Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Uma ação conjunta de inteligência entre a Polícia Federal de Guaíra e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Dourados resultou na apreensão de 4.417 quilos de maconha durante a madrugada deste domingo (21), no oeste do Paraná.

De acordo com as informações divulgadas pelas forças de segurança, a operação teve início na região da Ponte Ayrton Senna, importante corredor de ligação entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Após o monitoramento do veículo suspeito, uma carreta com placas paraguaias foi abordada no município de Terra Roxa (PR).

Durante a fiscalização, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do motorista. O condutor informou que não portava os documentos, o que levou as equipes a realizarem uma vistoria mais minuciosa na carreta.

No semirreboque, do tipo graneleiro, os agentes localizaram um compartimento oculto, conhecido como fundo falso. No local estavam escondidos diversos fardos de maconha, que após pesagem totalizaram 4.417 quilos da droga.

O motorista foi preso em flagrante. Durante a abordagem, ele optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, onde serão realizados os procedimentos de polícia judiciária e as investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.

Dourados News

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Inocência: Tribunal decide que ‘Casa da Barbie’ deve deixar imóvel comprado em leilão

Tribunal rejeitou argumento de benfeitorias feitas pelo ocupante e manteve decisão que determina a entrega do imóvel em Inocência

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a decisão que determina a desocupação de um imóvel utilizado por uma casa noturna em Inocência, identificado como Casa da Barbie. O local foi adquirido em leilão por um empresário após a execução de uma garantia financeira decorrente de dívida da antiga proprietária.

O ocupante do imóvel alegou que utilizava o espaço mediante acordo verbal e afirmou ter investido cerca de R$ 200 mil em reformas e melhorias na estrutura. Ele também pediu mais prazo para transferir as atividades para outro endereço.

Ao analisar o caso, os desembargadores entenderam que as benfeitorias realizadas não impedem o exercício do direito de posse pelo novo proprietário, que adquiriu o imóvel de forma regular em leilão.

A decisão da 3ª Câmara Cível foi unânime e confirmou a ordem de desocupação, mantendo o entendimento de que o comprador tem direito à imissão na posse do bem.

O caso ganhou repercussão no município, que vive forte crescimento econômico e imobiliário nos últimos anos. A decisão encerra a disputa judicial sobre a posse do imóvel. Dourado News

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Mulher é esfaqueada ao defender irmã grávida de agressão

André de Abreu/Ilustrativa

Uma mulher de 26 anos ficou ferida após ser atingida por golpes de faca ao tentar proteger a irmã, de 24 anos, grávida de 38 semanas, durante uma briga familiar registrada na noite de sábado (20), em Batayporã, a 306 quilômetros de Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência, a gestante e o companheiro, de 24 anos, estavam hospedados há cerca de um mês na residência da irmã dela. Após retornarem de uma viagem ao Paraguai, o casal iniciou uma discussão logo após chegar ao imóvel.

Durante o desentendimento, a mulher entrou no veículo do companheiro para retirar uma quantia em dinheiro que, segundo ela, lhe pertencia. Nesse momento, o homem teria reagido e iniciado agressões físicas contra a gestante. O registro policial aponta que ele chegou a subir sobre a vítima dentro do automóvel.

Ao perceber a situação, a irmã da mulher interveio para impedir as agressões e conseguiu separar o casal. Na sequência, a gestante deixou o veículo levando o celular do companheiro. Irritado, o homem pegou uma faca que estava dentro do carro e foi em direção à mulher, fazendo ameaças para que o aparelho fosse devolvido.

Ao tentar impedir a aproximação do suspeito, a irmã da gestante acabou sofrendo cortes no polegar e no dedo indicador da mão esquerda. O homem também teve um pequeno ferimento em um dos dedos durante a confusão.

Segundo a Polícia Militar, as ameaças contra a gestante continuaram até a chegada da equipe ao local.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao hospital para atendimento médico. As vítimas também passaram por avaliação médica e, posteriormente, todos foram levados à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências legais. Top Midia News

 

 

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O que beber para apagar o fogo da pimenta e por que água só piora tudo

A sensação de queimadura causada pela pimenta engana o cérebro e ativa mecanismos naturais de alívio da dor

Quem já exagerou na pimenta conhece a cena. A boca começa a arder, o rosto esquenta, o suor aparece e a primeira reação costuma ser correr para um copo de água. O problema é que, na maioria das vezes, isso não resolve. Em alguns casos, a sensação parece até piorar.

O mais curioso é que a pimenta não está realmente queimando sua boca. Na verdade, ela está enganando o seu sistema nervoso.

Por trás dessa experiência existe um mecanismo biológico fascinante que envolve receptores de dor, neurotransmissores e uma molécula chamada capsaicina, responsável pela ardência característica das pimentas.

Seu cérebro acredita que você encostou no fogo

A capsaicina atua sobre proteínas conhecidas como receptores TRPV1. Esses receptores funcionam como sensores naturais de calor extremo e dor.

Normalmente, eles são ativados quando entramos em contato com temperaturas potencialmente perigosas, como água fervente ou superfícies muito quentes.

Quando você come uma pimenta, a capsaicina se liga a esses receptores e envia ao cérebro exatamente o mesmo tipo de sinal que seria gerado por uma queimadura.

Por isso surgem sintomas como:

  • Ardência intensa
  • Vermelhidão
  • Suor
  • Aumento da salivação
  • Sensação de calor

Uma revisão publicada em fevereiro de 2026 na revista CNS Drugs, liderada por Edward H. Tsai, descreveu o receptor TRPV1 como um importante sensor biológico capaz de responder tanto ao calor quanto à capsaicina, participando diretamente da percepção da dor e de estímulos potencialmente nocivos.

O motivo pelo qual algumas pessoas adoram sentir ardência

Se a experiência é dolorosa, por que tanta gente gosta de comer alimentos extremamente picantes?

A resposta envolve a química do cérebro.

Quando o organismo interpreta a ardência como uma ameaça, ele ativa mecanismos naturais para reduzir o desconforto. Entre eles estão a liberação de endorfinas e dopamina.

As endorfinas funcionam como analgésicos produzidos pelo próprio corpo. Já a dopamina está relacionada às sensações de prazer e recompensa.

Esse efeito ajuda a explicar por que muitas pessoas descrevem uma sensação de bem-estar ou até de euforia após consumir alimentos muito picantes.

Por que a água não consegue apagar a ardência?

Aqui está o erro mais comum.

capsaicina é uma molécula lipossolúvel, ou seja, dissolve-se muito melhor em gorduras do que em água.

Quando você bebe água, ela praticamente não consegue remover a capsaicina dos receptores da boca. Em vez disso, pode espalhar a substância para outras áreas da cavidade oral, aumentando a sensação de ardência.

É por isso que muitas pessoas percebem pouco ou nenhum alívio após vários goles de água.

O leite é o verdadeiro “antídoto” da pimenta

Se a água não funciona, o que realmente ajuda?

A melhor opção costuma ser o leite ou outros derivados lácteos.

Isso acontece porque eles contêm caseína, uma proteína capaz de interagir com a capsaicina e ajudar a removê-la das superfícies da boca.

Além disso, a gordura presente em muitos laticínios também auxilia na dissolução dessa molécula.

Outras opções que podem proporcionar algum alívio incluem:

  • Iogurte natural
  • Queijos
  • Bebidas lácteas
  • Sorvete de leite

Uma sensação de queimadura que não é queimadura

O mais interessante é que a pimenta não causa uma queimadura real na maioria das situações. O que acontece é uma ativação intensa dos receptores responsáveis por detectar calor e dor.

Pesquisas recentes continuam investigando os receptores TRPV1 justamente porque eles desempenham papel central na forma como percebemos estímulos dolorosos e térmicos. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 na revista Channels, liderado por Tal Brandwine-Shemmer, analisou os mecanismos de ativação do TRPV1 pela capsaicina, ampliando o entendimento sobre essa interação molecular.

Da próxima vez que a pimenta parecer insuportável, lembre-se: você não está pegando fogo. Seu cérebro apenas acredita que está. E, nesse caso, um copo de leite vale muito mais do que um copo de água.

R7/Fala Ciência 

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Criança de 10 anos morre após sofrer descarga elétrica em fazenda

Caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil do município (Foto: divulgação/Polícia Civil)..

Criança de 10 anos morreu na tarde deste domingo (21) após sofrer uma descarga elétrica em uma propriedade rural na região de Ribas do Rio Pardo, distante 98 quilômetros de Campo Grande.

Conforme o site Notícias do Cerrado, o menino estava no quintal da fazenda quando encontrou um pedaço de arame. Conforme o relato inicial, o material teria entrado em contato com uma rede elétrica de alta tensão. Ao tentar retirar o objeto, a criança acabou atingida pela descarga.

Familiares ainda tentaram prestar socorro, mas o menino não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. A Polícia Científica também esteve na propriedade e realizou os levantamentos periciais que devem auxiliar na investigação.

Após os procedimentos, o corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), em Campo Grande. O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte a esclarecer. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades. Campo Grande News

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Ex-peão cobra R$ 84 mil de Almir Sater após acidente em fazenda

Ex-funcionário da Fazenda Campo Novo (de boné, à direita) em foto com Almir Sater e outro peão. (Foto: Reprodução processual)

Um ex-funcionário da Fazenda Campo Novo, propriedade rural atribuída ao cantor Almir Sater em Aquidauana, a 141 quilômetros de Campo Grande, acionou a Justiça do Trabalho e cobra R$ 84.725,88 em indenizações e verbas trabalhistas.

Na ação, protocolada em abril deste ano, o ex-campeiro afirma ter sofrido fraturas nas costelas após cair de um cavalo que, segundo ele, já havia provocado outro acidente dias antes e cujo comportamento teria sido comunicado a responsáveis pela fazenda.

Segundo a petição obtida pelo Campo Grande News neste sábado (20), o trabalhador foi contratado em novembro de 2025 para atuar como campeiro. O documento informa que ele recebia salário de R$ 1.923 e iniciava a jornada às 3h30. Entre as atividades descritas estão a ordenha de vacas durante a madrugada, o acompanhamento de animais doentes e a condução do rebanho bovino montado a cavalo.

A narrativa apresentada à Justiça começa em fevereiro deste ano. O ex-funcionário afirma que sofreu uma primeira queda ao montar um cavalo chamado “Branco”. Na ação, os advogados relatam que ele “alertou expressamente ao capataz e seu encarregado” sobre o comportamento do animal e pediu a substituição da montaria, mas o pedido teria sido ignorado.

Dias depois, em 26 de fevereiro, ocorreu o acidente que deu origem ao processo. Conforme a petição, o mesmo cavalo voltou a ser utilizado durante a condução do gado.

“Durante a condução do gado, o animal saltou quatro vezes bruscamente e arremessou o obreiro ao solo, vindo a pisotear sua região torácica”, descreve a ação.

Ainda segundo os autos, o impacto provocou fraturas nas costelas e afastou o trabalhador das atividades.

O ex-funcionário, à esquerda (Foto: Reprodução processual)
A partir desse momento, a petição passa a detalhar o período entre o acidente e o atendimento médico. O trabalhador afirma que pediu ajuda para ser levado a uma unidade de saúde, mas permaneceu na propriedade rural. Em um dos trechos da ação, os advogados afirmam que ele ficou “moendo de dor” na fazenda e dependia de medicamentos fornecidos por colegas.

A inicial também sustenta que familiares receberam informações de que o trabalhador estava bem de saúde. “Enquanto o gerente mentia à família para encobrir o acidente, o trabalhador permanecia ‘moendo de dor’ na fazenda”, registra o documento. As alegações apresentadas pelo autor ainda serão analisadas pela Justiça do Trabalho.

Segundo a versão apresentada no processo, somente cinco dias após o acidente o trabalhador conseguiu deixar a propriedade rural. A petição afirma que ele foi retirado da fazenda por terceiros e seguiu em busca de atendimento médico.

Parte desse percurso aparece em documentos anexados aos autos. Um boletim de ocorrência registrado pela Polícia Rodoviária Federal em Miranda, em 3 de março, informa que ele seguia para Campo Grande em busca de assistência médica após relatar ter sofrido um pisoteamento de cavalo. Durante a abordagem, os policiais identificaram a existência de um mandado de prisão civil por dívida alimentar expedido anteriormente pela Justiça Estadual.

O caso então passou a envolver outra esfera do Judiciário. Após tomar conhecimento da situação, a 3ª Vara de Família de Campo Grande suspendeu por 30 dias a ordem de prisão.

Na decisão assinada em 9 de março, a juíza Luciane Buriasco Isquerdo considerou que havia documentos comprovando que o homem havia sofrido “acidente (queda de animal/fratura de costela)” e que necessitava de assistência médica. A magistrada observou ainda que o atendimento necessário não poderia ser prestado no local onde ele estava custodiado.

A decisão acrescenta que a suspensão da prisão ocorreu em caráter excepcional, diante da necessidade de tratamento médico. “Necessitando de assistência médica”, registrou a juíza ao justificar a medida.

Os autos da ação trabalhista também incluem documentos médicos produzidos em Miranda. Um dos registros relata que o paciente procurou atendimento após “queda de cavalo há 5 dias”, seguida de pisoteamento na região torácica. O prontuário menciona dores no tórax, avaliação médica e exames de imagem.

Ao acionar a Justiça do Trabalho, o ex-peão pede o reconhecimento da estabilidade provisória prevista para casos de acidente de trabalho, além de indenizações e outras verbas trabalhistas. Para sustentar os pedidos, os advogados citam decisões do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região e do Tribunal Superior do Trabalho relacionadas a acidentes envolvendo trabalhadores rurais que exercem atividades a cavalo.

A petição também menciona a emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), documento utilizado para registrar oficialmente ocorrências dessa natureza.

O processo tramita na Vara do Trabalho de Aquidauana e ainda não teve julgamento de mérito. Até o momento, não há decisão sobre os pedidos formulados pelo ex-funcionário.

O outro lado – A reportagem procurou o advogado Nilson de Oliveira Castela, indicado nos autos como representante de Almir Sater, que informou estar negociando acordo com a defesa do ex-peão.

“Em relação ao acidente, foi regularmente emitida a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), conforme determina a legislação aplicável. Entretanto, não procede a alegação de que o cavalo era arisco ou de que teria provocado acidentes anteriores. Embora o reclamado lamente profundamente o ocorrido e preste toda a assistência necessária ao trabalhador, os elementos já apurados indicam que o acidente decorreu da forma como o animal foi conduzido e manuseado pelo reclamante naquele momento. Essas circunstâncias serão devidamente demonstradas e esclarecidas no curso do processo, caso não seja alcançado um acordo entre as partes”, afirmou em nota. Campo Grande News

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Suspeito de tentativa de estupro morre baleado pela PM

Segundo o registro policial, na noite de sexta-feira (19), Tyego foi até a casa da vítima e afirmou que o filho dela, usuário de drogas

Tyego do Nascimento Barbosa Brito, de 24 anos, conhecido como “Lágrima”, morreu na madrugada deste sábado (20), em São Gabriel do Oeste, a cerca de 140 quilômetros de Campo Grande, após policiais militares dispararem contra ele. Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram até a residência dele após uma denúncia de agressão e tentativa de violência sexual contra uma mulher de 45 anos.

Segundo o registro policial, na noite de sexta-feira (19), Tyego foi até a casa da vítima e afirmou que o filho dela, usuário de drogas, estaria em sua residência correndo risco de morte por integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Temendo pela integridade do filho, a mulher aceitou acompanhá-lo até o local.

Ainda de acordo com o relato da vítima, ao chegar à residência, ela foi orientada a permanecer próxima à porta e, posteriormente, perto de um quarto. Durante o período em que esteve no imóvel, Tyego teria consumido drogas, exibido facas e um facão e oferecido cocaína à mulher, que recusou.

Quando questionou sobre o paradeiro do filho, a vítima passou a ser agredida. Conforme o boletim, ela recebeu socos e teve as roupas retiradas pelo suspeito, que tentou obrigá-la a praticar ato sexual. A mulher relatou que conseguiu fugir após um momento de distração do agressor e acionou a Polícia Militar.

No endereço indicado pela vítima, os policiais encontraram Tyego. Segundo a ocorrência, ao perceber a presença da equipe, ele apresentou comportamento agressivo e desobedeceu às ordens dadas pelos militares. Em seguida, teria sacado uma faca e avançado contra um dos policiais.

Ainda conforme o boletim, diante da investida, um sargento efetuou um disparo para conter a agressão. Tyego foi socorrido e encaminhado ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Tyego possuía passagens policiais por roubo, roubo majorado, furto, tráfico de drogas e receptação em Mato Grosso do Sul.

O caso eleva para 62 o número de mortes decorrentes de intervenção de agentes do Estado em Mato Grosso do Sul neste ano, sendo o 3° nas últimas 24 horas.

Por Clara Farias – Campo Grande News

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Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Uma ação conjunta de inteligência entre a Polícia Federal de Guaíra e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Dourados resultou na apreensão de 4.417 quilos de maconha durante a madrugada deste domingo (21), no oeste do Paraná.

De acordo com as informações divulgadas pelas forças de segurança, a operação teve início na região da Ponte Ayrton Senna, importante corredor de ligação entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Após o monitoramento do veículo suspeito, uma carreta com placas paraguaias foi abordada no município de Terra Roxa (PR).

Durante a fiscalização, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do motorista. O condutor informou que não portava os documentos, o que levou as equipes a realizarem uma vistoria mais minuciosa na carreta.

No semirreboque, do tipo graneleiro, os agentes localizaram um compartimento oculto, conhecido como fundo falso. No local estavam escondidos diversos fardos de maconha, que após pesagem totalizaram 4.417 quilos da droga.

O motorista foi preso em flagrante. Durante a abordagem, ele optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, onde serão realizados os procedimentos de polícia judiciária e as investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.

Dourados News

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Inocência: Tribunal decide que ‘Casa da Barbie’ deve deixar imóvel comprado em leilão

Tribunal rejeitou argumento de benfeitorias feitas pelo ocupante e manteve decisão que determina a entrega do imóvel em Inocência

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a decisão que determina a desocupação de um imóvel utilizado por uma casa noturna em Inocência, identificado como Casa da Barbie. O local foi adquirido em leilão por um empresário após a execução de uma garantia financeira decorrente de dívida da antiga proprietária.

O ocupante do imóvel alegou que utilizava o espaço mediante acordo verbal e afirmou ter investido cerca de R$ 200 mil em reformas e melhorias na estrutura. Ele também pediu mais prazo para transferir as atividades para outro endereço.

Ao analisar o caso, os desembargadores entenderam que as benfeitorias realizadas não impedem o exercício do direito de posse pelo novo proprietário, que adquiriu o imóvel de forma regular em leilão.

A decisão da 3ª Câmara Cível foi unânime e confirmou a ordem de desocupação, mantendo o entendimento de que o comprador tem direito à imissão na posse do bem.

O caso ganhou repercussão no município, que vive forte crescimento econômico e imobiliário nos últimos anos. A decisão encerra a disputa judicial sobre a posse do imóvel. Dourado News

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Mulher é esfaqueada ao defender irmã grávida de agressão

André de Abreu/Ilustrativa

Uma mulher de 26 anos ficou ferida após ser atingida por golpes de faca ao tentar proteger a irmã, de 24 anos, grávida de 38 semanas, durante uma briga familiar registrada na noite de sábado (20), em Batayporã, a 306 quilômetros de Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência, a gestante e o companheiro, de 24 anos, estavam hospedados há cerca de um mês na residência da irmã dela. Após retornarem de uma viagem ao Paraguai, o casal iniciou uma discussão logo após chegar ao imóvel.

Durante o desentendimento, a mulher entrou no veículo do companheiro para retirar uma quantia em dinheiro que, segundo ela, lhe pertencia. Nesse momento, o homem teria reagido e iniciado agressões físicas contra a gestante. O registro policial aponta que ele chegou a subir sobre a vítima dentro do automóvel.

Ao perceber a situação, a irmã da mulher interveio para impedir as agressões e conseguiu separar o casal. Na sequência, a gestante deixou o veículo levando o celular do companheiro. Irritado, o homem pegou uma faca que estava dentro do carro e foi em direção à mulher, fazendo ameaças para que o aparelho fosse devolvido.

Ao tentar impedir a aproximação do suspeito, a irmã da gestante acabou sofrendo cortes no polegar e no dedo indicador da mão esquerda. O homem também teve um pequeno ferimento em um dos dedos durante a confusão.

Segundo a Polícia Militar, as ameaças contra a gestante continuaram até a chegada da equipe ao local.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao hospital para atendimento médico. As vítimas também passaram por avaliação médica e, posteriormente, todos foram levados à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências legais. Top Midia News

 

 

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O que beber para apagar o fogo da pimenta e por que água só piora tudo

A sensação de queimadura causada pela pimenta engana o cérebro e ativa mecanismos naturais de alívio da dor

Quem já exagerou na pimenta conhece a cena. A boca começa a arder, o rosto esquenta, o suor aparece e a primeira reação costuma ser correr para um copo de água. O problema é que, na maioria das vezes, isso não resolve. Em alguns casos, a sensação parece até piorar.

O mais curioso é que a pimenta não está realmente queimando sua boca. Na verdade, ela está enganando o seu sistema nervoso.

Por trás dessa experiência existe um mecanismo biológico fascinante que envolve receptores de dor, neurotransmissores e uma molécula chamada capsaicina, responsável pela ardência característica das pimentas.

Seu cérebro acredita que você encostou no fogo

A capsaicina atua sobre proteínas conhecidas como receptores TRPV1. Esses receptores funcionam como sensores naturais de calor extremo e dor.

Normalmente, eles são ativados quando entramos em contato com temperaturas potencialmente perigosas, como água fervente ou superfícies muito quentes.

Quando você come uma pimenta, a capsaicina se liga a esses receptores e envia ao cérebro exatamente o mesmo tipo de sinal que seria gerado por uma queimadura.

Por isso surgem sintomas como:

  • Ardência intensa
  • Vermelhidão
  • Suor
  • Aumento da salivação
  • Sensação de calor

Uma revisão publicada em fevereiro de 2026 na revista CNS Drugs, liderada por Edward H. Tsai, descreveu o receptor TRPV1 como um importante sensor biológico capaz de responder tanto ao calor quanto à capsaicina, participando diretamente da percepção da dor e de estímulos potencialmente nocivos.

O motivo pelo qual algumas pessoas adoram sentir ardência

Se a experiência é dolorosa, por que tanta gente gosta de comer alimentos extremamente picantes?

A resposta envolve a química do cérebro.

Quando o organismo interpreta a ardência como uma ameaça, ele ativa mecanismos naturais para reduzir o desconforto. Entre eles estão a liberação de endorfinas e dopamina.

As endorfinas funcionam como analgésicos produzidos pelo próprio corpo. Já a dopamina está relacionada às sensações de prazer e recompensa.

Esse efeito ajuda a explicar por que muitas pessoas descrevem uma sensação de bem-estar ou até de euforia após consumir alimentos muito picantes.

Por que a água não consegue apagar a ardência?

Aqui está o erro mais comum.

capsaicina é uma molécula lipossolúvel, ou seja, dissolve-se muito melhor em gorduras do que em água.

Quando você bebe água, ela praticamente não consegue remover a capsaicina dos receptores da boca. Em vez disso, pode espalhar a substância para outras áreas da cavidade oral, aumentando a sensação de ardência.

É por isso que muitas pessoas percebem pouco ou nenhum alívio após vários goles de água.

O leite é o verdadeiro “antídoto” da pimenta

Se a água não funciona, o que realmente ajuda?

A melhor opção costuma ser o leite ou outros derivados lácteos.

Isso acontece porque eles contêm caseína, uma proteína capaz de interagir com a capsaicina e ajudar a removê-la das superfícies da boca.

Além disso, a gordura presente em muitos laticínios também auxilia na dissolução dessa molécula.

Outras opções que podem proporcionar algum alívio incluem:

  • Iogurte natural
  • Queijos
  • Bebidas lácteas
  • Sorvete de leite

Uma sensação de queimadura que não é queimadura

O mais interessante é que a pimenta não causa uma queimadura real na maioria das situações. O que acontece é uma ativação intensa dos receptores responsáveis por detectar calor e dor.

Pesquisas recentes continuam investigando os receptores TRPV1 justamente porque eles desempenham papel central na forma como percebemos estímulos dolorosos e térmicos. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 na revista Channels, liderado por Tal Brandwine-Shemmer, analisou os mecanismos de ativação do TRPV1 pela capsaicina, ampliando o entendimento sobre essa interação molecular.

Da próxima vez que a pimenta parecer insuportável, lembre-se: você não está pegando fogo. Seu cérebro apenas acredita que está. E, nesse caso, um copo de leite vale muito mais do que um copo de água.

R7/Fala Ciência 

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Criança de 10 anos morre após sofrer descarga elétrica em fazenda

Caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil do município (Foto: divulgação/Polícia Civil)..

Criança de 10 anos morreu na tarde deste domingo (21) após sofrer uma descarga elétrica em uma propriedade rural na região de Ribas do Rio Pardo, distante 98 quilômetros de Campo Grande.

