Apontada como chefe de esquema, ex-presidente da Santa Casa e mais 6 viram réus

Alir Terra Lima era presidente da Santa Casa, mas renunciou após prisão. (Foto: Alex Machado)

O juiz da 5ª Vara Criminal de Campo Grande, Waldir Peixoto Barbosa, aceitou denúncia da Operação Antidotum e sete pessoas se tornaram réus por esquema de corrupção na Santa Casa, o maior hospital de Mato Grosso do Sul.

A lista tem Alir Terra Lima (que renunciou à presidência e é apontada como chefe do esquema de organização criminosa ), Jary de Carvalho e Castro (ex-vice-presidente) Rinaldo Hakme Romano (ex-diretor de Finanças), Alessandro Dias Junqueira (diretor administrativo), Paulo Guilherme Guttierrez Mariosa (diretor-adjunto de Finanças), Monique Gregório de Oliveira (responsável pelo setor de prontuários) e Maurício Aparecido Benites (empresário ligado à Redvalue Tecnologia).

Ação pede devolução de R$ 2 milhões ao SUS por contrato com mulher de humorista
Justiça manda Santa Casa entregar documentos contábeis e financeiros

A decisão é de quinta-feira (1º de outubro) e os réus têm prazo de 10 dias para apresentarem resposta à acusação. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) também pediu, novamente, a decretação da prisão de Jary Castro. Contudo, o magistrado determinou que a solicitação seja feita em outro processo.

“Quanto ao pedido de decretação da prisão preventiva do denunciado Jary Carvalho de Castro, considerando o expressivo volume destes autos, que já contavam com 3.230 páginas quando de sua formação, e a fim de preservar o regular andamento da ação penal, determino que o Ministério Público o formule em incidente processual autônomo”, diz o juiz.

Policiais na Santa Casa de Campo Grande em 11 de setembro, dia da operação. (Foto: Juliano Almeida)
Segundo a promotoria, a participação de Jary foi fundamental para a estruturação e a continuidade dos desvios investigados, bem como sua posição de destaque no âmbito da organização criminosa: ele atuou diretamente na inserção do grupo empresarial Redvalue na Santa Casa, “promovendo a aproximação dos empresários com a alta administração, articulando reuniões, repassando informações internas e viabilizando as condições necessárias à formalização e manutenção das contratações”.

Alir Terra Lima responderá pelos crimes de organização criminosa, peculato (sete vezes) e falsidade ideológica. Jary responde por organização criminosa, peculato (duas vezes) e corrupção passiva. Contra Rinaldo, as denúncias foram de organização criminosa, peculato (sete vezes), falsidade ideológica e corrupção passiva.

Alessandro, Paulo e Monique são processados por organização criminosa, peculato (sete vezes) e falsidade ideológica. Maurício responde por organização criminosa, peculato (sete vezes), falsidade ideológica e corrupção ativa.

O MPMS quer a perda de bens, de cargos e reparação mínima de R$ 1.970.850,00, considerando os elevados danos materiais sofridos pela vítima: a administração pública. Também há pedido de indenização de R$ 1.970.850,00 por danos morais coletivos.

A denúncia foi feita em 25 de setembro pelo promotor Jorge Ferreira Neto Júnior e três integrantes do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção): promotores Adriano Lobo Viana de Resende, Luciano Bordignon Conte e Humberto Lapa Ferri.

Santa Casa de Campo Grande é o maior hospital de Mato Grosso do Sul. (Foto: Juliano Almeida)
O contrato com a Redvalue Tecnologia, Administração e Serviços Ltda com o hospital era para digitalizar prontuários. Para o Ministério Público, a contratação, formalizada em 29 de outubro de 2024, foi sem estudos técnicos, termo de referência, análise de viabilidade ou demonstração de vantagem. O contrato resultou no desvio de R$ 1.971.250,00 mediante o pagamento por serviços não executados.

Divisão de funções:

Segundo  a denuncia, Alir Terra Lima  exerceria a chefia do esquema, controlando as contratações, as informações fornecidas à fiscalização e tinha a palavra final das decisões centrais.

Jary Carvalho de Castro, vice-presidente, atuaria na priorização de pagamentos à Redvalue, inclusive colocando a empresa à frente de outras obrigações, mesmo sem a correspondente prestação dos serviços.

Rinaldo Hakme Romano e Paulo Guilherme Gutierrez Mariosa, diretores financeiros, cuidariam da operacionalização administrativa e financeira dos adiantamentos e pagamentos, direcionando recursos para beneficiar a empresa.

Alessandro Dias Junqueira, diretor administrativo e fiscal do contrato, participaria da formalização e fiscalização e, junto com Monique Gregório, produziria documentação e relatórios que, segundo o relato, não refletiriam a execução efetiva dos serviços.

Policial cumpre mandado de busca na Santa Casa em 11 de setembro., (Foto: Juliano Almeida)
Maurício Aparecido Benites, ligado ao núcleo empresarial, estruturaria e acompanharia a atuação da Redvalue e receberia os recursos considerados desviados.

