Bebê de 1 ano e 5 meses morre após tomar mamadeira e polícia investiga

Criança tem sinais de maus-tratos pelo corpo

Getty Images

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) abriu um inquérito e investiga a morte de uma bebê de 1 ano e 5 meses, em Nerópolis, região metropolitana de Goiás.

A menina morreu após tomar uma mamadeira, na última quinta-feira (15/10).

Não há detalhes sobre a dinâmica do ocorrido e as circunstâncias da morte. A ocorrência foi registrada como morte acidental. 

Um procedimento policial foi aberto para apurar os fatos, além de solicitar perícias e aguardar conclusão dos laudos.

Metrópoles

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Morre Roberto Razuk, ex-deputado estadual acusado de explorar o jogo do bicho em MS

Roberto Razuk foi deputado estadual entre os anos 1980 e 1990. (Reprodução/Redes Sociais)

Ex-deputado estadual de Mato Grosso do Sul, Roberto Razuk faleceu aos 85 anos, no final da manhã desta quinta-feira (15). Ele teria passado pela UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pelo menos três vezes antes de falecer, no Hospital Sírio-Libanês, em , onde estava internado.

Ele é réu acusado de explorar o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Roberto Razuk foi preso em 25 de novembro e liberado para a prisão domiciliar no mesmo dia, por conta do frágil estado de saúde.

A informação da morte foi confirmada pela esposa, Délia Razuk. “Roberto vinha recebendo cuidados paliativos, em razão de problemas de saúde, e lutou até o fim”, afirmou a ex-prefeita de Dourados.

Em nota encaminhada à imprensa, a família informou que o corpo será cremado em São Paulo. Não haverá velório nem cerimônias fúnebres, conforme desejo manifestado por ele.

Nascido em Campo Grande, Roberto Razuk foi eleito como deputado estadual em duas legislaturas: a primeira vez foi em 1987 pelo antigo PFL (Partido da Frente Liberal). Em 1991, foi reeleito deputado estadual pelo PDT. Ele participou dos trabalhos constituintes que resultaram na Constituição Estadual de 1989.

“Entre suas contribuições, destacou-se a defesa da criação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e da instalação de sua sede em Dourados”, finaliza a nota.

Jogo do bicho em MS

Roberto Razuk foi preso, em novembro de 2025, após o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrar a 4ª fase da Successione.

No ano passado, ele havia passado por duas cirurgias para retirada de tumores. Os três filhos de Razuk: Roberto Razuk Filho — o Neno —, Jorge e Rafael também estão presos.

As investigações do Gaeco apontam que Roberto Razuk era o chefe do grupo criminoso que explora o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

O patriarca do clã Razuk era quem detinha a decisão final sobre as questões mais relevantes do grupo, inclusive estando acima na hierarquia em relação ao filho, o deputado estadual Neno Razuk.

O papel de Roberto pai era decidir sobre questões como expansão do grupo, investimentos e articulações importantes.

As investigações do Gaeco apontaram que, para dominar a jogatina em MS, os Razuk também teriam supostamente praticado outros tipos de crimes violentos, que vão de roubos a assassinatos.

Já Neno é apontado pelo Gaeco como o líder operacional do grupo. No entanto, a investigação reforça que tudo tinha de passar pelo aval do pai.

Jorge e Rafael Razuk — irmãos de Neno —, que também foram presos, exerciam grande influência na alta cúpula da organização criminosa.

A família, porém, nega as acusações: “É falso e inexistente qualquer ato de violência praticado ou por nós planejado, no Mato Grosso do Sul ou em outro Estado. Nossa família não se envolve com qualquer espécie de violência, roubos ou práticas criminosas”, disseram em nota emitida logo após a prisão do patriarca, no fim do ano passado.

Midiamax

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Milho enfrenta temporais e queda nos preços

Plantação de milho / Reprodução

O mercado de milho segue com negociações limitadas em diferentes estados, enquanto o excesso de chuvas dificulta o avanço da safra de verão no Sul do país. Segundo a TF Agroeconômica, compradores priorizam a reposição dos estoques e produtores permanecem seletivos na oferta, em um cenário de exportações mais lentas.

