Pai e filha de 1 ano morrem em acidente entre carro e caminhão na BR-163

Um jovem de 23 anos e sua filha, de 1 ano, morreram em um acidente entre o carro que ocupavam e um caminhão na manhã deste domingo (1º), na BR-163, em Sonora, a 361 quilômetros de Campo Grande.
O carro onde estavam pai e filha teria batido contra um caminhão carregado com pluma de algodão, no km 821 da rodovia. A colisão aconteceu logo após o jovem deixar sua esposa no trabalho, em um posto de combustíveis às margens da BR-163.
De acordo com o site Edição MS, o jovem morreu ainda no local. A bebê foi socorrida ao hospital, mas morreu durante o atendimento médico. Ela completaria 2 anos no próximo mês.
Devido ao acidente, o caminhão tombou sobre a pista e a carga de pluma de algodão ficou espalhada, provocando a interdição total da BR-163 nos dois sentidos. A Motiva Pantanal, que administra a rodovia, foi acionada às 6h59 da manhã e afirmou que há uma vítima em óbito, uma grave e outra em estado moderado.
Aos condutores que trafegam pelo trecho, a BR-163 está interditada e com congestionamento de 3 quilômetros no sentido norte e 6 quilômetros no sentido sul. Portanto, é necessário redobrar a atenção ao passar pela rodovia.

Midiamax
Do posto ao supermercado, novo ICMS pode pesar no bolso em MS

Frentista de posto de combustíveis abastece caminhão
A partir de 1º de fevereiro de 2027, o ICMS sobre combustíveis aumentará em Mato Grosso do Sul: 7 centavos por litro de gasolina, 13 centavos no diesel e 7 centavos por quilo de gás de cozinha. Se o reajuste for repassado integralmente, um tanque de 50 litros custará 3,50 reais a mais, e um botijão de 13 quilos, 91 centavos. O diesel pode elevar custos de frete e pressionar preços, mas os valores finais dependerão de outros fatores do mercado.
Na prática, se a diferença for integralmente repassada ao consumidor, abastecer um tanque de 50 litros de gasolina custará R$ 3,50 a mais, enquanto o botijão de gás de 13 quilos terá acréscimo de R$ 0,91.
A mudança ocorre em um mercado que já enfrenta oscilações de preços ao longo de 2026. Em outubro, levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), divulgado pelo Campo Grande News, mostrou que a gasolina comum custava, em média, R$ 6,28 em Campo Grande e R$ 6,42 no Estado. Em Dourados, o litro chegou a R$ 7,29.
Considerando apenas o impacto do novo imposto, o preço médio de R$ 6,28 registrado na Capital passaria para R$ 6,35. Um abastecimento de 50 litros, que custaria R$ 314 nesse patamar, subiria para R$ 317,50. Para um motorista que consome 150 litros por mês, a diferença seria de R$ 10,50 mensais ou R$ 126 ao longo de um ano.
Os valores são simulações feitas pela reportagem, com base nos preços de outubro e não representam previsão para fevereiro. Até lá, as cotações poderão sofrer alterações por fatores como preço do petróleo, câmbio, custos de distribuição e margens comerciais.
Impacto no diesel – O maior aumento tributário será aplicado ao diesel, que passará de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, diferença de R$ 0,13. Para um caminhão abastecido com 200 litros, o acréscimo potencial será de R$ 26 por abastecimento.
Em Mato Grosso do Sul, o impacto merece atenção pela importância do transporte rodoviário para o escoamento da produção agropecuária e o abastecimento das cidades. O aumento do diesel pode pressionar o custo do frete e, dependendo da capacidade das empresas de absorver essa despesa, chegar aos preços de alimentos e outros produtos.
Dados da ANP também publicados pelo Campo Grande News em julho mostram que o diesel respondeu por 61,18% de todos os combustíveis comercializados no Estado entre janeiro e maio de 2026. Foram 859,7 milhões de litros, volume 5,76% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
A elevação dos custos de transporte já havia preocupado o setor ao longo deste ano. Em abril, reportagem do jornal mostrou que o diesel acumulou alta de 20,85% em Campo Grande em pouco mais de um mês, em meio aos efeitos da guerra no Oriente Médio. Na ocasião, representantes do setor de logística alertaram para possíveis reflexos sobre fretes, inflação e abastecimento.
Quanto pode aumentar? – As novas alíquotas foram aprovadas pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) e produzirão efeitos a partir de 1º de fevereiro de 2027. Na gasolina, o imposto passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, aumento de R$ 0,07, equivalente a 4,46%. No diesel, a cobrança subirá de R$ 1,17 para R$ 1,30, alta de 11,11%.
Para o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), utilizado nos botijões de cozinha, o imposto aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, diferença de 4,76%. Na prática, caso os reajustes sejam integralmente transferidos aos preços finais, o impacto será de:
R$ 2,80 a mais para abastecer 40 litros de gasolina;
R$ 3,50 a mais para abastecer 50 litros de gasolina;
R$ 10,50 adicionais para consumir 150 litros de gasolina por mês;
R$ 26 a mais para abastecer 200 litros de diesel;
R$ 0,91 a mais na compra de um botijão de gás de 13 quilos.
O aumento do imposto, entretanto, não significa que os combustíveis terão reajuste automático nesses valores. Os preços finais dependem de diferentes componentes da cadeia de comercialização.

