Cassilândia Urgente: No centro de Cassilândia tem tapa-buraco com terra e pedra

Na Rua Domingos de Souza França, entre os supermercados Nevoeiro e Rezende, há dois buracos tapados com terra e pedra, uma realidade recorrente na cidade.

A reportagem constatou esse problema também nos bairros, o que significa transtorno para os condutores de veículos e moradores.

Com a palavra quem interessar possa.

Confira as imagens feitas neste 7 de setembro.

Fotos: Cassilândia Urgente

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Neto invade casa, ameaça e agride avó de 77 anos

Delegacia de Atendimento à Mulher – PCMS

Um homem de 34 anos foi preso após ameaçar e agredir a avó idosa de 77 anos no Centro de Ponta Porã. Durante a ocorrência, ele também teria ameaçado e desacatado policiais, além de resistir à abordagem.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima procurou a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM)  na sexta-feira (4) e contou que o neto havia entrado em sua casa sem autorização. Ao pedir que ele saísse, a idosa teria sido ameaçada de morte e agredida com um tapa no rosto.

Uma equipe policial foi até o local e encontrou o suspeito ainda na residência. Conforme o registro, ele se recusou a acompanhar os agentes, passou a fazer ameaças e xingamentos e resistiu à abordagem. O homem acabou contido e levado para a delegacia.

O caso foi registrado na DAM de Ponta Porã como ameaça, resistência, desacato, ameaça em contexto de violência doméstica e vias de fato. O suspeito foi preso em flagrante e ficou à disposição da polícia. JD1 Noticias

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Homem sai para comprar cerveja e acaba morto após desentendimento

Foto: Coxim Agora

Um homem de 29 anos morreu após ser ferido durante um desentendimento na tarde deste sábado (5), em São Gabriel do Oeste. A vítima teria saído de casa para comprar cerveja quando se envolveu em uma discussão em um bar na Rua Curicaca.

Conforme informações iniciais, o homem teria sido atingido por um golpe de faca. Ele foi encontrado ferido na via pública, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Conforme informações do Idest, ele era natural do Maranhão e morava em São Gabriel do Oeste havia cerca de cinco anos.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os primeiros levantamentos. As informações apuradas durante o atendimento da ocorrência foram repassadas à Polícia Civil. Peritos do Núcleo Regional de Perícias também estiveram no local para realizar os procedimentos necessários.

Equipes policiais realizam diligências para esclarecer a dinâmica do homicídio e identificar o responsável pelo crime. As circunstâncias do desentendimento e a motivação ainda são investigadas. Coxim Agora

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Cassilândia: Idoso perde R$ 12 mil após cair em golpe do falso gerente de banco

pix-golpe

Um idoso de 68 anos foi vítima de um golpe e teve um prejuízo de R$ 12 mil após receber uma ligação de um homem que se apresentou como gerente de banco, em Cassilândia. A vítima esteve na Delegacia de Polícia neste sábado (5) para denunciar a situação.

Segundo o boletim de ocorrência, na sexta-feira (4), por volta das 16h, o idoso estava em sua residência quando recebeu uma ligação telefônica. O interlocutor se apresentou como funcionário do banco e passou informações referentes à conta da vítima.

Durante a ligação, o suposto gerente informou que havia uma tentativa de contratação de um empréstimo pessoal na conta e disse que, para cancelar a operação, seria necessário abrir o aplicativo do banco e seguir algumas orientações.

O idoso seguiu as instruções. Quando a esposa chegou e perguntou com quem ele estava falando, a vítima respondeu que era com o gerente do banco. Nesse momento, percebeu que poderia estar sendo vítima de um golpe.

Após desligar o telefone, o idoso consultou a conta e constatou que havia sido realizado um empréstimo pessoal de R$ 9 mil. O valor foi sacado, assim como R$ 1,1 mil que estavam como saldo positivo e mais R$ 1,9 mil referentes ao limite disponível.

Ao todo, foram sacados indevidamente R$ 12 mil da conta da vítima. O caso foi registrado como estelionato na Delegacia de Polícia e deve ser investigado.

