Tornozeleiras eletrônicas de presos custam mais de R$ 4,6 milhões aos cofres públicos de MS

Agepen-MS empenha valor à Spacecom para manter o rastreamento e tornozeleiras de detentos
A vigilância eletrônica de sentenciados custou R$ 4.680.624,12 aos cofres estaduais de Mato Grosso do Sul apenas em empenhos recentes autorizados pela Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).
Os pagamentos cobrem a locação de equipamentos, fornecimento de materiais e serviços contínuos de rastreamento para detentos que cumprem penas em regimes semiaberto, aberto ou medidas cautelares em Mato Grosso do Sul.
Conforme atos publicados no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (15) as despesas foram empenhadas em favor da empresa Spacecom Monitoramento S/A. Todas as notas de empenho foram validadas pelo diretor-presidente e ordenador de despesas da autarquia, Rodrigo Rossi Maiorchini. Os registros financeiros concentram a prestação de serviços executada entre os meses de julho e setembro de 2026.
O maior montante isolado atingiu R$ 2.397.124,36 por meio da Nota de Empenho n. 001090, ligada ao Contrato n. 019/2024, para cobrir os serviços realizados no mês de agosto e parte de setembro. Outra fatura de grande valor somou R$ 1.478.041,92 na Nota de Empenho n. 001019 para quitar os atendimentos de julho. Os registros incluem ainda termos de prorrogação contratual e complementações orçamentárias sucessivas para garantir a transmissão contínua de dados de localização dos presos.
Execução da vigilância
A contratação dos serviços de monitoração eletrônica fundamenta-se nas exigências da Lei Federal n. 12.258/2010 e do Decreto Estadual n. 14.415/2016, além da legislação federal de licitações.
Briga de mulheres em festa termina na Delegacia e revela foragida da justiça em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
A Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de lesão corporal dolosa e vias de fato envolvendo três mulheres por volta das 05h59 da manhã de sábado, 10 de outubro, no mesmo recinto de eventos da Avenida da Saudade. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 13 de outubro.
As envolvidas foram contidas pela guarnição e conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para a tomada de providências. Durante a conferência dos dados qualificados no sistema checado da Polícia Militar, constatou-se que uma das mulheres envolvidas no conflito possuía um mandado de prisão em aberto, encontrando-se na condição de foragida da justiça. A mulher recebeu voz de prisão e foi recolhida ao estabelecimento penal. Fonte: Cassilândia Notícias
Cassilândia Urgente: Morre Maria Dolorita Lata
Faleceu na noite desta quinta-feira (15 de outubro), aos 88 anos de idade, a senhora Maria Dolorita Lata. Ela era viúva do senhor Valdemar Teixeira Lata, que faleceu este ano (em 18/07/2026), mãe do Aleuto (proprietário do Supermercado Nevoeiro), Ana Maria e Meire. Deixa filhos, netos, parentes e amigos.
Seu corpo está sendo velado na Veladoria da Funerária Nossa Senhora Aparecida. O sepultamento acontecerá nesta sexta-feira, as 15h00, no Cemitério Municipal de Cassilândia. O Cassilândia Notícias solidariza-se com a família enlutada.
Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
Mulher que orquestrou morte do próprio pai morre durante operação contra Comando Vermelho

Policiais do Garras e de outras unidades. (Reprodução, Polícia Civil)
O confronto ocorrido durante a ‘Operação Descarrilho’, deflagrada em Batayporã, Nova Andradina e Bataguassu, terminou com três suspeitos mortos na manhã desta quinta-feira (15). Os policiais buscam cumprir seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão contra investigados por envolvimento em crimes na região.
Conforme publicado pelo Jornal da Nova, o confronto aconteceu na Rua Batayporã, no bairro São Vicente de Paulo, em Nova Andradina, ocasião em que três suspeitos morreram. Dois deles seriam do Maranhão e de Mato Grosso.
A operação é comandada pela Polícia Civil de Batayporã, que mira integrantes do CV (Comando Vermelho) no município, bem como em Nova Andradina e em Bataguassu. Estão sendo investigados assassinatos ocorridos em Batayporã nos dias 29 de setembro e 5 de outubro deste ano.
Equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), SIGs (Seções de Investigações Gerais) de Nova Andradina e de Bataguassu, DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Nova Andradina e das Delegacias de Polícia Civil de Ivinhema e de Angélica participam da operação.
Cassilândia Urgente: Morador denuncia que caminhões estão quebrando calçada na Vila Izanópolis, em Cassilândia
Um morador entrou em contato com a redação do Cassilândia Urgente nesta quinta-feira, 15 de outubro, para reclamar de um problema que se repete diariamente na esquina da Rua Joaquim José Dias com Rua Sebastião da Silva Lata, na Vila Izanópolis, em Cassilândia.
Ele relatou que os caminhões grandes, a exemplo de carretas, invadem a calçada, deixando o piso danificado com prejuízo financeiro para os moradores.
O morador cobra solução junto às autoridades competentes.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Fotos: Reprodução de vídeo de morador
Cassilândia Urgente: Morador reclama de poste torto ao lado do “Buracão” em Cassilândia
Um morador entrou em contato com a redação do Cassilândia Urgente hoje, quinta-feira, 15 de outubro, para reclamar de um poste da energia de placa solar que está inclinado na Rua Sebastião Tenório de Melo, na esquina com a Rua Dalberto Gomes da Silva, na divisa do Laranjeiras com a Vila Izanópolis, ao lado do “Buracão”, em Cassilândia.
Ele trabalha de pedreiro nas imediações e teme que o poste possa estar energizado porque está forçando a fiação da rede, o que significa risco de forte descarga elétrica, um perigo para a vida de quem anda por ali.
O morador cobra das autoridades comoetência uma solução imediata.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Fotos: Reprodução de vídeo
Polícia prende suspeitos de desviar R$ 655 mil de banco em MS

Viatura da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos durante cumprimento de mandado nesta quarta-feira (Foto: Divulgação)
A Polícia Civil prendeu 9 pessoas durante a Operação Reboot, que investiga fraude eletrônica responsável pelo desvio de R$ 655 mil de uma agência bancária de Campo Grande. Os mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (14), pela Dercc (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos), com apoio da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) e das forças policiais dos outros estados.
Segundo a Polícia Civil, além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em endereços de suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.
Nos locais, os investigadores apreenderam celulares e outros dispositivos eletrônicos. Também foram encontradas drogas na casa de um dos investigados, que acabou preso em flagrante por tráfico.
Conforme a corporação, a investigação começou após uma fraude contra uma agência bancária da Capital, ocorrida em setembro de 2025, na qual os suspeitos se passaram por funcionários da TI (Tecnologia da Informação) da agência.
Para conseguir realizar o golpe, os integrantes do grupo teriam levantado ilegalmente informações internas e usado os dados para se passar por funcionários de setores estratégicos do banco.
As apurações apontaram ainda que a organização não atuava apenas em Mato Grosso do Sul, mas também em outros estados brasileiros.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo tinha integrantes concentrados em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, de onde eram realizadas as ações criminosas.
Os mandados foram cumpridos nos municípios de Barueri (SP), Palhoça e Cunha Porã (SC), além de Porto Alegre, Viamão, Canoas, Alvorada, Cachoeirinha, Vacaria, Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo, Gravataí e Tapes, no Rio Grande do Sul.
Viatura de Mato Grosso do Sul durante operação no estado de Santa Catarina (Foto: Divulgação)
Histórico criminal – O nome da operação faz referência à mudança na forma de atuação criminosa identificada durante as investigações. Segundo a Polícia Civil, suspeitos considerados relevantes para o esquema tinham antecedentes por crimes graves e violentos, como tráfico de drogas, roubo com uso de arma de fogo e homicídio, e passaram a atuar em fraudes pela internet após períodos de prisão.
Ainda conforme a corporação, os investigados foram indiciados por fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas previstas para os crimes podem variar de 8 a 21 anos de prisão. Os suspeitos permanecem custodiados à disposição da Justiça. Campo Grande News
Tornozeleiras eletrônicas de presos custam mais de R$ 4,6 milhões aos cofres públicos de MS

Agepen-MS empenha valor à Spacecom para manter o rastreamento e tornozeleiras de detentos
A vigilância eletrônica de sentenciados custou R$ 4.680.624,12 aos cofres estaduais de Mato Grosso do Sul apenas em empenhos recentes autorizados pela Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).
Os pagamentos cobrem a locação de equipamentos, fornecimento de materiais e serviços contínuos de rastreamento para detentos que cumprem penas em regimes semiaberto, aberto ou medidas cautelares em Mato Grosso do Sul.
Conforme atos publicados no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (15) as despesas foram empenhadas em favor da empresa Spacecom Monitoramento S/A. Todas as notas de empenho foram validadas pelo diretor-presidente e ordenador de despesas da autarquia, Rodrigo Rossi Maiorchini. Os registros financeiros concentram a prestação de serviços executada entre os meses de julho e setembro de 2026.
O maior montante isolado atingiu R$ 2.397.124,36 por meio da Nota de Empenho n. 001090, ligada ao Contrato n. 019/2024, para cobrir os serviços realizados no mês de agosto e parte de setembro. Outra fatura de grande valor somou R$ 1.478.041,92 na Nota de Empenho n. 001019 para quitar os atendimentos de julho. Os registros incluem ainda termos de prorrogação contratual e complementações orçamentárias sucessivas para garantir a transmissão contínua de dados de localização dos presos.
Execução da vigilância
A contratação dos serviços de monitoração eletrônica fundamenta-se nas exigências da Lei Federal n. 12.258/2010 e do Decreto Estadual n. 14.415/2016, além da legislação federal de licitações.
Briga de mulheres em festa termina na Delegacia e revela foragida da justiça em Cassilândia

Imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial (Fonte: Cassilândia Notícias)
A Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de lesão corporal dolosa e vias de fato envolvendo três mulheres por volta das 05h59 da manhã de sábado, 10 de outubro, no mesmo recinto de eventos da Avenida da Saudade. A informação é do Sargento Magalhães, da Polícia Militar de Cassilândia, ao Programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, na terça-feira, 13 de outubro.
As envolvidas foram contidas pela guarnição e conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para a tomada de providências. Durante a conferência dos dados qualificados no sistema checado da Polícia Militar, constatou-se que uma das mulheres envolvidas no conflito possuía um mandado de prisão em aberto, encontrando-se na condição de foragida da justiça. A mulher recebeu voz de prisão e foi recolhida ao estabelecimento penal. Fonte: Cassilândia Notícias
Cassilândia Urgente: Morre Maria Dolorita Lata
Faleceu na noite desta quinta-feira (15 de outubro), aos 88 anos de idade, a senhora Maria Dolorita Lata. Ela era viúva do senhor Valdemar Teixeira Lata, que faleceu este ano (em 18/07/2026), mãe do Aleuto (proprietário do Supermercado Nevoeiro), Ana Maria e Meire. Deixa filhos, netos, parentes e amigos.
Seu corpo está sendo velado na Veladoria da Funerária Nossa Senhora Aparecida. O sepultamento acontecerá nesta sexta-feira, as 15h00, no Cemitério Municipal de Cassilândia. O Cassilândia Notícias solidariza-se com a família enlutada.
Cassilândia Urgente: Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é médica otorrinolaringologista e atende em Cassilândia
Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso é uma médica otorrinolaringologista cassilandense que atende na Clínica São Lucas, na Rua Sebastião Leal, 535 – Centro de Cassilândia – MS.
Ela faz consulta especializada em
• Ouvido, nariz e garganta
• Sinusite e rinite
• Amigdalites
• Ronco e distúrbios do sono
• Perda auditiva
• Tontura e zumbido
• Avaliação de crianças e adultos
• Exames e cirurgias.
O contato da Dra. Maria Fernanda Bonone Cardoso é 67 98157-5982.

Dra. Maria Fernanda Bonome Cardoso
Mulher que orquestrou morte do próprio pai morre durante operação contra Comando Vermelho

Policiais do Garras e de outras unidades. (Reprodução, Polícia Civil)
O confronto ocorrido durante a ‘Operação Descarrilho’, deflagrada em Batayporã, Nova Andradina e Bataguassu, terminou com três suspeitos mortos na manhã desta quinta-feira (15). Os policiais buscam cumprir seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão contra investigados por envolvimento em crimes na região.
Conforme publicado pelo Jornal da Nova, o confronto aconteceu na Rua Batayporã, no bairro São Vicente de Paulo, em Nova Andradina, ocasião em que três suspeitos morreram. Dois deles seriam do Maranhão e de Mato Grosso.
A operação é comandada pela Polícia Civil de Batayporã, que mira integrantes do CV (Comando Vermelho) no município, bem como em Nova Andradina e em Bataguassu. Estão sendo investigados assassinatos ocorridos em Batayporã nos dias 29 de setembro e 5 de outubro deste ano.
Equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), SIGs (Seções de Investigações Gerais) de Nova Andradina e de Bataguassu, DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Nova Andradina e das Delegacias de Polícia Civil de Ivinhema e de Angélica participam da operação.
Cassilândia Urgente: Morador denuncia que caminhões estão quebrando calçada na Vila Izanópolis, em Cassilândia
Um morador entrou em contato com a redação do Cassilândia Urgente nesta quinta-feira, 15 de outubro, para reclamar de um problema que se repete diariamente na esquina da Rua Joaquim José Dias com Rua Sebastião da Silva Lata, na Vila Izanópolis, em Cassilândia.
Ele relatou que os caminhões grandes, a exemplo de carretas, invadem a calçada, deixando o piso danificado com prejuízo financeiro para os moradores.
O morador cobra solução junto às autoridades competentes.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Fotos: Reprodução de vídeo de morador
Cassilândia Urgente: Morador reclama de poste torto ao lado do “Buracão” em Cassilândia
Um morador entrou em contato com a redação do Cassilândia Urgente hoje, quinta-feira, 15 de outubro, para reclamar de um poste da energia de placa solar que está inclinado na Rua Sebastião Tenório de Melo, na esquina com a Rua Dalberto Gomes da Silva, na divisa do Laranjeiras com a Vila Izanópolis, ao lado do “Buracão”, em Cassilândia.
Ele trabalha de pedreiro nas imediações e teme que o poste possa estar energizado porque está forçando a fiação da rede, o que significa risco de forte descarga elétrica, um perigo para a vida de quem anda por ali.
O morador cobra das autoridades comoetência uma solução imediata.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

Fotos: Reprodução de vídeo
Polícia prende suspeitos de desviar R$ 655 mil de banco em MS

Viatura da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos durante cumprimento de mandado nesta quarta-feira (Foto: Divulgação)
A Polícia Civil prendeu 9 pessoas durante a Operação Reboot, que investiga fraude eletrônica responsável pelo desvio de R$ 655 mil de uma agência bancária de Campo Grande. Os mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (14), pela Dercc (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos), com apoio da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) e das forças policiais dos outros estados.
Segundo a Polícia Civil, além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em endereços de suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.
Nos locais, os investigadores apreenderam celulares e outros dispositivos eletrônicos. Também foram encontradas drogas na casa de um dos investigados, que acabou preso em flagrante por tráfico.
Conforme a corporação, a investigação começou após uma fraude contra uma agência bancária da Capital, ocorrida em setembro de 2025, na qual os suspeitos se passaram por funcionários da TI (Tecnologia da Informação) da agência.
Para conseguir realizar o golpe, os integrantes do grupo teriam levantado ilegalmente informações internas e usado os dados para se passar por funcionários de setores estratégicos do banco.
As apurações apontaram ainda que a organização não atuava apenas em Mato Grosso do Sul, mas também em outros estados brasileiros.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo tinha integrantes concentrados em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, de onde eram realizadas as ações criminosas.
Os mandados foram cumpridos nos municípios de Barueri (SP), Palhoça e Cunha Porã (SC), além de Porto Alegre, Viamão, Canoas, Alvorada, Cachoeirinha, Vacaria, Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo, Gravataí e Tapes, no Rio Grande do Sul.
Viatura de Mato Grosso do Sul durante operação no estado de Santa Catarina (Foto: Divulgação)
Histórico criminal – O nome da operação faz referência à mudança na forma de atuação criminosa identificada durante as investigações. Segundo a Polícia Civil, suspeitos considerados relevantes para o esquema tinham antecedentes por crimes graves e violentos, como tráfico de drogas, roubo com uso de arma de fogo e homicídio, e passaram a atuar em fraudes pela internet após períodos de prisão.
Ainda conforme a corporação, os investigados foram indiciados por fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas previstas para os crimes podem variar de 8 a 21 anos de prisão. Os suspeitos permanecem custodiados à disposição da Justiça. Campo Grande News