Do posto ao supermercado, novo ICMS pode pesar no bolso em MS
Gás de cozinha – No orçamento doméstico, o gás de cozinha também poderá ficar mais caro. Embora o aumento tributário corresponda a menos de R$ 1 por botijão de 13 quilos, o produto já enfrentou pressões de preços em 2026.
Em março, o Sinergás (Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste) alertou para a possibilidade de reajuste entre R$ 5 e R$ 8 por botijão em Mato Grosso do Sul, em razão dos custos do diesel e da instabilidade internacional.
O mercado também registrou redução no consumo. Conforme levantamento da ANP publicado pelo Campo Grande News, as vendas de botijões de 13 quilos no Estado somaram 30.443 toneladas entre janeiro e maio, menor volume para o período desde 2018.
Entenda por que o combustível vai aumentar – A atualização foi aprovada pelo Confaz por meio dos convênios ICMS 127/2026 e 128/2026, publicados na última quarta-feira (28). A medida segue a Lei Complementar 192/2022, que estabeleceu um modelo de tributação dos combustíveis com valores fixos por litro ou quilo, conhecido como alíquota ad rem.
Diferentemente de outros produtos, cuja tributação costuma ser calculada como percentual do preço, o ICMS sobre esses combustíveis é cobrado em valor fixo por unidade, com alíquotas uniformes no País.
O Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) informou que a atualização atende à legislação federal e acompanha a evolução dos preços dos combustíveis.
O órgão também destacou a instabilidade internacional dos derivados de petróleo e informou que os estados estudam alternativas relacionadas à atualização do imposto sobre o diesel.
A decisão ocorre poucas semanas depois de o governo federal anunciar a suspensão temporária de tributos sobre a gasolina. Em 9 de outubro, foram zeradas por 30 dias as alíquotas de PIS/Pasep, Cofins e Cide-Combustíveis, medida que representou redução tributária de R$ 0,89 por litro e poderia ser prorrogada.
Enquanto o governo federal adotou medidas emergenciais para conter a alta dos combustíveis, os estados aprovaram a atualização do ICMS prevista para 2027. As decisões envolvem tributos diferentes e não permitem antecipar qual será o preço nas bombas quando as novas alíquotas estaduais começarem a vale.
Guilherme Cavalcante / Campo Grande News
Homem invade casa, estupra mulher na frente dos filhos e é preso após buscas

Crime aconteceu durante uma invasão a uma casa no bairro Universitário. Suspeito fugiu para uma área de mata, mas foi encontrado pela Polícia Militar em outro endereço
Um homem foi preso, suspeito de estuprar uma mulher durante uma invasão a uma casa no bairro Universitário, em Campo Grande. O crime aconteceu na presença dos dois filhos da vítima, uma criança de 5 anos e um bebê de apenas 2 meses.
Segundo informações da Polícia Militar, após o crime, o suspeito fugiu a pé em direção a uma área de mata. Policiais do Batalhão de Choque fizeram buscas na região, mas não conseguiram encontrá-lo inicialmente.
As equipes continuaram as diligências e receberam informações de que o homem estaria morando em outro endereço. Ele foi localizado na varanda de uma casa, na presença de familiares, e preso.
De acordo com a ocorrência, o suspeito estava ferido após uma luta corporal com o marido da vítima, que interveio para defender a família.
Após a prisão, o homem foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Almeida para receber atendimento médico. Em seguida, foi transferido para a Santa Casa.
O caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que ficará responsável pelas providências legais.
Mirian Machado, g1 MS — Foto: Batalhão de Choque
Cassilândia Urgente: Hotel Paraíso dos Sonhos, onde você encontra conforto pagando menos
Um bom hotel com a diária que cabe no seu bolso.
Conforto e atendimento familiar por um precinho que você não vai acreditar.
Esse hotel existe em Cassilândia.
Trata-se do Hotel Paraíso dos Sonhos, localizado estrategicamente na Área de Lazer.
Venha hospedar-se aqui.
Em frente a Área de Lazer.
67 99872-7580 e 67 98154-1360.

