Riedel poderá ser reeleito governador neste domingo

Eduardo Riedel (PP)
De acordo com o Instituto Ranking, Riedel tem 50,20% das intenções de voto, o que levaria à vitória no primeiro turno.
Se forem considerados os votos válidos, ele teria 58% das intenções de voto.
No segundo lugar surge Fábio Trad (PT), com 18,20%, em seguida Delcídio do Amaral (PRD), 8%; João Henrique Catan (Novo), 4%; e Renato Gomes (DC), 3%.
Jeferson Bezerra (Agir) aparece 1,2%; Lucien Rezende (PSOL), 0,80%; Daniel Lemes (PCO), 0,40%.
Branco e nulo somam 7%. Indecisos e que não sabem ou não responderam, 7,2%.

O instituto Ranking ouviu 2.000 eleitores entre os dias 27 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada os números BR-09749/2026 e MS-09269/2026.
Com informações do Investiga MS
Apreensões por suspeita de compra de votos já somam R$ 1,17 milhão em MS

Pacotes com dinheiro foram apreendidos em Iguatemi (Foto: Divulgação)
A quatro dias da eleição, que acontece neste domingo (4), Mato Grosso do Sul já registra quatro casos de apreensão de dinheiro em espécie em ocorrências que levantaram suspeitas de relação com crimes eleitorais. Somando tudo, a soma é de R$ 1.178.700.
O episódio mais recente ocorreu em Iguatemi, onde o ex-presidente da Câmara de Mundo Novo, José Antônio Pires de Souza, foi preso na quarta-feira (30) com mais de R$ 127 mil em espécie distribuídos em envelopes, além de materiais de propaganda eleitoral. Também houve apreensões em Corumbá, Campo Grande e Ponta Porã.
Em Iguatemi, a abordagem foi feita pela Polícia Militar, quando José Antônio, conhecido como “Zé Bocão”, seguia para Japorã. Ex-vereador, com 5 mandatos, ele foi parado após uma denúncia anônima informar que veículo estaria trafegando em alta velocidade pela área urbana e seguiria em direção ao município.
Durante a abordagem, realizada nas proximidades do Bar Último Gole, os policiais fizeram busca no veículo. Na parte traseira, encontraram mochila preta com 10 pacotes de cor marrom com dinheiro em espécie, nomes do destinatário e município. Segundo o registro policial, a maioria apresentava anotações com valores individualizados.
Um dos pacotes foi aberto e tinha R$ 14 mil em cédulas de R$ 50 e R$ 100. Questionado, José Antônio afirmou acreditar que os demais volumes somariam entre R$ 60 mil e R$ 100 mil. Os outros pacotes não foram abertos e contabilizados naquele momento.
Além do dinheiro, os policiais encontraram no veículo diversos materiais de propaganda eleitoral, como santinhos, faixas e adesivos de candidato a deputado estadual.
Segundo o registro da ocorrência, José Antônio afirmou que levaria os valores e os materiais para Mundo Novo. Ele, porém, não soube esclarecer a origem do dinheiro.
Ainda conforme o registro, o homem ofereceu R$ 5 mil a cada um dos dois policiais que o abordaram, para que não prosseguissem com a averiguação. Diante disso, ele recebeu voz de prisão por tentativa de suborno.
José Antônio foi levado para a Delegacia de Polícia de Iguatemi, juntamente com o veículo, o dinheiro, os materiais de campanha e um celular. O aparelho estava desligado e sem bateria e, posteriormente, foi colocado em modo avião para ser apresentado à autoridade policial.
Dinheiro e santinhos em Corumbá – Também na quarta-feira (30), a Polícia Federal encaminhou uma mulher para a Delegacia de Polícia Federal em Corumbá para prestar esclarecimentos em uma investigação sobre suspeita de compra de votos.
A ação começou depois que a corporação recebeu informações sobre possíveis locais destinados à entrega de dinheiro em espécie a eleitores no município. Durante as diligências, foram apreendidos R$ 1.700 e materiais de propaganda eleitoral, incluindo santinhos de candidato.
Mais de R$ 250 mil apreendidos em Campo Grande – Antes dos casos registrados em Japorã e Corumbá, a Polícia Federal havia apreendido mais de R$ 250 mil em dinheiro durante a Operação Jogo Limpo, realizada em 25 de setembro em Campo Grande.
As buscas ocorreram no comitê e no apartamento do deputado estadual e candidato à reeleição Márcio Fernandes (PL). Além do dinheiro, foram apreendidos celulares, um pendrive e materiais de campanha. Segundo a Polícia Federal, a origem e a eventual destinação dos valores seriam apuradas no decorrer da investigação.
Márcio Fernandes apresentou versão diferente sobre o dinheiro. Ao Campo Grande News, afirmou que o dinheiro somava R$ 100 mil, retirado de sua própria conta bancária e que seria utilizado para pagar despesas de suas fazendas.
Segundo o deputado, o dinheiro era proveniente da venda de gado realizada dois dias antes da operação. Ele afirmou que precisava dos recursos em espécie para pagar funcionários e prestadores de serviço das propriedades rurais, incluindo despesas com reforma de mangueiro e conserto de um poço artesiano.
O parlamentar negou que o dinheiro tivesse relação com compra de votos e afirmou que a origem dos recursos poderia ser comprovada pela movimentação bancária.

