Homem que matou companheira e filha e queimou corpos tem pena mantida pelo TJMS

Vanessa Eugênio, de 23 anos, e sua filha, Sophie Eugênio, de 10 meses. (Reprodução, Redes Sociais)
A condenação de João Augusto Borges de Almeida, de 22 anos, por matar a companheira, Vanessa Eugênio Medeiros, de 23 anos, e a filha do casal, Sophie Eugênio Borges, de apenas 10 meses, foi mantida pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Depois de assassinar as duas, ele colocou os corpos no porta-malas de um carro, levou as vítimas até uma área isolada e ateou fogo. A pena é de 67 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (29), durante julgamento dos recursos apresentados pelo Ministério Público, pela assistência de acusação e pela defesa. Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal rejeitou os pedidos e manteve a condenação estabelecida pelo Tribunal do Júri.
João Augusto foi condenado por dois feminicídios e dois crimes de ocultação de cadáver. Além da prisão, a sentença prevê o pagamento de 166 dias-multa.
Segundo a denúncia, os assassinatos aconteceram em 26 de maio de 2025, em Campo Grande. Na ocasião, o casal discutiu enquanto a bebê estava deitada na cama do quarto. João Augusto asfixiou Vanessa e, em seguida, matou Sophie.
Ainda conforme o processo, depois de cometer os crimes, ele colocou os corpos no porta-malas do veículo, comprou gasolina em um posto e seguiu até um local afastado, onde ateou fogo nas vítimas.
Julgamento
No recurso, a defesa pediu a anulação do julgamento do Tribunal do Júri, alegando, entre outros pontos, irregularidades na apresentação de documentos durante a sessão e a necessidade de avaliação da saúde mental do réu. Também contestou a classificação da morte da bebê como feminicídio, além de qualificadoras reconhecidas no assassinato de Vanessa.
Os desembargadores rejeitaram os argumentos. Sobre a morte de Sophie, o Tribunal entendeu que o assassinato ocorreu no mesmo contexto de violência doméstica e familiar contra Vanessa, como extensão da violência praticada contra a mãe.
Em relação a Vanessa, foram mantidas as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou sua defesa. O acórdão aponta que a vítima foi morta por asfixia e que o ataque ocorreu de maneira inesperada, impedindo uma reação efetiva.
A defesa também questionou a condenação por dois crimes de ocultação de cadáver, mas o Tribunal manteve o entendimento de que houve dois delitos, já que eram duas vítimas e dois corpos.
O Ministério Público e a assistência de acusação também recorreram, pedindo o aumento das penas. Os desembargadores, porém, entenderam que não havia fundamentos concretos para elevar a punição.
Vicaricídio
O caso também permite contextualizar uma mudança recente na legislação brasileira sobre violência contra a mulher. Em abril de 2026, foi sancionada a Lei nº 15.384, que incluiu a violência vicária entre as formas de violência doméstica e familiar e criou o crime de vicaricídio.
A tipificação ocorre quando alguém mata um filho, outro descendente, ascendente, dependente ou pessoa sob responsabilidade direta de uma mulher com a finalidade específica de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela, no contexto de violência doméstica e familiar.
A pena prevista é de 20 a 40 anos de reclusão, com possibilidade de aumento em situações específicas. O vicaricídio também foi incluído no rol dos crimes hediondos.
No entanto, essa classificação não se aplica ao caso de Vanessa e Sophie. Os assassinatos ocorreram em maio de 2025, antes da criação do novo tipo penal. João Augusto foi condenado por dois feminicídios, além dos dois crimes de ocultação de cadáver.
Manifestação
O advogado Lucas Brandolis, que representou a família das vítimas como assistente de acusação, afirmou que a decisão do TJMS reconhece a validade do julgamento realizado pelo Tribunal do Júri.
“O acórdão prestigia a soberania dos veredictos e reconhece que não havia fundamento jurídico para desconstituir a decisão do júri diante das provas examinadas no processo. Para a assistência da acusação, é uma resposta que reafirma a seriedade dos fatos e a importância de uma atuação judicial rigorosa, conduzida com respeito às garantias legais”, declarou.
