Chapadão do Sul: Após dois anos seguidos de prejuízo, Sindicato Rural cancela Exposul 2027

Edição de 2026 da Exposul, realizada em junho, em Chapadão do Sul. Feira terminou com prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil, contribuindo para a decisão de cancelar o evento em 2027 (Foto: Sindicato Rural de Chapadão do Sul)

O Sindicato Rural de Chapadão do Sul decidiu cancelar a 33ª edição da Exposul (Exposição Agropecuária de Chapadão do Sul), prevista para 2027. A decisão foi tomada por unanimidade pela diretoria, após dois anos consecutivos de resultados financeiros negativos, que somaram aproximadamente R$ 290 mil em prejuízos. O aumento dos cachês artísticos, a redução do número de expositores e as dificuldades para captar patrocínios estão entre os principais motivos.

Em entrevista ao Campo Grande News, o presidente do Sindicato Rural, Gilberto Antonio Mosena, conhecido como Giba, explicou que a edição de 2026, realizada de 3 a 7 de junho, terminou com prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil. Em 2025, as perdas haviam sido de cerca de R$ 90 mil.

Segundo ele, os custos para realizar a feira cresceram significativamente, sobretudo em razão das atrações musicais. Shows que anteriormente custavam cerca de R$ 300 mil passaram a exigir investimentos próximos de R$ 1 milhão.

Para 2027, a estimativa era gastar aproximadamente R$ 2,2 milhões somente com a contratação dos shows. Ao acrescentar despesas com arquibancadas, camarotes e demais estruturas, o orçamento total poderia chegar a R$ 3,2 milhões ou R$ 3,4 milhões.

A época de realização da Exposul também influencia os custos. Tradicionalmente promovida no meio do ano, a feira coincide com o período das festas juninas no Nordeste, quando aumenta a procura por artistas sertanejos e outros nomes de destaque nacional.

Outro fator apontado pelo presidente foi a dificuldade de conciliar os custos da programação com as expectativas do público. Embora parte dos shows seja oferecida gratuitamente, há reclamações sobre preços de ingressos, atrações escolhidas e estrutura. “O pessoal reclama do show, reclama que a entrada é cara, que o show não é bom. São muitas críticas”, relatou.

Sindicato rejeita recursos públicos para contratação de shows

Mosena ressaltou que a decisão não tem motivação política. Segundo ele, a atual diretoria adotou como princípio não utilizar recursos públicos para custear apresentações artísticas, embora mantenha parcerias institucionais para outras atividades. “Não tem nada de política. Nós, da diretoria, temos uma posição de não ter dinheiro público no evento para shows. Temos parcerias para outras iniciativas, não para shows”, afirmou.

O dirigente também disse ser contrário à utilização de recursos que poderiam ser aplicados em áreas essenciais, como a saúde, para financiar apresentações musicais de alto custo. Para ele, a contratação de artistas em ascensão, com cachês mais acessíveis, seria uma alternativa mais compatível com a realidade financeira do evento.

A preocupação com os custos se soma às incertezas para a captação de patrocinadores em 2027. Segundo Mosena, o cenário econômico do agronegócio e as mudanças decorrentes da reforma tributária tornam mais difícil planejar uma nova edição.

O presidente destacou ainda que a feira perdeu expositores em 2026, reduzindo uma das fontes de sustentação financeira do evento.

Pausa será utilizada para melhorias no parque

O cancelamento não significa o encerramento definitivo da Exposul. A diretoria pretende aproveitar a pausa em 2027 para realizar melhorias no Parque de Exposições e manter atividades tradicionais do Sindicato Rural, como a cavalgada.

Entre as intervenções previstas estão adequações nas redes de água e esgoto, além de melhorias na infraestrutura para ampliar a segurança e o conforto do público. Os investimentos serão definidos conforme as necessidades do parque e a disponibilidade de recursos, sem relação direta com o orçamento estimado para a realização da feira.

A entidade também pretende manter eventos como a cavalgada e fortalecer suas atividades de formação profissional, realizadas em parceria com o Senar/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

“O forte do sindicato não é a Exposul. É promover, em parceria com o Senar/MS e a Famasul, cursos e capacitações. O sindicato está lá para isso. A Exposul seria a cereja do bolo”, afirmou Mosena.

