mercado.
A lista completa dos produtos atingidos foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (7). Entre eles estão detergentes lava-louças Ypê, lava-roupas líquidos Tixan Ypê e desinfetantes das linhas Bak Ypê, Atol e Pinho Ypê.
Top Midia News
Mulher é perseguida na rua por ex com faca em Paranaíba: ‘não fica com mais ninguém’

Delegacia de Atendimento à Mulher de Paranaíba / Alex Santos/RCN 67
Uma mulher precisou buscar abrigo em um comércio após ser perseguida e ameaçada com uma faca pelo companheiro, na tarde desta sexta-feira (8), na região central de Paranaíba, município a 410 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após denúncias de que uma mulher corria pelas ruas enquanto era perseguida por outra pessoa armada com uma faca.
Ao chegarem ao local, os policiais localizaram duas pessoas dentro de um estabelecimento comercial, onde a vítima havia conseguido se refugiar. Conforme o registro, o suspeito ainda tentou se aproximar da companheira e pedir perdão pelos atos praticados.
O homem estava bastante alterado e tentou fugir da abordagem policial, sendo necessário o uso de munição de elastômero para contê-lo. Ele foi algemado e colocado na viatura devido ao risco de fuga e ao possível porte da faca utilizada nas ameaças.
A vítima relatou à polícia que havia chegado em casa durante o horário de almoço e encontrado o companheiro sob efeito de drogas. Segundo ela, os dois decidiram encerrar o relacionamento, mas o suspeito não aceitou o término.
Ainda conforme o depoimento, o homem pegou uma faca na cozinha, foi até o quarto e colocou a arma no pescoço da vítima, afirmando que “se não ficasse com ele, não ficaria com mais ninguém”. Neste momento, a vítima conseguiu gritar por socorro à irmã e, em seguida, fugir da residência. Durante a perseguição, um motociclista ajudou a protegê-la e acionou a Polícia Militar.
Antes da chegada da equipe, o suspeito ainda teria ameaçado matar familiares da vítima caso fosse preso, alegando que possuía irmãos ‘bandidos’. A faca usada na ocorrência foi entregue à DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher).
A vítima solicitou medidas protetivas e afirmou temer pela própria vida e pela segurança dos filhos pequenos. O caso foi registrado como ameaça no contexto de violência doméstica.
Top Midia News
Cassilândia: Mulher denuncia ex-marido por perseguição

A mulher requeriu medida protetiva de urgência. (Foto: Arquivo Diário Digital)
Vítima de perseguição denuncia ex-companheiro, um homem de 41 anos, por perseguição, nesta quinta-feira(07), em Cassilândia, cidade a 434 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher sofreu diversas violações desde a separação do casal, há três meses. O suspeito é visto frequentemente rondando o local de trabalho da vítima, quando a encontra em ambientes públicos, tenta abraçá-la e beijá-la sem o consentimento da mesma.
Além dessas agressões, o investigado a persegue enquanto a denunciante passeia com o filho, uma criança de 11 anos. Ele chegou a pular o muro da casa da ex-companheira, em busca de ter contato com a mulher.
A família da vítima está preocupada com toda a situação, pois mesmo bloqueando o suspeito das redes sociais e o contato, ele ligou para a mulher de onze números diferentes nos últimos dias. Diario Digital
Menina de 8 anos morre após ir quatro vezes a unidades de saúde da Capital

Hannah Julia comemorando os 7 anos; na próxima terça-feira, ela faria 9 anos (Foto: Arquivo da família)
Hannah Julia, de 8 anos, viveu seus últimos dias de vida entre idas e vindas a unidades de saúde de Campo Grande. Ela passou uma vez pelo CRS (Centro Regional de Saúde) Cophavilla e três vezes pela UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon, até morrer em 29 de abril.
Os pais da menina acreditam que houve negligência e que faltaram equipamentos e assistência adequados, principalmente na UPA, onde uma jovem também recebeu atendimento que está sendo questionado e ocorreu próximo à data. Essa outra paciente teve um aneurisma cerebral e faleceu dois dias antes da menina.
A família falou sobre o caso que envolve a criança hoje (8), às vésperas de ajuizarem uma ação contra o Município. A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) ainda não se manifestou sobre os relatos.