Hotel Paraíso dos Sonhos
MS tem previsão de tempestades e chuva acima de 40 mm neste domingo

Chuva em Campo Grande Chuva em Campo Grande. (Mateus Andrade, Jornal Midiamax)
Mato Grosso do Sul deve enfrentar um período de instabilidade climática entre este domingo (1) e terça-feira (3). A previsão aponta para aumento da nebulosidade, pancadas de chuva e possibilidade de tempestades em diferentes regiões do Estado, principalmente durante o feriado de Finados.
Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), a combinação de calor, umidade elevada e sistemas de baixa pressão atmosférica deve favorecer a formação de áreas de instabilidade, aumentando as condições para ocorrência de chuvas e tempestades em diversas regiões do Estado.
Entre domingo (1) e segunda-feira (2), a previsão é de chuva moderada a forte, acompanhada de raios, ventos intensos e possibilidade de granizo.
As regiões Sul, Sudoeste e Sudeste devem registrar os maiores volumes de chuva, podendo ultrapassar 40 milímetros em 24 horas. A segunda-feira (2) deve concentrar os maiores acumulados.
Calor volta a ganhar força na terça-feira
Na terça-feira (3), a tendência é de melhora nas condições do tempo, especialmente nas regiões Pantaneira, Central e Norte do Estado. Nessas localidades, a redução da instabilidade deve favorecer a elevação das temperaturas.
Ventos fortes e risco de alagamentos
Outro fator que exige atenção é a intensidade dos ventos. A previsão indica predominância de ventos do quadrante norte, com velocidades entre 50 e 60 km/h. Em alguns pontos, as rajadas podem superar os 70 km/h e chegar a 80 km/h ou mais.
Diante dos volumes elevados de chuva previstos, há risco de alagamentos, enxurradas e elevação rápida do nível de rios e córregos, principalmente em áreas historicamente vulneráveis.
A orientação é que a população acompanhe as atualizações meteorológicas e redobre os cuidados durante as tempestades, evitando áreas alagadas e locais próximos a córregos e cursos d’água. Midiamax
Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
Homem foragido da Justiça é preso pela Polícia Militar em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
Um homem de 41 anos, que estava foragido da Justiça, foi preso pela Polícia Militar durante patrulhamento na Rua Amazonas, em Cassilândia.
A abordagem aconteceu por volta das 21h38 de quarta-feira (28). Segundo informações da Polícia Militar, os policiais reconheceram o homem e já tinham conhecimento da existência de um mandado de prisão em aberto contra ele pelo crime de desobediência a decisão judicial.
Durante a abordagem, o acusado foi informado sobre a ordem judicial e não ofereceu resistência à prisão. Em seguida, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia, onde permaneceu à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais e posterior transferência ao estabelecimento penal. Cassilândia Notícias
Homem que matou companheira e filha e queimou corpos tem pena mantida pelo TJMS