Relembre o caso
João Augusto foi preso no dia 27 de maio do ano passado, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.
“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou-se à criança e a esganou”, explicou.
Após matar a companheira e a filha, por volta das 16 horas, durante o intervalo de almoço do suspeito, ele trabalhou normalmente no dia 26 de maio, pois, conforme disse em interrogatório, acreditava que o crime seria descoberto somente após cerca de dois dias.
Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.
Midiamax
Polícia divulga nomes de 4 foragidos de operação que mira guerra de facções

Operação Decretados
A Polícia Civil divulgou os nomes dos 4 foragidos da Operação Decretados, que investiga a disputa entre facções criminosas por território na região de Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande.
A Polícia Civil divulgou os nomes de quatro foragidos da Operação Decretados, que apura a disputa entre PCC e Comando Vermelho em Dourados: Isadora Eduarda da Silva Duarte, Roger Fernandes Brito, Leandro Ribas de Souza e Kaio Lohan da Silva dos Santos. A ação resultou em 22 prisões e 23 mandados de busca, e entre os presos estão Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, apontados como lideranças do PCC. A investigação começou em julho e apura homicídios e ataques.
São eles: Isadora Eduarda da Silva Duarte, de 19 anos; Roger Fernandes Brito, de 21; Leandro Ribas de Souza, o “Timoio”, de 39 anos; e Kaio Lohan da Silva dos Santos, o “LK”, de 19 anos. Os 4 escaparam das buscas feitas na quarta-feira (28) e continuam na mira dos investigadores.
O Campo Grande News também identificou 14 investigados que estão entre os presos na operação. Dois deles, Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, já estavam recolhidos no sistema prisional e são apontados como duas das principais lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul.
A relação obtida pela reportagem inclui Anderson Ribeiro Hartkoff, Wagner Belgado Berwing, André Guilherme Rocha Barros, Luiz Fernando Henrique Oliveira Recalde, Bruno Billy Garcia Pereira, Silvio Marques Ferreira e João Henrique da Silva dos Santos Costa.
Também aparecem entre os presos Emerson Nascimento Martins, Igor Cesar Santos da Silva, Roberson Macena Mazarão, Dieyson da Silva Menezes, Fernando Gregório dos Santos da Silva, Igor Thallys Souza e Leandro Martins Benites. Os outros 8 presos não tiveram as identidades informadas.
A Polícia Civil investiga a participação dos suspeitos em organizações criminosas envolvidas em homicídios e tentativas de homicídio. A ofensiva teve como alvo integrantes do PCC e do CV (Comando Vermelho), facções que, conforme a investigação, disputam o controle de atividades criminosas na região de Dourados.
Operação
A ação policial resultou em 22 prisões, das quais 20 ocorreram por determinação judicial e duas em flagrante. Os agentes também cumpriram 23 mandados de busca e apreensão em Dourados e outras localidades. A operação mobilizou equipes de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
As investigações começaram em julho deste ano, quando a SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia Regional de Dourados passou a apurar a sequência de ataques atribuídos à rivalidade entre as facções. Durante 4 meses, os policiais reuniram informações sobre a estrutura dos grupos, a participação dos integrantes e a organização das ações criminosas.
O trabalho identificou suspeitos de exercer funções de comando, organizar ataques, executar homicídios e tentativas de homicídio, fornecer armas e prestar apoio logístico. Segundo a Polícia Civil, os investigados atuavam em diferentes níveis das organizações, inclusive de dentro de unidades prisionais.
Lideranças nos presídios
A identificação de Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza chama atenção pela posição que ambos ocupam, segundo a investigação, na estrutura do PCC em Mato Grosso do Sul. Os dois já estavam presos, mas passaram a figurar entre os alvos das novas ordens judiciais.
Na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), os policiais cumpriram 7 mandados de prisão preventiva e fizeram buscas em três celas. A investigação aponta que integrantes das facções continuavam a participar da organização e coordenação de ataques, mesmo sob custódia do Estado.
Em Campo Grande, o GOI (Grupo de Operações e Investigações) cumpriu 1 mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão no Estabelecimento Penal Jair Ferreira Carvalho, conhecido como Máxima.