Supervisor de obras, pastor e pai de Hannah, Jeremias Rodrigues, 53, lamenta ter precisado desfazer a festa que organizou para o aniversário da filha, que seria na próxima terça-feira (12). Ele se emociona ao dizer que também não terá a companhia dela todas as manhãs.
“Não consigo mais acordar e fazer minhas leituras porque tenho a sensação de que ela vai chegar e falar: ‘você está aí, seu cabeçudo’. A Hannah pegava o tablet dela e ficava do meu lado, perguntando o que eu estava lendo, ela sempre se interessava. Antes de dormir, orava por mim, pela irmã e pela mãe todos os dias”, conta.
Dona de casa e mãe da criança, Sara Romeiro relata que passou cerca de 20 minutos com a filha nos braços na UPA Leblon, andando de porta em porta tentando encontrar uma sala onde pudessem medicá-la.
“Me deram duas ampolas de medicamento na mão e em toda a sala que eu entrava para deixar ela, falavam que não era lá. Não tinha vaga”, diz a mãe.
A paciente começou a ficar rígida, a ter dificuldade para respirar e a convulsionar, segundo os pais. “Foi aí que se apavoraram, pegaram ela do meu colo, desocuparam uma maca para ela deitar e não deixaram mais eu ficar perto”, continua Sara.
Jeremias afirma que não havia cilindros de oxigênio na UPA e que o ambu, usado para ventilação manual, estava aparentemente com defeito. Depois, conforme o que a equipe informou aos pais, Hannah foi entubada. Morreu horas depois, de madrugada.
Exames – A menina foi levada ao CRS em 24 de abril por estar com sintomas respiratórios e febre alta. Os primeiros exames apontaram um quadro viral.
Foi levada à UPA no dia 27, após uma piora. A glicemia foi aferida e estava em 151 mg/dL, de acordo com o que Sara ouviu de uma médica. “Ela disse que era normal, mas estranhei”, afirma.
No CRS e na UPA, a paciente recebeu dipirona e soro fisiológico. Os pais foram orientados a levar a criança para casa três vezes. Só teriam que retornar caso ela se sentisse mal novamente.
Com vômitos constantes e inchaço ao redor dos olhos, ela esteve na UPA Leblon duas vezes no dia 28. Na última ida, já estava pálida, com dores em todo o corpo, inclusive na nuca, e não conseguia andar. Outro sintoma era calafrio.
Um raio-x e mais outros novos exames seriam feitos, mas a mãe pediu que a medicação fosse dada antes devido ao estado da menina.
Causa – O atestado de óbito que a família recebeu diz que houve uma parada cardiorrespiratória com choque por motivo a esclarecer. A família aguarda sair um laudo do Imol (Instituto Médico e Odontológico Legal).
“Ela estava ‘dando’ estrelinha no último domingo. A gente não foi na UPA para passear. A gente foi porque precisava de socorro imediato, vendo o estado dela. Ela não vai voltar. Queremos Justiça para que outras pessoas não passem por isso”, finaliza o pai.
Campo Grande News
JK foi assassinado pela ditadura, conclui relatório de comissão de mortos e desaparecidos

Imagem: Reprodução
Assassinado pela ditadura: a menos de três meses de se completarem 50 anos da morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, um novo relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aponta que JK foi vítima de uma ação da ditadura militar, contrariando a versão oficial sustentada por décadas de que sua morte teria sido causada por um acidente automobilístico.
O documento, elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão, relatora do caso na comissão, está em fase final de análise pelos conselheiros e deve ser votado em breve. Com mais de 5 mil páginas, incluindo anexos, o relatório reúne investigações anteriores e sustenta que a morte de JK, em 22 de agosto de 1976, foi violenta e decorrente de perseguição política.
Reviravolta em caso histórico
A possível conclusão marca uma reviravolta em um dos episódios mais controversos da história recente do país. A CEMDP, órgão de Estado criado em 1995, tem como função reconhecer mortes e desaparecimentos ligados à repressão política entre 1961 e 1988, além de emitir pareceres e buscar esclarecimento histórico.
A decisão de reabrir o caso reacendeu debates que se arrastam há décadas. Na época, o carro em que JK estava, um Opala dirigido por seu motorista Geraldo Ribeiro, colidiu com uma carreta na Via Dutra após perder o controle. Ambos morreram no local.