Vanessa Eugênio, de 23 anos, e sua filha, Sophie Eugênio, de 10 meses. (Reprodução, Redes Sociais)
A condenação de João Augusto Borges de Almeida, de 22 anos, por matar a companheira, Vanessa Eugênio Medeiros, de 23 anos, e a filha do casal, Sophie Eugênio Borges, de apenas 10 meses, foi mantida pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Depois de assassinar as duas, ele colocou os corpos no porta-malas de um carro, levou as vítimas até uma área isolada e ateou fogo. A pena é de 67 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (29), durante julgamento dos recursos apresentados pelo Ministério Público, pela assistência de acusação e pela defesa. Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal rejeitou os pedidos e manteve a condenação estabelecida pelo Tribunal do Júri.
João Augusto foi condenado por dois feminicídios e dois crimes de ocultação de cadáver. Além da prisão, a sentença prevê o pagamento de 166 dias-multa.
Segundo a denúncia, os assassinatos aconteceram em 26 de maio de 2025, em Campo Grande. Na ocasião, o casal discutiu enquanto a bebê estava deitada na cama do quarto. João Augusto asfixiou Vanessa e, em seguida, matou Sophie.
Ainda conforme o processo, depois de cometer os crimes, ele colocou os corpos no porta-malas do veículo, comprou gasolina em um posto e seguiu até um local afastado, onde ateou fogo nas vítimas.
Julgamento
No recurso, a defesa pediu a anulação do julgamento do Tribunal do Júri, alegando, entre outros pontos, irregularidades na apresentação de documentos durante a sessão e a necessidade de avaliação da saúde mental do réu. Também contestou a classificação da morte da bebê como feminicídio, além de qualificadoras reconhecidas no assassinato de Vanessa.
Os desembargadores rejeitaram os argumentos. Sobre a morte de Sophie, o Tribunal entendeu que o assassinato ocorreu no mesmo contexto de violência doméstica e familiar contra Vanessa, como extensão da violência praticada contra a mãe.
Em relação a Vanessa, foram mantidas as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou sua defesa. O acórdão aponta que a vítima foi morta por asfixia e que o ataque ocorreu de maneira inesperada, impedindo uma reação efetiva.
A defesa também questionou a condenação por dois crimes de ocultação de cadáver, mas o Tribunal manteve o entendimento de que houve dois delitos, já que eram duas vítimas e dois corpos.
O Ministério Público e a assistência de acusação também recorreram, pedindo o aumento das penas. Os desembargadores, porém, entenderam que não havia fundamentos concretos para elevar a punição.
Vicaricídio
O caso também permite contextualizar uma mudança recente na legislação brasileira sobre violência contra a mulher. Em abril de 2026, foi sancionada a Lei nº 15.384, que incluiu a violência vicária entre as formas de violência doméstica e familiar e criou o crime de vicaricídio.
A tipificação ocorre quando alguém mata um filho, outro descendente, ascendente, dependente ou pessoa sob responsabilidade direta de uma mulher com a finalidade específica de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela, no contexto de violência doméstica e familiar.
A pena prevista é de 20 a 40 anos de reclusão, com possibilidade de aumento em situações específicas. O vicaricídio também foi incluído no rol dos crimes hediondos.
No entanto, essa classificação não se aplica ao caso de Vanessa e Sophie. Os assassinatos ocorreram em maio de 2025, antes da criação do novo tipo penal. João Augusto foi condenado por dois feminicídios, além dos dois crimes de ocultação de cadáver.
Manifestação
O advogado Lucas Brandolis, que representou a família das vítimas como assistente de acusação, afirmou que a decisão do TJMS reconhece a validade do julgamento realizado pelo Tribunal do Júri.
“O acórdão prestigia a soberania dos veredictos e reconhece que não havia fundamento jurídico para desconstituir a decisão do júri diante das provas examinadas no processo. Para a assistência da acusação, é uma resposta que reafirma a seriedade dos fatos e a importância de uma atuação judicial rigorosa, conduzida com respeito às garantias legais”, declarou.
Relembre o caso
João Augusto foi preso no dia 27 de maio do ano passado, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.
“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou-se à criança e a esganou”, explicou.
Após matar a companheira e a filha, por volta das 16 horas, durante o intervalo de almoço do suspeito, ele trabalhou normalmente no dia 26 de maio, pois, conforme disse em interrogatório, acreditava que o crime seria descoberto somente após cerca de dois dias.
Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.
Midiamax
Pai e filha de 1 ano morrem em acidente entre carro e caminhão na BR-163

Um jovem de 23 anos e sua filha, de 1 ano, morreram em um acidente entre o carro que ocupavam e um caminhão na manhã deste domingo (1º), na BR-163, em Sonora, a 361 quilômetros de Campo Grande.
O carro onde estavam pai e filha teria batido contra um caminhão carregado com pluma de algodão, no km 821 da rodovia. A colisão aconteceu logo após o jovem deixar sua esposa no trabalho, em um posto de combustíveis às margens da BR-163.
De acordo com o site Edição MS, o jovem morreu ainda no local. A bebê foi socorrida ao hospital, mas morreu durante o atendimento médico. Ela completaria 2 anos no próximo mês.
Devido ao acidente, o caminhão tombou sobre a pista e a carga de pluma de algodão ficou espalhada, provocando a interdição total da BR-163 nos dois sentidos. A Motiva Pantanal, que administra a rodovia, foi acionada às 6h59 da manhã e afirmou que há uma vítima em óbito, uma grave e outra em estado moderado.
Aos condutores que trafegam pelo trecho, a BR-163 está interditada e com congestionamento de 3 quilômetros no sentido norte e 6 quilômetros no sentido sul. Portanto, é necessário redobrar a atenção ao passar pela rodovia.

Midiamax
Do posto ao supermercado, novo ICMS pode pesar no bolso em MS

Frentista de posto de combustíveis abastece caminhão
A partir de 1º de fevereiro de 2027, o ICMS sobre combustíveis aumentará em Mato Grosso do Sul: 7 centavos por litro de gasolina, 13 centavos no diesel e 7 centavos por quilo de gás de cozinha. Se o reajuste for repassado integralmente, um tanque de 50 litros custará 3,50 reais a mais, e um botijão de 13 quilos, 91 centavos. O diesel pode elevar custos de frete e pressionar preços, mas os valores finais dependerão de outros fatores do mercado.
Na prática, se a diferença for integralmente repassada ao consumidor, abastecer um tanque de 50 litros de gasolina custará R$ 3,50 a mais, enquanto o botijão de gás de 13 quilos terá acréscimo de R$ 0,91.
A mudança ocorre em um mercado que já enfrenta oscilações de preços ao longo de 2026. Em outubro, levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), divulgado pelo Campo Grande News, mostrou que a gasolina comum custava, em média, R$ 6,28 em Campo Grande e R$ 6,42 no Estado. Em Dourados, o litro chegou a R$ 7,29.
Considerando apenas o impacto do novo imposto, o preço médio de R$ 6,28 registrado na Capital passaria para R$ 6,35. Um abastecimento de 50 litros, que custaria R$ 314 nesse patamar, subiria para R$ 317,50. Para um motorista que consome 150 litros por mês, a diferença seria de R$ 10,50 mensais ou R$ 126 ao longo de um ano.
Os valores são simulações feitas pela reportagem, com base nos preços de outubro e não representam previsão para fevereiro. Até lá, as cotações poderão sofrer alterações por fatores como preço do petróleo, câmbio, custos de distribuição e margens comerciais.
Impacto no diesel – O maior aumento tributário será aplicado ao diesel, que passará de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, diferença de R$ 0,13. Para um caminhão abastecido com 200 litros, o acréscimo potencial será de R$ 26 por abastecimento.
Em Mato Grosso do Sul, o impacto merece atenção pela importância do transporte rodoviário para o escoamento da produção agropecuária e o abastecimento das cidades. O aumento do diesel pode pressionar o custo do frete e, dependendo da capacidade das empresas de absorver essa despesa, chegar aos preços de alimentos e outros produtos.
Dados da ANP também publicados pelo Campo Grande News em julho mostram que o diesel respondeu por 61,18% de todos os combustíveis comercializados no Estado entre janeiro e maio de 2026. Foram 859,7 milhões de litros, volume 5,76% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
A elevação dos custos de transporte já havia preocupado o setor ao longo deste ano. Em abril, reportagem do jornal mostrou que o diesel acumulou alta de 20,85% em Campo Grande em pouco mais de um mês, em meio aos efeitos da guerra no Oriente Médio. Na ocasião, representantes do setor de logística alertaram para possíveis reflexos sobre fretes, inflação e abastecimento.
Quanto pode aumentar? – As novas alíquotas foram aprovadas pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) e produzirão efeitos a partir de 1º de fevereiro de 2027. Na gasolina, o imposto passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, aumento de R$ 0,07, equivalente a 4,46%. No diesel, a cobrança subirá de R$ 1,17 para R$ 1,30, alta de 11,11%.
Para o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), utilizado nos botijões de cozinha, o imposto aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, diferença de 4,76%. Na prática, caso os reajustes sejam integralmente transferidos aos preços finais, o impacto será de:
R$ 2,80 a mais para abastecer 40 litros de gasolina;
R$ 3,50 a mais para abastecer 50 litros de gasolina;
R$ 10,50 adicionais para consumir 150 litros de gasolina por mês;
R$ 26 a mais para abastecer 200 litros de diesel;
R$ 0,91 a mais na compra de um botijão de gás de 13 quilos.
O aumento do imposto, entretanto, não significa que os combustíveis terão reajuste automático nesses valores. Os preços finais dependem de diferentes componentes da cadeia de comercialização.

Do posto ao supermercado, novo ICMS pode pesar no bolso em MS
Gás de cozinha – No orçamento doméstico, o gás de cozinha também poderá ficar mais caro. Embora o aumento tributário corresponda a menos de R$ 1 por botijão de 13 quilos, o produto já enfrentou pressões de preços em 2026.
Em março, o Sinergás (Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste) alertou para a possibilidade de reajuste entre R$ 5 e R$ 8 por botijão em Mato Grosso do Sul, em razão dos custos do diesel e da instabilidade internacional.
O mercado também registrou redução no consumo. Conforme levantamento da ANP publicado pelo Campo Grande News, as vendas de botijões de 13 quilos no Estado somaram 30.443 toneladas entre janeiro e maio, menor volume para o período desde 2018.
Entenda por que o combustível vai aumentar – A atualização foi aprovada pelo Confaz por meio dos convênios ICMS 127/2026 e 128/2026, publicados na última quarta-feira (28). A medida segue a Lei Complementar 192/2022, que estabeleceu um modelo de tributação dos combustíveis com valores fixos por litro ou quilo, conhecido como alíquota ad rem.
Diferentemente de outros produtos, cuja tributação costuma ser calculada como percentual do preço, o ICMS sobre esses combustíveis é cobrado em valor fixo por unidade, com alíquotas uniformes no País.
O Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) informou que a atualização atende à legislação federal e acompanha a evolução dos preços dos combustíveis.
O órgão também destacou a instabilidade internacional dos derivados de petróleo e informou que os estados estudam alternativas relacionadas à atualização do imposto sobre o diesel.
A decisão ocorre poucas semanas depois de o governo federal anunciar a suspensão temporária de tributos sobre a gasolina. Em 9 de outubro, foram zeradas por 30 dias as alíquotas de PIS/Pasep, Cofins e Cide-Combustíveis, medida que representou redução tributária de R$ 0,89 por litro e poderia ser prorrogada.
Enquanto o governo federal adotou medidas emergenciais para conter a alta dos combustíveis, os estados aprovaram a atualização do ICMS prevista para 2027. As decisões envolvem tributos diferentes e não permitem antecipar qual será o preço nas bombas quando as novas alíquotas estaduais começarem a vale.
Guilherme Cavalcante / Campo Grande News
Homem invade casa, estupra mulher na frente dos filhos e é preso após buscas

Crime aconteceu durante uma invasão a uma casa no bairro Universitário. Suspeito fugiu para uma área de mata, mas foi encontrado pela Polícia Militar em outro endereço
Um homem foi preso, suspeito de estuprar uma mulher durante uma invasão a uma casa no bairro Universitário, em Campo Grande. O crime aconteceu na presença dos dois filhos da vítima, uma criança de 5 anos e um bebê de apenas 2 meses.
Segundo informações da Polícia Militar, após o crime, o suspeito fugiu a pé em direção a uma área de mata. Policiais do Batalhão de Choque fizeram buscas na região, mas não conseguiram encontrá-lo inicialmente.
As equipes continuaram as diligências e receberam informações de que o homem estaria morando em outro endereço. Ele foi localizado na varanda de uma casa, na presença de familiares, e preso.
De acordo com a ocorrência, o suspeito estava ferido após uma luta corporal com o marido da vítima, que interveio para defender a família.
Após a prisão, o homem foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Almeida para receber atendimento médico. Em seguida, foi transferido para a Santa Casa.
O caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que ficará responsável pelas providências legais.
Mirian Machado, g1 MS — Foto: Batalhão de Choque
Cassilândia Urgente: Hotel Paraíso dos Sonhos, onde você encontra conforto pagando menos
Um bom hotel com a diária que cabe no seu bolso.
Conforto e atendimento familiar por um precinho que você não vai acreditar.
Esse hotel existe em Cassilândia.
Trata-se do Hotel Paraíso dos Sonhos, localizado estrategicamente na Área de Lazer.
Venha hospedar-se aqui.
Em frente a Área de Lazer.
67 99872-7580 e 67 98154-1360.

Hotel Paraíso dos Sonhos
MS tem previsão de tempestades e chuva acima de 40 mm neste domingo

Chuva em Campo Grande Chuva em Campo Grande. (Mateus Andrade, Jornal Midiamax)
Mato Grosso do Sul deve enfrentar um período de instabilidade climática entre este domingo (1) e terça-feira (3). A previsão aponta para aumento da nebulosidade, pancadas de chuva e possibilidade de tempestades em diferentes regiões do Estado, principalmente durante o feriado de Finados.
Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), a combinação de calor, umidade elevada e sistemas de baixa pressão atmosférica deve favorecer a formação de áreas de instabilidade, aumentando as condições para ocorrência de chuvas e tempestades em diversas regiões do Estado.
Entre domingo (1) e segunda-feira (2), a previsão é de chuva moderada a forte, acompanhada de raios, ventos intensos e possibilidade de granizo.
As regiões Sul, Sudoeste e Sudeste devem registrar os maiores volumes de chuva, podendo ultrapassar 40 milímetros em 24 horas. A segunda-feira (2) deve concentrar os maiores acumulados.
Calor volta a ganhar força na terça-feira
Na terça-feira (3), a tendência é de melhora nas condições do tempo, especialmente nas regiões Pantaneira, Central e Norte do Estado. Nessas localidades, a redução da instabilidade deve favorecer a elevação das temperaturas.
Ventos fortes e risco de alagamentos
Outro fator que exige atenção é a intensidade dos ventos. A previsão indica predominância de ventos do quadrante norte, com velocidades entre 50 e 60 km/h. Em alguns pontos, as rajadas podem superar os 70 km/h e chegar a 80 km/h ou mais.
Diante dos volumes elevados de chuva previstos, há risco de alagamentos, enxurradas e elevação rápida do nível de rios e córregos, principalmente em áreas historicamente vulneráveis.
A orientação é que a população acompanhe as atualizações meteorológicas e redobre os cuidados durante as tempestades, evitando áreas alagadas e locais próximos a córregos e cursos d’água. Midiamax
Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
Homem foragido da Justiça é preso pela Polícia Militar em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
Um homem de 41 anos, que estava foragido da Justiça, foi preso pela Polícia Militar durante patrulhamento na Rua Amazonas, em Cassilândia.
A abordagem aconteceu por volta das 21h38 de quarta-feira (28). Segundo informações da Polícia Militar, os policiais reconheceram o homem e já tinham conhecimento da existência de um mandado de prisão em aberto contra ele pelo crime de desobediência a decisão judicial.
Durante a abordagem, o acusado foi informado sobre a ordem judicial e não ofereceu resistência à prisão. Em seguida, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia, onde permaneceu à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais e posterior transferência ao estabelecimento penal. Cassilândia Notícias
Homem que matou companheira e filha e queimou corpos tem pena mantida pelo TJMS

Vanessa Eugênio, de 23 anos, e sua filha, Sophie Eugênio, de 10 meses. (Reprodução, Redes Sociais)
A condenação de João Augusto Borges de Almeida, de 22 anos, por matar a companheira, Vanessa Eugênio Medeiros, de 23 anos, e a filha do casal, Sophie Eugênio Borges, de apenas 10 meses, foi mantida pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Depois de assassinar as duas, ele colocou os corpos no porta-malas de um carro, levou as vítimas até uma área isolada e ateou fogo. A pena é de 67 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (29), durante julgamento dos recursos apresentados pelo Ministério Público, pela assistência de acusação e pela defesa. Por unanimidade, a 1ª Câmara Criminal rejeitou os pedidos e manteve a condenação estabelecida pelo Tribunal do Júri.
João Augusto foi condenado por dois feminicídios e dois crimes de ocultação de cadáver. Além da prisão, a sentença prevê o pagamento de 166 dias-multa.
Segundo a denúncia, os assassinatos aconteceram em 26 de maio de 2025, em Campo Grande. Na ocasião, o casal discutiu enquanto a bebê estava deitada na cama do quarto. João Augusto asfixiou Vanessa e, em seguida, matou Sophie.
Ainda conforme o processo, depois de cometer os crimes, ele colocou os corpos no porta-malas do veículo, comprou gasolina em um posto e seguiu até um local afastado, onde ateou fogo nas vítimas.
Julgamento
No recurso, a defesa pediu a anulação do julgamento do Tribunal do Júri, alegando, entre outros pontos, irregularidades na apresentação de documentos durante a sessão e a necessidade de avaliação da saúde mental do réu. Também contestou a classificação da morte da bebê como feminicídio, além de qualificadoras reconhecidas no assassinato de Vanessa.
Os desembargadores rejeitaram os argumentos. Sobre a morte de Sophie, o Tribunal entendeu que o assassinato ocorreu no mesmo contexto de violência doméstica e familiar contra Vanessa, como extensão da violência praticada contra a mãe.
Em relação a Vanessa, foram mantidas as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou sua defesa. O acórdão aponta que a vítima foi morta por asfixia e que o ataque ocorreu de maneira inesperada, impedindo uma reação efetiva.
A defesa também questionou a condenação por dois crimes de ocultação de cadáver, mas o Tribunal manteve o entendimento de que houve dois delitos, já que eram duas vítimas e dois corpos.
O Ministério Público e a assistência de acusação também recorreram, pedindo o aumento das penas. Os desembargadores, porém, entenderam que não havia fundamentos concretos para elevar a punição.
Vicaricídio
O caso também permite contextualizar uma mudança recente na legislação brasileira sobre violência contra a mulher. Em abril de 2026, foi sancionada a Lei nº 15.384, que incluiu a violência vicária entre as formas de violência doméstica e familiar e criou o crime de vicaricídio.
A tipificação ocorre quando alguém mata um filho, outro descendente, ascendente, dependente ou pessoa sob responsabilidade direta de uma mulher com a finalidade específica de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela, no contexto de violência doméstica e familiar.
A pena prevista é de 20 a 40 anos de reclusão, com possibilidade de aumento em situações específicas. O vicaricídio também foi incluído no rol dos crimes hediondos.
No entanto, essa classificação não se aplica ao caso de Vanessa e Sophie. Os assassinatos ocorreram em maio de 2025, antes da criação do novo tipo penal. João Augusto foi condenado por dois feminicídios, além dos dois crimes de ocultação de cadáver.
Manifestação
O advogado Lucas Brandolis, que representou a família das vítimas como assistente de acusação, afirmou que a decisão do TJMS reconhece a validade do julgamento realizado pelo Tribunal do Júri.
“O acórdão prestigia a soberania dos veredictos e reconhece que não havia fundamento jurídico para desconstituir a decisão do júri diante das provas examinadas no processo. Para a assistência da acusação, é uma resposta que reafirma a seriedade dos fatos e a importância de uma atuação judicial rigorosa, conduzida com respeito às garantias legais”, declarou.
Relembre o caso
João Augusto foi preso no dia 27 de maio do ano passado, quando registrava boletim de ocorrência na 6ª DP (Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande), alegando desaparecimento de Vanessa e Sophie. Assim, a DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) foi acionada e passou a investigar o caso.
“Total frieza! Ele relata que aplicou um mata-leão na esposa, com um pretexto de conversar sobre o relacionamento. Ele chamou ela até o quarto e ela deixou a criança na cama com uns brinquedos. Depois, ele a chamou para conversar sobre o casamento, ele deu um mata-leão, imobilizou pelos pés também; em seguida, direcionou-se à criança e a esganou”, explicou.
Após matar a companheira e a filha, por volta das 16 horas, durante o intervalo de almoço do suspeito, ele trabalhou normalmente no dia 26 de maio, pois, conforme disse em interrogatório, acreditava que o crime seria descoberto somente após cerca de dois dias.
Logo que saiu do trabalho, às 19 horas, o homem passou em um posto de combustíveis, onde comprou R$ 16 de gasolina. Ao chegar em casa, enrolou Vanessa e a pequena Sophie em cobertores, colocou as duas no porta-malas de um carro modelo Gol, de cor preta, e foi até a região do Indubrasil. Lá, o suspeito ateou fogo na companheira e na filha.
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