Prisões em flagrante
Durante as buscas, os policiais também encontraram uma arma de fogo e aproximadamente 1,8 quilo de maconha. As apreensões resultaram em duas prisões que não faziam parte dos mandados preventivos.
Em uma residência, os agentes localizaram uma arma de uso permitido que o padrasto de um dos investigados mantinha irregularmente. O homem foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo.
Em outro endereço, as equipes encontraram quatro tabletes de maconha, que somavam aproximadamente 1,8 quilo. Os policiais prenderam um investigado por tráfico de drogas.
A força-tarefa reuniu equipes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e de outras unidades policiais.
Também participaram as equipes da SIG de Ponta Porã, Fátima do Sul e Naviraí, das delegacias de Dourados, da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Polícia Civil de Mato Grosso..
Por Helio de Freitas, de Dourados..
Campo Grande News
Operação Batom Vermelho prende três mulheres em Costa Rica e apreende quase 10 kg de maconha; uma era foragida

Ação da Polícia Militar identificou suspeitas de envolvimento com organização criminosa; uma das mulheres era procurada pela Justiça de Dourados e tinha mandado de prisão preventiva em aberto.
A Polícia Militar, por meio da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (4ª CIPM), desencadeou nesta quinta-feira (29) a Operação Batom Vermelho, em Costa Rica (MS), que resultou na prisão de três mulheres suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas e organização criminosa.
Durante a ação, foram apreendidos 10 tabletes de substância análoga à maconha, totalizando 9,734 quilos, quatro aparelhos celulares e um veículo utilizado na movimentação das suspeitas.
Uma das mulheres, de 19 anos, era considerada foragida e tinha um mandado de prisão preventiva expedido pela comarca de Dourados (MS), relacionado aos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.
A operação foi coordenada pelo 2º Pelotão da Polícia Militar de Costa Rica, após troca de informações com as forças policiais de Alto Taquari (MT).
Monitoramento identificou movimentação de suspeitas
Conforme informações da Polícia Militar, a operação teve como objetivo monitorar e levantar informações sobre a atuação de uma organização criminosa nos municípios de Costa Rica, em Mato Grosso do Sul, e Alto Taquari, em Mato Grosso.
Os levantamentos apontaram o deslocamento de duas mulheres de Campo Grande para Costa Rica.
Segundo a polícia, uma das suspeitas, de 23 anos, seria responsável pelo transporte de entorpecentes, com posterior distribuição nas cidades de Costa Rica e Alto Taquari.
A segunda mulher, de 19 anos, natural de Mato Grosso do Sul, era apontada como integrante ativa da organização criminosa e responsável por atividades financeiras, incluindo o gerenciamento de recursos destinados às ações do grupo em diferentes municípios do Estado.
Ainda conforme os levantamentos policiais, ela estava foragida de uma operação recente realizada em Dourados.
Primeira abordagem apreendeu quase 10 quilos de maconha
Durante o monitoramento, os policiais acompanharam a movimentação das suspeitas em Costa Rica e possíveis contatos com outros integrantes da organização.
A primeira abordagem ocorreu nas proximidades das avenidas Kendi Nakai e José Ferreira.
De acordo com a Polícia Militar, a mulher de 23 anos demonstrou nervosismo e tentou se esconder no interior de uma borracharia ao perceber a aproximação da viatura.
Durante a verificação de sua bagagem, os policiais encontraram 10 tabletes de substância análoga à maconha, que totalizaram 9,734 quilos.
Diante da apreensão, ela recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Segunda abordagem terminou com mais duas mulheres presas
Paralelamente, a equipe policial acompanhou a aproximação de um veículo que chegou ao local onde a segunda suspeita, de 19 anos, aguardava.
O automóvel era conduzido por uma terceira mulher, de 27 anos, também apontada nos levantamentos policiais como integrante do grupo criminoso.
Conforme as informações da PM, a condutora teria a missão de buscar as duas mulheres e prestar apoio às atividades relacionadas à distribuição de entorpecentes.
O planejamento também incluía o deslocamento das envolvidas para Mato Grosso, com a finalidade de abrigar a mulher que estava procurada pela Justiça.
