Prefeitura conclui reformas nos banheiros públicos da Praça São José

Prefeitura conclui reformas nos banheiros públicos da Praça São José

A Prefeitura de Cassilândia, em parceria com a Secretaria Municipal de Águas, Saneamento e
Serviços Públicos, concluiu os serviços de reforma e manutenção dos banheiros públicos da Praça São José, no Centro da cidade.

As intervenções foram realizadas de forma urgente para melhorar as condições de utilização do espaço pela população. Entre os serviços executados, foram instaladas novas portas de alumínio e realizados os reparos necessários nas instalações.

A partir de agora, os banheiros públicos da Praça São José terão horário definido de funcionamento, das 6h às 22h, proporcionando mais organização e facilidade para quem utiliza o espaço público.

Com a conclusão das melhorias, a Prefeitura reforçou a importância da colaboração de toda a população para manter os banheiros em boas condições de uso.

É fundamental que os usuários preservem as instalações, evitando danos, desperdícios e atos de vandalismo. Os recursos utilizados para a manutenção e melhoria dos espaços públicos são provenientes dos impostos pagos pela própria população.

Cuidar do patrimônio público é uma responsabilidade de todos e contribui para que os investimentos realizados pelo município sejam preservados e possam beneficiar a comunidade por mais tempo.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Após morte de adolescente em Naviraí, governo brasileiro pede R$ 500 milhões em ação contra Discord

Redes sociais/Flickr Leia mais em: https://www.topmidianews.com.br/policia/apos-morte-de-adolescente-em-navirai-governo-brasileiro-pede-r-500/245328/

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (26/8) que pediu uma indenização de R$ 500 milhões ao Discord em uma ação de dano moral coletivo. O órgão, conforme antecipou o Metrópoles na coluna Igor Gadelha, decidiu ainda entrar com uma ação civil pública na Justiça Federal contra a plataforma.

“Em razão de diversas infrações que foram cometidas por esta empresa, também muito bem identificadas, mapeadas e documentadas por parte da Advocacia-Geral da União, nós pedimos a condenação da chamada ação de dano moral coletivo. [A decisão] atende a um pedido específico no valor de R$ 500 milhões, o que corresponde R$ 50 milhões para cada infração identificada e documentada”, disse Messias.

Além da indenização por danos morais coletivos, a AGU pede que a Justiça obrigue o Discord a adequar imediatamente seus mecanismos de segurança, verificação de idade, supervisão parental, moderação de conteúdo e comunicação a autoridades às exigências previstas na legislação brasileira — sob pena de multa diária de R$ 500 mil, que passa a ser cobrada quando a Justiça acatar o pedido da AGU.

Ao Metrópoles, o Discord classificou como “desproporcional” a ação adotada pela AGU. A plataforma americana diz ainda que não tem havido uma “atuação coordenada entre os órgãos federais envolvidos” no caso, e argumenta que a determinação da Advocacia-Geral vai de encontro à da ANPD (leia o posicionamento na íntegra abaixo).

“O Estado brasileiro assumiu um compromisso de dar fim aos safaris digitais, em que animais são expostos a toda prática de violência. Nós não podemos tolerar”, completou Jorge Messias.

O governo federal vinha negociando com a plataforma americana por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O TAC, defende o governo, tinha o objetivo de adequar as funcionalidades do Discord às regras brasileiras. O acordo previa ainda encerrar investigações em curso e evitar novas punições à empresa.

As negociações, no entanto, não avançaram. O governo brasileiro concluiu que não houve compromisso suficiente por parte da plataforma para implementar as mudanças consideradas necessárias. A empresa nega as acusações.

Ação sobre o Discord no Brasil

A crise envolvendo o Discord ganhou força após a morte de uma adolescente de 13 anos, ocorrida em julho deste ano, no estado de Mato Grosso do Sul. A jovem teria sido induzida por outros adolescentes à automutilação e ao suicídio, em cenas exibidas pela plataforma.