Dinheiro em espécie apreendido pela Polícia Federal com funcionária de universidade de candidato (Foto: Divulgação)
Funcionária é presa com R$ 800 mil – O quarto caso ocorreu em 23 de setembro, em Ponta Porã, onde funcionária de uma universidade com sede no Paraguai foi presa em flagrante com R$ 800 mil em espécie.
Segundo a Polícia Federal, o dinheiro havia sido sacado de uma conta bancária mantida pela universidade e foi encontrado com a mulher quando ela deixava agência bancária em território brasileiro. A ação contou com apoio da CGU (Controladoria-Geral da União).
A mulher foi presa sob suspeita, em tese, de tentativa de evasão de divisas. A investigação busca esclarecer a origem, a propriedade e o destino dos R$ 800 mil, além das circunstâncias da movimentação e se havia intenção de levar o dinheiro irregularmente para o Paraguai.
A defesa afirmou que o dinheiro tinha finalidade comercial e seria utilizado para pagar dois ônibus adquiridos pela empresa. Documentos relacionados à compra dos veículos foram entregues à Polícia Federal.
Campo Grande News
Cassilândia Urgente: O prefeito que prometeu construir um grande lago municipal não consegue cuidar nem do pequeno lago da Área de Lazer de Cassilândia
Na campanha eleitoral de 2024 o então candidato a prefeito Rodrigo Freitas (PP) prometeu construir um grande lago municipal na junção da Avenida Presidente Dutra e Avenida Juracy Lucas, em Cassilândia.
Como vem ocorrendo com outras promessas, o grande lago municipal ainda não saiu do papel.
Pior do que isso é não dar manutenção no que já existe.
Esse é o caso do pequeno lago da Área de Lazer – como é mais conhecido o Parque Municipal Elza Vendrame, no centro de Cassilândia.
Uma moradora enviou imagens nesta quinta-feira, 1 de outubro, mostrando parte seca do lago e buracos devido à falta de manutenção.
Com a palavra quem interessar possa.

Fotos enviadas por moradora
Cassilândia Urgente: O bom Pastor Fabiano Ferreira Leal e o seu legado
A partida inesperada e breve do Pastor Fabiano Ferreira Leal, da Igreja Batista Unida de Cassilândia, nos remete a refletir sobre a nossa missão aqui na terra.
Para que estamos vivos após tantos anos inseridos na humanidade?
Creio que o Pastor Fabiano veio para justificar a sua permanência entre nós.
Afinal a sua perseverança misturada com resiliência na missão de pregar o Evangelho trouxe benefícios incomensuráveis na restauração espiritual de muitas famílias, na revitalização das ovelhas de um rebanho em ascensão e na edificação de boa parte da comunidade evangélica.
Pastor Fabiano tinha o dom da unção nas orações com palavras naturalmente pronunciadas, oferecendo não somente a mensagem espiritural, mas a indicação do melhor caminho para quem se apresentava com atribulações e percalços, funcionando como a mão amiga na hora certa, o abraço reconfortante.
Tudo isso fez o bom Pastor Fabiano.
Que descanse a partir de agora à direita de Deus, o mestre supremo de todos nós.
CORINO ALVARENGA
EDITOR DO CASSILÂNDIA URGENTE