Diante dos elementos reunidos durante a operação, as duas ocupantes do veículo foram abordadas.
A mulher de 27 anos recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Já a suspeita de 19 anos, além das imputações relacionadas aos mesmos crimes, teve cumprido o mandado de prisão preventiva expedido pela comarca de Dourados, pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.
Segundo a postagem de Procurados pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, a mulher era investigada por ser integrante de organizações criminosas envolvidas em crimes de homicídio consumados e tentados na cidade de Dourados/MS.
Com informação: Assessoria da Polícia Militar de Costa Rica – 4ª CIPM.
Cassilândia Urgente: Elmo Cândido Rodrigues continua entubado em estado gravíssimo na UTI de Paranaíba
Continua gravíssimo o estado de saúde do empresário cassilandense Elmo Cândido Rodrigues, que está entubado na UTI de Paranaíba.
De acordo com informações em áudio, ele “está sem sedação há quatro dias, mas ainda não acordou”.
Ele foi submetido a hemodiálise ontem e não apresentava febre.
O seu quadro de saúde é considerado gravíssimo.
Devido ao feriado, o próximo boletim médico será anunciado na próxima terça-feira.

Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
QUEIMA DE ESTOQUE REZENDE!




Mulher se defende de agressões e mata ex a facadas

Aquidauana News
Erismar Plácido Ferreira, 34 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (9) após ter agredido a ex-companheira, de 24 anos, e a perseguido na região central de Rio Verde do Mato Grosso (MS).
De acordo com o informativo policial, a suspeita pelo homicídio teria registrado um boletim de ocorrência de violência doméstica ainda na noite de terça-feira (8) contra Erismar. Segundo o registro, a vítima e o seu ex-companheiro teriam entrado em uma discussão, quando o homem passou a desferir uma série de agressões contra ela.
Conforme consta no boletim de ocorrência, a mulher procurou a polícia e denunciou as agressões, sendo posteriormente escoltada pela polícia até a sua casa. A vítima foi se encontrar com duas amigas após o ocorrido, em um estabelecimento de Rio Verde, quando foi perseguida e abordada por Erismar no local.
A vítima afirmou que o homem passou a apresentar comportamento agressivo e que, para se defender de novas agressões, teria desferido uma facada contra o homem, que atingiu o peito. O homem teria saído do local ferido e caído em via pública, já sem sinais vitais.
O caso segue em investigação na Delegacia de Polícia de Rio Verde como homicídio simples.
Top Midia News
Cassilândia Urgente: Estrada das Sete Placas, na zona rural de Cassilândia, está intransitável
No longo período de estiagem a Prefeitura Municipal de Cassilândia não fez a lição de casa.
Em vez de cascalhar as estradas vicinais, foi feito trabalho simples de passar a máquina sem preparar a base, a exemplo da Estrada das Sete Placas.
Nas primeiras chuvas surgiram pontos de atoleiros, prejudicando os produtores rurais e o transporte escolar das crianças que moram nas fazendas.
Até quando vai essa falta de compromisso do poder público?
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Reprodução de vìdeo
Criança tem atendimento suspenso e mãe bate em coordenadora de equoterapia em Dourados

Depac Dourados / Reprodução/Dourados News
Uma servidora que coordena o serviço de equoterapia em um batalhão da Polícia Militar denunciou ter sido ofendida e agredida por uma mulher durante uma discussão sobre a suspensão do tratamento da filha, em Dourados (MS).
Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu no dia 23 de outubro, quando a mãe procurou a unidade após ser informada de que o período de atendimento da filha havia terminado, conforme as regras do programa.
A jovem faz tratamento de equoterapia no local há mais de dez anos. De acordo com o relato da coordenadora, ela tentou explicar à mulher que as normas do serviço estavam em revisão para permitir a prorrogação do atendimento dos pacientes. No entanto, naquele momento, não seria possível dar continuidade ao tratamento.
Ainda conforme o site Folha de Dourados, a mãe não aceitou a informação, passou a ofender verbalmente a servidora e a puxou pelo braço com agressividade.
A ocorrência foi registrada como desacato e será investigada pela Polícia Civil.