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Versões divergentes
Investigações conduzidas durante a ditadura e posteriormente pela Comissão Nacional da Verdade concluíram que o acidente teria sido causado após uma suposta colisão com um ônibus ao tentar uma ultrapassagem.
No entanto, outras apurações — incluindo comissões estaduais da verdade e estudos independentes — levantaram a hipótese de atentado político. Essas investigações apontam que não houve contato com o ônibus e sugerem que o veículo pode ter sido sabotado ou que o motorista tenha sido alvo de ação externa.
Perícia e falhas nas investigações
Um dos principais elementos considerados no novo relatório é um inquérito do Ministério Público Federal concluído em 2019. Embora não tenha comprovado o atentado, o documento identificou falhas graves nas investigações da época, como ausência de exames toxicológicos completos e inconsistências nos laudos periciais.
Uma análise técnica conduzida pelo engenheiro Sergio Ejzenberg reforçou essas dúvidas ao descartar, com base em simulações e reavaliações, a hipótese de colisão com o ônibus. Segundo ele, os laudos utilizados anteriormente eram inconsistentes.
Contexto político reforça suspeitas
O relatório também destaca o contexto político da época. Cassado pelo regime militar em 1964, JK era uma figura central da oposição e integrante da Frente Ampla. Seu nome teria sido citado em comunicações ligadas à Operação Condor, aliança entre ditaduras sul-americanas para eliminar adversários políticos.
Esse cenário reforça a tese de que sua morte pode ter sido resultado de uma ação coordenada do regime.
JK foi assassinado pela ditadura: os desdobramentos
Caso aprovado, o parecer da comissão poderá reconhecer oficialmente JK como vítima da ditadura. Isso abriria caminho para a retificação de sua certidão de óbito e também da de seu motorista, incluindo a causa da morte como violenta e ligada ao Estado.
Diferentemente de outros casos, como o da estilista Zuzu Angel, não haverá implicações financeiras, já que o prazo legal para pedidos de indenização já expirou. O objetivo central da reavaliação é o esclarecimento histórico.
Nos bastidores, a tendência é de aprovação do relatório pela maioria dos conselheiros, embora haja divergências internas. Integrantes ligados ao Ministério da Defesa e ao Ministério Público demonstraram cautela quanto à reabertura do caso.
Fabricio Moretti
Cassilândia/MS: Família procura pessoa desaparecida há 60 anos
“Estamos em busca de informações que possam ajudar a localizar um homem que, quando criança, foi adotado informalmente na década de 1960 e desde então perdeu contato com sua família biológica.
O caso remonta ao ano de 1967, na região entre os municípios de Cassilândia e Paranaíba, em uma localidade conhecida como Ribeirão Grande ou Entroncamento, denominação relacionada ao cruzamento de acesso ao estado de Goiás.
Na época, o menino era chamado de Jerominho, porém não possuía registro oficial em cartório, o que dificulta sua identificação atual. Ele foi adotado informalmente por um casal, sendo o homem conhecido pelo nome de Virgulino.
Seu pai biológico, José Vieira, encontrava-se internado devido a problemas de saúde mental. A mãe biológica, Almira Rodrigues Machado, enfrentava condições precárias para criação do filho e, diante disso, acabou entregando a criança.
Há relatos familiares de que, após a adoção, a senhora Almira ainda teria realizado visitas ao filho na cidade de Itajá, o que pode indicar um possível deslocamento da família adotiva para essa região.
Atualmente, acredita-se que Jerominho seja um homem com aproximadamente cerca de 61 anos de idade. Serão divulgadas junto a este anúncio uma fotografia da infância e uma projeção facial atualizada por inteligência artificial, com o objetivo de facilitar seu reconhecimento.
Qualquer informação pode ser fundamental.
Se você conhece alguém com essa história, ou possui qualquer pista que possa ajudar, entre em contato pelos canais informados neste anúncio.
Sua colaboração pode ajudar a reunir uma família após décadas de separação.”