A expectativa é avaliar a retomada da exposição em 2028, caso haja melhora nas condições econômicas, retorno de patrocinadores e expositores e redução dos custos de contratação de atrações artísticas.

Em nota oficial divulgada em 28 de outubro, o Sindicato Rural classificou a decisão como uma das mais difíceis de sua história e destacou que a preservação do patrimônio da entidade e dos associados deve prevalecer sobre o desejo de manter a tradição. “Não podemos permitir que a emoção se sobreponha à responsabilidade”, afirma o comunicado.

Para Mosena, a suspensão é uma medida de prudência financeira, necessária para evitar que novos prejuízos comprometam as atividades permanentes do sindicato. A diretoria espera que a pausa permita reorganizar o evento e criar condições para que a Exposul retorne em 2028 com uma estrutura melhor e maior sustentabilidade financeira.

Campo Grande News

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Cassilândia: Imasul autoriza abertura de poço artesiano para abastecimento de água

Imasul notifica 25 produtores rurais e empresas por irregularidades ambientaisImasul. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) emitiu uma série de autorizações de uso de recursos hídricos, concedendo direito de captação superficial e perfuração de poços artesianos subterrâneos em municípios do Estado. As licenças abrangem desde o uso de água para o consumo humano, até os empreendimentos produtivos.

A lista foi publicada no DOE (Diário Oficial Eletrônico) desta segunda-feira (26). O documento foi oficializado pelo diretor-presidente da autarquia, André Borges Barros de Araújo.

Autorizações abrangem indústria e rodovias

As deliberações do Imasul também contemplam a perfuração de poço pela Concessionária Rodovia da Integração SPE S.A. em Nova Alvorada do Sul e liberações para atividades industriais em Bataguassu e frigorífico em Cassilândia. Os processos avaliam a vazão permitida para evitar o rebaixamento dos lençóis freáticos.

Confira a lista das propriedades:

Midiamax
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Cassilândia: Homem é preso com potes de Nutella na cueca

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

A Polícia Militar de Cassilândia efetuou a prisão em flagrante de um indivíduo de 29 anos de idade — já com amplo histórico de registros criminais — após o autor furtar mercadorias e escondê-las em suas roupas íntimas. A ocorrência foi registrada por volta das 12h da última quarta-feira (28/10), no centro da cidade. A informação é do Sargento Magalhães, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, nesta quinta-feira, 29 de outubro.

A guarnição policial foi solicitada a comparecer a um supermercado central para averiguar uma bicicleta de cor azul cujas características eram semelhantes às de um veículo furtado no dia 26. Após a verificação do número de série, os policiais constataram que não se tratava da bicicleta furtada. No entanto, o homem de 29 anos de idade que havia chegado ao local pedalando o veículo saiu do interior do estabelecimento e, ao visualizar a viatura militar, demonstrou extremo nervosismo e suspeição.

A revista e a resistência à prisão

Diante da atitude suspeita, a equipe policial realizou a abordagem e a busca pessoal no cidadão. Para a surpresa dos policiais, durante a revista íntima foram encontrados dois potes do creme de avelã Nutella (de 140 gramas cada) escondidos no interior de sua cueca. Ao receber voz de prisão pelo crime de furto, o autor reagiu com violência e ofereceu resistência física, sendo necessária a intervenção e o apoio de agentes da Polícia Civil que passavam pelo local para contê-lo e algemá-lo. O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para a lavratura do auto de prisão em flagrante.

Cassilândia Notícias

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Simples Nacional: termina hoje prazo para regularizar pendências

Simples Nacional: empresas do PI têm até 30 de setembro para escolher novo modelo de tributação – Crédito: Divulgação

Microempresas e empresas de pequeno porte que pediram para ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 têm até esta sexta-feira, dia 30 de outubro, para regularizar pendências que impedem sua entrada no regime tributário.

O prazo vale para as empresas que apresentaram o pedido até 15 de outubro, data-limite estabelecida pelo calendário, mas tiveram a solicitação negada por alguma irregularidade.
Para continuar o processo de ingresso no Simples Nacional, essas empresas precisam corrigir as irregularidades identificadas. Entre os problemas que podem impedir a adesão estão dívidas tributárias e pendências cadastrais.