Pastor Fabiano Ferreira Leal
Eleições 2026: MS não terá Lei Seca; vendas de bebidas estarão liberadas
TRE-MS confirma que não haverá restrição estadual para comercialização e consumo de bebidas alcoólicas durante o primeiro turno, em 4 de outubro
Mato Grosso do Sul não terá a chamada Lei Seca durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para o próximo domingo, 4 de outubro. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) confirmou que não haverá proibição estadual específica para a venda ou o consumo de bebidas alcoólicas em razão da votação.
Com a decisão, bares, restaurantes, lanchonetes, conveniências, supermercados e outros estabelecimentos que comercializam bebidas poderão funcionar normalmente no dia da eleição, sem uma restrição eleitoral de horário para a venda de álcool.
A confirmação foi feita pelo presidente do TRE-MS, desembargador Carlos Eduardo Contar, que informou que o tribunal manterá o entendimento adotado nas eleições municipais de 2024. Naquele pleito, restrições de Lei Seca chegaram a ser derrubadas em municípios do Estado por falta de previsão legal.
Apesar da confirmação pública, a regulamentação formal sobre o tema ainda deverá ser publicada nos atos oficiais da Justiça Eleitoral.
Não existe Lei Seca nacional obrigatória
A chamada Lei Seca eleitoral costuma gerar dúvidas entre os eleitores porque não existe uma determinação federal única que proíba automaticamente a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em todo o país no dia da votação.
As regras podem ser definidas localmente pelas autoridades competentes, de acordo com as circunstâncias de cada eleição. Por isso, a existência ou não de restrições pode variar entre estados e municípios.
Em Mato Grosso do Sul, para o primeiro turno de 2026, o TRE-MS informou que não haverá uma regra estadual criada especificamente para impedir a comercialização ou o consumo de bebidas alcoólicas por causa das eleições.
A orientação, portanto, é que eleitores e comerciantes acompanhem os atos oficiais publicados pela Justiça Eleitoral, especialmente porque eventuais determinações locais podem ser divulgadas próximas à data da votação.
Eleitores vão às urnas no domingo
O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Em Mato Grosso do Sul, os eleitores escolherão presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.
Caso seja necessário segundo turno para os cargos majoritários, a votação está prevista para 25 de outubro. Assim, até o momento, os eleitores sul-mato-grossenses poderão comprar e consumir bebidas alcoólicas normalmente no dia 4 de outubro, sem uma proibição estadual específica vinculada ao processo eleitoral. MS Todo Dia
Riedel poderá ser reeleito governador neste domingo

Eduardo Riedel (PP)
De acordo com o Instituto Ranking, Riedel tem 50,20% das intenções de voto, o que levaria à vitória no primeiro turno.
Se forem considerados os votos válidos, ele teria 58% das intenções de voto.
No segundo lugar surge Fábio Trad (PT), com 18,20%, em seguida Delcídio do Amaral (PRD), 8%; João Henrique Catan (Novo), 4%; e Renato Gomes (DC), 3%.
Jeferson Bezerra (Agir) aparece 1,2%; Lucien Rezende (PSOL), 0,80%; Daniel Lemes (PCO), 0,40%.
Branco e nulo somam 7%. Indecisos e que não sabem ou não responderam, 7,2%.

O instituto Ranking ouviu 2.000 eleitores entre os dias 27 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada os números BR-09749/2026 e MS-09269/2026.
Com informações do Investiga MS
Apreensões por suspeita de compra de votos já somam R$ 1,17 milhão em MS