JD1

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Jovem que matou homem com facada no coração é condenado a seis anos de prisão

Miojo foi condenado, mas poderá recorrer em liberdade (Foto: Reprodução)

Karlos Eduardo Lopes de Oliveira, o “Miojo”,  foi condenado a 6 anos de prisão, mas em regime aberto, pelo homicídio de Fábio Júnior Mendes da Silva, ocorrido no dia 29 de agosto de 2021, em Três Lagoas, a 327 quilômetros de Campo Grande. A sentença foi proferida pelo juiz Rodrigo Pedrini Marcos, da Vara do Juiz das Garantias, Tribunal do Júri e Execução Penal.

Segundo denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime aconteceu no Residencial Novo Oeste, Condomínio Ema. Na ocasião, houve um desentendimento no local e a vítima interveio para tentar separar a briga. Karlos saiu, mas retornou armado com uma faca e um simulacro de pistola.

O autor entrou em luta corporal e desferiu golpes de faca contra Fábio, causando lesões que resultaram em sua morte.

Durante o julgamento em plenário, o Ministério Público e a defesa solicitaram o afastamento das qualificadoras. O Conselho de Sentença acatou os pedidos, reconheceu a materialidade e a autoria, e condenou o réu por homicídio simples.

Na dosimetria da pena, o juiz fixou a pena-base em 6 anos de reclusão. Foram aplicadas as atenuantes de o réu ser menor de 21 anos na época do crime e de ter confessado a autoria. Mas houve agravante por ser cometido durante o período de calamidade pública da pandemia do coronavírus, sendo tornada definitiva em 6 anos.

O magistrado determinou o regime aberto para o início do cumprimento da pena, considerando o período de aproximadamente 1 ano e 3 meses em que Karlos esteve em prisão preventiva. O réu recebeu o direito de recorrer em liberdade e foi condenado ao pagamento de R$ 6.000,00 como valor mínimo de indenização para reparação por danos morais aos familiares da vítima.

Campo Grande News

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‘Soldado’ era executor itinerante do CV e cometeu três crimes em menos de 48 horas em MS

‘Soldado’ era executor itinerante do CV e cometeu três crimes em menos de 48 horas em MS
‘Soldado’ foi preso durante força-tarefa. (Reprodução)

Nadson Santos Sampaio, de 29 anos, preso na noite de sexta-feira (4), em São Paulo, durante uma força-tarefa das polícias de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e São Paulo, era o executor itinerante da facção criminosa Comando Vermelho.

‘Soldado’, como é conhecido, tinha cometido três crimes em Mato Grosso do Sul, em 48 horas. Nadson também é apontado pela investigação como suspeito de cometer outros homicídios em cidades paulistas.

O faccionado tinha como missão percorrer as cidades do Estado e eliminar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) para ‘tomar à força’ pontos de drogas da facção rival em Mato Grosso do Sul. Em nove dias, ‘Soldado’ cruzou os estados vizinhos e cometeu três crimes em 48 horas.

No dia 25 de agosto, Nadson esteve em Cáceres (MT). Já no dia 1º de setembro, ele esteve em um bar localizado no Residencial Novo Oeste, em Três Lagoas (MS), onde matou Edilson Dyego e feriu outras quatro pessoas.

‘Soldado’ ainda foi até Paranaíba no mesmo dia e matou um adolescente de 17 anos. Após o assassinato, ele fugiu comemorando o homicídio: “Deu certo. Deu certo. Consegui. Ele já está morto, já está morto”.

Depois de percorrer 54  quilômetros, ‘Soldado’ chegou a Aparecida do Taboado no dia 2 de setembro, onde tentou matar a tiros um rapaz de 22 anos. A vítima foi ferida com dois disparos e socorrida pelo Corpo de Bombeiros.  O crime aconteceu 28 horas após ‘Soldado’ executar o adolescente de 17 anos.

Prisão de ‘Soldado’

O faccionado foi preso nos fundos de um imóvel, na sexta-feira (4). No quintal, os policiais encontraram um carro e, dentro de um saco de lixo, uma sacola contendo uma pistola calibre .380, um carregador municiado e munições sobressalentes.

Também foram apreendidos dois celulares, peças de roupas que teriam sido utilizadas em crimes recentes e 20 munições intactas.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Aparecida do Taboado (MS), onde permaneceu preso e à disposição da Justiça.

As investigações continuam para esclarecer a participação do suspeito em outros crimes, além de identificar outros envolvidos.

Relembre o caso

Na madrugada do dia 1º de setembro, o suspeito entrou a pé em um bar, na região do Novo Oeste, em Três Lagoas, e efetuou diversos disparos contra um grupo, fugindo em seguida. Outros quatro jovens, com idades entre 16 e 19 anos, foram baleados. Duas equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram mobilizadas para prestar socorro às vítimas.

Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança, que auxiliaram na identificação do suspeito.

O crime teria sido motivado por uma disputa entre facções criminosas pelo domínio de pontos de venda de drogas na região e no Estado, envolvendo o Comando Vermelho em áreas ligadas ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

Midiamax

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Apostas esportivas: Viciada tem conta reativada ‘sem explicação’ e perde R$ 550 mil em 4 meses

A plataforma Superbet está sendo processada por apostadora de Campo Grande – Foto: Marcelo Victor/Correio do Estado

Uma apostadora de Campo Grande movimentou mais de R$ 550 mil em quatro meses na plataforma de apostas esportivas Superbet depois de sua conta ter sido reativada pela empresa de forma repentina. Agora, ela pede indenização por danos materiais e morais contra o site de jogos.

Diagnosticada com ludopatia, doença psiquiátrica caracterizada pela falta de controle sobre o hábito de apostar, a campo-grandense teve sua conta na plataforma previamente suspensa, “circunstância que demonstra inequívoco conhecimento da fornecedora acerca da vulnerabilidade específica da consumidora”, conforme aponta sua representante nos autos do processo.

Porém, em abril do ano passado, mesmo depois de perceber a quantidade de apostas compulsória da apostadora e suspender a conta, a Superbet reativou o acesso sem explicação e sem qualquer pedido da vítima, o que permitiu que ela voltasse à prática de apostas em larga escala, “sem qualquer justificativa técnica idônea, sem avaliação adicional e sem adoção de mecanismos eficazes de proteção”.

“A partir dessa reativação indevida, iniciou-se um intensificado de apostas, com movimentações financeiras relevantes, realizadas exclusivamente via PIX, a partir das contas mantidas junto ao Banco Sicredi e ao C6 Bank, conforme metodologia técnica detalhada no laudo contábil”, indica a denúncia.

Conforme apurado pela perícia contábil, a campo-grandense apresentou prejuízo líquido de R$ 561.919,39 entre abril e agosto do ano passado, considerando os valores efetivamente recebidos e transferidos à casa de apostas.

“Não se trata de mera perda inerente ao risco do jogo. Trata-se de prejuízo decorrente de conduta ilícita da fornecedora, que, mesmo ciente da vulnerabilidade da consumidora e após já ter identificado padrão compulsivo, optou por reativar o acesso à plataforma, potencializando o dano”, indica a advogada.

Diante do exposto, a Superbet está sendo processada por danos materiais e morais. Ao todo, a vítima pede exatamente o que teria perdido, ou seja, o montante de R$ 561.919,39 como danos materiais e mais R$ 20 mil como danos morais.

“O dano material aqui não é eventual. Ele é estruturalmente vinculado à conduta omissiva e comissiva da ré [Superbet]. Sem a reativação da conta, os valores não teriam sido transferidos. A cadeia causal é direta, contínua e comprovada documentalmente”, revela.

“A violação aqui não é apenas contratual. É também violação à confiança legítima depositada na plataforma, pois a autora não somente perdeu tudo que conquistou ao longo dos anos, como também se viu compelida a fazer empréstimos e financiamentos para pagar suas despesas básicas”, complementa a representante da vítima.

Até o momento, a última movimentação do processo aconteceu no dia 8 de agosto e é relacionada ao pedido de gratuidade da Justiça,  é o direito de movimentar um processo judicial sem precisar pagar taxas, custas processuais ou honorários.

Caso parecido
Em matéria publicada pelo Correio do Estado na semana passada, um funcionário de empresa pública em Mato Grosso do Sul, morador de Campo Grande, foi à Justiça para recuperar mais de meio milhão de reais – R$ 597 mil – de apenas uma plataforma de apostas on-line: a Betano.

Ele perdeu este valor depois de tirar de sua conta bancária R$ 1,33 milhão ao longo de três anos, tendo retorno de bem menos: R$ 740,3 mil, segundo apuração do Correio do Estado.

Dentro da plataforma (da porta para dentro do cassino virtual, entre perdas e ganhos), movimentou
R$ 9,5 milhões; desses, foram R$ 8,7 milhões em saques e créditos do sistema, gerando uma perda contábil de R$ 715,7 mil.

Agora, o funcionário público enxerga a ruína: está afundado em empréstimos, tendo quase dois terços de sua renda comprometida: ele ganha aproximadamente R$ 12 mil por mês, mas só recebe em torno de R$ 4 mil líquido. Isso porque a maior parte do recurso é descontada na folha, por meio de empréstimos consignados e operações bancárias.

Capital & apostas
Levantamento do Ministério da Fazenda aponta que 3,35% dos campo-grandenses estão envolvidos em jogos de azar on-line, o que corresponde a aproximadamente 32,5 mil pessoas. Esse número é superior à população de 79,75% (63 de 79) dos municípios de Mato Grosso do Sul, de acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A título de comparação, o número de apostadores em Campo Grande é praticamente igual ao da população de São Gabriel do Oeste e maior que o da população de cidades como Ivinhema, Aparecida do Taboado, Costa Rica e Miranda.

Mesmo com esse panorama estadual que assusta, Campo Grande é uma das capitais com o menor porcentual de apostadores em seu território. Para efeito de comparação, quem lidera essa lista é o Rio de Janeiro (RJ), com 26,89% da população sendo apostadores, portanto, um a cada quatro cariocas está no mundo das apostas esportivas.

Ao todo, 85 empresas são autorizadas pelo Ministério da Fazenda a ofertar apostas de quota fixa em âmbito nacional, responsáveis por 188 plataformas de jogos de azar on-line.

Ajuda do SUS
Dados do Ministério da Saúde enviados ao Correio do Estado revelam que, nos últimos seis meses, 304 apostadores de Mato Grosso do Sul se cadastraram no serviço de teleatendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) voltado às pessoas que estão viciadas em jogos de azar esportivos, as famosas bets.

Há alguns anos, o SUS oferece atendimento presencial especializado em saúde mental para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e em outros serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Em março deste ano, visando ampliar a acessibilidade, o Ministério da Saúde lançou o mesmo atendimento de forma virtual, por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. A alta procura fez com que o Ministério da Saúde ampliasse o serviço de forma significativa no mês passado, passando de 600 atendimentos mensais para 100 mil teleconsultas.

Em conversa recente com a reportagem, o psicólogo clínico Alexandre Zanirato Contini da Silva Vitoriano, especialista em Análise do Comportamento, destacou o serviço disponibilizado pelo SUS, mesmo que evite descrever o teleatendimento como solução para o problema.

“Ter uma linha aberta e acolhedora para começar a conversar a respeito, entender e identificar a necessidade de ajuda pode, sim, atuar como um fator protetivo para pessoas que enfrentam essas questões, para compreender como esses comportamentos se desenvolveram e quais alternativas são possíveis para uma melhor qualidade de vida”, afirmou o especialista.

Ainda segundo o psicólogo, há alguns sinais que merecem a atenção para observar se uma pessoa está viciada em jogos. Até porque, quanto mais cedo vier o diagnóstico e a busca por ajuda, menor será o prejuízo financeiro e psicológico da pessoa afetada.