Após o episódio, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a derrubada do mecanismo de transmissão ao vivo da plataforma. A medida foi baseada em uma investigação que concluiu que o sistema automatizado do Discord falhou no caso, ao apontar que não havia mecanismos suficientes para identificar e interromper situações de risco envolvendo menores de 18 anos.

Nessa segunda-feira (26/8), o Discord recorreu da decisão e pediu a anulação da medida. A empresa americana também solicitou a retomada dos recursos de transmissão e compartilhamento de vídeo da plataforma enquanto o recurso estiver em análise.

O que diz o Discord

A ação judicial da AGU é desproporcional e não reflete de forma precisa a abordagem do Discord em relação à segurança e ao cumprimento da legislação brasileira. Temos mantido, de forma consistente e de boa-fé, um diálogo com a Advocacia-Geral da União e apresentamos uma proposta detalhada para reforçar a segurança no Discord por meio de mudanças técnicas e de um investimento financeiro em segurança on-line no Brasil. Acreditamos que há um caminho melhor e seguimos comprometidos em trabalhar com as autoridades competentes para chegar a uma solução que amplie a segurança na plataforma e, ao mesmo tempo, permita que os brasileiros continuem utilizando o Discord.

Top Midia News

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Namorado é preso após esfaquear mulher na região da boca durante agressão

O suspeito foi preso em flagrante. (Foto: Osvaldo Duarte, Dourados News)

Uma mulher, de 43 anos, foi atingida por uma facada na região da boca desferida pelo próprio namorado, de 56 anos, na quarta-feira (26), em Dourados, a 225 km de Campo Grande. O caso está sendo investigado pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher).

Assim, chegou ao conhecimento da Polícia Militar que a vítima havia sido atingida por uma faca. Já no local, a equipe constatou que ela apresentava um corte nos lábios, possivelmente provocado pelo golpe.

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Mulher é encontrada morta com pernas amarradas em cova

Movimentação na principal avenida de Inocência. (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

O corpo de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, foi encontrado sem vida pela Polícia Civil de Inocência (MS), nesta quinta-feira (27). Duas mulheres, suspeitas de terem cometido o assassinato da vítima, foram detidas pela polícia. A vítima estava desaparecida.

Já a outra suspeita foi detida em Cuiabá (MT) por equipes da Polícia Civil de Mato Grosso. Ambas tiveram a prisão temporária decretada, por meio de mandado expedido pela Vara Única da Comarca de Inocência, e permanecem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para esclarecer o crime.

Dinâmica do crime

Conforme a nota, a investigação aponta que a vítima teria sido agredida nas proximidades de um estabelecimento e, posteriormente, levada para o interior do local. As agressões teriam começado devido a um desentendimento ocasionado pelo consumo de entorpecentes que, supostamente, pertenciam às investigadas. A vítima teria sido submetida a diversas agressões físicas e, posteriormente, morta com um corte no pescoço durante a madrugada.

Para encobrir o crime e dificultar a localização do corpo, as investigações apontam que as suspeitas teriam dobrado o cadáver da vítima e amarrado as pernas junto ao tronco. O corpo foi, posteriormente, enterrado em uma cova, que foi fechada e recoberta com terra. Segundo a polícia, o cadáver deve passar por exames médico-legais e perícias para esclarecer a causa e as circunstâncias da morte.

O caso é investigado, em tese, como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. A classificação poderá ser alterada conforme o avanço das investigações e os resultados das perícias.

Midiamax

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Carro usado em execução é apreendido com 2 armas e R$ 24 mil em espécie

Dinheiro e armas apreendidas em residência onde estava o carro usado em execução de Sidrolândia (Foto: PMMS)

O carro usado em uma das execuções registradas em Sidrolândia, a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande, foi apreendido na manhã desta quinta-feira (27). Na casa onde o veículo estava, policiais militares encontraram R$ 24 mil em espécie, duas armas calibre .22 e 74 munições. Um homem foi preso e confessou ter recebido dinheiro para transportar o veículo até Maracaju, a pouco mais de 80 quilômetros de Sidrolândia.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam informações sobre as características e a placa do veículo utilizado na execução de Alexandro dos Santos, conhecido como “Costela”. A partir dos dados, os militares intensificaram as buscas pela cidade e localizaram um Chevrolet Celta estacionado em frente a uma residência na Rua Yuji Miki.

