Cassilândia: Rio Aporé transborda e atinge ranchos na Vila Santa Rita após chuvas de 50 mm

As fortes precipitações que atingiram Cassilândia na madrugada desta terça-feira — totalizando 50 mm — elevaram o nível do Rio Aporé, causando inundações em ranchos e residências na região da Vila Santa Rita.

Imagens enviadas por ouvintes mostram que a água invadiu propriedades, dificultando o acesso e causando transtornos aos moradores.

Com o acumulado da madrugada, o município já atinge 274 mm de chuva em março e quase 700 mm no ano.

Cassilândia Notícias

Foto: Reprodução
Compartilhe:

Cão comunitário sofre queimaduras após mulher jogar óleo quente, dizem moradores

Cão comunitário sofre queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um cachorro comunitário sofreu queimaduras graves, em Goiânia. Um vídeo de uma câmera de segurança obtido pela TV Anhanguera registrou o momento em que uma mulher joga um líquido no animal (veja abaixo). De acordo com moradores, o cão foi atingido com óleo quente.

Na filmagem, é possível ver o Johnny, como é conhecido na vizinhança, deitado na calçada de uma casa, localizada no Setor Castelo Branco. Após ser atingido com o líquido, o cão sai correndo assustado.

Para a TV Anhanguera, Cassilda Ferreira de Almeida negou o crime. Ela afirmou que estava lavando a calçada no momento e jogou uma mistura com água sanitária. O caso é investigado pela Polícia Civilohnny foi resgatado por moradores. Imagens mostram o pelo do cachorro com feridas após o ataque. O caso aconteceu no dia 5 de março, mas as imagens foram divulgadas esta semana.

Resgate do animal

Cachorro foi resgatado por moradores após sofrer queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Cachorro foi resgatado por moradores após sofrer queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O empresário Wander Rodrigues Borges contou que a secretária de sua mãe escutou o animal uivando de dor.

“Ela escutou o choro dele, que foi muito alto. E ela saiu lá fora e viu ele correndo. Aí na outra semana, quando ela estava voltando para minha mãe de manhãzinha, encontrou com ele aqui todo queimado. A revolta é de todo mundo aqui, porque todo mundo cuidava dele”, relatou para a TV Anhanguera.

A família da moradora Cláudia Oliveira limpou os ferimentos do animal. “Ele foi queimado. Jogaram óleo nele. Quando ele chegou de volta, todo machucado, estava grudado no couro, na carne viva e muito óleo. Aí a gente começou a lavar”, contou.

Após começar a tomar uma medicação, os ferimentos de Johnny estão melhores. No entanto, ele ainda precisa de cuidados.

“Ele precisa de ser internado para tomar os medicamentos endovenosos, porque ele está dando febre e pode agravar. A infecção pode passar para o sangue, para os órgãos, e agravar até com risco de morte”, afirmou a técnica em veterinária Estefânia Mota Alves.

Queimadura térmica

De acordo com a delegada Simelli Lemes, do Grupo de Proteção Animal, praticar qualquer tipo de abuso, ferir ou mutilar um animal é um crime de maus-tratos. “Quando o animal é um cão ou gato, a pena vai de até 5 anos de prisão. Podendo também, além da prisão, ter a multa”, explicou para a TV Anhanguera.

Segundo a investigadora, o caso foi denunciado na quinta-feira (12). No domingo (15), a Polícia Civil solicitou uma perícia que confirmou que o cachorro sofreu uma queimadura térmica. “Ele teve ali quase 50% do corpo queimado e queimaduras de terceiro grau. Um intenso sofrimento que justifica aquele choro dele”, afirmou.

A delegada destacou que agora que o crime foi materializado por meio da perícia, as pessoas envolvidas no caso serão ouvidas.

As denúncias de maus-tratos a animais podem ser realizadas à Polícia Civil pelo WhatsApp do 197, em que é possível encaminhar as imagens, pela delegacia virtual ou presencialmente.