Pacotes com dinheiro foram apreendidos em Iguatemi (Foto: Divulgação)
A quatro dias da eleição, que acontece neste domingo (4), Mato Grosso do Sul já registra quatro casos de apreensão de dinheiro em espécie em ocorrências que levantaram suspeitas de relação com crimes eleitorais. Somando tudo, a soma é de R$ 1.178.700.
O episódio mais recente ocorreu em Iguatemi, onde o ex-presidente da Câmara de Mundo Novo, José Antônio Pires de Souza, foi preso na quarta-feira (30) com mais de R$ 127 mil em espécie distribuídos em envelopes, além de materiais de propaganda eleitoral. Também houve apreensões em Corumbá, Campo Grande e Ponta Porã.
Em Iguatemi, a abordagem foi feita pela Polícia Militar, quando José Antônio, conhecido como “Zé Bocão”, seguia para Japorã. Ex-vereador, com 5 mandatos, ele foi parado após uma denúncia anônima informar que veículo estaria trafegando em alta velocidade pela área urbana e seguiria em direção ao município.
Durante a abordagem, realizada nas proximidades do Bar Último Gole, os policiais fizeram busca no veículo. Na parte traseira, encontraram mochila preta com 10 pacotes de cor marrom com dinheiro em espécie, nomes do destinatário e município. Segundo o registro policial, a maioria apresentava anotações com valores individualizados.
Um dos pacotes foi aberto e tinha R$ 14 mil em cédulas de R$ 50 e R$ 100. Questionado, José Antônio afirmou acreditar que os demais volumes somariam entre R$ 60 mil e R$ 100 mil. Os outros pacotes não foram abertos e contabilizados naquele momento.
Além do dinheiro, os policiais encontraram no veículo diversos materiais de propaganda eleitoral, como santinhos, faixas e adesivos de candidato a deputado estadual.
Segundo o registro da ocorrência, José Antônio afirmou que levaria os valores e os materiais para Mundo Novo. Ele, porém, não soube esclarecer a origem do dinheiro.
Ainda conforme o registro, o homem ofereceu R$ 5 mil a cada um dos dois policiais que o abordaram, para que não prosseguissem com a averiguação. Diante disso, ele recebeu voz de prisão por tentativa de suborno.
José Antônio foi levado para a Delegacia de Polícia de Iguatemi, juntamente com o veículo, o dinheiro, os materiais de campanha e um celular. O aparelho estava desligado e sem bateria e, posteriormente, foi colocado em modo avião para ser apresentado à autoridade policial.
Dinheiro e santinhos em Corumbá – Também na quarta-feira (30), a Polícia Federal encaminhou uma mulher para a Delegacia de Polícia Federal em Corumbá para prestar esclarecimentos em uma investigação sobre suspeita de compra de votos.
A ação começou depois que a corporação recebeu informações sobre possíveis locais destinados à entrega de dinheiro em espécie a eleitores no município. Durante as diligências, foram apreendidos R$ 1.700 e materiais de propaganda eleitoral, incluindo santinhos de candidato.
Mais de R$ 250 mil apreendidos em Campo Grande – Antes dos casos registrados em Japorã e Corumbá, a Polícia Federal havia apreendido mais de R$ 250 mil em dinheiro durante a Operação Jogo Limpo, realizada em 25 de setembro em Campo Grande.
As buscas ocorreram no comitê e no apartamento do deputado estadual e candidato à reeleição Márcio Fernandes (PL). Além do dinheiro, foram apreendidos celulares, um pendrive e materiais de campanha. Segundo a Polícia Federal, a origem e a eventual destinação dos valores seriam apuradas no decorrer da investigação.
Márcio Fernandes apresentou versão diferente sobre o dinheiro. Ao Campo Grande News, afirmou que o dinheiro somava R$ 100 mil, retirado de sua própria conta bancária e que seria utilizado para pagar despesas de suas fazendas.
Segundo o deputado, o dinheiro era proveniente da venda de gado realizada dois dias antes da operação. Ele afirmou que precisava dos recursos em espécie para pagar funcionários e prestadores de serviço das propriedades rurais, incluindo despesas com reforma de mangueiro e conserto de um poço artesiano.
O parlamentar negou que o dinheiro tivesse relação com compra de votos e afirmou que a origem dos recursos poderia ser comprovada pela movimentação bancária.

Dinheiro em espécie apreendido pela Polícia Federal com funcionária de universidade de candidato (Foto: Divulgação)
Funcionária é presa com R$ 800 mil – O quarto caso ocorreu em 23 de setembro, em Ponta Porã, onde funcionária de uma universidade com sede no Paraguai foi presa em flagrante com R$ 800 mil em espécie.
Segundo a Polícia Federal, o dinheiro havia sido sacado de uma conta bancária mantida pela universidade e foi encontrado com a mulher quando ela deixava agência bancária em território brasileiro. A ação contou com apoio da CGU (Controladoria-Geral da União).
A mulher foi presa sob suspeita, em tese, de tentativa de evasão de divisas. A investigação busca esclarecer a origem, a propriedade e o destino dos R$ 800 mil, além das circunstâncias da movimentação e se havia intenção de levar o dinheiro irregularmente para o Paraguai.
A defesa afirmou que o dinheiro tinha finalidade comercial e seria utilizado para pagar dois ônibus adquiridos pela empresa. Documentos relacionados à compra dos veículos foram entregues à Polícia Federal.
Campo Grande News
Cassilândia Urgente: O prefeito que prometeu construir um grande lago municipal não consegue cuidar nem do pequeno lago da Área de Lazer de Cassilândia
Na campanha eleitoral de 2024 o então candidato a prefeito Rodrigo Freitas (PP) prometeu construir um grande lago municipal na junção da Avenida Presidente Dutra e Avenida Juracy Lucas, em Cassilândia.
Como vem ocorrendo com outras promessas, o grande lago municipal ainda não saiu do papel.
Pior do que isso é não dar manutenção no que já existe.
Esse é o caso do pequeno lago da Área de Lazer – como é mais conhecido o Parque Municipal Elza Vendrame, no centro de Cassilândia.
Uma moradora enviou imagens nesta quinta-feira, 1 de outubro, mostrando parte seca do lago e buracos devido à falta de manutenção.
Com a palavra quem interessar possa.