“A divisão de tarefas permitiu que o esquema se desenvolvesse de forma contínua e organizada, desde a preparação e formalização da contratação, passando pela fiscalização fictícia da execução, pelos atestos e autorizações de pagamento, até a elaboração posterior de mecanismos destinados a justificar e manter o contrato, assegurando a continuidade dos desvios de recursos em benefício da empresa Redvalue e de seu representante”, informa o MPMS.

Dinheiro público bancou esquema

De acordo com a denúncia do MPMS, em 21 de junho de 2021 foi celebrado convênio entre a Prefeitura de Campo Grande, SES (Secretaria Estadual de Saúde) e a Associação Beneficente Santa Casa de Campo Grande. O objetivo era repassar recursos públicos para custear despesas hospitalares e manter os serviços de saúde.

O repasse anual previsto era de R$ 286.445.360,76. O convênio foi posteriormente prorrogado e ampliado por diversos termos aditivos. Segundo a investigação, parte dessa verba, proveniente do SUS (Sistema Único de Saúde), teria sido desviada para a Redvalue, mediante pagamentos por serviços que não foram efetivamente executados.

“Corroborando a origem pública dos recursos, a própria Santa Casa mantinha controle financeiro diário por meio de planilha eletrônica, na qual eram segregados os pagamentos realizados com recursos privados daqueles efetuados com recursos provenientes do SUS. A análise desse controle demonstrou que os pagamentos destinados à Redvalue foram realizados com recursos do SUS, conforme detalhado no Relatório n. 034/2026/Gecoc. A segregação existente na planilha permite identificar, de forma objetiva, a fonte dos valores utilizados e confirma que os recursos desviados em favor da empresa tinham origem pública”.

“A Alir foi denunciada exclusivamente por ser presidente da Santa Casa. Todos os atos praticados por ela foram em conjunto com a diretoria, enquanto presidente. Não há nenhum ato ilícito praticado por ela, tanto que sequer foi denunciada por corrupção”, afirma o advogado Murilo Marques.

A defesa de Maurício Aparecido Benites afirma que os documentos juntados no pedido de liberdade comprovam que as as alegações do Ministério Público são totalmente inverídicas.

“Sequer as datas são coincidentes. A Santa Casa é entidade privada e, como tal, não utiliza ou não tem obrigação legal de utilizar a Lei de Licitação para compras ou contratação. A defesa tem total confiança que no mérito o Maurício será absolvido”, diz o advogado Fábio Leandro.

Após a operação, a defesa de Alessandro sustentou que ele sempre viveu de sua remuneração e que exercia funções técnicas sem controle sobre os órgãos de fiscalização da instituição.

Campo Grande News

 

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Execução de amigas foi registrada em chamada com 16 participantes por 4 minutos

Vitória Gabriely Souza Cordeiro (a esquerda), e Ellen Vitória Moreira da Cruz (a direita) mortas na madrugada desta quarta-feira em Rochedo (Foto: Reprodução)

A análise preliminar do celular de Luiz Carlos Vieira Rodrigues, o “Bob Esponja”, morto em confronto com a polícia após o duplo homicídio de duas jovens em Rochedo, identificou uma videochamada em grupo com 16 participantes na madrugada do crime, ocorrido em 23 de setembro. Conforme o delegado responsável pelo caso, Valmir Messias de Moura Fé, a ligação considerada mais importante pela investigação durou cerca de quatro minutos e ocorreu no horário em que as vítimas teriam sido executadas.

Entre os participantes identificados até agora está Lucas Batista Ferreira, de 20 anos, preso por suspeita de envolvimento nas mortes de Ellen Vitória Moreira da Cruz e Vitória Gabriely Souza Cordeiro, ambas de 20 anos, Luiz Carlos, autor do crime que foi morto em confronto com a Polícia Militar, e dois homens que já estão presos por outros crimes. A descoberta foi feita durante uma análise preliminar do aparelho de Luiz Carlos.

Antes de participar da execução de jovens, homem bebeu e usou drogas com vítimas
Jovens foram torturadas por 5 horas antes de serem mortas e queimadas
Conforme o delegado, houve três chamadas em grupo naquela madrugada, mas uma delas chamou a atenção por ocorrer por volta das 4h, horário considerado compatível com o momento do crime.

“Essa mais crucial”, explicou o delegado, ao detalhar que a chamada teve 16 participantes. Alguns já foram identificados nominalmente, enquanto outros ainda aparecem apenas pelos nomes cadastrados nos celulares.

Segundo o responsável pela investigação, a polícia pretende identificar todos os participantes para descobrir qual era a relação deles com Luiz Carlos, por que estavam na ligação e se havia algum vínculo com organização criminosa. Um inquérito separado será instaurado para apurar a eventual participação de outras pessoas no crime.