Por Yanca Cristina, Isabelle Saleme, g1 Goiás e TV Anhanguera

Compartilhe:

Polícia pede ajuda para encontrar homem que matou jovem por dívida de R$ 600,00 em conveniência de MS

Por Clara Farias – Campo Grande News

A Polícia Civil pede ajuda da população para localizar Mário Márcio de Freitas Lemes Fialho, de 19 anos. O rapaz é suspeito de executar Luiz Henrique Souza da Silva, de 20 anos, por causa de uma dívida de R$ 600 em uma conveniência no Bairro Parque do Lageado. O crime ocorreu em 30 de janeiro. O mandante, de 21 anos, foi preso nesta segunda-feira (16).

Luiz Henrique estava sentado em frente à casa, com familiares, tomando tereré, quando um homem se aproximou e disparou contra a cabeça e o peito do jovem. O autor ainda entrou na residência e atirou em direção à sogra da vítima e a duas crianças que estavam na sala.

Conforme a investigação da DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa), a motivação do crime foi uma dívida de R$ 600 que Luiz teria feito em uma conveniência do mandante, referente ao consumo de narguilé e bebidas alcoólicas.

O autor, Mário Márcio de Freitas Lemes Fialho, era cliente da conveniência e também tinha dívidas com o proprietário. O valor que devia foi quitado com a prática do homicídio. O mandante foi preso nesta segunda-feira, e o autor do crime está foragido. O mandado de prisão contra Mário foi expedido em 12 de março e tem validade até 2046.

Marca de tiro na sala da casa onde a vítima estava (Foto: Paulo Francis)

No local do homicídio, familiares conversaram com o Campo Grande News na manhã seguinte ao ocorrido e relataram que os disparos quase atingiram crianças.

A vítima estava sentada em uma cadeira na frente da casa. Dentro do imóvel, no Bairro Parque do Lageado, estavam outras cinco pessoas: três crianças, uma mulher e o filho dela. “Deram um monte de tiros na minha casa. Eu estava com três crianças no sofá e quase acertaram elas. Minha parede está cheia de balas”, contou, ainda abalada.

Conforme o relato, dois homens passaram a pé efetuando os disparos. Segundo a testemunha, a dívida que Luiz tinha com o dono da conveniência foi paga pelo pai da vítima. Ainda de acordo com ela, dias antes do assassinato, Luiz havia sido ameaçado.

Por Clara Farias – Campo Grande News

Compartilhe:

Homem condenado por matar com halter de musculação em SP é preso em MS

Divulgação

Policiais civis da SIG e do NRI de Três Lagoas, cidade a 325 quilômetros de Campo Grande, prenderam um homem, de 41 anos, condenado a 10 anos de prisão, por homicídio no estado de São Paulo. De acordo com a polícia, o crime aconteceu em 2016, na cidade de Pedro de Toledo (SP), no Vale do Ribeira, região próxima ao litoral sul paulista.

Ainda segundo a polícia, o condenado matou a vítima utilizando um halter de musculação e também uma faca.
Durante o processo, o autor alegou que agiu sob violenta emoção, afirmando que matou a vítima em razão de um crime anterior, praticado por esta, contra sua filha.

Conforme a Polícia Civil, foi recebida uma solicitação de apoio expedida pelo Poder Judiciário paulista para o cumprimento do mandado de prisão e, após diligências, com apoio do NRI, as equipes operacionais da SIG se deslocaram até o local indicado, no bairro Jardim das Américas, onde o homem foi encontrado e preso sem oferecer resistência.

Após a captura, ele foi encaminhado à sede da SIG, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, o homem foi levado para as celas da DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde permanecerá à disposição da Justiça, aguardando o recâmbio para o Estado de São Paulo.

Midiamax

Compartilhe:

Prefeitura de Cassilândia adesivará e identificará toda a frota municipal em 30 dias

A questão da transparência no uso dos bens públicos voltou ao centro dos debates no programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, desta segunda-feira, 16 de março de 2026. O debate foi motivado por relatos de cidadãos que supostamente observaram servidores utilizando carros oficiais, em alguns casos para atividades que pareciam ser de cunho particular, como o transporte de familiares. A principal reclamação dos ouvintes reside no fato de que, sem o adesivo de identificação da secretaria ou da prefeitura, torna-se impossível para o cidadão comum saber se o veículo pertence ao município ou ao próprio servidor, dificultando o controle sobre o uso correto do combustível e do patrimônio público.