Fotos enviadas por moradora
Cassilândia Urgente: O bom Pastor Fabiano Ferreira Leal e o seu legado
A partida inesperada e breve do Pastor Fabiano Ferreira Leal, da Igreja Batista Unida de Cassilândia, nos remete a refletir sobre a nossa missão aqui na terra.
Para que estamos vivos após tantos anos inseridos na humanidade?
Creio que o Pastor Fabiano veio para justificar a sua permanência entre nós.
Afinal a sua perseverança misturada com resiliência na missão de pregar o Evangelho trouxe benefícios incomensuráveis na restauração espiritual de muitas famílias, na revitalização das ovelhas de um rebanho em ascensão e na edificação de boa parte da comunidade evangélica.
Pastor Fabiano tinha o dom da unção nas orações com palavras naturalmente pronunciadas, oferecendo não somente a mensagem espiritural, mas a indicação do melhor caminho para quem se apresentava com atribulações e percalços, funcionando como a mão amiga na hora certa, o abraço reconfortante.
Tudo isso fez o bom Pastor Fabiano.
Que descanse a partir de agora à direita de Deus, o mestre supremo de todos nós.
CORINO ALVARENGA
EDITOR DO CASSILÂNDIA URGENTE

Pastor Fabiano Ferreira Leal
Eleições 2026: MS não terá Lei Seca; vendas de bebidas estarão liberadas
TRE-MS confirma que não haverá restrição estadual para comercialização e consumo de bebidas alcoólicas durante o primeiro turno, em 4 de outubro
Mato Grosso do Sul não terá a chamada Lei Seca durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para o próximo domingo, 4 de outubro. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) confirmou que não haverá proibição estadual específica para a venda ou o consumo de bebidas alcoólicas em razão da votação.
Com a decisão, bares, restaurantes, lanchonetes, conveniências, supermercados e outros estabelecimentos que comercializam bebidas poderão funcionar normalmente no dia da eleição, sem uma restrição eleitoral de horário para a venda de álcool.
A confirmação foi feita pelo presidente do TRE-MS, desembargador Carlos Eduardo Contar, que informou que o tribunal manterá o entendimento adotado nas eleições municipais de 2024. Naquele pleito, restrições de Lei Seca chegaram a ser derrubadas em municípios do Estado por falta de previsão legal.
Apesar da confirmação pública, a regulamentação formal sobre o tema ainda deverá ser publicada nos atos oficiais da Justiça Eleitoral.
Não existe Lei Seca nacional obrigatória
A chamada Lei Seca eleitoral costuma gerar dúvidas entre os eleitores porque não existe uma determinação federal única que proíba automaticamente a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em todo o país no dia da votação.
As regras podem ser definidas localmente pelas autoridades competentes, de acordo com as circunstâncias de cada eleição. Por isso, a existência ou não de restrições pode variar entre estados e municípios.
Em Mato Grosso do Sul, para o primeiro turno de 2026, o TRE-MS informou que não haverá uma regra estadual criada especificamente para impedir a comercialização ou o consumo de bebidas alcoólicas por causa das eleições.
A orientação, portanto, é que eleitores e comerciantes acompanhem os atos oficiais publicados pela Justiça Eleitoral, especialmente porque eventuais determinações locais podem ser divulgadas próximas à data da votação.
Eleitores vão às urnas no domingo
O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Em Mato Grosso do Sul, os eleitores escolherão presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.
Caso seja necessário segundo turno para os cargos majoritários, a votação está prevista para 25 de outubro. Assim, até o momento, os eleitores sul-mato-grossenses poderão comprar e consumir bebidas alcoólicas normalmente no dia 4 de outubro, sem uma proibição estadual específica vinculada ao processo eleitoral. MS Todo Dia