Informações com Corino Alvarenga
WhatsApp 67 98148-1199
Cassilândia/MS
Jerônimo (Jerominho) aos dois anos e ao lado aos 61 anos em reprodução por inteligência artificial
Trabalhador morre soterrado em armazém de grãos

Um trabalhador morreu após ser soterrado por grãos de milho
Um trabalhador morreu após ser soterrado por grãos de milho na tarde desta quarta-feira (06/05), em um armazém localizado em Mineiros, no sudoeste de Goiás. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência e encontrou a vítima completamente coberta pelo material no interior do silo.
Cassilândia Urgente: Mãe de aluno cadeirante reclama dos ônibus escolares por não respeitarem a rampa de acesso na porta do Cmeic, em Cassilândia
Uma mãe de aluno cadeirante da escola CMEIC – Centro Municipal Educacional Vereadora Ilma Costa – recorreu, nesta quarta-feira, 8 de outubro, ao Cassilândia Urgente depois de ter tentado resolver o problema – sem sucesso – junto às autoridades escolares cassilandenses.
Segundo ela, os ônibus do transporte não respeitam a acessibilidade de cadeirante ao estacionar interropendo a rampa existente na porta da escola.
A mãe reclama que tem que dar volta empurrando a cadeira de rodas pela calçada “horrível de andar”.
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Cassilândia: Morre a quarta pessoa vítima de Covid-19
Morreu nesta segunda-feira, 17 de agosto, a quarta pessoa vítima de Covid-19 em Cassilândia, de nome Carol Canovas, que trabalhava como recepcionista em hospital.
Ela tinha 32 anos, era casada com Wilian Santos, era membro da Igreja Metodista e deixa duas filhas, sendo uma de dez e outra de 12 anos.
O óbito foi confirmado pelo secretário municipal de Saúde, José Lourenço Braga Marin.
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Cassilândia: Moradora reivindica asfalto e iluminação na Rua Luiz Machado, no Jardim Minas Gerais
Uma moradora do Bairro Jardim Minas Gerais enviou à redação do Cassilândia Urgente reivindicação para que a Prefeitura Municipal faça a pavimentação asfáltica e instale iluminação pública na Rua Luiz Machado.
O pedido da moradora foi encaminhado hoje cedo, segunda-feira, 4 de maio, ao prefeito Jair Boni para as devidas providências.


Cassilândia Urgente: Morre Pedro da Silva Passos, o Pedro Carioca
Morreu ontem, sexta-feira, 8 de maio, Pedro da Silva Passos, o popular Pedro Carioca, aos 80 anos, de causa natural, conforme familiar.
Ele morava no bairro Bom Jesus, em Cassilândia, era casado com Verônica Martins Passos, deixa três filhos e cinco netos.
Nascido em Cassilândia e lavrador até se aposentar, Pedro Carioca está sendo velado na Unapaz e o sepultamento será hoje às 15h BR no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Pedro da Silva Passos, o popular Pedro Carioca
Produtos da Ypê têm venda suspensa pela Anvisa por risco de contaminação

Divulgação/Ypê
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de diversos produtos da marca Ypê após identificar falhas graves no processo de produção da empresa Química Amparo, responsável pela fabricação dos itens.
A medida também inclui o recolhimento de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes de todos os lotes com numeração final 1 produzidos na unidade da empresa em Amparo, no interior de São Paulo.
Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada após uma avaliação de risco sanitário realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Na última semana, equipes da agência, do Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP) e da Vigilância Sanitária de Amparo fizeram uma inspeção na fábrica e encontraram irregularidades consideradas graves em etapas críticas da produção.
De acordo com o órgão, foram identificadas falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade, comprometendo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes.
A Anvisa informou ainda que os problemas encontrados podem representar risco à saúde da população devido à possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos, com presença indesejada de microrganismos patogênicos.
Entre os produtos afetados estão detergentes da linha Ypê, lava-roupas líquidos Tixan Ypê e desinfetantes das marcas Bak Ypê e Atol. A restrição vale apenas para os lotes cuja numeração termina em 1.
O órgão orienta que consumidores que tenham os produtos incluídos na Resolução 1.834/2026 suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para obter orientações sobre o recolhimento.
As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais também foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação dos lotes afetados no mercado.
A lista completa dos produtos atingidos foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (7). Entre eles estão detergentes lava-louças Ypê, lava-roupas líquidos Tixan Ypê e desinfetantes das linhas Bak Ypê, Atol e Pinho Ypê.
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Mulher é perseguida na rua por ex com faca em Paranaíba: ‘não fica com mais ninguém’

Delegacia de Atendimento à Mulher de Paranaíba / Alex Santos/RCN 67
Uma mulher precisou buscar abrigo em um comércio após ser perseguida e ameaçada com uma faca pelo companheiro, na tarde desta sexta-feira (8), na região central de Paranaíba, município a 410 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após denúncias de que uma mulher corria pelas ruas enquanto era perseguida por outra pessoa armada com uma faca.
Ao chegarem ao local, os policiais localizaram duas pessoas dentro de um estabelecimento comercial, onde a vítima havia conseguido se refugiar. Conforme o registro, o suspeito ainda tentou se aproximar da companheira e pedir perdão pelos atos praticados.
O homem estava bastante alterado e tentou fugir da abordagem policial, sendo necessário o uso de munição de elastômero para contê-lo. Ele foi algemado e colocado na viatura devido ao risco de fuga e ao possível porte da faca utilizada nas ameaças.
A vítima relatou à polícia que havia chegado em casa durante o horário de almoço e encontrado o companheiro sob efeito de drogas. Segundo ela, os dois decidiram encerrar o relacionamento, mas o suspeito não aceitou o término.
Ainda conforme o depoimento, o homem pegou uma faca na cozinha, foi até o quarto e colocou a arma no pescoço da vítima, afirmando que “se não ficasse com ele, não ficaria com mais ninguém”. Neste momento, a vítima conseguiu gritar por socorro à irmã e, em seguida, fugir da residência. Durante a perseguição, um motociclista ajudou a protegê-la e acionou a Polícia Militar.
Antes da chegada da equipe, o suspeito ainda teria ameaçado matar familiares da vítima caso fosse preso, alegando que possuía irmãos ‘bandidos’. A faca usada na ocorrência foi entregue à DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher).
A vítima solicitou medidas protetivas e afirmou temer pela própria vida e pela segurança dos filhos pequenos. O caso foi registrado como ameaça no contexto de violência doméstica.
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Cassilândia: Mulher denuncia ex-marido por perseguição

A mulher requeriu medida protetiva de urgência. (Foto: Arquivo Diário Digital)
Vítima de perseguição denuncia ex-companheiro, um homem de 41 anos, por perseguição, nesta quinta-feira(07), em Cassilândia, cidade a 434 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher sofreu diversas violações desde a separação do casal, há três meses. O suspeito é visto frequentemente rondando o local de trabalho da vítima, quando a encontra em ambientes públicos, tenta abraçá-la e beijá-la sem o consentimento da mesma.
Além dessas agressões, o investigado a persegue enquanto a denunciante passeia com o filho, uma criança de 11 anos. Ele chegou a pular o muro da casa da ex-companheira, em busca de ter contato com a mulher.
A família da vítima está preocupada com toda a situação, pois mesmo bloqueando o suspeito das redes sociais e o contato, ele ligou para a mulher de onze números diferentes nos últimos dias. Diario Digital
Menina de 8 anos morre após ir quatro vezes a unidades de saúde da Capital

Hannah Julia comemorando os 7 anos; na próxima terça-feira, ela faria 9 anos (Foto: Arquivo da família)
Hannah Julia, de 8 anos, viveu seus últimos dias de vida entre idas e vindas a unidades de saúde de Campo Grande. Ela passou uma vez pelo CRS (Centro Regional de Saúde) Cophavilla e três vezes pela UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon, até morrer em 29 de abril.
Os pais da menina acreditam que houve negligência e que faltaram equipamentos e assistência adequados, principalmente na UPA, onde uma jovem também recebeu atendimento que está sendo questionado e ocorreu próximo à data. Essa outra paciente teve um aneurisma cerebral e faleceu dois dias antes da menina.
A família falou sobre o caso que envolve a criança hoje (8), às vésperas de ajuizarem uma ação contra o Município. A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) ainda não se manifestou sobre os relatos.
Supervisor de obras, pastor e pai de Hannah, Jeremias Rodrigues, 53, lamenta ter precisado desfazer a festa que organizou para o aniversário da filha, que seria na próxima terça-feira (12). Ele se emociona ao dizer que também não terá a companhia dela todas as manhãs.
“Não consigo mais acordar e fazer minhas leituras porque tenho a sensação de que ela vai chegar e falar: ‘você está aí, seu cabeçudo’. A Hannah pegava o tablet dela e ficava do meu lado, perguntando o que eu estava lendo, ela sempre se interessava. Antes de dormir, orava por mim, pela irmã e pela mãe todos os dias”, conta.
Dona de casa e mãe da criança, Sara Romeiro relata que passou cerca de 20 minutos com a filha nos braços na UPA Leblon, andando de porta em porta tentando encontrar uma sala onde pudessem medicá-la.
“Me deram duas ampolas de medicamento na mão e em toda a sala que eu entrava para deixar ela, falavam que não era lá. Não tinha vaga”, diz a mãe.
A paciente começou a ficar rígida, a ter dificuldade para respirar e a convulsionar, segundo os pais. “Foi aí que se apavoraram, pegaram ela do meu colo, desocuparam uma maca para ela deitar e não deixaram mais eu ficar perto”, continua Sara.
Jeremias afirma que não havia cilindros de oxigênio na UPA e que o ambu, usado para ventilação manual, estava aparentemente com defeito. Depois, conforme o que a equipe informou aos pais, Hannah foi entubada. Morreu horas depois, de madrugada.
Exames – A menina foi levada ao CRS em 24 de abril por estar com sintomas respiratórios e febre alta. Os primeiros exames apontaram um quadro viral.
Foi levada à UPA no dia 27, após uma piora. A glicemia foi aferida e estava em 151 mg/dL, de acordo com o que Sara ouviu de uma médica. “Ela disse que era normal, mas estranhei”, afirma.
No CRS e na UPA, a paciente recebeu dipirona e soro fisiológico. Os pais foram orientados a levar a criança para casa três vezes. Só teriam que retornar caso ela se sentisse mal novamente.
Com vômitos constantes e inchaço ao redor dos olhos, ela esteve na UPA Leblon duas vezes no dia 28. Na última ida, já estava pálida, com dores em todo o corpo, inclusive na nuca, e não conseguia andar. Outro sintoma era calafrio.
Um raio-x e mais outros novos exames seriam feitos, mas a mãe pediu que a medicação fosse dada antes devido ao estado da menina.
Causa – O atestado de óbito que a família recebeu diz que houve uma parada cardiorrespiratória com choque por motivo a esclarecer. A família aguarda sair um laudo do Imol (Instituto Médico e Odontológico Legal).
“Ela estava ‘dando’ estrelinha no último domingo. A gente não foi na UPA para passear. A gente foi porque precisava de socorro imediato, vendo o estado dela. Ela não vai voltar. Queremos Justiça para que outras pessoas não passem por isso”, finaliza o pai.
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JK foi assassinado pela ditadura, conclui relatório de comissão de mortos e desaparecidos

Imagem: Reprodução
Assassinado pela ditadura: a menos de três meses de se completarem 50 anos da morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, um novo relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aponta que JK foi vítima de uma ação da ditadura militar, contrariando a versão oficial sustentada por décadas de que sua morte teria sido causada por um acidente automobilístico.
O documento, elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão, relatora do caso na comissão, está em fase final de análise pelos conselheiros e deve ser votado em breve. Com mais de 5 mil páginas, incluindo anexos, o relatório reúne investigações anteriores e sustenta que a morte de JK, em 22 de agosto de 1976, foi violenta e decorrente de perseguição política.
Reviravolta em caso histórico
A possível conclusão marca uma reviravolta em um dos episódios mais controversos da história recente do país. A CEMDP, órgão de Estado criado em 1995, tem como função reconhecer mortes e desaparecimentos ligados à repressão política entre 1961 e 1988, além de emitir pareceres e buscar esclarecimento histórico.
A decisão de reabrir o caso reacendeu debates que se arrastam há décadas. Na época, o carro em que JK estava, um Opala dirigido por seu motorista Geraldo Ribeiro, colidiu com uma carreta na Via Dutra após perder o controle. Ambos morreram no local.
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Versões divergentes
Investigações conduzidas durante a ditadura e posteriormente pela Comissão Nacional da Verdade concluíram que o acidente teria sido causado após uma suposta colisão com um ônibus ao tentar uma ultrapassagem.