Um levantamento realizado junto às pastas de Obras e de Educação confirmou que, de fato, muitos veículos estão rodando sem a devida sinalização. Em alguns casos, os adesivos originais estão desgastados ou apagados pela ação do tempo, enquanto em outros a identificação nunca foi colocada. Durante o programa, foi observado que todos os veículos muncipais deveriam conter a inscrição “Prefeitura Municipal de Cassilândia” e a indicação da secretaria correspondente, garantindo que o serviço público seja claramente identificado pela comunidade.

Em resposta direta aos questionamentos levantados, o Diretor de Comunicação da Prefeitura, Castto Filho, informou oficialmente ao programa que os novos adesivos já foram providenciados. Segundo o Diretor, o cronograma de trabalho prevê que dentro de 30 dias todos os veículos da municipalidade estarão devidamente adesivados e identificados.

Apesar das críticas sobre a falta de adesivos, o programa também destacou um ponto positivo na gestão da frota: a observação de que, aos domingos, o pátio da Secretaria de Educação (antigo São Luís) tem ficado lotado de veículos recolhidos. Essa prática é vista como uma medida importante de economia para o município, pois evita o desgaste desnecessário de pneus, o consumo de óleo e combustível, além de impedir o uso dos carros fora do horário de expediente. Cassilândia Notícias

Compartilhe:

Cassilândia Urgente: Conheça a fundadora do Laboratório NatiLab

Por trás de cada exame preciso e de cada cuidado com a sua saúde, está a Dra. Natália Dias Castilho, Biomédica formada pela Unifev – Centro Universitário de Votuporanga em 2007, com pós-graduação em Análises Clínicas no ano de 2009, Hematologia e Banco de Sangue no ano de 2011.

Com dedicação e amor pela profissão, a Dra. Natália conduz o NatiLab com o propósito de oferecer excelência, precisão e confiança em cada resultado.

Rua Laudemiro Ferreira de Freitas, 727 – Centro – Cassilândia.

Whatsapp  (67) 8103-0730.

Compartilhe:

Cassilândia: Rio Aporé transborda e atinge ranchos na Vila Santa Rita após chuvas de 50 mm

As fortes precipitações que atingiram Cassilândia na madrugada desta terça-feira — totalizando 50 mm — elevaram o nível do Rio Aporé, causando inundações em ranchos e residências na região da Vila Santa Rita.

Imagens enviadas por ouvintes mostram que a água invadiu propriedades, dificultando o acesso e causando transtornos aos moradores.

Com o acumulado da madrugada, o município já atinge 274 mm de chuva em março e quase 700 mm no ano.

Cassilândia Notícias

Foto: Reprodução
Compartilhe:

Cão comunitário sofre queimaduras após mulher jogar óleo quente, dizem moradores

Cão comunitário sofre queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um cachorro comunitário sofreu queimaduras graves, em Goiânia. Um vídeo de uma câmera de segurança obtido pela TV Anhanguera registrou o momento em que uma mulher joga um líquido no animal (veja abaixo). De acordo com moradores, o cão foi atingido com óleo quente.

Na filmagem, é possível ver o Johnny, como é conhecido na vizinhança, deitado na calçada de uma casa, localizada no Setor Castelo Branco. Após ser atingido com o líquido, o cão sai correndo assustado.

Para a TV Anhanguera, Cassilda Ferreira de Almeida negou o crime. Ela afirmou que estava lavando a calçada no momento e jogou uma mistura com água sanitária. O caso é investigado pela Polícia Civilohnny foi resgatado por moradores. Imagens mostram o pelo do cachorro com feridas após o ataque. O caso aconteceu no dia 5 de março, mas as imagens foram divulgadas esta semana.

Resgate do animal

Cachorro foi resgatado por moradores após sofrer queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Cachorro foi resgatado por moradores após sofrer queimaduras, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O empresário Wander Rodrigues Borges contou que a secretária de sua mãe escutou o animal uivando de dor.

“Ela escutou o choro dele, que foi muito alto. E ela saiu lá fora e viu ele correndo. Aí na outra semana, quando ela estava voltando para minha mãe de manhãzinha, encontrou com ele aqui todo queimado. A revolta é de todo mundo aqui, porque todo mundo cuidava dele”, relatou para a TV Anhanguera.