A duração da chamada ainda é tratada como informação preliminar. Conforme o delegado, um relatório elaborado pela investigação aponta que a ligação durou aproximadamente quatro minutos e alguns segundos. A conclusão, no entanto, depende dos laudos periciais dos quatro celulares que foram apreendidos durante as investigações.

Policia Militar e Perícia Criminal na casa onde jovens foram mortas (Foto: Juliano Almeida)
Investigação

Lucas estava na casa das vítimas antes do crime e passou parte da madrugada no imóvel. Conforme já apurado pela polícia, ele permaneceu no local enquanto bebia com Otávio, irmão de uma das jovens, além de Ellen e Vitória.

Parte do grupo deixou a residência por volta das 2h30. Cerca de meia hora depois, Luiz Carlos chegou ao imóvel e, segundo a investigação, iniciou uma discussão relacionada às drogas que estavam na casa.

A partir daí, as duas jovens foram agredidas e mortas. Lucas inicialmente tentou minimizar sua participação, mas posteriormente confessou aos investigadores que também teria ajudado na execução.

Lucas Batista Ferreira, de 20 anos, preso por participar na execução de jovens (Foto: Reprodução)
Luiz Carlos morreu durante uma abordagem policial na tarde do mesmo dia. Ele foi localizado durante as buscas pelos envolvidos e, segundo a polícia, reagiu à abordagem armado, sendo baleado por um policial da Força Tática.

Além do duplo homicídio, a investigação também apura a possível relação dos envolvidos com o tráfico de drogas e eventual participação de outras pessoas. A polícia aguarda os laudos dos aparelhos celulares para aprofundar a análise das chamadas e identificar os demais participantes.

Campo Grande News

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Cassilândia Urgente: Morador reclama de buraco no Laranjeiras 4, em Cassilândia

Um morador enviou imagens nesta terça-feira, 6 de outubro, para denunciar um buraco na Rua João Garcia de Camargo, no Laranjeiras 4, em Cassilândia.

Ele cobra da administração municipal providências, pois o buraco com água parada vem gerando transtorno no local.

Com a palavra quem interessar possa.

Confira as imagens.

Imagens enviadas por morador

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Chapadão do Sul: asal é preso por tráfico de drogas

Polícia Militar (4ª CIPM)

A Polícia Militar, por meio de uma equipe da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (4ª CIPM), prendeu um casal por tráfico de drogas após a abordagem de uma motocicleta, em Chapadão do Sul, no final da tarde de ontem(05) na Rua dos Periquitos, no Bairro Esplanada.

A detenção ocorreu após a equipe policial visualizar uma motocicleta Yamaha YBR 125, de cor vermelha, cujo condutor transitava em alta velocidade e realizava manobras que colocavam em risco os demais usuários da via.

Ao perceber a aproximação da viatura policial, o motociclista arremessou um objeto em um canteiro e empreendeu fuga. Durante as buscas no local, os policiais localizaram uma porção de substância análoga à maconha.

Na sequência, a equipe realizou diligências pela região e localizou a motocicleta estacionada em frente a uma residência, na Rua Harpia. No local, o condutor, um homem de 25 anos, e sua namorada, de 20 anos, foram abordados.

Durante a averiguação no imóvel, os policiais localizaram, sobre uma mesa, um tablete e duas porções de substância análoga à maconha, além de materiais utilizados para o acondicionamento da droga.

Diante dos fatos, o casal recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com os materiais apreendidos, à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Ao todo, foram apreendidos 537 gramas de substância análoga à maconha. A motocicleta utilizada na ocorrência também foi recolhida e encaminhada ao pátio do DETRAN, em razão das infrações de trânsito constatadas.

O Correio News

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Dois Militares do Exército morrem no hospital após acidente entre carreta e picape

O acidente aconteceu no km 704 da BR-163

Os dois militares do Exército que ocupavam a Fiat Toro envolvida em uma colisão uma carreta na manhã desta segunda-feira (5), morreram no hospital. O acidente aconteceu no km 704 da BR-163, em Rio Verde de Mato Grosso, a 207 quilômetros de Campo Grande. A picape ficou totalmente destruída.

As vítimas foram identificadas como Bruno Fernandes Santana e Jackson Fernandes Leoes da Silva, ambos de 19 anos, segundo testemunhas, eles eram moradores de São Gabriel do Oeste. Os militares estavam no Hospital Geral Paulino Alves da Cunha, na cidade onde o acidente aconteceu por volta das 6h30.

Vídeo publicado nas redes sociais mostra a picape totalmente destruída e um dos ocupantes caído na pista em meio aos destroços. Na imagem também é possível ver a frente da carreta danificada.

Conforme o Centro de Controle Operacional da Motiva Pantanal, concessionária que administra a via, três pessoas se envolveram no acidente. Os dois militares sofreram ferimentos graves e a terceira vítima saiu ilesa.

Testemunhas procuraram o Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas e afirmaram que os ocupantes da picape estavam em alta velocidade na pista molhada pela chuva.

“Nós estávamos vindo bem atrás. Eles estavam muito rápidos e fizeram ultrapassagem indevida na subida. Estava chovendo e os dois foram parar fora do carro, um ficou debaixo do guard rail. Eram dois jovens. O motorista da carreta ficou bem nervoso”, disse um motorista que preferiu não se identificar.

O tráfego na região precisou ser parcialmente interditado e opera no sistema de “pare e siga” para garantir a segurança durante os trabalhos de resgate. Além da concessionária, equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal) estão no local.

Em nota, a PRF, confirmou que o motorista da carreta foi submetido ao teste do bafômetro que deu negativo para ingestão de álcool. A corporação ainda afirmou que a batida foi transversal e a pista ficou interditada por cerca de 30 minutos para remoção dos veículos e que as circunstâncias do acidente serão apuradas.

A reportagem procurou o CMO (Comando Militar do Oeste) e aguarda o retorno.

Campo Grande News  Ana Paula Chuva

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Homem mata mulher trans, liga para a mãe da vítima e confessa o crime

O suspeito foi localizado e preso pela PMGO.

A Polícia Militar de Goiás prendeu um homem (à direita da foto), que não teve a identidade divulgada, que confessou ter matado uma mulher trans em Itaruma, em Goiás. O crime ocorreu neste sábado (3/9), na rodoviária da cidade.

A vítima foi esfaqueada após uma discussão que, segundo o suspeito, teria sido motivada por ciúmes.

À PMGO, o homem relatou que, após matar Mirela Martins de Freitas, de 21 anos ligou para a mãe da vítima e avisou: “Sua filha está morta na rodoviária”.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e socorreu Mirela, que foi encaminhada a um hospital da região. Ela, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

Momentos após o crime, o suspeito foi localizado e preso pela PMGO.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás

Fonte: Metrópoles

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I Workshop de Inovações na Pecuária promove palestra sobre gestão da maternidade

Capacitação reuniu produtores e profissionais para discutir práticas de gestão que podem contribuir para a eficiência e a rentabilidade da atividade pecuária

A segunda palestra do I Workshop de Inovações na Pecuária trouxe para o debate um dos pontos fundamentais para os resultados da produção: a gestão da maternidade. Com o tema “Gestão da Maternidade: onde começa o lucro da pecuária”, a capacitação foi conduzida pelo médico-veterinário Ewerton Silvester.

Durante o encontro, produtores e profissionais do setor tiveram acesso a informações e experiências relacionadas à gestão da maternidade, destacando a importância do planejamento, do acompanhamento dos processos produtivos e dos cuidados em cada etapa da produção.

A palestra também reforçou que a eficiência da atividade pecuária está diretamente relacionada à adoção de boas práticas de gestão e ao acompanhamento dos resultados da propriedade. O cuidado com a maternidade, nesse contexto, representa uma etapa estratégica para a produção e para a busca por melhores resultados no campo.

O workshop proporcionou ainda um espaço para troca de experiências e conhecimento entre produtores, profissionais e demais participantes, fortalecendo a capacitação e a busca por inovação no setor.

A SEMAGRO e a UEMS agradeceram ao palestrante pela contribuição e a todos os produtores, profissionais e participantes que estiveram presentes no encontro.

A iniciativa reforça a importância de aproximar conhecimento técnico e realidade do campo, contribuindo para uma pecuária cada vez mais eficiente, planejada e preparada para os desafios da produção.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia.

 

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Prefeitura e Associação Comercial se posicionam contra feira de ambulantes em Cassilândia

A diretoria da Associação Comercial de Cassilândia reuniu-se com o prefeito Rodrigo Freitas para manifestar oposição a uma feira itinerante prevista para permanecer três dias no município na próxima semana. A entidade pediu apoio da Prefeitura para proteger o comércio local, e Rodrigo Freitas declarou ser contrário à realização da atividade.

Participaram do encontro a presidente da Associação Comercial, Luciene Camargo, e os demais integrantes da diretoria. A principal preocupação apresentada foi o impacto da presença temporária de vendedores sobre os comerciantes estabelecidos na cidade.

Segundo a manifestação feita durante a reunião, feiras itinerantes podem atrair consumidores por alguns dias, enquanto os recursos das vendas são levados para outros municípios. A Associação defende que a população prestigie os estabelecimentos locais, que mantêm suas atividades em Cassilândia.

Rodrigo Freitas afirmou que a Prefeitura apoia o comércio local e se posicionou contra a abertura de espaço para ambulantes e comerciantes itinerantes. O prefeito ressaltou, contudo, que empresários de outras cidades são bem-vindos quando pretendem investir e estabelecer um comércio permanente em Cassilândia.

A reunião teve como objetivo apresentar a reivindicação da Associação Comercial ao Executivo municipal e reforçar o apoio da Prefeitura aos comerciantes locais. A feira mencionada teria previsão de funcionamento por três dias, mas não foram informados outros detalhes sobre a organização ou a autorização do evento.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.

Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• ⁠Exames e cirurgias.

O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso

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Apontada como chefe de esquema, ex-presidente da Santa Casa e mais 6 viram réus

Alir Terra Lima era presidente da Santa Casa, mas renunciou após prisão. (Foto: Alex Machado)

O juiz da 5ª Vara Criminal de Campo Grande, Waldir Peixoto Barbosa, aceitou denúncia da Operação Antidotum e sete pessoas se tornaram réus por esquema de corrupção na Santa Casa, o maior hospital de Mato Grosso do Sul.

A lista tem Alir Terra Lima (que renunciou à presidência e é apontada como chefe do esquema de organização criminosa ), Jary de Carvalho e Castro (ex-vice-presidente) Rinaldo Hakme Romano (ex-diretor de Finanças), Alessandro Dias Junqueira (diretor administrativo), Paulo Guilherme Guttierrez Mariosa (diretor-adjunto de Finanças), Monique Gregório de Oliveira (responsável pelo setor de prontuários) e Maurício Aparecido Benites (empresário ligado à Redvalue Tecnologia).

Ação pede devolução de R$ 2 milhões ao SUS por contrato com mulher de humorista
Justiça manda Santa Casa entregar documentos contábeis e financeiros

A decisão é de quinta-feira (1º de outubro) e os réus têm prazo de 10 dias para apresentarem resposta à acusação. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) também pediu, novamente, a decretação da prisão de Jary Castro. Contudo, o magistrado determinou que a solicitação seja feita em outro processo.

“Quanto ao pedido de decretação da prisão preventiva do denunciado Jary Carvalho de Castro, considerando o expressivo volume destes autos, que já contavam com 3.230 páginas quando de sua formação, e a fim de preservar o regular andamento da ação penal, determino que o Ministério Público o formule em incidente processual autônomo”, diz o juiz.

Policiais na Santa Casa de Campo Grande em 11 de setembro, dia da operação. (Foto: Juliano Almeida)
Segundo a promotoria, a participação de Jary foi fundamental para a estruturação e a continuidade dos desvios investigados, bem como sua posição de destaque no âmbito da organização criminosa: ele atuou diretamente na inserção do grupo empresarial Redvalue na Santa Casa, “promovendo a aproximação dos empresários com a alta administração, articulando reuniões, repassando informações internas e viabilizando as condições necessárias à formalização e manutenção das contratações”.

Alir Terra Lima responderá pelos crimes de organização criminosa, peculato (sete vezes) e falsidade ideológica. Jary responde por organização criminosa, peculato (duas vezes) e corrupção passiva. Contra Rinaldo, as denúncias foram de organização criminosa, peculato (sete vezes), falsidade ideológica e corrupção passiva.

Alessandro, Paulo e Monique são processados por organização criminosa, peculato (sete vezes) e falsidade ideológica. Maurício responde por organização criminosa, peculato (sete vezes), falsidade ideológica e corrupção ativa.

O MPMS quer a perda de bens, de cargos e reparação mínima de R$ 1.970.850,00, considerando os elevados danos materiais sofridos pela vítima: a administração pública. Também há pedido de indenização de R$ 1.970.850,00 por danos morais coletivos.

A denúncia foi feita em 25 de setembro pelo promotor Jorge Ferreira Neto Júnior e três integrantes do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção): promotores Adriano Lobo Viana de Resende, Luciano Bordignon Conte e Humberto Lapa Ferri.

Santa Casa de Campo Grande é o maior hospital de Mato Grosso do Sul. (Foto: Juliano Almeida)
O contrato com a Redvalue Tecnologia, Administração e Serviços Ltda com o hospital era para digitalizar prontuários. Para o Ministério Público, a contratação, formalizada em 29 de outubro de 2024, foi sem estudos técnicos, termo de referência, análise de viabilidade ou demonstração de vantagem. O contrato resultou no desvio de R$ 1.971.250,00 mediante o pagamento por serviços não executados.

Divisão de funções:

Segundo  a denuncia, Alir Terra Lima  exerceria a chefia do esquema, controlando as contratações, as informações fornecidas à fiscalização e tinha a palavra final das decisões centrais.

Jary Carvalho de Castro, vice-presidente, atuaria na priorização de pagamentos à Redvalue, inclusive colocando a empresa à frente de outras obrigações, mesmo sem a correspondente prestação dos serviços.

Rinaldo Hakme Romano e Paulo Guilherme Gutierrez Mariosa, diretores financeiros, cuidariam da operacionalização administrativa e financeira dos adiantamentos e pagamentos, direcionando recursos para beneficiar a empresa.

Alessandro Dias Junqueira, diretor administrativo e fiscal do contrato, participaria da formalização e fiscalização e, junto com Monique Gregório, produziria documentação e relatórios que, segundo o relato, não refletiriam a execução efetiva dos serviços.

Policial cumpre mandado de busca na Santa Casa em 11 de setembro., (Foto: Juliano Almeida)
Maurício Aparecido Benites, ligado ao núcleo empresarial, estruturaria e acompanharia a atuação da Redvalue e receberia os recursos considerados desviados.