No entanto, outras apurações — incluindo comissões estaduais da verdade e estudos independentes — levantaram a hipótese de atentado político. Essas investigações apontam que não houve contato com o ônibus e sugerem que o veículo pode ter sido sabotado ou que o motorista tenha sido alvo de ação externa.
Perícia e falhas nas investigações
Um dos principais elementos considerados no novo relatório é um inquérito do Ministério Público Federal concluído em 2019. Embora não tenha comprovado o atentado, o documento identificou falhas graves nas investigações da época, como ausência de exames toxicológicos completos e inconsistências nos laudos periciais.
Uma análise técnica conduzida pelo engenheiro Sergio Ejzenberg reforçou essas dúvidas ao descartar, com base em simulações e reavaliações, a hipótese de colisão com o ônibus. Segundo ele, os laudos utilizados anteriormente eram inconsistentes.
Contexto político reforça suspeitas
O relatório também destaca o contexto político da época. Cassado pelo regime militar em 1964, JK era uma figura central da oposição e integrante da Frente Ampla. Seu nome teria sido citado em comunicações ligadas à Operação Condor, aliança entre ditaduras sul-americanas para eliminar adversários políticos.
Esse cenário reforça a tese de que sua morte pode ter sido resultado de uma ação coordenada do regime.
JK foi assassinado pela ditadura: os desdobramentos
Caso aprovado, o parecer da comissão poderá reconhecer oficialmente JK como vítima da ditadura. Isso abriria caminho para a retificação de sua certidão de óbito e também da de seu motorista, incluindo a causa da morte como violenta e ligada ao Estado.
Diferentemente de outros casos, como o da estilista Zuzu Angel, não haverá implicações financeiras, já que o prazo legal para pedidos de indenização já expirou. O objetivo central da reavaliação é o esclarecimento histórico.
Nos bastidores, a tendência é de aprovação do relatório pela maioria dos conselheiros, embora haja divergências internas. Integrantes ligados ao Ministério da Defesa e ao Ministério Público demonstraram cautela quanto à reabertura do caso.
Fabricio Moretti
Cassilândia/MS: Família procura pessoa desaparecida há 60 anos
“Estamos em busca de informações que possam ajudar a localizar um homem que, quando criança, foi adotado informalmente na década de 1960 e desde então perdeu contato com sua família biológica.
O caso remonta ao ano de 1967, na região entre os municípios de Cassilândia e Paranaíba, em uma localidade conhecida como Ribeirão Grande ou Entroncamento, denominação relacionada ao cruzamento de acesso ao estado de Goiás.
Na época, o menino era chamado de Jerominho, porém não possuía registro oficial em cartório, o que dificulta sua identificação atual. Ele foi adotado informalmente por um casal, sendo o homem conhecido pelo nome de Virgulino.
Seu pai biológico, José Vieira, encontrava-se internado devido a problemas de saúde mental. A mãe biológica, Almira Rodrigues Machado, enfrentava condições precárias para criação do filho e, diante disso, acabou entregando a criança.
Há relatos familiares de que, após a adoção, a senhora Almira ainda teria realizado visitas ao filho na cidade de Itajá, o que pode indicar um possível deslocamento da família adotiva para essa região.
Atualmente, acredita-se que Jerominho seja um homem com aproximadamente cerca de 61 anos de idade. Serão divulgadas junto a este anúncio uma fotografia da infância e uma projeção facial atualizada por inteligência artificial, com o objetivo de facilitar seu reconhecimento.
Qualquer informação pode ser fundamental.
Se você conhece alguém com essa história, ou possui qualquer pista que possa ajudar, entre em contato pelos canais informados neste anúncio.
Sua colaboração pode ajudar a reunir uma família após décadas de separação.”
Informações com Corino Alvarenga
WhatsApp 67 98148-1199
Cassilândia/MS
Jerônimo (Jerominho) aos dois anos e ao lado aos 61 anos em reprodução por inteligência artificial
Trabalhador morre soterrado em armazém de grãos

Um trabalhador morreu após ser soterrado por grãos de milho
Um trabalhador morreu após ser soterrado por grãos de milho na tarde desta quarta-feira (06/05), em um armazém localizado em Mineiros, no sudoeste de Goiás. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência e encontrou a vítima completamente coberta pelo material no interior do silo.