A moradora atendeu os policiais e contou que o marido, identificado como Jonathan Bruno, trabalha com guincho e havia sido contratado para levar o carro até Maracaju. No entanto, ele estava trabalhando em Campo Grande no momento da abordagem.

A mulher entrou em contato com o marido, que informou por telefone que ainda não havia transportado o veículo porque não tinha recebido o valor combinado pelo serviço.

Durante buscas na residência, os policiais encontraram duas armas calibre .22, 74 munições e R$ 24 mil em espécie. As armas passarão por perícia para verificar se foram utilizadas nas execuções.

Posteriormente, Jonathan se apresentou na delegacia. Aos policiais, afirmou ser amigo de Alexandro e negou qualquer envolvimento com facção criminosa. Ele disse que recebeu as duas armas como forma de pagamento por um serviço prestado e alegou que o dinheiro encontrado na casa também seria referente a pagamentos.

As execuções de Alexandro dos Santos e Cleiderson Chaves da Rocha, ambas registradas na quarta-feira (26), são investigadas e, conforme o boletim de ocorrência, podem estar relacionadas à guerra entre facções criminosas.

Chevrolet Celta usado na execução de Alexandro dos Santos (Foto: PMMS)

Casos – Alexandro dos Santos, conhecido como “Costela”, morreu no Hospital Elmíria Silvério Barbosa horas depois de ser baleado por um atirador que se aproximou a pé. O ataque ocorreu no fim da tarde de quarta-feira, na Rua Ponta Porã, na região do Bairro Cascatinha II.

Conforme apurado pela reportagem, Alexandro estava em frente a uma borracharia, nas proximidades da Praça Morada da Serra e da saída para a região do Quebra Coco, quando foi surpreendido pelo atirador. O suspeito se aproximou a pé e efetuou os disparos.

Poucas horas depois, um grupo formado por sete homens armados invadiu uma residência no Bairro Residencial Cascatinha II e matou Cleiderson Chaves da Rocha, de 22 anos. Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 23h50 após moradores ouvirem diversos disparos na Rua Nélio Saraiva Paim.

Quando chegaram ao endereço, uma mulher contou aos policiais que os criminosos chegaram chutando o portão e gritando: “Abre a porta que é a polícia”. Ao descer as escadas, ela percebeu que parte do grupo estava encapuzada.

A moradora foi rendida por dois suspeitos depois que eles arrombaram a entrada da residência. Ela foi obrigada a permanecer de joelhos na cozinha enquanto três homens ficaram do lado de fora, fazendo a segurança da rua, e outros dois subiram ao segundo andar à procura das vítimas.

Na sequência, a mulher ouviu diversos disparos vindos do piso superior. Depois da execução, os criminosos desceram e ainda atiraram contra o portão e a fachada da residência antes de fugir.

Campo Grande News

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Polícia Civil esclarece desaparecimento, prende duas suspeitas e localiza corpo de mulher

Investigação resultou na prisão temporária de duas mulheres, localizadas em Campo Grande e Cuiabá; corpo de Izabele Cristine da Silva Santos foi encontrado nesta quinta-feira (27)

Uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Inocência resultou no esclarecimento de parte das circunstâncias envolvendo o desaparecimento de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, e na localização do corpo da vítima nesta quinta-feira (27), no município.

A ação policial também levou à prisão temporária de duas mulheres investigadas por possível envolvimento no crime. Uma delas foi localizada e presa em Campo Grande (MS), enquanto a segunda foi encontrada em Cuiabá (MT). As prisões ocorreram mediante mandados expedidos pela Vara Única da Comarca de Inocência.