“Podemos observar alguns elementos, como a quantidade de tempo que a pessoa passa apostando, quais os valores, como reage quando está em uma sequência de derrotas, como estão as relações sociais, se há algum afastamento em função de apostar e se tem deixado de arcar com compromissos financeiros essenciais para poder utilizar o dinheiro em apostas”, explicou.

Correio do Estado

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Cassilândia Urgente: No centro de Cassilândia tem tapa-buraco com terra e pedra

Na Rua Domingos de Souza França, entre os supermercados Nevoeiro e Rezende, há dois buracos tapados com terra e pedra, uma realidade recorrente na cidade.

A reportagem constatou esse problema também nos bairros, o que significa transtorno para os condutores de veículos e moradores.

Com a palavra quem interessar possa.

Confira as imagens feitas neste 7 de setembro.

Fotos: Cassilândia Urgente

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Neto invade casa, ameaça e agride avó de 77 anos

Delegacia de Atendimento à Mulher – PCMS

Um homem de 34 anos foi preso após ameaçar e agredir a avó idosa de 77 anos no Centro de Ponta Porã. Durante a ocorrência, ele também teria ameaçado e desacatado policiais, além de resistir à abordagem.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima procurou a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM)  na sexta-feira (4) e contou que o neto havia entrado em sua casa sem autorização. Ao pedir que ele saísse, a idosa teria sido ameaçada de morte e agredida com um tapa no rosto.

Uma equipe policial foi até o local e encontrou o suspeito ainda na residência. Conforme o registro, ele se recusou a acompanhar os agentes, passou a fazer ameaças e xingamentos e resistiu à abordagem. O homem acabou contido e levado para a delegacia.

O caso foi registrado na DAM de Ponta Porã como ameaça, resistência, desacato, ameaça em contexto de violência doméstica e vias de fato. O suspeito foi preso em flagrante e ficou à disposição da polícia. JD1 Noticias

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Homem sai para comprar cerveja e acaba morto após desentendimento

Foto: Coxim Agora

Um homem de 29 anos morreu após ser ferido durante um desentendimento na tarde deste sábado (5), em São Gabriel do Oeste. A vítima teria saído de casa para comprar cerveja quando se envolveu em uma discussão em um bar na Rua Curicaca.

Conforme informações iniciais, o homem teria sido atingido por um golpe de faca. Ele foi encontrado ferido na via pública, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Conforme informações do Idest, ele era natural do Maranhão e morava em São Gabriel do Oeste havia cerca de cinco anos.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os primeiros levantamentos. As informações apuradas durante o atendimento da ocorrência foram repassadas à Polícia Civil. Peritos do Núcleo Regional de Perícias também estiveram no local para realizar os procedimentos necessários.

Equipes policiais realizam diligências para esclarecer a dinâmica do homicídio e identificar o responsável pelo crime. As circunstâncias do desentendimento e a motivação ainda são investigadas. Coxim Agora

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Cassilândia: Idoso perde R$ 12 mil após cair em golpe do falso gerente de banco

pix-golpe

Um idoso de 68 anos foi vítima de um golpe e teve um prejuízo de R$ 12 mil após receber uma ligação de um homem que se apresentou como gerente de banco, em Cassilândia. A vítima esteve na Delegacia de Polícia neste sábado (5) para denunciar a situação.

Segundo o boletim de ocorrência, na sexta-feira (4), por volta das 16h, o idoso estava em sua residência quando recebeu uma ligação telefônica. O interlocutor se apresentou como funcionário do banco e passou informações referentes à conta da vítima.

Durante a ligação, o suposto gerente informou que havia uma tentativa de contratação de um empréstimo pessoal na conta e disse que, para cancelar a operação, seria necessário abrir o aplicativo do banco e seguir algumas orientações.

O idoso seguiu as instruções. Quando a esposa chegou e perguntou com quem ele estava falando, a vítima respondeu que era com o gerente do banco. Nesse momento, percebeu que poderia estar sendo vítima de um golpe.

Após desligar o telefone, o idoso consultou a conta e constatou que havia sido realizado um empréstimo pessoal de R$ 9 mil. O valor foi sacado, assim como R$ 1,1 mil que estavam como saldo positivo e mais R$ 1,9 mil referentes ao limite disponível.