Em Mato Grosso do Sul, as cotações variam entre R$ 53 e R$ 56. Mesmo com o recuo dos preços, os negócios seguem pontuais, com participação da indústria de bioenergia nas compras

No Rio Grande do Sul, os negócios ocorrem entre R$ 60 e R$ 70 por saca. O preço médio apurado pela Emater/RS-Ascar caiu 0,37%, para R$ 62,44, enquanto a referência em Cruz Alta está em R$ 75. A semeadura da safra 2026/27 alcança 76% dos 896,4 mil hectares previstos. Chuvas frequentes, solo encharcado e baixa luminosidade atrasam o plantio e o desenvolvimento das plantas. Granizo e ventos fortes causaram falhas em lavouras do Noroeste, com possibilidade de ressemeadura em parte das áreas.

Em Ijuí, o plantio chegou a 92%, com recuperação de plantas atingidas por granizo. Santa Rosa registra danos mais expressivos, enquanto Frederico Westphalen alcança 90% da área. O milho para silagem chegou a 53% da superfície projetada, também afetado pelas condições úmidas.

Em Santa Catarina, vendedores indicam cerca de R$ 60 por saca, ante ofertas de compra próximas de R$ 55, diferença que impede maior movimentação. O estado segue dependente do cereal de outras regiões.

No Paraná, o plantio atingiu 90% dos 371 mil hectares estimados pelo Deral, mas chuvas acima da média em algumas cidades dificultam os trabalhos. Há relatos de tripes, lagartas e danos provocados por vendavais e granizo. Os preços recuaram em várias praças, incluindo Cascavel, a R$ 56,03, e o Oeste, a R$ 53,12 por saca.

Agrolink Leonardo Gottems
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MS Safra 2026/27: Excesso de chuva exige atenção no campo

Precipitações favoreceram o avanço inicial no plantio de soja, mas exigem cuidado com solo, emergência das plantas e manejo

O volume de chuvas registrado entre setembro e outubro tem influenciado o ritmo de semeadura da safra de soja  2026/2027 em Mato Grosso do Sul. Nas regiões Centro e Sul do Estado, as precipitações favoreceram o avanço inicial do plantio, mas também exigem atenção dos produtores para as condições do solo, a emergência das plantas e o manejo das lavouras.

De acordo com levantamento da Aprosoja/MS, com base em dados das estações meteorológicas automáticas do Cemtec/Inmet, entre 1º de setembro e 14 de outubro foram registrados 459,2 milímetros de chuva em Dourados, 422,4 mm em Ivinhema, 389,4 mm em Itaporã, 373 mm em Anaurilândia, 371,8 mm em Sidrolândia, 344,6 mm em Nova Alvorada do Sul e 293,2 mm em Campo Grande.

Nas regiões Norte e Pantaneira, os volumes registrados em setembro foram menores, entre 0 e 80 milímetros, próximos da média ou ligeiramente abaixo dela. Essa distribuição irregular das chuvas também se refletiu no avanço da semeadura no estado.

Conforme o monitoramento do Projeto Siga-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, até 9 de outubro, 26,6% da área estimada já havia sido semeada, o equivalente a aproximadamente 1,3 milhão de hectares.  A região Sul tem 35,7% da área semeada, enquanto o Centro alcançava 17,9%. Já no Norte, onde as chuvas foram irregulares, o plantio permanecia abaixo de 4,8%.

Condições do solo influenciam o estabelecimento da lavoura

Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, o acompanhamento das condições do solo é importante para avaliar os efeitos das chuvas sobre a implantação da cultura. “Quando o solo fica saturado, a capacidade de infiltração de água diminui, favorecendo o escoamento superficial e a ocorrência de erosão. Esse processo pode remover partículas da camada superficial, onde se concentra boa parte dos nutrientes e da matéria orgânica. Além disso, a enxurrada pode transportar fertilizantes e sementes, comprometendo o investimento realizado pelo produtor”.

O Informativo Técnico nº 06/2026 da Aprosoja/MS já aponta relatos de selamento superficial do solo em áreas da região Centro e de erosão com arraste de solo e sementes na região Sudeste, situação que exigirá replantio em algumas áreas.