Desde o início das apurações, policiais da Delegacia de Inocência realizaram levantamento de informações, cruzamento de dados, análise de elementos obtidos durante a investigação e diligências de campo para reconstruir a sequência dos acontecimentos e identificar possíveis envolvidos no desaparecimento.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil representou pela prisão temporária de duas investigadas, identificadas pelas iniciais J.C.G.C. e S.R.P.M. Os pedidos foram deferidos pela Justiça.

Na quarta-feira (26), uma das investigadas foi localizada em Campo Grande por equipes da Polícia Civil de Inocência, com apoio do GARRAS – Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros, onde foi cumprido o mandado de prisão temporária.

A segunda investigada, S.R.P.M., foi localizada em Cuiabá e presa por equipes da Polícia Civil de Mato Grosso, também em cumprimento a uma ordem judicial expedida pela Vara Única da Comarca de Inocência.

Investigação aponta possível dinâmica do crime

Foto: Polícia Civil

Conforme os elementos reunidos até o momento, Izabele teria sido inicialmente agredida nas proximidades de um estabelecimento e posteriormente levada para o interior do local, após um desentendimento relacionado ao consumo de entorpecentes que pertenceriam às investigadas.

As diligências indicam que a vítima teria sofrido diversas agressões físicas e, posteriormente, sido morta durante a madrugada. Segundo a investigação, a morte teria ocorrido mediante golpes de instrumento cortante na região do pescoço.

Após a morte, o corpo teria sido ocultado em uma tentativa de dificultar sua localização e a investigação do crime. Ainda conforme os elementos obtidos pela Polícia Civil, o cadáver teria sido dobrado, com as pernas recolhidas junto ao tronco e amarradas ao corpo, antes de ser colocado em uma cova e coberto com terra.

O cruzamento das informações obtidas durante as diligências permitiu aos investigadores chegar a indícios sobre o possível local onde o corpo estaria enterrado.

Com base nessas informações, equipes da Delegacia de Polícia Civil de Inocência intensificaram as buscas e localizaram o corpo de Izabele nesta quinta-feira (27).

Perícia deve auxiliar na investigação

A localização do cadáver permitirá a realização de exames médico-legais e demais procedimentos periciais que deverão contribuir para determinar a causa e as circunstâncias da morte.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, individualizar a participação de cada envolvido e reunir elementos que possam subsidiar a responsabilização criminal.

A operação contou com o apoio do GARRAS, da Seção de Investigações Gerais (SIG) de Três Lagoas e da POLINTER da Polícia Civil de Mato Grosso. A atuação integrada das equipes foi fundamental para o cumprimento dos mandados judiciais, localização das investigadas e avanço das diligências em diferentes Estados.

Até o momento, o caso é apurado, em tese, como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. A classificação jurídica poderá ser alterada conforme o avanço das investigações, a análise dos elementos reunidos e os resultados dos exames periciais.

As duas investigadas permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com as diligências para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar eventuais outros envolvidos.

Segundo uma página de Três Lagoas, a última mensagem que Izabele enviou à família foi em 20 de janeiro. Os familiares relataram, naquele momento, que a vítima possuía deficiência intelectual e estava em tratamento por dependência química. Conforme a Polícia Civil, o boletim de ocorrência de desaparecimento foi registrado somente em fevereiro.

Com informações: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de MS e Campo Grande News.

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Cassilândia Urgente: Sandálias deixadas dentro de caixas em Cassilândia eram doação de igreja evangélica

Uma doação surpresa.

De acordo com uma fonte, cerca de duas mil sandálias foram doadas no sábado passado pela Igreja Avivamento Bíblico do Laranjeiras, em Cassilândia.

Algumas caixas com sandálias foram deixadas em frente a igreja, outras na Praça da Mandioca, na Vila Izanópolis, e outras no Jardim Campo Grande.

Uma empresa fez a oferta para a igreja que fez a doação para as pessoas mais necessitadas da cidade.

 

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Prefeitura conclui reformas nos banheiros públicos da Praça São José

Prefeitura conclui reformas nos banheiros públicos da Praça São José

A Prefeitura de Cassilândia, em parceria com a Secretaria Municipal de Águas, Saneamento e
Serviços Públicos, concluiu os serviços de reforma e manutenção dos banheiros públicos da Praça São José, no Centro da cidade.

As intervenções foram realizadas de forma urgente para melhorar as condições de utilização do espaço pela população. Entre os serviços executados, foram instaladas novas portas de alumínio e realizados os reparos necessários nas instalações.

A partir de agora, os banheiros públicos da Praça São José terão horário definido de funcionamento, das 6h às 22h, proporcionando mais organização e facilidade para quem utiliza o espaço público.

Com a conclusão das melhorias, a Prefeitura reforçou a importância da colaboração de toda a população para manter os banheiros em boas condições de uso.

É fundamental que os usuários preservem as instalações, evitando danos, desperdícios e atos de vandalismo. Os recursos utilizados para a manutenção e melhoria dos espaços públicos são provenientes dos impostos pagos pela própria população.

Cuidar do patrimônio público é uma responsabilidade de todos e contribui para que os investimentos realizados pelo município sejam preservados e possam beneficiar a comunidade por mais tempo.

Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Cassilândia

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Após morte de adolescente em Naviraí, governo brasileiro pede R$ 500 milhões em ação contra Discord

Redes sociais/Flickr Leia mais em: https://www.topmidianews.com.br/policia/apos-morte-de-adolescente-em-navirai-governo-brasileiro-pede-r-500/245328/

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (26/8) que pediu uma indenização de R$ 500 milhões ao Discord em uma ação de dano moral coletivo. O órgão, conforme antecipou o Metrópoles na coluna Igor Gadelha, decidiu ainda entrar com uma ação civil pública na Justiça Federal contra a plataforma.

“Em razão de diversas infrações que foram cometidas por esta empresa, também muito bem identificadas, mapeadas e documentadas por parte da Advocacia-Geral da União, nós pedimos a condenação da chamada ação de dano moral coletivo. [A decisão] atende a um pedido específico no valor de R$ 500 milhões, o que corresponde R$ 50 milhões para cada infração identificada e documentada”, disse Messias.

Além da indenização por danos morais coletivos, a AGU pede que a Justiça obrigue o Discord a adequar imediatamente seus mecanismos de segurança, verificação de idade, supervisão parental, moderação de conteúdo e comunicação a autoridades às exigências previstas na legislação brasileira — sob pena de multa diária de R$ 500 mil, que passa a ser cobrada quando a Justiça acatar o pedido da AGU.

Ao Metrópoles, o Discord classificou como “desproporcional” a ação adotada pela AGU. A plataforma americana diz ainda que não tem havido uma “atuação coordenada entre os órgãos federais envolvidos” no caso, e argumenta que a determinação da Advocacia-Geral vai de encontro à da ANPD (leia o posicionamento na íntegra abaixo).

“O Estado brasileiro assumiu um compromisso de dar fim aos safaris digitais, em que animais são expostos a toda prática de violência. Nós não podemos tolerar”, completou Jorge Messias.

O governo federal vinha negociando com a plataforma americana por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O TAC, defende o governo, tinha o objetivo de adequar as funcionalidades do Discord às regras brasileiras. O acordo previa ainda encerrar investigações em curso e evitar novas punições à empresa.

As negociações, no entanto, não avançaram. O governo brasileiro concluiu que não houve compromisso suficiente por parte da plataforma para implementar as mudanças consideradas necessárias. A empresa nega as acusações.

Ação sobre o Discord no Brasil

A crise envolvendo o Discord ganhou força após a morte de uma adolescente de 13 anos, ocorrida em julho deste ano, no estado de Mato Grosso do Sul. A jovem teria sido induzida por outros adolescentes à automutilação e ao suicídio, em cenas exibidas pela plataforma.

Após o episódio, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a derrubada do mecanismo de transmissão ao vivo da plataforma. A medida foi baseada em uma investigação que concluiu que o sistema automatizado do Discord falhou no caso, ao apontar que não havia mecanismos suficientes para identificar e interromper situações de risco envolvendo menores de 18 anos.

Nessa segunda-feira (26/8), o Discord recorreu da decisão e pediu a anulação da medida. A empresa americana também solicitou a retomada dos recursos de transmissão e compartilhamento de vídeo da plataforma enquanto o recurso estiver em análise.

O que diz o Discord

A ação judicial da AGU é desproporcional e não reflete de forma precisa a abordagem do Discord em relação à segurança e ao cumprimento da legislação brasileira. Temos mantido, de forma consistente e de boa-fé, um diálogo com a Advocacia-Geral da União e apresentamos uma proposta detalhada para reforçar a segurança no Discord por meio de mudanças técnicas e de um investimento financeiro em segurança on-line no Brasil. Acreditamos que há um caminho melhor e seguimos comprometidos em trabalhar com as autoridades competentes para chegar a uma solução que amplie a segurança na plataforma e, ao mesmo tempo, permita que os brasileiros continuem utilizando o Discord.

Top Midia News

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Namorado é preso após esfaquear mulher na região da boca durante agressão

O suspeito foi preso em flagrante. (Foto: Osvaldo Duarte, Dourados News)

Uma mulher, de 43 anos, foi atingida por uma facada na região da boca desferida pelo próprio namorado, de 56 anos, na quarta-feira (26), em Dourados, a 225 km de Campo Grande. O caso está sendo investigado pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher).

Assim, chegou ao conhecimento da Polícia Militar que a vítima havia sido atingida por uma faca. Já no local, a equipe constatou que ela apresentava um corte nos lábios, possivelmente provocado pelo golpe.

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Mulher é encontrada morta com pernas amarradas em cova

Movimentação na principal avenida de Inocência. (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

O corpo de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, foi encontrado sem vida pela Polícia Civil de Inocência (MS), nesta quinta-feira (27). Duas mulheres, suspeitas de terem cometido o assassinato da vítima, foram detidas pela polícia. A vítima estava desaparecida.

Já a outra suspeita foi detida em Cuiabá (MT) por equipes da Polícia Civil de Mato Grosso. Ambas tiveram a prisão temporária decretada, por meio de mandado expedido pela Vara Única da Comarca de Inocência, e permanecem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para esclarecer o crime.

Dinâmica do crime

Conforme a nota, a investigação aponta que a vítima teria sido agredida nas proximidades de um estabelecimento e, posteriormente, levada para o interior do local. As agressões teriam começado devido a um desentendimento ocasionado pelo consumo de entorpecentes que, supostamente, pertenciam às investigadas. A vítima teria sido submetida a diversas agressões físicas e, posteriormente, morta com um corte no pescoço durante a madrugada.

Para encobrir o crime e dificultar a localização do corpo, as investigações apontam que as suspeitas teriam dobrado o cadáver da vítima e amarrado as pernas junto ao tronco. O corpo foi, posteriormente, enterrado em uma cova, que foi fechada e recoberta com terra. Segundo a polícia, o cadáver deve passar por exames médico-legais e perícias para esclarecer a causa e as circunstâncias da morte.

O caso é investigado, em tese, como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. A classificação poderá ser alterada conforme o avanço das investigações e os resultados das perícias.

Midiamax

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Carro usado em execução é apreendido com 2 armas e R$ 24 mil em espécie

Dinheiro e armas apreendidas em residência onde estava o carro usado em execução de Sidrolândia (Foto: PMMS)

O carro usado em uma das execuções registradas em Sidrolândia, a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande, foi apreendido na manhã desta quinta-feira (27). Na casa onde o veículo estava, policiais militares encontraram R$ 24 mil em espécie, duas armas calibre .22 e 74 munições. Um homem foi preso e confessou ter recebido dinheiro para transportar o veículo até Maracaju, a pouco mais de 80 quilômetros de Sidrolândia.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam informações sobre as características e a placa do veículo utilizado na execução de Alexandro dos Santos, conhecido como “Costela”. A partir dos dados, os militares intensificaram as buscas pela cidade e localizaram um Chevrolet Celta estacionado em frente a uma residência na Rua Yuji Miki.