Conforme o site Notícias do Cerrado, o menino estava no quintal da fazenda quando encontrou um pedaço de arame. Conforme o relato inicial, o material teria entrado em contato com uma rede elétrica de alta tensão. Ao tentar retirar o objeto, a criança acabou atingida pela descarga.

Familiares ainda tentaram prestar socorro, mas o menino não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. A Polícia Científica também esteve na propriedade e realizou os levantamentos periciais que devem auxiliar na investigação.

Após os procedimentos, o corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), em Campo Grande. O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte a esclarecer. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades. Campo Grande News

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Ex-peão cobra R$ 84 mil de Almir Sater após acidente em fazenda

Ex-funcionário da Fazenda Campo Novo (de boné, à direita) em foto com Almir Sater e outro peão. (Foto: Reprodução processual)

Um ex-funcionário da Fazenda Campo Novo, propriedade rural atribuída ao cantor Almir Sater em Aquidauana, a 141 quilômetros de Campo Grande, acionou a Justiça do Trabalho e cobra R$ 84.725,88 em indenizações e verbas trabalhistas.

Na ação, protocolada em abril deste ano, o ex-campeiro afirma ter sofrido fraturas nas costelas após cair de um cavalo que, segundo ele, já havia provocado outro acidente dias antes e cujo comportamento teria sido comunicado a responsáveis pela fazenda.

Segundo a petição obtida pelo Campo Grande News neste sábado (20), o trabalhador foi contratado em novembro de 2025 para atuar como campeiro. O documento informa que ele recebia salário de R$ 1.923 e iniciava a jornada às 3h30. Entre as atividades descritas estão a ordenha de vacas durante a madrugada, o acompanhamento de animais doentes e a condução do rebanho bovino montado a cavalo.

A narrativa apresentada à Justiça começa em fevereiro deste ano. O ex-funcionário afirma que sofreu uma primeira queda ao montar um cavalo chamado “Branco”. Na ação, os advogados relatam que ele “alertou expressamente ao capataz e seu encarregado” sobre o comportamento do animal e pediu a substituição da montaria, mas o pedido teria sido ignorado.

Dias depois, em 26 de fevereiro, ocorreu o acidente que deu origem ao processo. Conforme a petição, o mesmo cavalo voltou a ser utilizado durante a condução do gado.

“Durante a condução do gado, o animal saltou quatro vezes bruscamente e arremessou o obreiro ao solo, vindo a pisotear sua região torácica”, descreve a ação.

Ainda segundo os autos, o impacto provocou fraturas nas costelas e afastou o trabalhador das atividades.

O ex-funcionário, à esquerda (Foto: Reprodução processual)
A partir desse momento, a petição passa a detalhar o período entre o acidente e o atendimento médico. O trabalhador afirma que pediu ajuda para ser levado a uma unidade de saúde, mas permaneceu na propriedade rural. Em um dos trechos da ação, os advogados afirmam que ele ficou “moendo de dor” na fazenda e dependia de medicamentos fornecidos por colegas.

A inicial também sustenta que familiares receberam informações de que o trabalhador estava bem de saúde. “Enquanto o gerente mentia à família para encobrir o acidente, o trabalhador permanecia ‘moendo de dor’ na fazenda”, registra o documento. As alegações apresentadas pelo autor ainda serão analisadas pela Justiça do Trabalho.

Segundo a versão apresentada no processo, somente cinco dias após o acidente o trabalhador conseguiu deixar a propriedade rural. A petição afirma que ele foi retirado da fazenda por terceiros e seguiu em busca de atendimento médico.

Parte desse percurso aparece em documentos anexados aos autos. Um boletim de ocorrência registrado pela Polícia Rodoviária Federal em Miranda, em 3 de março, informa que ele seguia para Campo Grande em busca de assistência médica após relatar ter sofrido um pisoteamento de cavalo. Durante a abordagem, os policiais identificaram a existência de um mandado de prisão civil por dívida alimentar expedido anteriormente pela Justiça Estadual.

O caso então passou a envolver outra esfera do Judiciário. Após tomar conhecimento da situação, a 3ª Vara de Família de Campo Grande suspendeu por 30 dias a ordem de prisão.

Na decisão assinada em 9 de março, a juíza Luciane Buriasco Isquerdo considerou que havia documentos comprovando que o homem havia sofrido “acidente (queda de animal/fratura de costela)” e que necessitava de assistência médica. A magistrada observou ainda que o atendimento necessário não poderia ser prestado no local onde ele estava custodiado.