Outro ponto de atenção é a formação de uma crosta na superfície do solo após chuvas intensas. O fenômeno, conhecido como selamento superficial, ocorre quando o impacto das gotas desagrega as partículas do solo, que podem se acumular nos poros e reduzir a infiltração da água. Após a secagem, a crosta formada pode dificultar a emergência da soja, reduzir o vigor das plantas e prejudicar a população estabelecida na lavoura.

As condições de elevada umidade também podem favorecer doenças no início do ciclo da soja. O solo encharcado aumenta o risco de tombamento de plântulas e podridões radiculares. Além disso, respingos de chuva podem transportar fungos presentes na palhada e na superfície do solo até as folhas e os cotilédones, contribuindo para o início de doenças na cultura.

Outro desafio está relacionado ao manejo de plantas daninhas e pragas. As chuvas podem reduzir as janelas disponíveis para pulverizações, dificultando a realização das operações no momento adequado. Enquanto isso, as plantas daninhas continuam se desenvolvendo e competindo com a soja por água, luz e nutrientes.

Por esse motivo, o monitoramento frequente das áreas é importante para identificar possíveis problemas e organizar as operações de manejo de acordo com as condições climáticas e o desenvolvimento da cultura.

Recomendações para os produtores

A orientação técnica da Aprosoja/MS é acompanhar a previsão do tempo e evitar a entrada de máquinas em áreas com solo encharcado, reduzindo o risco de compactação.

Após períodos de chuva intensa, o produtor deve observar possíveis sinais de erosão, formação de crostas superficiais e falhas na emergência das plantas. A avaliação do estande é fundamental antes de decidir pela necessidade de replantio, considerando as condições específicas de cada área.

A manutenção da cobertura de palha e a adoção de práticas de conservação do solo, como terraços e curvas de nível, também ajudam a reduzir o escoamento superficial e os processos erosivos.

Além disso, é importante acompanhar a ocorrência de doenças e plantas daninhas desde o início do ciclo, planejando o manejo conforme as condições da lavoura e as janelas disponíveis para aplicação.

O cenário atual apresenta semelhanças com a safra 2015/2016, que também ocorreu sob influência de um El Niño de intensidade muito forte. Naquele período, as chuvas favoreceram inicialmente o avanço da semeadura, mas o excesso de precipitação provocou dificuldades para produtores da região Sul de Mato Grosso do Sul.

Diante das condições observadas nesta safra, o acompanhamento técnico e a avaliação das áreas são fundamentais para orientar as decisões durante a implantação da soja 2026/2027.

Agrolink Crislaine Oliveira

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Cassilândia: Prefeitura encaminha à Câmara projetos de lei para a realização do concurso público

Prefeito de Cassilândia, Rodrigo Freitas (PP)

A Prefeitura de Cassilândia deu mais um importante passo para a realização do concurso público municipal.

Nesta sexta (16), o prefeito Rodrigo Barbosa de Freitas encaminhou à Câmara Municipal quatro projetos de lei complementar que tratam da reorganização de cargos, criação de novas funções e ampliação do número de vagas no serviço público.

A iniciativa faz parte do compromisso assumido pela Administração Municipal com o Ministério Público e com a população de Cassilândia para viabilizar a realização do concurso público.

Os projetos foram elaborados a partir de levantamentos realizados junto às Secretarias Municipais, considerando as necessidades de profissionais para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Entre as medidas propostas estão:

* Ampliação de 106 vagas em cargos já existentes, contemplando áreas como educação, saúde, assistência social, fiscalização e administração;
* Criação de 30 vagas em novos cargos, incluindo profissionais para atender necessidades específicas dos serviços municipais;
* Reorganização de cargos operacionais, reunindo funções semelhantes para melhorar a estrutura administrativa;
* Separação das funções de fiscalização, permitindo uma atuação mais específica nas áreas tributária, de obras e ambiental.

É importante esclarecer que essas não serão as únicas vagas do futuro concurso público.

Além das vagas previstas nos projetos encaminhados à Câmara, o Município já possui cargos e vagas criados por leis anteriores que também poderão integrar o certame, conforme o levantamento das necessidades da Administração.

O prefeito Rodrigo Barbosa de Freitas destaca que a reorganização é uma etapa necessária para que o concurso seja realizado com planejamento, responsabilidade e segurança jurídica.

Com o encaminhamento dos projetos, a Prefeitura avança nas providências necessárias para a realização do concurso público, que representa uma oportunidade para quem deseja ingressar no serviço público municipal e contribuir com o desenvolvimento de Cassilândia.

Os projetos agora seguem para análise e votação da Câmara Municipal.

Após essa etapa, a Administração dará continuidade aos procedimentos necessários para a organização do concurso, incluindo a contratação da banca organizadora e a elaboração do edital.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Cassilândia Urgente: Quem reclamava da administração Valdecy Costa, hoje sente saudade

O prefeito Rodrigo Freitas (PP) prometeu muito na campanha eleitoral de 2024, o que iria significar fazer o povo cassilandense esquecer de vez Valdecy Costa.

E não é isso que vem acontecendo. Longe disso.

Sem obras construídas e abusando na gastança desenfreada, hoje o que temos em Cassilândia é uma mistura de reformas caras, manutenções malfeitas, serviços públicos ruins e muita desorganização.

Assim a população de Cassilândia passou a sentir saudade da administração Valdecy Costa.

E tem se tornado comum ouvir essa frase por aí: “Eu era feliz e não sabia.”

Ana Caroline, Cidinha e Valdecy Costa

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Tornozeleiras eletrônicas de presos custam mais de R$ 4,6 milhões aos cofres públicos de MS

Agepen-MS empenha valor à Spacecom para manter o rastreamento e tornozeleiras de detentos

A vigilância eletrônica de sentenciados custou R$ 4.680.624,12 aos cofres estaduais de Mato Grosso do Sul apenas em empenhos recentes autorizados pela Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).

Os pagamentos cobrem a locação de equipamentos, fornecimento de materiais e serviços contínuos de rastreamento para detentos que cumprem penas em regimes semiaberto, aberto ou medidas cautelares em Mato Grosso do Sul.

Conforme atos publicados no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (15) as despesas foram empenhadas em favor da empresa Spacecom Monitoramento S/A. Todas as notas de empenho foram validadas pelo diretor-presidente e ordenador de despesas da autarquia, Rodrigo Rossi Maiorchini. Os registros financeiros concentram a prestação de serviços executada entre os meses de julho e setembro de 2026.

O maior montante isolado atingiu R$ 2.397.124,36 por meio da Nota de Empenho n. 001090, ligada ao Contrato n. 019/2024, para cobrir os serviços realizados no mês de agosto e parte de setembro. Outra fatura de grande valor somou R$ 1.478.041,92 na Nota de Empenho n. 001019 para quitar os atendimentos de julho. Os registros incluem ainda termos de prorrogação contratual e complementações orçamentárias sucessivas para garantir a transmissão contínua de dados de localização dos presos.

Execução da vigilância

A contratação dos serviços de monitoração eletrônica fundamenta-se nas exigências da Lei Federal n. 12.258/2010 e do Decreto Estadual n. 14.415/2016, além da legislação federal de licitações.

Além dos pagamentos principais, a Agepen-MS empenhou R$ 572.776,28 para estender o Contrato n. 019/2024 até o fim de setembro. Os recursos que bancam o rastreamento são provenientes da fonte do Tesouro Estadual, com recursos não vinculados de impostos.
*Fonte: Midiamax, Renata Volpe – Foto/capa – imagem ilustrativa. (Divulgação/CNJ).
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Briga de mulheres em festa termina na Delegacia e revela foragida da justiça em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

A Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de lesão corporal dolosa e vias de fato envolvendo três mulheres por volta das 05h59 da manhã de sábado, 10 de outubro, no mesmo recinto de eventos da Avenida da Saudade. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 13 de outubro.

As envolvidas foram contidas pela guarnição e conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para a tomada de providências. Durante a conferência dos dados qualificados no sistema checado da Polícia Militar, constatou-se que uma das mulheres envolvidas no conflito possuía um mandado de prisão em aberto, encontrando-se na condição de foragida da justiça. A mulher recebeu voz de prisão e foi recolhida ao estabelecimento penal. Fonte: Cassilândia Notícias

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Bebê de 1 ano e 5 meses morre após tomar mamadeira e polícia investiga

Criança tem sinais de maus-tratos pelo corpo

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A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) abriu um inquérito e investiga a morte de uma bebê de 1 ano e 5 meses, em Nerópolis, região metropolitana de Goiás.

A menina morreu após tomar uma mamadeira, na última quinta-feira (15/10).

Não há detalhes sobre a dinâmica do ocorrido e as circunstâncias da morte. A ocorrência foi registrada como morte acidental. 

Um procedimento policial foi aberto para apurar os fatos, além de solicitar perícias e aguardar conclusão dos laudos.

Metrópoles

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Morre Roberto Razuk, ex-deputado estadual acusado de explorar o jogo do bicho em MS

Roberto Razuk foi deputado estadual entre os anos 1980 e 1990. (Reprodução/Redes Sociais)

Ex-deputado estadual de Mato Grosso do Sul, Roberto Razuk faleceu aos 85 anos, no final da manhã desta quinta-feira (15). Ele teria passado pela UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pelo menos três vezes antes de falecer, no Hospital Sírio-Libanês, em , onde estava internado.

Ele é réu acusado de explorar o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. Roberto Razuk foi preso em 25 de novembro e liberado para a prisão domiciliar no mesmo dia, por conta do frágil estado de saúde.

A informação da morte foi confirmada pela esposa, Délia Razuk. “Roberto vinha recebendo cuidados paliativos, em razão de problemas de saúde, e lutou até o fim”, afirmou a ex-prefeita de Dourados.

Em nota encaminhada à imprensa, a família informou que o corpo será cremado em São Paulo. Não haverá velório nem cerimônias fúnebres, conforme desejo manifestado por ele.

Nascido em Campo Grande, Roberto Razuk foi eleito como deputado estadual em duas legislaturas: a primeira vez foi em 1987 pelo antigo PFL (Partido da Frente Liberal). Em 1991, foi reeleito deputado estadual pelo PDT. Ele participou dos trabalhos constituintes que resultaram na Constituição Estadual de 1989.

“Entre suas contribuições, destacou-se a defesa da criação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e da instalação de sua sede em Dourados”, finaliza a nota.

Jogo do bicho em MS

Roberto Razuk foi preso, em novembro de 2025, após o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrar a 4ª fase da Successione.

No ano passado, ele havia passado por duas cirurgias para retirada de tumores. Os três filhos de Razuk: Roberto Razuk Filho — o Neno —, Jorge e Rafael também estão presos.

As investigações do Gaeco apontam que Roberto Razuk era o chefe do grupo criminoso que explora o jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

O patriarca do clã Razuk era quem detinha a decisão final sobre as questões mais relevantes do grupo, inclusive estando acima na hierarquia em relação ao filho, o deputado estadual Neno Razuk.

O papel de Roberto pai era decidir sobre questões como expansão do grupo, investimentos e articulações importantes.

As investigações do Gaeco apontaram que, para dominar a jogatina em MS, os Razuk também teriam supostamente praticado outros tipos de crimes violentos, que vão de roubos a assassinatos.

Já Neno é apontado pelo Gaeco como o líder operacional do grupo. No entanto, a investigação reforça que tudo tinha de passar pelo aval do pai.

Jorge e Rafael Razuk — irmãos de Neno —, que também foram presos, exerciam grande influência na alta cúpula da organização criminosa.

A família, porém, nega as acusações: “É falso e inexistente qualquer ato de violência praticado ou por nós planejado, no Mato Grosso do Sul ou em outro Estado. Nossa família não se envolve com qualquer espécie de violência, roubos ou práticas criminosas”, disseram em nota emitida logo após a prisão do patriarca, no fim do ano passado.

Midiamax

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Milho enfrenta temporais e queda nos preços

Plantação de milho / Reprodução

O mercado de milho segue com negociações limitadas em diferentes estados, enquanto o excesso de chuvas dificulta o avanço da safra de verão no Sul do país. Segundo a TF Agroeconômica, compradores priorizam a reposição dos estoques e produtores permanecem seletivos na oferta, em um cenário de exportações mais lentas.

Em Mato Grosso do Sul, as cotações variam entre R$ 53 e R$ 56. Mesmo com o recuo dos preços, os negócios seguem pontuais, com participação da indústria de bioenergia nas compras

No Rio Grande do Sul, os negócios ocorrem entre R$ 60 e R$ 70 por saca. O preço médio apurado pela Emater/RS-Ascar caiu 0,37%, para R$ 62,44, enquanto a referência em Cruz Alta está em R$ 75. A semeadura da safra 2026/27 alcança 76% dos 896,4 mil hectares previstos. Chuvas frequentes, solo encharcado e baixa luminosidade atrasam o plantio e o desenvolvimento das plantas. Granizo e ventos fortes causaram falhas em lavouras do Noroeste, com possibilidade de ressemeadura em parte das áreas.

Em Ijuí, o plantio chegou a 92%, com recuperação de plantas atingidas por granizo. Santa Rosa registra danos mais expressivos, enquanto Frederico Westphalen alcança 90% da área. O milho para silagem chegou a 53% da superfície projetada, também afetado pelas condições úmidas.

Em Santa Catarina, vendedores indicam cerca de R$ 60 por saca, ante ofertas de compra próximas de R$ 55, diferença que impede maior movimentação. O estado segue dependente do cereal de outras regiões.

No Paraná, o plantio atingiu 90% dos 371 mil hectares estimados pelo Deral, mas chuvas acima da média em algumas cidades dificultam os trabalhos. Há relatos de tripes, lagartas e danos provocados por vendavais e granizo. Os preços recuaram em várias praças, incluindo Cascavel, a R$ 56,03, e o Oeste, a R$ 53,12 por saca.

Agrolink Leonardo Gottems
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MS Safra 2026/27: Excesso de chuva exige atenção no campo

Precipitações favoreceram o avanço inicial no plantio de soja, mas exigem cuidado com solo, emergência das plantas e manejo

O volume de chuvas registrado entre setembro e outubro tem influenciado o ritmo de semeadura da safra de soja  2026/2027 em Mato Grosso do Sul. Nas regiões Centro e Sul do Estado, as precipitações favoreceram o avanço inicial do plantio, mas também exigem atenção dos produtores para as condições do solo, a emergência das plantas e o manejo das lavouras.

De acordo com levantamento da Aprosoja/MS, com base em dados das estações meteorológicas automáticas do Cemtec/Inmet, entre 1º de setembro e 14 de outubro foram registrados 459,2 milímetros de chuva em Dourados, 422,4 mm em Ivinhema, 389,4 mm em Itaporã, 373 mm em Anaurilândia, 371,8 mm em Sidrolândia, 344,6 mm em Nova Alvorada do Sul e 293,2 mm em Campo Grande.

Nas regiões Norte e Pantaneira, os volumes registrados em setembro foram menores, entre 0 e 80 milímetros, próximos da média ou ligeiramente abaixo dela. Essa distribuição irregular das chuvas também se refletiu no avanço da semeadura no estado.

Conforme o monitoramento do Projeto Siga-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, até 9 de outubro, 26,6% da área estimada já havia sido semeada, o equivalente a aproximadamente 1,3 milhão de hectares.  A região Sul tem 35,7% da área semeada, enquanto o Centro alcançava 17,9%. Já no Norte, onde as chuvas foram irregulares, o plantio permanecia abaixo de 4,8%.

Condições do solo influenciam o estabelecimento da lavoura

Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, o acompanhamento das condições do solo é importante para avaliar os efeitos das chuvas sobre a implantação da cultura. “Quando o solo fica saturado, a capacidade de infiltração de água diminui, favorecendo o escoamento superficial e a ocorrência de erosão. Esse processo pode remover partículas da camada superficial, onde se concentra boa parte dos nutrientes e da matéria orgânica. Além disso, a enxurrada pode transportar fertilizantes e sementes, comprometendo o investimento realizado pelo produtor”.

O Informativo Técnico nº 06/2026 da Aprosoja/MS já aponta relatos de selamento superficial do solo em áreas da região Centro e de erosão com arraste de solo e sementes na região Sudeste, situação que exigirá replantio em algumas áreas.

Outro ponto de atenção é a formação de uma crosta na superfície do solo após chuvas intensas. O fenômeno, conhecido como selamento superficial, ocorre quando o impacto das gotas desagrega as partículas do solo, que podem se acumular nos poros e reduzir a infiltração da água. Após a secagem, a crosta formada pode dificultar a emergência da soja, reduzir o vigor das plantas e prejudicar a população estabelecida na lavoura.

As condições de elevada umidade também podem favorecer doenças no início do ciclo da soja. O solo encharcado aumenta o risco de tombamento de plântulas e podridões radiculares. Além disso, respingos de chuva podem transportar fungos presentes na palhada e na superfície do solo até as folhas e os cotilédones, contribuindo para o início de doenças na cultura.

Outro desafio está relacionado ao manejo de plantas daninhas e pragas. As chuvas podem reduzir as janelas disponíveis para pulverizações, dificultando a realização das operações no momento adequado. Enquanto isso, as plantas daninhas continuam se desenvolvendo e competindo com a soja por água, luz e nutrientes.

Por esse motivo, o monitoramento frequente das áreas é importante para identificar possíveis problemas e organizar as operações de manejo de acordo com as condições climáticas e o desenvolvimento da cultura.

Recomendações para os produtores

A orientação técnica da Aprosoja/MS é acompanhar a previsão do tempo e evitar a entrada de máquinas em áreas com solo encharcado, reduzindo o risco de compactação.

Após períodos de chuva intensa, o produtor deve observar possíveis sinais de erosão, formação de crostas superficiais e falhas na emergência das plantas. A avaliação do estande é fundamental antes de decidir pela necessidade de replantio, considerando as condições específicas de cada área.

A manutenção da cobertura de palha e a adoção de práticas de conservação do solo, como terraços e curvas de nível, também ajudam a reduzir o escoamento superficial e os processos erosivos.

Além disso, é importante acompanhar a ocorrência de doenças e plantas daninhas desde o início do ciclo, planejando o manejo conforme as condições da lavoura e as janelas disponíveis para aplicação.

O cenário atual apresenta semelhanças com a safra 2015/2016, que também ocorreu sob influência de um El Niño de intensidade muito forte. Naquele período, as chuvas favoreceram inicialmente o avanço da semeadura, mas o excesso de precipitação provocou dificuldades para produtores da região Sul de Mato Grosso do Sul.

Diante das condições observadas nesta safra, o acompanhamento técnico e a avaliação das áreas são fundamentais para orientar as decisões durante a implantação da soja 2026/2027.

Agrolink Crislaine Oliveira

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Cassilândia: Prefeitura encaminha à Câmara projetos de lei para a realização do concurso público

Prefeito de Cassilândia, Rodrigo Freitas (PP)

A Prefeitura de Cassilândia deu mais um importante passo para a realização do concurso público municipal.

Nesta sexta (16), o prefeito Rodrigo Barbosa de Freitas encaminhou à Câmara Municipal quatro projetos de lei complementar que tratam da reorganização de cargos, criação de novas funções e ampliação do número de vagas no serviço público.

A iniciativa faz parte do compromisso assumido pela Administração Municipal com o Ministério Público e com a população de Cassilândia para viabilizar a realização do concurso público.

Os projetos foram elaborados a partir de levantamentos realizados junto às Secretarias Municipais, considerando as necessidades de profissionais para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Entre as medidas propostas estão:

* Ampliação de 106 vagas em cargos já existentes, contemplando áreas como educação, saúde, assistência social, fiscalização e administração;
* Criação de 30 vagas em novos cargos, incluindo profissionais para atender necessidades específicas dos serviços municipais;
* Reorganização de cargos operacionais, reunindo funções semelhantes para melhorar a estrutura administrativa;
* Separação das funções de fiscalização, permitindo uma atuação mais específica nas áreas tributária, de obras e ambiental.

É importante esclarecer que essas não serão as únicas vagas do futuro concurso público.

Além das vagas previstas nos projetos encaminhados à Câmara, o Município já possui cargos e vagas criados por leis anteriores que também poderão integrar o certame, conforme o levantamento das necessidades da Administração.