A moradora atendeu os policiais e contou que o marido, identificado como Jonathan Bruno, trabalha com guincho e havia sido contratado para levar o carro até Maracaju. No entanto, ele estava trabalhando em Campo Grande no momento da abordagem.

A mulher entrou em contato com o marido, que informou por telefone que ainda não havia transportado o veículo porque não tinha recebido o valor combinado pelo serviço.

Durante buscas na residência, os policiais encontraram duas armas calibre .22, 74 munições e R$ 24 mil em espécie. As armas passarão por perícia para verificar se foram utilizadas nas execuções.

Posteriormente, Jonathan se apresentou na delegacia. Aos policiais, afirmou ser amigo de Alexandro e negou qualquer envolvimento com facção criminosa. Ele disse que recebeu as duas armas como forma de pagamento por um serviço prestado e alegou que o dinheiro encontrado na casa também seria referente a pagamentos.

As execuções de Alexandro dos Santos e Cleiderson Chaves da Rocha, ambas registradas na quarta-feira (26), são investigadas e, conforme o boletim de ocorrência, podem estar relacionadas à guerra entre facções criminosas.

Chevrolet Celta usado na execução de Alexandro dos Santos (Foto: PMMS)

Casos – Alexandro dos Santos, conhecido como “Costela”, morreu no Hospital Elmíria Silvério Barbosa horas depois de ser baleado por um atirador que se aproximou a pé. O ataque ocorreu no fim da tarde de quarta-feira, na Rua Ponta Porã, na região do Bairro Cascatinha II.

Conforme apurado pela reportagem, Alexandro estava em frente a uma borracharia, nas proximidades da Praça Morada da Serra e da saída para a região do Quebra Coco, quando foi surpreendido pelo atirador. O suspeito se aproximou a pé e efetuou os disparos.

Poucas horas depois, um grupo formado por sete homens armados invadiu uma residência no Bairro Residencial Cascatinha II e matou Cleiderson Chaves da Rocha, de 22 anos. Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 23h50 após moradores ouvirem diversos disparos na Rua Nélio Saraiva Paim.

Quando chegaram ao endereço, uma mulher contou aos policiais que os criminosos chegaram chutando o portão e gritando: “Abre a porta que é a polícia”. Ao descer as escadas, ela percebeu que parte do grupo estava encapuzada.

A moradora foi rendida por dois suspeitos depois que eles arrombaram a entrada da residência. Ela foi obrigada a permanecer de joelhos na cozinha enquanto três homens ficaram do lado de fora, fazendo a segurança da rua, e outros dois subiram ao segundo andar à procura das vítimas.

Na sequência, a mulher ouviu diversos disparos vindos do piso superior. Depois da execução, os criminosos desceram e ainda atiraram contra o portão e a fachada da residência antes de fugir.

Campo Grande News

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Polícia Civil esclarece desaparecimento, prende duas suspeitas e localiza corpo de mulher

Investigação resultou na prisão temporária de duas mulheres, localizadas em Campo Grande e Cuiabá; corpo de Izabele Cristine da Silva Santos foi encontrado nesta quinta-feira (27)

Uma investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Inocência resultou no esclarecimento de parte das circunstâncias envolvendo o desaparecimento de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, e na localização do corpo da vítima nesta quinta-feira (27), no município.

A ação policial também levou à prisão temporária de duas mulheres investigadas por possível envolvimento no crime. Uma delas foi localizada e presa em Campo Grande (MS), enquanto a segunda foi encontrada em Cuiabá (MT). As prisões ocorreram mediante mandados expedidos pela Vara Única da Comarca de Inocência.