As mudanças no calendário foram estabelecidas pela Resolução CGSN nº 194/2026, que antecipou os prazos para adesão ao Simples Nacional em 2027. O objetivo é permitir que as empresas regularizem sua situação antes do início do próximo ano e saibam com antecedência se poderão fazer parte do regime tributário.

O dia 30 de outubro também é o prazo final para que empresas que já fazem parte do Simples Nacional optem por pagar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), criados pela reforma tributária, pelo regime regular de tributação.

Essa opção, porém, é um procedimento diferente da regularização de pendências para entrar no Simples Nacional.

Quem precisa regularizar as pendências?

O prazo vale para as empresas que pediram para ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 até 15 de outubro, mas tiveram a solicitação negada por não cumprir algum dos requisitos exigidos.

A empresa deve consultar a situação do pedido para descobrir o motivo da negativa e saber o que precisa fazer para regularizar sua situação. Dependendo do caso, o problema pode envolver dívidas ou irregularidades junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.
É importante identificar qual órgão é responsável pela pendência, pois a regularização deve ser feita diretamente com ele. Resolver uma irregularidade, porém, não significa que a empresa já tenha cumprido todos os requisitos para entrar no Simples Nacional.

O que acontece com quem não regularizar?

As empresas que não regularizarem sua situação até 30 de outubro podem ficar impedidas de ingressar no Simples Nacional em 1º de janeiro de 2027.

O prazo de regularização não permite apresentar um novo pedido de adesão. Ele vale apenas para as empresas que fizeram a solicitação dentro do prazo e precisam corrigir as irregularidades identificadas na análise.

Por isso, quem não solicitou a adesão até 15 de outubro não poderá fazer um novo pedido para 2027 durante o período de regularização, que termina no dia 30.

Como consultar a situação do pedido?

As empresas podem consultar as informações sobre a opção pelo Simples Nacional no Portal do Simples Nacional.

Após identificar o motivo da negativa, o responsável pela empresa deve procurar o órgão indicado para resolver a pendência. Como o problema pode envolver a Receita Federal, estados ou municípios, é importante verificar a origem da irregularidade antes de iniciar a regularização.

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Polícia divulga nomes de 4 foragidos de operação que mira guerra de facções

A Polícia Civil divulgou os nomes dos 4 foragidos da Operação Decretados, que investiga a disputa entre facções criminosas por território na região de Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande.

A Polícia Civil divulgou os nomes de quatro foragidos da Operação Decretados, que apura a disputa entre PCC e Comando Vermelho em Dourados: Isadora Eduarda da Silva Duarte, Roger Fernandes Brito, Leandro Ribas de Souza e Kaio Lohan da Silva dos Santos. A ação resultou em 22 prisões e 23 mandados de busca, e entre os presos estão Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, apontados como lideranças do PCC. A investigação começou em julho e apura homicídios e ataques.

São eles: Isadora Eduarda da Silva Duarte, de 19 anos; Roger Fernandes Brito, de 21; Leandro Ribas de Souza, o “Timoio”, de 39 anos; e Kaio Lohan da Silva dos Santos, o “LK”, de 19 anos. Os 4 escaparam das buscas feitas na quarta-feira (28) e continuam na mira dos investigadores.

 

O Campo Grande News também identificou 14 investigados que estão entre os presos na operação. Dois deles, Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, já estavam recolhidos no sistema prisional e são apontados como duas das principais lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul.

A relação obtida pela reportagem inclui Anderson Ribeiro Hartkoff, Wagner Belgado Berwing, André Guilherme Rocha Barros, Luiz Fernando Henrique Oliveira Recalde, Bruno Billy Garcia Pereira, Silvio Marques Ferreira e João Henrique da Silva dos Santos Costa.

Também aparecem entre os presos Emerson Nascimento Martins, Igor Cesar Santos da Silva, Roberson Macena Mazarão, Dieyson da Silva Menezes, Fernando Gregório dos Santos da Silva, Igor Thallys Souza e Leandro Martins Benites. Os outros 8 presos não tiveram as identidades informadas.

A Polícia Civil investiga a participação dos suspeitos em organizações criminosas envolvidas em homicídios e tentativas de homicídio. A ofensiva teve como alvo integrantes do PCC e do CV (Comando Vermelho), facções que, conforme a investigação, disputam o controle de atividades criminosas na região de Dourados.

Operação

A ação policial resultou em 22 prisões, das quais 20 ocorreram por determinação judicial e duas em flagrante. Os agentes também cumpriram 23 mandados de busca e apreensão em Dourados e outras localidades. A operação mobilizou equipes de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

As investigações começaram em julho deste ano, quando a SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia Regional de Dourados passou a apurar a sequência de ataques atribuídos à rivalidade entre as facções. Durante 4 meses, os policiais reuniram informações sobre a estrutura dos grupos, a participação dos integrantes e a organização das ações criminosas.

O trabalho identificou suspeitos de exercer funções de comando, organizar ataques, executar homicídios e tentativas de homicídio, fornecer armas e prestar apoio logístico. Segundo a Polícia Civil, os investigados atuavam em diferentes níveis das organizações, inclusive de dentro de unidades prisionais.

Lideranças nos presídios

A identificação de Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza chama atenção pela posição que ambos ocupam, segundo a investigação, na estrutura do PCC em Mato Grosso do Sul. Os dois já estavam presos, mas passaram a figurar entre os alvos das novas ordens judiciais.

Na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), os policiais cumpriram 7 mandados de prisão preventiva e fizeram buscas em três celas. A investigação aponta que integrantes das facções continuavam a participar da organização e coordenação de ataques, mesmo sob custódia do Estado.

Em Campo Grande, o GOI (Grupo de Operações e Investigações) cumpriu 1 mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão no Estabelecimento Penal Jair Ferreira Carvalho, conhecido como Máxima.

Prisões em flagrante

Durante as buscas, os policiais também encontraram uma arma de fogo e aproximadamente 1,8 quilo de maconha. As apreensões resultaram em duas prisões que não faziam parte dos mandados preventivos.

Em uma residência, os agentes localizaram uma arma de uso permitido que o padrasto de um dos investigados mantinha irregularmente. O homem foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo.

Em outro endereço, as equipes encontraram quatro tabletes de maconha, que somavam aproximadamente 1,8 quilo. Os policiais prenderam um investigado por tráfico de drogas.

A força-tarefa reuniu equipes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e de outras unidades policiais.

Também participaram as equipes da SIG de Ponta Porã, Fátima do Sul e Naviraí, das delegacias de Dourados, da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Polícia Civil de Mato Grosso..

Por Helio de Freitas, de Dourados..

campoograndenews

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Menor de 16 anos pilotando moto em alta velocidade é apreendido pela PM

Uma ocorrência de direção perigosa e condução de veículo por pessoa sem CNH foi registrada às 19h21 do dia 24 de outubro, mobilizando equipes de patrulhamento. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 27 de outubro.

A guarnição flagrou uma motocicleta Honda Titan (de cor azul, com placas de Cassilândia) transitando em velocidade incompatível pela rua Antônio Paulino. O condutor — um adolescente de 16 anos de idade — desobedeceu a sinalização de parada obrigatória e empreendeu fuga. Após acompanhamento tático, os policiais emparelharam a viatura na rua Domingo Souza da França e forçaram a parada do menor. A motocicleta foi apreendida ao Detran e o jovem levado à delegacia acompanhado de seus responsáveis.

Cassilandia Noticias

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Carreta carregada com algodão tomba às margens da BR-163 e pega fogo

Carreta carregada com algodão tombou e pegou fogo entre Coxim e Sonora no km 773 da BR-163, no final da tarde desta quinta-feira (29). De acordo com informações, o veículo seguia sentido Sonora a Coxim, quando tombou às margens da rodovia e começou a pegar fogo.

O motorista, de 44 anos, foi socorrido por equipe da concessionária Motiva Pantanal e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Regional Álvaro Fontoura, em Coxim. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.

Mais de 10 mil litros de água já foram utilizados na contenção das chamas, mas o incêndio ainda não havia sido controlado, conforme o Coxim Agora. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também foi acionada. As circunstâncias do acidente são apuradas.

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Chapadão do Sul: Após dois anos seguidos de prejuízo, Sindicato Rural cancela Exposul 2027

Edição de 2026 da Exposul, realizada em junho, em Chapadão do Sul. Feira terminou com prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil, contribuindo para a decisão de cancelar o evento em 2027 (Foto: Sindicato Rural de Chapadão do Sul)

O Sindicato Rural de Chapadão do Sul decidiu cancelar a 33ª edição da Exposul (Exposição Agropecuária de Chapadão do Sul), prevista para 2027. A decisão foi tomada por unanimidade pela diretoria, após dois anos consecutivos de resultados financeiros negativos, que somaram aproximadamente R$ 290 mil em prejuízos. O aumento dos cachês artísticos, a redução do número de expositores e as dificuldades para captar patrocínios estão entre os principais motivos.

Em entrevista ao Campo Grande News, o presidente do Sindicato Rural, Gilberto Antonio Mosena, conhecido como Giba, explicou que a edição de 2026, realizada de 3 a 7 de junho, terminou com prejuízo de aproximadamente R$ 200 mil. Em 2025, as perdas haviam sido de cerca de R$ 90 mil.

Segundo ele, os custos para realizar a feira cresceram significativamente, sobretudo em razão das atrações musicais. Shows que anteriormente custavam cerca de R$ 300 mil passaram a exigir investimentos próximos de R$ 1 milhão.

Para 2027, a estimativa era gastar aproximadamente R$ 2,2 milhões somente com a contratação dos shows. Ao acrescentar despesas com arquibancadas, camarotes e demais estruturas, o orçamento total poderia chegar a R$ 3,2 milhões ou R$ 3,4 milhões.

A época de realização da Exposul também influencia os custos. Tradicionalmente promovida no meio do ano, a feira coincide com o período das festas juninas no Nordeste, quando aumenta a procura por artistas sertanejos e outros nomes de destaque nacional.

Outro fator apontado pelo presidente foi a dificuldade de conciliar os custos da programação com as expectativas do público. Embora parte dos shows seja oferecida gratuitamente, há reclamações sobre preços de ingressos, atrações escolhidas e estrutura. “O pessoal reclama do show, reclama que a entrada é cara, que o show não é bom. São muitas críticas”, relatou.

Sindicato rejeita recursos públicos para contratação de shows

Mosena ressaltou que a decisão não tem motivação política. Segundo ele, a atual diretoria adotou como princípio não utilizar recursos públicos para custear apresentações artísticas, embora mantenha parcerias institucionais para outras atividades. “Não tem nada de política. Nós, da diretoria, temos uma posição de não ter dinheiro público no evento para shows. Temos parcerias para outras iniciativas, não para shows”, afirmou.

O dirigente também disse ser contrário à utilização de recursos que poderiam ser aplicados em áreas essenciais, como a saúde, para financiar apresentações musicais de alto custo. Para ele, a contratação de artistas em ascensão, com cachês mais acessíveis, seria uma alternativa mais compatível com a realidade financeira do evento.

A preocupação com os custos se soma às incertezas para a captação de patrocinadores em 2027. Segundo Mosena, o cenário econômico do agronegócio e as mudanças decorrentes da reforma tributária tornam mais difícil planejar uma nova edição.

O presidente destacou ainda que a feira perdeu expositores em 2026, reduzindo uma das fontes de sustentação financeira do evento.

Pausa será utilizada para melhorias no parque

O cancelamento não significa o encerramento definitivo da Exposul. A diretoria pretende aproveitar a pausa em 2027 para realizar melhorias no Parque de Exposições e manter atividades tradicionais do Sindicato Rural, como a cavalgada.

Entre as intervenções previstas estão adequações nas redes de água e esgoto, além de melhorias na infraestrutura para ampliar a segurança e o conforto do público. Os investimentos serão definidos conforme as necessidades do parque e a disponibilidade de recursos, sem relação direta com o orçamento estimado para a realização da feira.

A entidade também pretende manter eventos como a cavalgada e fortalecer suas atividades de formação profissional, realizadas em parceria com o Senar/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

“O forte do sindicato não é a Exposul. É promover, em parceria com o Senar/MS e a Famasul, cursos e capacitações. O sindicato está lá para isso. A Exposul seria a cereja do bolo”, afirmou Mosena.

A expectativa é avaliar a retomada da exposição em 2028, caso haja melhora nas condições econômicas, retorno de patrocinadores e expositores e redução dos custos de contratação de atrações artísticas.

Em nota oficial divulgada em 28 de outubro, o Sindicato Rural classificou a decisão como uma das mais difíceis de sua história e destacou que a preservação do patrimônio da entidade e dos associados deve prevalecer sobre o desejo de manter a tradição. “Não podemos permitir que a emoção se sobreponha à responsabilidade”, afirma o comunicado.

Para Mosena, a suspensão é uma medida de prudência financeira, necessária para evitar que novos prejuízos comprometam as atividades permanentes do sindicato. A diretoria espera que a pausa permita reorganizar o evento e criar condições para que a Exposul retorne em 2028 com uma estrutura melhor e maior sustentabilidade financeira.

Campo Grande News

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Cassilândia: Imasul autoriza abertura de poço artesiano para abastecimento de água

Imasul notifica 25 produtores rurais e empresas por irregularidades ambientaisImasul. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) emitiu uma série de autorizações de uso de recursos hídricos, concedendo direito de captação superficial e perfuração de poços artesianos subterrâneos em municípios do Estado. As licenças abrangem desde o uso de água para o consumo humano, até os empreendimentos produtivos.

A lista foi publicada no DOE (Diário Oficial Eletrônico) desta segunda-feira (26). O documento foi oficializado pelo diretor-presidente da autarquia, André Borges Barros de Araújo.

Autorizações abrangem indústria e rodovias

As deliberações do Imasul também contemplam a perfuração de poço pela Concessionária Rodovia da Integração SPE S.A. em Nova Alvorada do Sul e liberações para atividades industriais em Bataguassu e frigorífico em Cassilândia. Os processos avaliam a vazão permitida para evitar o rebaixamento dos lençóis freáticos.

Confira a lista das propriedades:

Midiamax
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Cassilândia: Homem é preso com potes de Nutella na cueca

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)

A Polícia Militar de Cassilândia efetuou a prisão em flagrante de um indivíduo de 29 anos de idade — já com amplo histórico de registros criminais — após o autor furtar mercadorias e escondê-las em suas roupas íntimas. A ocorrência foi registrada por volta das 12h da última quarta-feira (28/10), no centro da cidade. A informação é do Sargento Magalhães, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, nesta quinta-feira, 29 de outubro.

A guarnição policial foi solicitada a comparecer a um supermercado central para averiguar uma bicicleta de cor azul cujas características eram semelhantes às de um veículo furtado no dia 26. Após a verificação do número de série, os policiais constataram que não se tratava da bicicleta furtada. No entanto, o homem de 29 anos de idade que havia chegado ao local pedalando o veículo saiu do interior do estabelecimento e, ao visualizar a viatura militar, demonstrou extremo nervosismo e suspeição.

A revista e a resistência à prisão

Diante da atitude suspeita, a equipe policial realizou a abordagem e a busca pessoal no cidadão. Para a surpresa dos policiais, durante a revista íntima foram encontrados dois potes do creme de avelã Nutella (de 140 gramas cada) escondidos no interior de sua cueca. Ao receber voz de prisão pelo crime de furto, o autor reagiu com violência e ofereceu resistência física, sendo necessária a intervenção e o apoio de agentes da Polícia Civil que passavam pelo local para contê-lo e algemá-lo. O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para a lavratura do auto de prisão em flagrante.

Cassilândia Notícias

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Simples Nacional: termina hoje prazo para regularizar pendências

Simples Nacional: empresas do PI têm até 30 de setembro para escolher novo modelo de tributação – Crédito: Divulgação

Microempresas e empresas de pequeno porte que pediram para ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 têm até esta sexta-feira, dia 30 de outubro, para regularizar pendências que impedem sua entrada no regime tributário.

O prazo vale para as empresas que apresentaram o pedido até 15 de outubro, data-limite estabelecida pelo calendário, mas tiveram a solicitação negada por alguma irregularidade.
Para continuar o processo de ingresso no Simples Nacional, essas empresas precisam corrigir as irregularidades identificadas. Entre os problemas que podem impedir a adesão estão dívidas tributárias e pendências cadastrais.

As mudanças no calendário foram estabelecidas pela Resolução CGSN nº 194/2026, que antecipou os prazos para adesão ao Simples Nacional em 2027. O objetivo é permitir que as empresas regularizem sua situação antes do início do próximo ano e saibam com antecedência se poderão fazer parte do regime tributário.

O dia 30 de outubro também é o prazo final para que empresas que já fazem parte do Simples Nacional optem por pagar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), criados pela reforma tributária, pelo regime regular de tributação.

Essa opção, porém, é um procedimento diferente da regularização de pendências para entrar no Simples Nacional.

Quem precisa regularizar as pendências?

O prazo vale para as empresas que pediram para ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 até 15 de outubro, mas tiveram a solicitação negada por não cumprir algum dos requisitos exigidos.

A empresa deve consultar a situação do pedido para descobrir o motivo da negativa e saber o que precisa fazer para regularizar sua situação. Dependendo do caso, o problema pode envolver dívidas ou irregularidades junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.
É importante identificar qual órgão é responsável pela pendência, pois a regularização deve ser feita diretamente com ele. Resolver uma irregularidade, porém, não significa que a empresa já tenha cumprido todos os requisitos para entrar no Simples Nacional.

O que acontece com quem não regularizar?

As empresas que não regularizarem sua situação até 30 de outubro podem ficar impedidas de ingressar no Simples Nacional em 1º de janeiro de 2027.

O prazo de regularização não permite apresentar um novo pedido de adesão. Ele vale apenas para as empresas que fizeram a solicitação dentro do prazo e precisam corrigir as irregularidades identificadas na análise.

Por isso, quem não solicitou a adesão até 15 de outubro não poderá fazer um novo pedido para 2027 durante o período de regularização, que termina no dia 30.

Como consultar a situação do pedido?

As empresas podem consultar as informações sobre a opção pelo Simples Nacional no Portal do Simples Nacional.

Após identificar o motivo da negativa, o responsável pela empresa deve procurar o órgão indicado para resolver a pendência. Como o problema pode envolver a Receita Federal, estados ou municípios, é importante verificar a origem da irregularidade antes de iniciar a regularização.

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Polícia divulga nomes de 4 foragidos de operação que mira guerra de facções

A Polícia Civil divulgou os nomes dos 4 foragidos da Operação Decretados, que investiga a disputa entre facções criminosas por território na região de Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande.

A Polícia Civil divulgou os nomes de quatro foragidos da Operação Decretados, que apura a disputa entre PCC e Comando Vermelho em Dourados: Isadora Eduarda da Silva Duarte, Roger Fernandes Brito, Leandro Ribas de Souza e Kaio Lohan da Silva dos Santos. A ação resultou em 22 prisões e 23 mandados de busca, e entre os presos estão Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, apontados como lideranças do PCC. A investigação começou em julho e apura homicídios e ataques.

São eles: Isadora Eduarda da Silva Duarte, de 19 anos; Roger Fernandes Brito, de 21; Leandro Ribas de Souza, o “Timoio”, de 39 anos; e Kaio Lohan da Silva dos Santos, o “LK”, de 19 anos. Os 4 escaparam das buscas feitas na quarta-feira (28) e continuam na mira dos investigadores.

 

O Campo Grande News também identificou 14 investigados que estão entre os presos na operação. Dois deles, Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza, já estavam recolhidos no sistema prisional e são apontados como duas das principais lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul.

A relação obtida pela reportagem inclui Anderson Ribeiro Hartkoff, Wagner Belgado Berwing, André Guilherme Rocha Barros, Luiz Fernando Henrique Oliveira Recalde, Bruno Billy Garcia Pereira, Silvio Marques Ferreira e João Henrique da Silva dos Santos Costa.

Também aparecem entre os presos Emerson Nascimento Martins, Igor Cesar Santos da Silva, Roberson Macena Mazarão, Dieyson da Silva Menezes, Fernando Gregório dos Santos da Silva, Igor Thallys Souza e Leandro Martins Benites. Os outros 8 presos não tiveram as identidades informadas.

A Polícia Civil investiga a participação dos suspeitos em organizações criminosas envolvidas em homicídios e tentativas de homicídio. A ofensiva teve como alvo integrantes do PCC e do CV (Comando Vermelho), facções que, conforme a investigação, disputam o controle de atividades criminosas na região de Dourados.

Operação

A ação policial resultou em 22 prisões, das quais 20 ocorreram por determinação judicial e duas em flagrante. Os agentes também cumpriram 23 mandados de busca e apreensão em Dourados e outras localidades. A operação mobilizou equipes de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

As investigações começaram em julho deste ano, quando a SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia Regional de Dourados passou a apurar a sequência de ataques atribuídos à rivalidade entre as facções. Durante 4 meses, os policiais reuniram informações sobre a estrutura dos grupos, a participação dos integrantes e a organização das ações criminosas.

O trabalho identificou suspeitos de exercer funções de comando, organizar ataques, executar homicídios e tentativas de homicídio, fornecer armas e prestar apoio logístico. Segundo a Polícia Civil, os investigados atuavam em diferentes níveis das organizações, inclusive de dentro de unidades prisionais.

Lideranças nos presídios

A identificação de Emerson Nascimento Martins e Igor Thallys Souza chama atenção pela posição que ambos ocupam, segundo a investigação, na estrutura do PCC em Mato Grosso do Sul. Os dois já estavam presos, mas passaram a figurar entre os alvos das novas ordens judiciais.

Na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), os policiais cumpriram 7 mandados de prisão preventiva e fizeram buscas em três celas. A investigação aponta que integrantes das facções continuavam a participar da organização e coordenação de ataques, mesmo sob custódia do Estado.

Em Campo Grande, o GOI (Grupo de Operações e Investigações) cumpriu 1 mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão no Estabelecimento Penal Jair Ferreira Carvalho, conhecido como Máxima.

Prisões em flagrante

Durante as buscas, os policiais também encontraram uma arma de fogo e aproximadamente 1,8 quilo de maconha. As apreensões resultaram em duas prisões que não faziam parte dos mandados preventivos.

Em uma residência, os agentes localizaram uma arma de uso permitido que o padrasto de um dos investigados mantinha irregularmente. O homem foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo.

Em outro endereço, as equipes encontraram quatro tabletes de maconha, que somavam aproximadamente 1,8 quilo. Os policiais prenderam um investigado por tráfico de drogas.

A força-tarefa reuniu equipes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e de outras unidades policiais.

Também participaram as equipes da SIG de Ponta Porã, Fátima do Sul e Naviraí, das delegacias de Dourados, da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Polícia Civil de Mato Grosso..

Por Helio de Freitas, de Dourados..

campoograndenews

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Menor de 16 anos pilotando moto em alta velocidade é apreendido pela PM

Uma ocorrência de direção perigosa e condução de veículo por pessoa sem CNH foi registrada às 19h21 do dia 24 de outubro, mobilizando equipes de patrulhamento. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 27 de outubro.

A guarnição flagrou uma motocicleta Honda Titan (de cor azul, com placas de Cassilândia) transitando em velocidade incompatível pela rua Antônio Paulino. O condutor — um adolescente de 16 anos de idade — desobedeceu a sinalização de parada obrigatória e empreendeu fuga. Após acompanhamento tático, os policiais emparelharam a viatura na rua Domingo Souza da França e forçaram a parada do menor. A motocicleta foi apreendida ao Detran e o jovem levado à delegacia acompanhado de seus responsáveis.

Cassilandia Noticias

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Carreta carregada com algodão tomba às margens da BR-163 e pega fogo

Carreta carregada com algodão tombou e pegou fogo entre Coxim e Sonora no km 773 da BR-163, no final da tarde desta quinta-feira (29). De acordo com informações, o veículo seguia sentido Sonora a Coxim, quando tombou às margens da rodovia e começou a pegar fogo.

O motorista, de 44 anos, foi socorrido por equipe da concessionária Motiva Pantanal e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Regional Álvaro Fontoura, em Coxim. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.

Mais de 10 mil litros de água já foram utilizados na contenção das chamas, mas o incêndio ainda não havia sido controlado, conforme o Coxim Agora. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também foi acionada. As circunstâncias do acidente são apuradas.

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