A família da moradora Cláudia Oliveira limpou os ferimentos do animal. “Ele foi queimado. Jogaram óleo nele. Quando ele chegou de volta, todo machucado, estava grudado no couro, na carne viva e muito óleo. Aí a gente começou a lavar”, contou.

Após começar a tomar uma medicação, os ferimentos de Johnny estão melhores. No entanto, ele ainda precisa de cuidados.

“Ele precisa de ser internado para tomar os medicamentos endovenosos, porque ele está dando febre e pode agravar. A infecção pode passar para o sangue, para os órgãos, e agravar até com risco de morte”, afirmou a técnica em veterinária Estefânia Mota Alves.

Queimadura térmica

De acordo com a delegada Simelli Lemes, do Grupo de Proteção Animal, praticar qualquer tipo de abuso, ferir ou mutilar um animal é um crime de maus-tratos. “Quando o animal é um cão ou gato, a pena vai de até 5 anos de prisão. Podendo também, além da prisão, ter a multa”, explicou para a TV Anhanguera.

Segundo a investigadora, o caso foi denunciado na quinta-feira (12). No domingo (15), a Polícia Civil solicitou uma perícia que confirmou que o cachorro sofreu uma queimadura térmica. “Ele teve ali quase 50% do corpo queimado e queimaduras de terceiro grau. Um intenso sofrimento que justifica aquele choro dele”, afirmou.

A delegada destacou que agora que o crime foi materializado por meio da perícia, as pessoas envolvidas no caso serão ouvidas.

As denúncias de maus-tratos a animais podem ser realizadas à Polícia Civil pelo WhatsApp do 197, em que é possível encaminhar as imagens, pela delegacia virtual ou presencialmente.

Por Yanca Cristina, Isabelle Saleme, g1 Goiás e TV Anhanguera

Compartilhe:

Polícia pede ajuda para encontrar homem que matou jovem por dívida de R$ 600,00 em conveniência de MS

Por Clara Farias – Campo Grande News

A Polícia Civil pede ajuda da população para localizar Mário Márcio de Freitas Lemes Fialho, de 19 anos. O rapaz é suspeito de executar Luiz Henrique Souza da Silva, de 20 anos, por causa de uma dívida de R$ 600 em uma conveniência no Bairro Parque do Lageado. O crime ocorreu em 30 de janeiro. O mandante, de 21 anos, foi preso nesta segunda-feira (16).

Luiz Henrique estava sentado em frente à casa, com familiares, tomando tereré, quando um homem se aproximou e disparou contra a cabeça e o peito do jovem. O autor ainda entrou na residência e atirou em direção à sogra da vítima e a duas crianças que estavam na sala.

Conforme a investigação da DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa), a motivação do crime foi uma dívida de R$ 600 que Luiz teria feito em uma conveniência do mandante, referente ao consumo de narguilé e bebidas alcoólicas.

O autor, Mário Márcio de Freitas Lemes Fialho, era cliente da conveniência e também tinha dívidas com o proprietário. O valor que devia foi quitado com a prática do homicídio. O mandante foi preso nesta segunda-feira, e o autor do crime está foragido. O mandado de prisão contra Mário foi expedido em 12 de março e tem validade até 2046.

Marca de tiro na sala da casa onde a vítima estava (Foto: Paulo Francis)

No local do homicídio, familiares conversaram com o Campo Grande News na manhã seguinte ao ocorrido e relataram que os disparos quase atingiram crianças.

A vítima estava sentada em uma cadeira na frente da casa. Dentro do imóvel, no Bairro Parque do Lageado, estavam outras cinco pessoas: três crianças, uma mulher e o filho dela. “Deram um monte de tiros na minha casa. Eu estava com três crianças no sofá e quase acertaram elas. Minha parede está cheia de balas”, contou, ainda abalada.

Conforme o relato, dois homens passaram a pé efetuando os disparos. Segundo a testemunha, a dívida que Luiz tinha com o dono da conveniência foi paga pelo pai da vítima. Ainda de acordo com ela, dias antes do assassinato, Luiz havia sido ameaçado.