O prefeito Rodrigo Barbosa de Freitas destaca que a reorganização é uma etapa necessária para que o concurso seja realizado com planejamento, responsabilidade e segurança jurídica.

Com o encaminhamento dos projetos, a Prefeitura avança nas providências necessárias para a realização do concurso público, que representa uma oportunidade para quem deseja ingressar no serviço público municipal e contribuir com o desenvolvimento de Cassilândia.

Os projetos agora seguem para análise e votação da Câmara Municipal.

Após essa etapa, a Administração dará continuidade aos procedimentos necessários para a organização do concurso, incluindo a contratação da banca organizadora e a elaboração do edital.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Cassilândia Urgente: Quem reclamava da administração Valdecy Costa, hoje sente saudade

O prefeito Rodrigo Freitas (PP) prometeu muito na campanha eleitoral de 2024, o que iria significar fazer o povo cassilandense esquecer de vez Valdecy Costa.

E não é isso que vem acontecendo. Longe disso.

Sem obras construídas e abusando na gastança desenfreada, hoje o que temos em Cassilândia é uma mistura de reformas caras, manutenções malfeitas, serviços públicos ruins e muita desorganização.

Assim a população de Cassilândia passou a sentir saudade da administração Valdecy Costa.

E tem se tornado comum ouvir essa frase por aí: “Eu era feliz e não sabia.”

Ana Caroline, Cidinha e Valdecy Costa

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Tornozeleiras eletrônicas de presos custam mais de R$ 4,6 milhões aos cofres públicos de MS

Agepen-MS empenha valor à Spacecom para manter o rastreamento e tornozeleiras de detentos

A vigilância eletrônica de sentenciados custou R$ 4.680.624,12 aos cofres estaduais de Mato Grosso do Sul apenas em empenhos recentes autorizados pela Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).

Os pagamentos cobrem a locação de equipamentos, fornecimento de materiais e serviços contínuos de rastreamento para detentos que cumprem penas em regimes semiaberto, aberto ou medidas cautelares em Mato Grosso do Sul.

Conforme atos publicados no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (15) as despesas foram empenhadas em favor da empresa Spacecom Monitoramento S/A. Todas as notas de empenho foram validadas pelo diretor-presidente e ordenador de despesas da autarquia, Rodrigo Rossi Maiorchini. Os registros financeiros concentram a prestação de serviços executada entre os meses de julho e setembro de 2026.

O maior montante isolado atingiu R$ 2.397.124,36 por meio da Nota de Empenho n. 001090, ligada ao Contrato n. 019/2024, para cobrir os serviços realizados no mês de agosto e parte de setembro. Outra fatura de grande valor somou R$ 1.478.041,92 na Nota de Empenho n. 001019 para quitar os atendimentos de julho. Os registros incluem ainda termos de prorrogação contratual e complementações orçamentárias sucessivas para garantir a transmissão contínua de dados de localização dos presos.

Execução da vigilância

A contratação dos serviços de monitoração eletrônica fundamenta-se nas exigências da Lei Federal n. 12.258/2010 e do Decreto Estadual n. 14.415/2016, além da legislação federal de licitações.

Além dos pagamentos principais, a Agepen-MS empenhou R$ 572.776,28 para estender o Contrato n. 019/2024 até o fim de setembro. Os recursos que bancam o rastreamento são provenientes da fonte do Tesouro Estadual, com recursos não vinculados de impostos.
*Fonte: Midiamax, Renata Volpe – Foto/capa – imagem ilustrativa. (Divulgação/CNJ).
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Briga de mulheres em festa termina na Delegacia e revela foragida da justiça em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

A Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de lesão corporal dolosa e vias de fato envolvendo três mulheres por volta das 05h59 da manhã de sábado, 10 de outubro, no mesmo recinto de eventos da Avenida da Saudade. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 13 de outubro.

As envolvidas foram contidas pela guarnição e conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para a tomada de providências. Durante a conferência dos dados qualificados no sistema checado da Polícia Militar, constatou-se que uma das mulheres envolvidas no conflito possuía um mandado de prisão em aberto, encontrando-se na condição de foragida da justiça. A mulher recebeu voz de prisão e foi recolhida ao estabelecimento penal. Fonte: Cassilândia Notícias

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