Desde o início das apurações, policiais da Delegacia de Inocência realizaram levantamento de informações, cruzamento de dados, análise de elementos obtidos durante a investigação e diligências de campo para reconstruir a sequência dos acontecimentos e identificar possíveis envolvidos no desaparecimento.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil representou pela prisão temporária de duas investigadas, identificadas pelas iniciais J.C.G.C. e S.R.P.M. Os pedidos foram deferidos pela Justiça.

Na quarta-feira (26), uma das investigadas foi localizada em Campo Grande por equipes da Polícia Civil de Inocência, com apoio do GARRAS – Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros, onde foi cumprido o mandado de prisão temporária.

A segunda investigada, S.R.P.M., foi localizada em Cuiabá e presa por equipes da Polícia Civil de Mato Grosso, também em cumprimento a uma ordem judicial expedida pela Vara Única da Comarca de Inocência.

Investigação aponta possível dinâmica do crime

Foto: Polícia Civil

Conforme os elementos reunidos até o momento, Izabele teria sido inicialmente agredida nas proximidades de um estabelecimento e posteriormente levada para o interior do local, após um desentendimento relacionado ao consumo de entorpecentes que pertenceriam às investigadas.

As diligências indicam que a vítima teria sofrido diversas agressões físicas e, posteriormente, sido morta durante a madrugada. Segundo a investigação, a morte teria ocorrido mediante golpes de instrumento cortante na região do pescoço.

Após a morte, o corpo teria sido ocultado em uma tentativa de dificultar sua localização e a investigação do crime. Ainda conforme os elementos obtidos pela Polícia Civil, o cadáver teria sido dobrado, com as pernas recolhidas junto ao tronco e amarradas ao corpo, antes de ser colocado em uma cova e coberto com terra.

O cruzamento das informações obtidas durante as diligências permitiu aos investigadores chegar a indícios sobre o possível local onde o corpo estaria enterrado.

Com base nessas informações, equipes da Delegacia de Polícia Civil de Inocência intensificaram as buscas e localizaram o corpo de Izabele nesta quinta-feira (27).

Perícia deve auxiliar na investigação

A localização do cadáver permitirá a realização de exames médico-legais e demais procedimentos periciais que deverão contribuir para determinar a causa e as circunstâncias da morte.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, individualizar a participação de cada envolvido e reunir elementos que possam subsidiar a responsabilização criminal.

A operação contou com o apoio do GARRAS, da Seção de Investigações Gerais (SIG) de Três Lagoas e da POLINTER da Polícia Civil de Mato Grosso. A atuação integrada das equipes foi fundamental para o cumprimento dos mandados judiciais, localização das investigadas e avanço das diligências em diferentes Estados.

Até o momento, o caso é apurado, em tese, como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. A classificação jurídica poderá ser alterada conforme o avanço das investigações, a análise dos elementos reunidos e os resultados dos exames periciais.

As duas investigadas permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com as diligências para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar eventuais outros envolvidos.

Segundo uma página de Três Lagoas, a última mensagem que Izabele enviou à família foi em 20 de janeiro. Os familiares relataram, naquele momento, que a vítima possuía deficiência intelectual e estava em tratamento por dependência química. Conforme a Polícia Civil, o boletim de ocorrência de desaparecimento foi registrado somente em fevereiro.

Com informações: Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de MS e Campo Grande News.

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Cassilândia Urgente: Sandálias deixadas dentro de caixas em Cassilândia eram doação de igreja evangélica

Uma doação surpresa.

De acordo com uma fonte, cerca de duas mil sandálias foram doadas no sábado passado pela Igreja Avivamento Bíblico do Laranjeiras, em Cassilândia.

Algumas caixas com sandálias foram deixadas em frente a igreja, outras na Praça da Mandioca, na Vila Izanópolis, e outras no Jardim Campo Grande.

Uma empresa fez a oferta para a igreja que fez a doação para as pessoas mais necessitadas da cidade.

 

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