“A divisão de tarefas permitiu que o esquema se desenvolvesse de forma contínua e organizada, desde a preparação e formalização da contratação, passando pela fiscalização fictícia da execução, pelos atestos e autorizações de pagamento, até a elaboração posterior de mecanismos destinados a justificar e manter o contrato, assegurando a continuidade dos desvios de recursos em benefício da empresa Redvalue e de seu representante”, informa o MPMS.

Dinheiro público bancou esquema

De acordo com a denúncia do MPMS, em 21 de junho de 2021 foi celebrado convênio entre a Prefeitura de Campo Grande, SES (Secretaria Estadual de Saúde) e a Associação Beneficente Santa Casa de Campo Grande. O objetivo era repassar recursos públicos para custear despesas hospitalares e manter os serviços de saúde.

O repasse anual previsto era de R$ 286.445.360,76. O convênio foi posteriormente prorrogado e ampliado por diversos termos aditivos. Segundo a investigação, parte dessa verba, proveniente do SUS (Sistema Único de Saúde), teria sido desviada para a Redvalue, mediante pagamentos por serviços que não foram efetivamente executados.

“Corroborando a origem pública dos recursos, a própria Santa Casa mantinha controle financeiro diário por meio de planilha eletrônica, na qual eram segregados os pagamentos realizados com recursos privados daqueles efetuados com recursos provenientes do SUS. A análise desse controle demonstrou que os pagamentos destinados à Redvalue foram realizados com recursos do SUS, conforme detalhado no Relatório n. 034/2026/Gecoc. A segregação existente na planilha permite identificar, de forma objetiva, a fonte dos valores utilizados e confirma que os recursos desviados em favor da empresa tinham origem pública”.

“A Alir foi denunciada exclusivamente por ser presidente da Santa Casa. Todos os atos praticados por ela foram em conjunto com a diretoria, enquanto presidente. Não há nenhum ato ilícito praticado por ela, tanto que sequer foi denunciada por corrupção”, afirma o advogado Murilo Marques.

A defesa de Maurício Aparecido Benites afirma que os documentos juntados no pedido de liberdade comprovam que as as alegações do Ministério Público são totalmente inverídicas.

“Sequer as datas são coincidentes. A Santa Casa é entidade privada e, como tal, não utiliza ou não tem obrigação legal de utilizar a Lei de Licitação para compras ou contratação. A defesa tem total confiança que no mérito o Maurício será absolvido”, diz o advogado Fábio Leandro.

Após a operação, a defesa de Alessandro sustentou que ele sempre viveu de sua remuneração e que exercia funções técnicas sem controle sobre os órgãos de fiscalização da instituição.

Campo Grande News

 

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Execução de amigas foi registrada em chamada com 16 participantes por 4 minutos

Vitória Gabriely Souza Cordeiro (a esquerda), e Ellen Vitória Moreira da Cruz (a direita) mortas na madrugada desta quarta-feira em Rochedo (Foto: Reprodução)

A análise preliminar do celular de Luiz Carlos Vieira Rodrigues, o “Bob Esponja”, morto em confronto com a polícia após o duplo homicídio de duas jovens em Rochedo, identificou uma videochamada em grupo com 16 participantes na madrugada do crime, ocorrido em 23 de setembro. Conforme o delegado responsável pelo caso, Valmir Messias de Moura Fé, a ligação considerada mais importante pela investigação durou cerca de quatro minutos e ocorreu no horário em que as vítimas teriam sido executadas.

Entre os participantes identificados até agora está Lucas Batista Ferreira, de 20 anos, preso por suspeita de envolvimento nas mortes de Ellen Vitória Moreira da Cruz e Vitória Gabriely Souza Cordeiro, ambas de 20 anos, Luiz Carlos, autor do crime que foi morto em confronto com a Polícia Militar, e dois homens que já estão presos por outros crimes. A descoberta foi feita durante uma análise preliminar do aparelho de Luiz Carlos.

Antes de participar da execução de jovens, homem bebeu e usou drogas com vítimas
Jovens foram torturadas por 5 horas antes de serem mortas e queimadas
Conforme o delegado, houve três chamadas em grupo naquela madrugada, mas uma delas chamou a atenção por ocorrer por volta das 4h, horário considerado compatível com o momento do crime.

“Essa mais crucial”, explicou o delegado, ao detalhar que a chamada teve 16 participantes. Alguns já foram identificados nominalmente, enquanto outros ainda aparecem apenas pelos nomes cadastrados nos celulares.

Segundo o responsável pela investigação, a polícia pretende identificar todos os participantes para descobrir qual era a relação deles com Luiz Carlos, por que estavam na ligação e se havia algum vínculo com organização criminosa. Um inquérito separado será instaurado para apurar a eventual participação de outras pessoas no crime.

A duração da chamada ainda é tratada como informação preliminar. Conforme o delegado, um relatório elaborado pela investigação aponta que a ligação durou aproximadamente quatro minutos e alguns segundos. A conclusão, no entanto, depende dos laudos periciais dos quatro celulares que foram apreendidos durante as investigações.

Policia Militar e Perícia Criminal na casa onde jovens foram mortas (Foto: Juliano Almeida)
Investigação

Lucas estava na casa das vítimas antes do crime e passou parte da madrugada no imóvel. Conforme já apurado pela polícia, ele permaneceu no local enquanto bebia com Otávio, irmão de uma das jovens, além de Ellen e Vitória.

Parte do grupo deixou a residência por volta das 2h30. Cerca de meia hora depois, Luiz Carlos chegou ao imóvel e, segundo a investigação, iniciou uma discussão relacionada às drogas que estavam na casa.

A partir daí, as duas jovens foram agredidas e mortas. Lucas inicialmente tentou minimizar sua participação, mas posteriormente confessou aos investigadores que também teria ajudado na execução.

Lucas Batista Ferreira, de 20 anos, preso por participar na execução de jovens (Foto: Reprodução)
Luiz Carlos morreu durante uma abordagem policial na tarde do mesmo dia. Ele foi localizado durante as buscas pelos envolvidos e, segundo a polícia, reagiu à abordagem armado, sendo baleado por um policial da Força Tática.

Além do duplo homicídio, a investigação também apura a possível relação dos envolvidos com o tráfico de drogas e eventual participação de outras pessoas. A polícia aguarda os laudos dos aparelhos celulares para aprofundar a análise das chamadas e identificar os demais participantes.

Campo Grande News

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Cassilândia Urgente: Morador reclama de buraco no Laranjeiras 4, em Cassilândia

Um morador enviou imagens nesta terça-feira, 6 de outubro, para denunciar um buraco na Rua João Garcia de Camargo, no Laranjeiras 4, em Cassilândia.

Ele cobra da administração municipal providências, pois o buraco com água parada vem gerando transtorno no local.

Com a palavra quem interessar possa.

Confira as imagens.

Imagens enviadas por morador

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Chapadão do Sul: asal é preso por tráfico de drogas

Polícia Militar (4ª CIPM)

A Polícia Militar, por meio de uma equipe da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (4ª CIPM), prendeu um casal por tráfico de drogas após a abordagem de uma motocicleta, em Chapadão do Sul, no final da tarde de ontem(05) na Rua dos Periquitos, no Bairro Esplanada.

A detenção ocorreu após a equipe policial visualizar uma motocicleta Yamaha YBR 125, de cor vermelha, cujo condutor transitava em alta velocidade e realizava manobras que colocavam em risco os demais usuários da via.

Ao perceber a aproximação da viatura policial, o motociclista arremessou um objeto em um canteiro e empreendeu fuga. Durante as buscas no local, os policiais localizaram uma porção de substância análoga à maconha.

Na sequência, a equipe realizou diligências pela região e localizou a motocicleta estacionada em frente a uma residência, na Rua Harpia. No local, o condutor, um homem de 25 anos, e sua namorada, de 20 anos, foram abordados.

Durante a averiguação no imóvel, os policiais localizaram, sobre uma mesa, um tablete e duas porções de substância análoga à maconha, além de materiais utilizados para o acondicionamento da droga.

Diante dos fatos, o casal recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com os materiais apreendidos, à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Ao todo, foram apreendidos 537 gramas de substância análoga à maconha. A motocicleta utilizada na ocorrência também foi recolhida e encaminhada ao pátio do DETRAN, em razão das infrações de trânsito constatadas.

O Correio News

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Dois Militares do Exército morrem no hospital após acidente entre carreta e picape

O acidente aconteceu no km 704 da BR-163

Os dois militares do Exército que ocupavam a Fiat Toro envolvida em uma colisão uma carreta na manhã desta segunda-feira (5), morreram no hospital. O acidente aconteceu no km 704 da BR-163, em Rio Verde de Mato Grosso, a 207 quilômetros de Campo Grande. A picape ficou totalmente destruída.

As vítimas foram identificadas como Bruno Fernandes Santana e Jackson Fernandes Leoes da Silva, ambos de 19 anos, segundo testemunhas, eles eram moradores de São Gabriel do Oeste. Os militares estavam no Hospital Geral Paulino Alves da Cunha, na cidade onde o acidente aconteceu por volta das 6h30.

Vídeo publicado nas redes sociais mostra a picape totalmente destruída e um dos ocupantes caído na pista em meio aos destroços. Na imagem também é possível ver a frente da carreta danificada.

Conforme o Centro de Controle Operacional da Motiva Pantanal, concessionária que administra a via, três pessoas se envolveram no acidente. Os dois militares sofreram ferimentos graves e a terceira vítima saiu ilesa.

Testemunhas procuraram o Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas e afirmaram que os ocupantes da picape estavam em alta velocidade na pista molhada pela chuva.