Top Midia News
Homem que matou companheira e filha e queimou corpos tem pena mantida pelo TJMS

Vanessa Eugênio, de 23 anos, e sua filha, Sophie Eugênio, de 10 meses. (Reprodução, Redes Sociais)
A condenação de João Augusto Borges de Almeida, de 22 anos, por matar a companheira, Vanessa Eugênio Medeiros, de 23 anos, e a filha do casal, Sophie Eugênio Borges, de apenas 10 meses, foi mantida pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Depois de assassinar as duas, ele colocou os corpos no porta-malas de um carro, levou as vítimas até uma área isolada e ateou fogo. A pena é de 67 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (29), durante julgamento dos recursos apresentados pelo Ministério Público, pela assistência de acusação e pela defesa. Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal rejeitou os pedidos e manteve a condenação estabelecida pelo Tribunal do Júri.
João Augusto foi condenado por dois feminicídios e dois crimes de ocultação de cadáver. Além da prisão, a sentença prevê o pagamento de 166 dias-multa.
Segundo a denúncia, os assassinatos aconteceram em 26 de maio de 2025, em Campo Grande. Na ocasião, o casal discutiu enquanto a bebê estava deitada na cama do quarto. João Augusto asfixiou Vanessa e, em seguida, matou Sophie.
Ainda conforme o processo, depois de cometer os crimes, ele colocou os corpos no porta-malas do veículo, comprou gasolina em um posto e seguiu até um local afastado, onde ateou fogo nas vítimas.
Julgamento
No recurso, a defesa pediu a anulação do julgamento do Tribunal do Júri, alegando, entre outros pontos, irregularidades na apresentação de documentos durante a sessão e a necessidade de avaliação da saúde mental do réu. Também contestou a classificação da morte da bebê como feminicídio, além de qualificadoras reconhecidas no assassinato de Vanessa.
Os desembargadores rejeitaram os argumentos. Sobre a morte de Sophie, o Tribunal entendeu que o assassinato ocorreu no mesmo contexto de violência doméstica e familiar contra Vanessa, como extensão da violência praticada contra a mãe.
Em relação a Vanessa, foram mantidas as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou sua defesa. O acórdão aponta que a vítima foi morta por asfixia e que o ataque ocorreu de maneira inesperada, impedindo uma reação efetiva.
A defesa também questionou a condenação por dois crimes de ocultação de cadáver, mas o Tribunal manteve o entendimento de que houve dois delitos, já que eram duas vítimas e dois corpos.
O Ministério Público e a assistência de acusação também recorreram, pedindo o aumento das penas. Os desembargadores, porém, entenderam que não havia fundamentos concretos para elevar a punição.
Vicaricídio
O caso também permite contextualizar uma mudança recente na legislação brasileira sobre violência contra a mulher. Em abril de 2026, foi sancionada a Lei nº 15.384, que incluiu a violência vicária entre as formas de violência doméstica e familiar e criou o crime de vicaricídio.
A tipificação ocorre quando alguém mata um filho, outro descendente, ascendente, dependente ou pessoa sob responsabilidade direta de uma mulher com a finalidade específica de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela, no contexto de violência doméstica e familiar.
A pena prevista é de 20 a 40 anos de reclusão, com possibilidade de aumento em situações específicas. O vicaricídio também foi incluído no rol dos crimes hediondos.
No entanto, essa classificação não se aplica ao caso de Vanessa e Sophie. Os assassinatos ocorreram em maio de 2025, antes da criação do novo tipo penal. João Augusto foi condenado por dois feminicídios, além dos dois crimes de ocultação de cadáver.
Manifestação
O advogado Lucas Brandolis, que representou a família das vítimas como assistente de acusação, afirmou que a decisão do TJMS reconhece a validade do julgamento realizado pelo Tribunal do Júri.
“O acórdão prestigia a soberania dos veredictos e reconhece que não havia fundamento jurídico para desconstituir a decisão do júri diante das provas examinadas no processo. Para a assistência da acusação, é uma resposta que reafirma a seriedade dos fatos e a importância de uma atuação judicial rigorosa, conduzida com respeito às garantias legais”, declarou.