Por Clara Farias – Campo Grande News

Compartilhe:

Homem condenado por matar com halter de musculação em SP é preso em MS

Divulgação

Policiais civis da SIG e do NRI de Três Lagoas, cidade a 325 quilômetros de Campo Grande, prenderam um homem, de 41 anos, condenado a 10 anos de prisão, por homicídio no estado de São Paulo. De acordo com a polícia, o crime aconteceu em 2016, na cidade de Pedro de Toledo (SP), no Vale do Ribeira, região próxima ao litoral sul paulista.

Ainda segundo a polícia, o condenado matou a vítima utilizando um halter de musculação e também uma faca.
Durante o processo, o autor alegou que agiu sob violenta emoção, afirmando que matou a vítima em razão de um crime anterior, praticado por esta, contra sua filha.

Conforme a Polícia Civil, foi recebida uma solicitação de apoio expedida pelo Poder Judiciário paulista para o cumprimento do mandado de prisão e, após diligências, com apoio do NRI, as equipes operacionais da SIG se deslocaram até o local indicado, no bairro Jardim das Américas, onde o homem foi encontrado e preso sem oferecer resistência.

Após a captura, ele foi encaminhado à sede da SIG, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, o homem foi levado para as celas da DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde permanecerá à disposição da Justiça, aguardando o recâmbio para o Estado de São Paulo.

Midiamax

Compartilhe:

Prefeitura de Cassilândia adesivará e identificará toda a frota municipal em 30 dias

A questão da transparência no uso dos bens públicos voltou ao centro dos debates no programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, desta segunda-feira, 16 de março de 2026. O debate foi motivado por relatos de cidadãos que supostamente observaram servidores utilizando carros oficiais, em alguns casos para atividades que pareciam ser de cunho particular, como o transporte de familiares. A principal reclamação dos ouvintes reside no fato de que, sem o adesivo de identificação da secretaria ou da prefeitura, torna-se impossível para o cidadão comum saber se o veículo pertence ao município ou ao próprio servidor, dificultando o controle sobre o uso correto do combustível e do patrimônio público.

Um levantamento realizado junto às pastas de Obras e de Educação confirmou que, de fato, muitos veículos estão rodando sem a devida sinalização. Em alguns casos, os adesivos originais estão desgastados ou apagados pela ação do tempo, enquanto em outros a identificação nunca foi colocada. Durante o programa, foi observado que todos os veículos muncipais deveriam conter a inscrição “Prefeitura Municipal de Cassilândia” e a indicação da secretaria correspondente, garantindo que o serviço público seja claramente identificado pela comunidade.

Em resposta direta aos questionamentos levantados, o Diretor de Comunicação da Prefeitura, Castto Filho, informou oficialmente ao programa que os novos adesivos já foram providenciados. Segundo o Diretor, o cronograma de trabalho prevê que dentro de 30 dias todos os veículos da municipalidade estarão devidamente adesivados e identificados.

Apesar das críticas sobre a falta de adesivos, o programa também destacou um ponto positivo na gestão da frota: a observação de que, aos domingos, o pátio da Secretaria de Educação (antigo São Luís) tem ficado lotado de veículos recolhidos. Essa prática é vista como uma medida importante de economia para o município, pois evita o desgaste desnecessário de pneus, o consumo de óleo e combustível, além de impedir o uso dos carros fora do horário de expediente. Cassilândia Notícias

Compartilhe:

Cassilândia Urgente: Conheça a fundadora do Laboratório NatiLab

Por trás de cada exame preciso e de cada cuidado com a sua saúde, está a Dra. Natália Dias Castilho, Biomédica formada pela Unifev – Centro Universitário de Votuporanga em 2007, com pós-graduação em Análises Clínicas no ano de 2009, Hematologia e Banco de Sangue no ano de 2011.

Com dedicação e amor pela profissão, a Dra. Natália conduz o NatiLab com o propósito de oferecer excelência, precisão e confiança em cada resultado.

Rua Laudemiro Ferreira de Freitas, 727 – Centro – Cassilândia.

Whatsapp  (67) 8103-0730.

Compartilhe:
Compartilhe: