Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha
Uma ação conjunta de inteligência entre a Polícia Federal de Guaíra e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Dourados resultou na apreensão de 4.417 quilos de maconha durante a madrugada deste domingo (21), no oeste do Paraná.
De acordo com as informações divulgadas pelas forças de segurança, a operação teve início na região da Ponte Ayrton Senna, importante corredor de ligação entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Após o monitoramento do veículo suspeito, uma carreta com placas paraguaias foi abordada no município de Terra Roxa (PR).
Durante a fiscalização, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do motorista. O condutor informou que não portava os documentos, o que levou as equipes a realizarem uma vistoria mais minuciosa na carreta.
No semirreboque, do tipo graneleiro, os agentes localizaram um compartimento oculto, conhecido como fundo falso. No local estavam escondidos diversos fardos de maconha, que após pesagem totalizaram 4.417 quilos da droga.
O motorista foi preso em flagrante. Durante a abordagem, ele optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.
A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, onde serão realizados os procedimentos de polícia judiciária e as investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.
Dourados News
Inocência: Tribunal decide que ‘Casa da Barbie’ deve deixar imóvel comprado em leilão
Tribunal rejeitou argumento de benfeitorias feitas pelo ocupante e manteve decisão que determina a entrega do imóvel em Inocência
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a decisão que determina a desocupação de um imóvel utilizado por uma casa noturna em Inocência, identificado como Casa da Barbie. O local foi adquirido em leilão por um empresário após a execução de uma garantia financeira decorrente de dívida da antiga proprietária.
O ocupante do imóvel alegou que utilizava o espaço mediante acordo verbal e afirmou ter investido cerca de R$ 200 mil em reformas e melhorias na estrutura. Ele também pediu mais prazo para transferir as atividades para outro endereço.
Ao analisar o caso, os desembargadores entenderam que as benfeitorias realizadas não impedem o exercício do direito de posse pelo novo proprietário, que adquiriu o imóvel de forma regular em leilão.
A decisão da 3ª Câmara Cível foi unânime e confirmou a ordem de desocupação, mantendo o entendimento de que o comprador tem direito à imissão na posse do bem.
O caso ganhou repercussão no município, que vive forte crescimento econômico e imobiliário nos últimos anos. A decisão encerra a disputa judicial sobre a posse do imóvel. Dourado News
Mulher é esfaqueada ao defender irmã grávida de agressão

André de Abreu/Ilustrativa
Uma mulher de 26 anos ficou ferida após ser atingida por golpes de faca ao tentar proteger a irmã, de 24 anos, grávida de 38 semanas, durante uma briga familiar registrada na noite de sábado (20), em Batayporã, a 306 quilômetros de Campo Grande.
Conforme o boletim de ocorrência, a gestante e o companheiro, de 24 anos, estavam hospedados há cerca de um mês na residência da irmã dela. Após retornarem de uma viagem ao Paraguai, o casal iniciou uma discussão logo após chegar ao imóvel.
Durante o desentendimento, a mulher entrou no veículo do companheiro para retirar uma quantia em dinheiro que, segundo ela, lhe pertencia. Nesse momento, o homem teria reagido e iniciado agressões físicas contra a gestante. O registro policial aponta que ele chegou a subir sobre a vítima dentro do automóvel.
Ao perceber a situação, a irmã da mulher interveio para impedir as agressões e conseguiu separar o casal. Na sequência, a gestante deixou o veículo levando o celular do companheiro. Irritado, o homem pegou uma faca que estava dentro do carro e foi em direção à mulher, fazendo ameaças para que o aparelho fosse devolvido.
Ao tentar impedir a aproximação do suspeito, a irmã da gestante acabou sofrendo cortes no polegar e no dedo indicador da mão esquerda. O homem também teve um pequeno ferimento em um dos dedos durante a confusão.
Segundo a Polícia Militar, as ameaças contra a gestante continuaram até a chegada da equipe ao local.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao hospital para atendimento médico. As vítimas também passaram por avaliação médica e, posteriormente, todos foram levados à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências legais. Top Midia News
O que beber para apagar o fogo da pimenta e por que água só piora tudo

A sensação de queimadura causada pela pimenta engana o cérebro e ativa mecanismos naturais de alívio da dor
Quem já exagerou na pimenta conhece a cena. A boca começa a arder, o rosto esquenta, o suor aparece e a primeira reação costuma ser correr para um copo de água. O problema é que, na maioria das vezes, isso não resolve. Em alguns casos, a sensação parece até piorar.
O mais curioso é que a pimenta não está realmente queimando sua boca. Na verdade, ela está enganando o seu sistema nervoso.
Por trás dessa experiência existe um mecanismo biológico fascinante que envolve receptores de dor, neurotransmissores e uma molécula chamada capsaicina, responsável pela ardência característica das pimentas.
Seu cérebro acredita que você encostou no fogo
A capsaicina atua sobre proteínas conhecidas como receptores TRPV1. Esses receptores funcionam como sensores naturais de calor extremo e dor.
Normalmente, eles são ativados quando entramos em contato com temperaturas potencialmente perigosas, como água fervente ou superfícies muito quentes.
Quando você come uma pimenta, a capsaicina se liga a esses receptores e envia ao cérebro exatamente o mesmo tipo de sinal que seria gerado por uma queimadura.
Por isso surgem sintomas como:
- Ardência intensa
- Vermelhidão
- Suor
- Aumento da salivação
- Sensação de calor
Uma revisão publicada em fevereiro de 2026 na revista CNS Drugs, liderada por Edward H. Tsai, descreveu o receptor TRPV1 como um importante sensor biológico capaz de responder tanto ao calor quanto à capsaicina, participando diretamente da percepção da dor e de estímulos potencialmente nocivos.
O motivo pelo qual algumas pessoas adoram sentir ardência
Se a experiência é dolorosa, por que tanta gente gosta de comer alimentos extremamente picantes?
A resposta envolve a química do cérebro.
Quando o organismo interpreta a ardência como uma ameaça, ele ativa mecanismos naturais para reduzir o desconforto. Entre eles estão a liberação de endorfinas e dopamina.
As endorfinas funcionam como analgésicos produzidos pelo próprio corpo. Já a dopamina está relacionada às sensações de prazer e recompensa.
Esse efeito ajuda a explicar por que muitas pessoas descrevem uma sensação de bem-estar ou até de euforia após consumir alimentos muito picantes.
Por que a água não consegue apagar a ardência?
Aqui está o erro mais comum.
A capsaicina é uma molécula lipossolúvel, ou seja, dissolve-se muito melhor em gorduras do que em água.
Quando você bebe água, ela praticamente não consegue remover a capsaicina dos receptores da boca. Em vez disso, pode espalhar a substância para outras áreas da cavidade oral, aumentando a sensação de ardência.
É por isso que muitas pessoas percebem pouco ou nenhum alívio após vários goles de água.
O leite é o verdadeiro “antídoto” da pimenta
Se a água não funciona, o que realmente ajuda?
A melhor opção costuma ser o leite ou outros derivados lácteos.
Isso acontece porque eles contêm caseína, uma proteína capaz de interagir com a capsaicina e ajudar a removê-la das superfícies da boca.
Além disso, a gordura presente em muitos laticínios também auxilia na dissolução dessa molécula.
Outras opções que podem proporcionar algum alívio incluem:
- Iogurte natural
- Queijos
- Bebidas lácteas
- Sorvete de leite
Uma sensação de queimadura que não é queimadura
O mais interessante é que a pimenta não causa uma queimadura real na maioria das situações. O que acontece é uma ativação intensa dos receptores responsáveis por detectar calor e dor.
Pesquisas recentes continuam investigando os receptores TRPV1 justamente porque eles desempenham papel central na forma como percebemos estímulos dolorosos e térmicos. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 na revista Channels, liderado por Tal Brandwine-Shemmer, analisou os mecanismos de ativação do TRPV1 pela capsaicina, ampliando o entendimento sobre essa interação molecular.
Da próxima vez que a pimenta parecer insuportável, lembre-se: você não está pegando fogo. Seu cérebro apenas acredita que está. E, nesse caso, um copo de leite vale muito mais do que um copo de água.
R7/Fala Ciência
Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha

Fundo falso em carreta escondia mais de 4 toneladas de maconha
Uma ação conjunta de inteligência entre a Polícia Federal de Guaíra e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Dourados resultou na apreensão de 4.417 quilos de maconha durante a madrugada deste domingo (21), no oeste do Paraná.
De acordo com as informações divulgadas pelas forças de segurança, a operação teve início na região da Ponte Ayrton Senna, importante corredor de ligação entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Após o monitoramento do veículo suspeito, uma carreta com placas paraguaias foi abordada no município de Terra Roxa (PR).
Durante a fiscalização, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do motorista. O condutor informou que não portava os documentos, o que levou as equipes a realizarem uma vistoria mais minuciosa na carreta.
No semirreboque, do tipo graneleiro, os agentes localizaram um compartimento oculto, conhecido como fundo falso. No local estavam escondidos diversos fardos de maconha, que após pesagem totalizaram 4.417 quilos da droga.
O motorista foi preso em flagrante. Durante a abordagem, ele optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.
A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, onde serão realizados os procedimentos de polícia judiciária e as investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.
Dourados News
Inocência: Tribunal decide que ‘Casa da Barbie’ deve deixar imóvel comprado em leilão
Tribunal rejeitou argumento de benfeitorias feitas pelo ocupante e manteve decisão que determina a entrega do imóvel em Inocência
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a decisão que determina a desocupação de um imóvel utilizado por uma casa noturna em Inocência, identificado como Casa da Barbie. O local foi adquirido em leilão por um empresário após a execução de uma garantia financeira decorrente de dívida da antiga proprietária.
O ocupante do imóvel alegou que utilizava o espaço mediante acordo verbal e afirmou ter investido cerca de R$ 200 mil em reformas e melhorias na estrutura. Ele também pediu mais prazo para transferir as atividades para outro endereço.
Ao analisar o caso, os desembargadores entenderam que as benfeitorias realizadas não impedem o exercício do direito de posse pelo novo proprietário, que adquiriu o imóvel de forma regular em leilão.
A decisão da 3ª Câmara Cível foi unânime e confirmou a ordem de desocupação, mantendo o entendimento de que o comprador tem direito à imissão na posse do bem.
O caso ganhou repercussão no município, que vive forte crescimento econômico e imobiliário nos últimos anos. A decisão encerra a disputa judicial sobre a posse do imóvel. Dourado News
Mulher é esfaqueada ao defender irmã grávida de agressão

André de Abreu/Ilustrativa
Uma mulher de 26 anos ficou ferida após ser atingida por golpes de faca ao tentar proteger a irmã, de 24 anos, grávida de 38 semanas, durante uma briga familiar registrada na noite de sábado (20), em Batayporã, a 306 quilômetros de Campo Grande.
Conforme o boletim de ocorrência, a gestante e o companheiro, de 24 anos, estavam hospedados há cerca de um mês na residência da irmã dela. Após retornarem de uma viagem ao Paraguai, o casal iniciou uma discussão logo após chegar ao imóvel.
Durante o desentendimento, a mulher entrou no veículo do companheiro para retirar uma quantia em dinheiro que, segundo ela, lhe pertencia. Nesse momento, o homem teria reagido e iniciado agressões físicas contra a gestante. O registro policial aponta que ele chegou a subir sobre a vítima dentro do automóvel.
Ao perceber a situação, a irmã da mulher interveio para impedir as agressões e conseguiu separar o casal. Na sequência, a gestante deixou o veículo levando o celular do companheiro. Irritado, o homem pegou uma faca que estava dentro do carro e foi em direção à mulher, fazendo ameaças para que o aparelho fosse devolvido.
Ao tentar impedir a aproximação do suspeito, a irmã da gestante acabou sofrendo cortes no polegar e no dedo indicador da mão esquerda. O homem também teve um pequeno ferimento em um dos dedos durante a confusão.
Segundo a Polícia Militar, as ameaças contra a gestante continuaram até a chegada da equipe ao local.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao hospital para atendimento médico. As vítimas também passaram por avaliação médica e, posteriormente, todos foram levados à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e demais providências legais. Top Midia News
O que beber para apagar o fogo da pimenta e por que água só piora tudo

A sensação de queimadura causada pela pimenta engana o cérebro e ativa mecanismos naturais de alívio da dor
Quem já exagerou na pimenta conhece a cena. A boca começa a arder, o rosto esquenta, o suor aparece e a primeira reação costuma ser correr para um copo de água. O problema é que, na maioria das vezes, isso não resolve. Em alguns casos, a sensação parece até piorar.
O mais curioso é que a pimenta não está realmente queimando sua boca. Na verdade, ela está enganando o seu sistema nervoso.
Por trás dessa experiência existe um mecanismo biológico fascinante que envolve receptores de dor, neurotransmissores e uma molécula chamada capsaicina, responsável pela ardência característica das pimentas.
Seu cérebro acredita que você encostou no fogo
A capsaicina atua sobre proteínas conhecidas como receptores TRPV1. Esses receptores funcionam como sensores naturais de calor extremo e dor.
Normalmente, eles são ativados quando entramos em contato com temperaturas potencialmente perigosas, como água fervente ou superfícies muito quentes.
Quando você come uma pimenta, a capsaicina se liga a esses receptores e envia ao cérebro exatamente o mesmo tipo de sinal que seria gerado por uma queimadura.
Por isso surgem sintomas como:
- Ardência intensa
- Vermelhidão
- Suor
- Aumento da salivação
- Sensação de calor
Uma revisão publicada em fevereiro de 2026 na revista CNS Drugs, liderada por Edward H. Tsai, descreveu o receptor TRPV1 como um importante sensor biológico capaz de responder tanto ao calor quanto à capsaicina, participando diretamente da percepção da dor e de estímulos potencialmente nocivos.
O motivo pelo qual algumas pessoas adoram sentir ardência
Se a experiência é dolorosa, por que tanta gente gosta de comer alimentos extremamente picantes?
A resposta envolve a química do cérebro.
Quando o organismo interpreta a ardência como uma ameaça, ele ativa mecanismos naturais para reduzir o desconforto. Entre eles estão a liberação de endorfinas e dopamina.
As endorfinas funcionam como analgésicos produzidos pelo próprio corpo. Já a dopamina está relacionada às sensações de prazer e recompensa.
Esse efeito ajuda a explicar por que muitas pessoas descrevem uma sensação de bem-estar ou até de euforia após consumir alimentos muito picantes.
Por que a água não consegue apagar a ardência?
Aqui está o erro mais comum.
A capsaicina é uma molécula lipossolúvel, ou seja, dissolve-se muito melhor em gorduras do que em água.
Quando você bebe água, ela praticamente não consegue remover a capsaicina dos receptores da boca. Em vez disso, pode espalhar a substância para outras áreas da cavidade oral, aumentando a sensação de ardência.
É por isso que muitas pessoas percebem pouco ou nenhum alívio após vários goles de água.
O leite é o verdadeiro “antídoto” da pimenta
Se a água não funciona, o que realmente ajuda?
A melhor opção costuma ser o leite ou outros derivados lácteos.
Isso acontece porque eles contêm caseína, uma proteína capaz de interagir com a capsaicina e ajudar a removê-la das superfícies da boca.
Além disso, a gordura presente em muitos laticínios também auxilia na dissolução dessa molécula.
Outras opções que podem proporcionar algum alívio incluem:
- Iogurte natural
- Queijos
- Bebidas lácteas
- Sorvete de leite
Uma sensação de queimadura que não é queimadura
O mais interessante é que a pimenta não causa uma queimadura real na maioria das situações. O que acontece é uma ativação intensa dos receptores responsáveis por detectar calor e dor.
Pesquisas recentes continuam investigando os receptores TRPV1 justamente porque eles desempenham papel central na forma como percebemos estímulos dolorosos e térmicos. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 na revista Channels, liderado por Tal Brandwine-Shemmer, analisou os mecanismos de ativação do TRPV1 pela capsaicina, ampliando o entendimento sobre essa interação molecular.
Da próxima vez que a pimenta parecer insuportável, lembre-se: você não está pegando fogo. Seu cérebro apenas acredita que está. E, nesse caso, um copo de leite vale muito mais do que um copo de água.
R7/Fala Ciência