Relembre o caso
João Augusto foi preso no dia 27 de maio do ano passado, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.
“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou-se à criança e a esganou”, explicou.
Após matar a companheira e a filha, por volta das 16 horas, durante o intervalo de almoço do suspeito, ele trabalhou normalmente no dia 26 de maio, pois, conforme disse em interrogatório, acreditava que o crime seria descoberto somente após cerca de dois dias.
Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.
Midiamax
Polícia divulga nomes de 4 foragidos de operação que mira guerra de facções

Operação Decretados
A Polícia Civil divulgou os nomes dos 4 foragidos da Operação Decretados, que investiga a disputa entre facções criminosas por território na região de Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande.
A Polícia Civil divulgou os nomes de quatro foragidos da Operação Decretados, que apura a disputa entre PCC e Comando Vermelho em Dourados: Isadora Eduarda da Silva Duarte, Roger Fernandes Brito, Leandro Ribas de Souza e Kaio Lohan da Silva dos Santos. A ação resultou em 22 prisões e 23 mandados de busca, e entre os presos estão Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, apontados como lideranças do PCC. A investigação começou em julho e apura homicídios e ataques.
São eles: Isadora Eduarda da Silva Duarte, de 19 anos; Roger Fernandes Brito, de 21; Leandro Ribas de Souza, o “Timoio”, de 39 anos; e Kaio Lohan da Silva dos Santos, o “LK”, de 19 anos. Os 4 escaparam das buscas feitas na quarta-feira (28) e continuam na mira dos investigadores.
O Campo Grande News também identificou 14 investigados que estão entre os presos na operação. Dois deles, Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, já estavam recolhidos no sistema prisional e são apontados como duas das principais lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul.
A relação obtida pela reportagem inclui Anderson Ribeiro Hartkoff, Wagner Belgado Berwing, André Guilherme Rocha Barros, Luiz Fernando Henrique Oliveira Recalde, Bruno Billy Garcia Pereira, Silvio Marques Ferreira e João Henrique da Silva dos Santos Costa.
Também aparecem entre os presos Emerson Nascimento Martins, Igor Cesar Santos da Silva, Roberson Macena Mazarão, Dieyson da Silva Menezes, Fernando Gregório dos Santos da Silva, Igor Thallys Souza e Leandro Martins Benites. Os outros 8 presos não tiveram as identidades informadas.
A Polícia Civil investiga a participação dos suspeitos em organizações criminosas envolvidas em homicídios e tentativas de homicídio. A ofensiva teve como alvo integrantes do PCC e do CV (Comando Vermelho), facções que, conforme a investigação, disputam o controle de atividades criminosas na região de Dourados.
Operação
A ação policial resultou em 22 prisões, das quais 20 ocorreram por determinação judicial e duas em flagrante. Os agentes também cumpriram 23 mandados de busca e apreensão em Dourados e outras localidades. A operação mobilizou equipes de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
As investigações começaram em julho deste ano, quando a SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia Regional de Dourados passou a apurar a sequência de ataques atribuídos à rivalidade entre as facções. Durante 4 meses, os policiais reuniram informações sobre a estrutura dos grupos, a participação dos integrantes e a organização das ações criminosas.
O trabalho identificou suspeitos de exercer funções de comando, organizar ataques, executar homicídios e tentativas de homicídio, fornecer armas e prestar apoio logístico. Segundo a Polícia Civil, os investigados atuavam em diferentes níveis das organizações, inclusive de dentro de unidades prisionais.
Lideranças nos presídios
A identificação de Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza chama atenção pela posição que ambos ocupam, segundo a investigação, na estrutura do PCC em Mato Grosso do Sul. Os dois já estavam presos, mas passaram a figurar entre os alvos das novas ordens judiciais.
Na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), os policiais cumpriram 7 mandados de prisão preventiva e fizeram buscas em três celas. A investigação aponta que integrantes das facções continuavam a participar da organização e coordenação de ataques, mesmo sob custódia do Estado.
Em Campo Grande, o GOI (Grupo de Operações e Investigações) cumpriu 1 mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão no Estabelecimento Penal Jair Ferreira Carvalho, conhecido como Máxima.