A decisão acrescenta que a suspensão da prisão ocorreu em caráter excepcional, diante da necessidade de tratamento médico. “Necessitando de assistência médica”, registrou a juíza ao justificar a medida.

Os autos da ação trabalhista também incluem documentos médicos produzidos em Miranda. Um dos registros relata que o paciente procurou atendimento após “queda de cavalo há 5 dias”, seguida de pisoteamento na região torácica. O prontuário menciona dores no tórax, avaliação médica e exames de imagem.

Ao acionar a Justiça do Trabalho, o ex-peão pede o reconhecimento da estabilidade provisória prevista para casos de acidente de trabalho, além de indenizações e outras verbas trabalhistas. Para sustentar os pedidos, os advogados citam decisões do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região e do Tribunal Superior do Trabalho relacionadas a acidentes envolvendo trabalhadores rurais que exercem atividades a cavalo.

A petição também menciona a emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), documento utilizado para registrar oficialmente ocorrências dessa natureza.

O processo tramita na Vara do Trabalho de Aquidauana e ainda não teve julgamento de mérito. Até o momento, não há decisão sobre os pedidos formulados pelo ex-funcionário.

O outro lado – A reportagem procurou o advogado Nilson de Oliveira Castela, indicado nos autos como representante de Almir Sater, que informou estar negociando acordo com a defesa do ex-peão.

“Em relação ao acidente, foi regularmente emitida a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), conforme determina a legislação aplicável. Entretanto, não procede a alegação de que o cavalo era arisco ou de que teria provocado acidentes anteriores. Embora o reclamado lamente profundamente o ocorrido e preste toda a assistência necessária ao trabalhador, os elementos já apurados indicam que o acidente decorreu da forma como o animal foi conduzido e manuseado pelo reclamante naquele momento. Essas circunstâncias serão devidamente demonstradas e esclarecidas no curso do processo, caso não seja alcançado um acordo entre as partes”, afirmou em nota. Campo Grande News

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Suspeito de tentativa de estupro morre baleado pela PM

Segundo o registro policial, na noite de sexta-feira (19), Tyego foi até a casa da vítima e afirmou que o filho dela, usuário de drogas

Tyego do Nascimento Barbosa Brito, de 24 anos, conhecido como “Lágrima”, morreu na madrugada deste sábado (20), em São Gabriel do Oeste, a cerca de 140 quilômetros de Campo Grande, após policiais militares dispararem contra ele. Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram até a residência dele após uma denúncia de agressão e tentativa de violência sexual contra uma mulher de 45 anos.

Segundo o registro policial, na noite de sexta-feira (19), Tyego foi até a casa da vítima e afirmou que o filho dela, usuário de drogas, estaria em sua residência correndo risco de morte por integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Temendo pela integridade do filho, a mulher aceitou acompanhá-lo até o local.

Ainda de acordo com o relato da vítima, ao chegar à residência, ela foi orientada a permanecer próxima à porta e, posteriormente, perto de um quarto. Durante o período em que esteve no imóvel, Tyego teria consumido drogas, exibido facas e um facão e oferecido cocaína à mulher, que recusou.

Quando questionou sobre o paradeiro do filho, a vítima passou a ser agredida. Conforme o boletim, ela recebeu socos e teve as roupas retiradas pelo suspeito, que tentou obrigá-la a praticar ato sexual. A mulher relatou que conseguiu fugir após um momento de distração do agressor e acionou a Polícia Militar.

No endereço indicado pela vítima, os policiais encontraram Tyego. Segundo a ocorrência, ao perceber a presença da equipe, ele apresentou comportamento agressivo e desobedeceu às ordens dadas pelos militares. Em seguida, teria sacado uma faca e avançado contra um dos policiais.

Ainda conforme o boletim, diante da investida, um sargento efetuou um disparo para conter a agressão. Tyego foi socorrido e encaminhado ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Tyego possuía passagens policiais por roubo, roubo majorado, furto, tráfico de drogas e receptação em Mato Grosso do Sul.

O caso eleva para 62 o número de mortes decorrentes de intervenção de agentes do Estado em Mato Grosso do Sul neste ano, sendo o 3° nas últimas 24 horas.

Por Clara Farias – Campo Grande News

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