“Nós estávamos vindo bem atrás. Eles estavam muito rápidos e fizeram ultrapassagem indevida na subida. Estava chovendo e os dois foram parar fora do carro, um ficou debaixo do guard rail. Eram dois jovens. O motorista da carreta ficou bem nervoso”, disse um motorista que preferiu não se identificar.

O tráfego na região precisou ser parcialmente interditado e opera no sistema de “pare e siga” para garantir a segurança durante os trabalhos de resgate. Além da concessionária, equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal) estão no local.

Em nota, a PRF, confirmou que o motorista da carreta foi submetido ao teste do bafômetro que deu negativo para ingestão de álcool. A corporação ainda afirmou que a batida foi transversal e a pista ficou interditada por cerca de 30 minutos para remoção dos veículos e que as circunstâncias do acidente serão apuradas.

A reportagem procurou o CMO (Comando Militar do Oeste) e aguarda o retorno.

Campo Grande News  Ana Paula Chuva

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Homem mata mulher trans, liga para a mãe da vítima e confessa o crime

O suspeito foi localizado e preso pela PMGO.

A Polícia Militar de Goiás prendeu um homem (à direita da foto), que não teve a identidade divulgada, que confessou ter matado uma mulher trans em Itaruma, em Goiás. O crime ocorreu neste sábado (3/9), na rodoviária da cidade.

A vítima foi esfaqueada após uma discussão que, segundo o suspeito, teria sido motivada por ciúmes.

À PMGO, o homem relatou que, após matar Mirela Martins de Freitas, de 21 anos ligou para a mãe da vítima e avisou: “Sua filha está morta na rodoviária”.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e socorreu Mirela, que foi encaminhada a um hospital da região. Ela, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

Momentos após o crime, o suspeito foi localizado e preso pela PMGO.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás

Fonte: Metrópoles

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I Workshop de Inovações na Pecuária promove palestra sobre gestão da maternidade

Capacitação reuniu produtores e profissionais para discutir práticas de gestão que podem contribuir para a eficiência e a rentabilidade da atividade pecuária

A segunda palestra do I Workshop de Inovações na Pecuária trouxe para o debate um dos pontos fundamentais para os resultados da produção: a gestão da maternidade. Com o tema “Gestão da Maternidade: onde começa o lucro da pecuária”, a capacitação foi conduzida pelo médico-veterinário Ewerton Silvester.

Durante o encontro, produtores e profissionais do setor tiveram acesso a informações e experiências relacionadas à gestão da maternidade, destacando a importância do planejamento, do acompanhamento dos processos produtivos e dos cuidados em cada etapa da produção.

A palestra também reforçou que a eficiência da atividade pecuária está diretamente relacionada à adoção de boas práticas de gestão e ao acompanhamento dos resultados da propriedade. O cuidado com a maternidade, nesse contexto, representa uma etapa estratégica para a produção e para a busca por melhores resultados no campo.

O workshop proporcionou ainda um espaço para troca de experiências e conhecimento entre produtores, profissionais e demais participantes, fortalecendo a capacitação e a busca por inovação no setor.

A SEMAGRO e a UEMS agradeceram ao palestrante pela contribuição e a todos os produtores, profissionais e participantes que estiveram presentes no encontro.

A iniciativa reforça a importância de aproximar conhecimento técnico e realidade do campo, contribuindo para uma pecuária cada vez mais eficiente, planejada e preparada para os desafios da produção.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia.

 

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Prefeitura e Associação Comercial se posicionam contra feira de ambulantes em Cassilândia

A diretoria da Associação Comercial de Cassilândia reuniu-se com o prefeito Rodrigo Freitas para manifestar oposição a uma feira itinerante prevista para permanecer três dias no município na próxima semana. A entidade pediu apoio da Prefeitura para proteger o comércio local, e Rodrigo Freitas declarou ser contrário à realização da atividade.

Participaram do encontro a presidente da Associação Comercial, Luciene Camargo, e os demais integrantes da diretoria. A principal preocupação apresentada foi o impacto da presença temporária de vendedores sobre os comerciantes estabelecidos na cidade.

Segundo a manifestação feita durante a reunião, feiras itinerantes podem atrair consumidores por alguns dias, enquanto os recursos das vendas são levados para outros municípios. A Associação defende que a população prestigie os estabelecimentos locais, que mantêm suas atividades em Cassilândia.

Rodrigo Freitas afirmou que a Prefeitura apoia o comércio local e se posicionou contra a abertura de espaço para ambulantes e comerciantes itinerantes. O prefeito ressaltou, contudo, que empresários de outras cidades são bem-vindos quando pretendem investir e estabelecer um comércio permanente em Cassilândia.

A reunião teve como objetivo apresentar a reivindicação da Associação Comercial ao Executivo municipal e reforçar o apoio da Prefeitura aos comerciantes locais. A feira mencionada teria previsão de funcionamento por três dias, mas não foram informados outros detalhes sobre a organização ou a autorização do evento.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.

Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• ⁠Exames e cirurgias.

O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso

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