Prisões em flagrante
Durante as buscas, os policiais também encontraram uma arma de fogo e aproximadamente 1,8 quilo de maconha. As apreensões resultaram em duas prisões que não faziam parte dos mandados preventivos.
Em uma residência, os agentes localizaram uma arma de uso permitido que o padrasto de um dos investigados mantinha irregularmente. O homem foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo.
Em outro endereço, as equipes encontraram quatro tabletes de maconha, que somavam aproximadamente 1,8 quilo. Os policiais prenderam um investigado por tráfico de drogas.
A força-tarefa reuniu equipes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e de outras unidades policiais.
Também participaram as equipes da SIG de Ponta Porã, Fátima do Sul e Naviraí, das delegacias de Dourados, da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Polícia Civil de Mato Grosso..
Por Helio de Freitas, de Dourados..
Campo Grande News
Operação Batom Vermelho prende três mulheres em Costa Rica e apreende quase 10 kg de maconha; uma era foragida

Ação da Polícia Militar identificou suspeitas de envolvimento com organização criminosa; uma das mulheres era procurada pela Justiça de Dourados e tinha mandado de prisão preventiva em aberto.
A Polícia Militar, por meio da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (4ª CIPM), desencadeou nesta quinta-feira (29) a Operação Batom Vermelho, em Costa Rica (MS), que resultou na prisão de três mulheres suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas e organização criminosa.
Durante a ação, foram apreendidos 10 tabletes de substância análoga à maconha, totalizando 9,734 quilos, quatro aparelhos celulares e um veículo utilizado na movimentação das suspeitas.
Uma das mulheres, de 19 anos, era considerada foragida e tinha um mandado de prisão preventiva expedido pela comarca de Dourados (MS), relacionado aos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.
A operação foi coordenada pelo 2º Pelotão da Polícia Militar de Costa Rica, após troca de informações com as forças policiais de Alto Taquari (MT).
Monitoramento identificou movimentação de suspeitas
Conforme informações da Polícia Militar, a operação teve como objetivo monitorar e levantar informações sobre a atuação de uma organização criminosa nos municípios de Costa Rica, em Mato Grosso do Sul, e Alto Taquari, em Mato Grosso.
Os levantamentos apontaram o deslocamento de duas mulheres de Campo Grande para Costa Rica.
Segundo a polícia, uma das suspeitas, de 23 anos, seria responsável pelo transporte de entorpecentes, com posterior distribuição nas cidades de Costa Rica e Alto Taquari.
A segunda mulher, de 19 anos, natural de Mato Grosso do Sul, era apontada como integrante ativa da organização criminosa e responsável por atividades financeiras, incluindo o gerenciamento de recursos destinados às ações do grupo em diferentes municípios do Estado.
Ainda conforme os levantamentos policiais, ela estava foragida de uma operação recente realizada em Dourados.
Primeira abordagem apreendeu quase 10 quilos de maconha
Durante o monitoramento, os policiais acompanharam a movimentação das suspeitas em Costa Rica e possíveis contatos com outros integrantes da organização.
A primeira abordagem ocorreu nas proximidades das avenidas Kendi Nakai e José Ferreira.
De acordo com a Polícia Militar, a mulher de 23 anos demonstrou nervosismo e tentou se esconder no interior de uma borracharia ao perceber a aproximação da viatura.
Durante a verificação de sua bagagem, os policiais encontraram 10 tabletes de substância análoga à maconha, que totalizaram 9,734 quilos.
Diante da apreensão, ela recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Segunda abordagem terminou com mais duas mulheres presas
Paralelamente, a equipe policial acompanhou a aproximação de um veículo que chegou ao local onde a segunda suspeita, de 19 anos, aguardava.
O automóvel era conduzido por uma terceira mulher, de 27 anos, também apontada nos levantamentos policiais como integrante do grupo criminoso.
Conforme as informações da PM, a condutora teria a missão de buscar as duas mulheres e prestar apoio às atividades relacionadas à distribuição de entorpecentes.
O planejamento também incluía o deslocamento das envolvidas para Mato Grosso, com a finalidade de abrigar a mulher que estava procurada pela Justiça.
Diante dos elementos reunidos durante a operação, as duas ocupantes do veículo foram abordadas.
A mulher de 27 anos recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Já a suspeita de 19 anos, além das imputações relacionadas aos mesmos crimes, teve cumprido o mandado de prisão preventiva expedido pela comarca de Dourados, pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.
Segundo a postagem de Procurados pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, a mulher era investigada por ser integrante de organizações criminosas envolvidas em crimes de homicídio consumados e tentados na cidade de Dourados/MS.
Com informação: Assessoria da Polícia Militar de Costa Rica – 4ª CIPM.
Cassilândia Urgente: Elmo Cândido Rodrigues continua entubado em estado gravíssimo na UTI de Paranaíba
Continua gravíssimo o estado de saúde do empresário cassilandense Elmo Cândido Rodrigues, que está entubado na UTI de Paranaíba.
De acordo com informações em áudio, ele “está sem sedação há quatro dias, mas ainda não acordou”.
Ele foi submetido a hemodiálise ontem e não apresentava febre.
O seu quadro de saúde é considerado gravíssimo.
Devido ao feriado, o próximo boletim médico será anunciado na próxima terça-feira.

Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
QUEIMA DE ESTOQUE REZENDE!




Mulher se defende de agressões e mata ex a facadas

Aquidauana News
Erismar Plácido Ferreira, 34 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (9) após ter agredido a ex-companheira, de 24 anos, e a perseguido na região central de Rio Verde do Mato Grosso (MS).
De acordo com o informativo policial, a suspeita pelo homicídio teria registrado um boletim de ocorrência de violência doméstica ainda na noite de terça-feira (8) contra Erismar. Segundo o registro, a vítima e o seu ex-companheiro teriam entrado em uma discussão, quando o homem passou a desferir uma série de agressões contra ela.
Conforme consta no boletim de ocorrência, a mulher procurou a polícia e denunciou as agressões, sendo posteriormente escoltada pela polícia até a sua casa. A vítima foi se encontrar com duas amigas após o ocorrido, em um estabelecimento de Rio Verde, quando foi perseguida e abordada por Erismar no local.
A vítima afirmou que o homem passou a apresentar comportamento agressivo e que, para se defender de novas agressões, teria desferido uma facada contra o homem, que atingiu o peito. O homem teria saído do local ferido e caído em via pública, já sem sinais vitais.
O caso segue em investigação na Delegacia de Polícia de Rio Verde como homicídio simples.
Top Midia News
Cassilândia Urgente: Estrada das Sete Placas, na zona rural de Cassilândia, está intransitável
No longo período de estiagem a Prefeitura Municipal de Cassilândia não fez a lição de casa.
Em vez de cascalhar as estradas vicinais, foi feito trabalho simples de passar a máquina sem preparar a base, a exemplo da Estrada das Sete Placas.
Nas primeiras chuvas surgiram pontos de atoleiros, prejudicando os produtores rurais e o transporte escolar das crianças que moram nas fazendas.
Até quando vai essa falta de compromisso do poder público?
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Reprodução de vìdeo
Criança tem atendimento suspenso e mãe bate em coordenadora de equoterapia em Dourados

Depac Dourados / Reprodução/Dourados News
Uma servidora que coordena o serviço de equoterapia em um batalhão da Polícia Militar denunciou ter sido ofendida e agredida por uma mulher durante uma discussão sobre a suspensão do tratamento da filha, em Dourados (MS).
Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu no dia 23 de outubro, quando a mãe procurou a unidade após ser informada de que o período de atendimento da filha havia terminado, conforme as regras do programa.
A jovem faz tratamento de equoterapia no local há mais de dez anos. De acordo com o relato da coordenadora, ela tentou explicar à mulher que as normas do serviço estavam em revisão para permitir a prorrogação do atendimento dos pacientes. No entanto, naquele momento, não seria possível dar continuidade ao tratamento.
Ainda conforme o site Folha de Dourados, a mãe não aceitou a informação, passou a ofender verbalmente a servidora e a puxou pelo braço com agressividade.
A ocorrência foi registrada como desacato e será investigada pela Polícia Civil.
Top Midia News