Ao todo, foram sacados indevidamente R$ 12 mil da conta da vítima. O caso foi registrado como estelionato na Delegacia de Polícia e deve ser investigado.

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Jovem que matou homem com facada no coração é condenado a seis anos de prisão

Miojo foi condenado, mas poderá recorrer em liberdade (Foto: Reprodução)

Karlos Eduardo Lopes de Oliveira, o “Miojo”,  foi condenado a 6 anos de prisão, mas em regime aberto, pelo homicídio de Fábio Júnior Mendes da Silva, ocorrido no dia 29 de agosto de 2021, em Três Lagoas, a 327 quilômetros de Campo Grande. A sentença foi proferida pelo juiz Rodrigo Pedrini Marcos, da Vara do Juiz das Garantias, Tribunal do Júri e Execução Penal.

Segundo denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime aconteceu no Residencial Novo Oeste, Condomínio Ema. Na ocasião, houve um desentendimento no local e a vítima interveio para tentar separar a briga. Karlos saiu, mas retornou armado com uma faca e um simulacro de pistola.

O autor entrou em luta corporal e desferiu golpes de faca contra Fábio, causando lesões que resultaram em sua morte.

Durante o julgamento em plenário, o Ministério Público e a defesa solicitaram o afastamento das qualificadoras. O Conselho de Sentença acatou os pedidos, reconheceu a materialidade e a autoria, e condenou o réu por homicídio simples.

Na dosimetria da pena, o juiz fixou a pena-base em 6 anos de reclusão. Foram aplicadas as atenuantes de o réu ser menor de 21 anos na época do crime e de ter confessado a autoria. Mas houve agravante por ser cometido durante o período de calamidade pública da pandemia do coronavírus, sendo tornada definitiva em 6 anos.

O magistrado determinou o regime aberto para o início do cumprimento da pena, considerando o período de aproximadamente 1 ano e 3 meses em que Karlos esteve em prisão preventiva. O réu recebeu o direito de recorrer em liberdade e foi condenado ao pagamento de R$ 6.000,00 como valor mínimo de indenização para reparação por danos morais aos familiares da vítima.

Campo Grande News

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‘Soldado’ era executor itinerante do CV e cometeu três crimes em menos de 48 horas em MS

‘Soldado’ era executor itinerante do CV e cometeu três crimes em menos de 48 horas em MS
‘Soldado’ foi preso durante força-tarefa. (Reprodução)

Nadson Santos Sampaio, de 29 anos, preso na noite de sexta-feira (4), em São Paulo, durante uma força-tarefa das polícias de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e São Paulo, era o executor itinerante da facção criminosa Comando Vermelho.

‘Soldado’, como é conhecido, tinha cometido três crimes em Mato Grosso do Sul, em 48 horas. Nadson também é apontado pela investigação como suspeito de cometer outros homicídios em cidades paulistas.

O faccionado tinha como missão percorrer as cidades do Estado e eliminar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) para ‘tomar à força’ pontos de drogas da facção rival em Mato Grosso do Sul. Em nove dias, ‘Soldado’ cruzou os estados vizinhos e cometeu três crimes em 48 horas.

No dia 25 de agosto, Nadson esteve em Cáceres (MT). Já no dia 1º de setembro, ele esteve em um bar localizado no Residencial Novo Oeste, em Três Lagoas (MS), onde matou Edilson Dyego e feriu outras quatro pessoas.

‘Soldado’ ainda foi até Paranaíba no mesmo dia e matou um adolescente de 17 anos. Após o assassinato, ele fugiu comemorando o homicídio: “Deu certo. Deu certo. Consegui. Ele já está morto, já está morto”.

Depois de percorrer 54  quilômetros, ‘Soldado’ chegou a Aparecida do Taboado no dia 2 de setembro, onde tentou matar a tiros um rapaz de 22 anos. A vítima foi ferida com dois disparos e socorrida pelo Corpo de Bombeiros.  O crime aconteceu 28 horas após ‘Soldado’ executar o adolescente de 17 anos.

Prisão de ‘Soldado’

O faccionado foi preso nos fundos de um imóvel, na sexta-feira (4). No quintal, os policiais encontraram um carro e, dentro de um saco de lixo, uma sacola contendo uma pistola calibre .380, um carregador municiado e munições sobressalentes.

Também foram apreendidos dois celulares, peças de roupas que teriam sido utilizadas em crimes recentes e 20 munições intactas.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Aparecida do Taboado (MS), onde permaneceu preso e à disposição da Justiça.

As investigações continuam para esclarecer a participação do suspeito em outros crimes, além de identificar outros envolvidos.

Relembre o caso

Na madrugada do dia 1º de setembro, o suspeito entrou a pé em um bar, na região do Novo Oeste, em Três Lagoas, e efetuou diversos disparos contra um grupo, fugindo em seguida. Outros quatro jovens, com idades entre 16 e 19 anos, foram baleados. Duas equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram mobilizadas para prestar socorro às vítimas.

Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança, que auxiliaram na identificação do suspeito.

O crime teria sido motivado por uma disputa entre facções criminosas pelo domínio de pontos de venda de drogas na região e no Estado, envolvendo o Comando Vermelho em áreas ligadas ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

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Apostas esportivas: Viciada tem conta reativada ‘sem explicação’ e perde R$ 550 mil em 4 meses

A plataforma Superbet está sendo processada por apostadora de Campo Grande – Foto: Marcelo Victor/Correio do Estado

Uma apostadora de Campo Grande movimentou mais de R$ 550 mil em quatro meses na plataforma de apostas esportivas Superbet depois de sua conta ter sido reativada pela empresa de forma repentina. Agora, ela pede indenização por danos materiais e morais contra o site de jogos.

Diagnosticada com ludopatia, doença psiquiátrica caracterizada pela falta de controle sobre o hábito de apostar, a campo-grandense teve sua conta na plataforma previamente suspensa, “circunstância que demonstra inequívoco conhecimento da fornecedora acerca da vulnerabilidade específica da consumidora”, conforme aponta sua representante nos autos do processo.

Porém, em abril do ano passado, mesmo depois de perceber a quantidade de apostas compulsória da apostadora e suspender a conta, a Superbet reativou o acesso sem explicação e sem qualquer pedido da vítima, o que permitiu que ela voltasse à prática de apostas em larga escala, “sem qualquer justificativa técnica idônea, sem avaliação adicional e sem adoção de mecanismos eficazes de proteção”.

“A partir dessa reativação indevida, iniciou-se um intensificado de apostas, com movimentações financeiras relevantes, realizadas exclusivamente via PIX, a partir das contas mantidas junto ao Banco Sicredi e ao C6 Bank, conforme metodologia técnica detalhada no laudo contábil”, indica a denúncia.

Conforme apurado pela perícia contábil, a campo-grandense apresentou prejuízo líquido de R$ 561.919,39 entre abril e agosto do ano passado, considerando os valores efetivamente recebidos e transferidos à casa de apostas.

“Não se trata de mera perda inerente ao risco do jogo. Trata-se de prejuízo decorrente de conduta ilícita da fornecedora, que, mesmo ciente da vulnerabilidade da consumidora e após já ter identificado padrão compulsivo, optou por reativar o acesso à plataforma, potencializando o dano”, indica a advogada.

Diante do exposto, a Superbet está sendo processada por danos materiais e morais. Ao todo, a vítima pede exatamente o que teria perdido, ou seja, o montante de R$ 561.919,39 como danos materiais e mais R$ 20 mil como danos morais.

“O dano material aqui não é eventual. Ele é estruturalmente vinculado à conduta omissiva e comissiva da ré [Superbet]. Sem a reativação da conta, os valores não teriam sido transferidos. A cadeia causal é direta, contínua e comprovada documentalmente”, revela.

“A violação aqui não é apenas contratual. É também violação à confiança legítima depositada na plataforma, pois a autora não somente perdeu tudo que conquistou ao longo dos anos, como também se viu compelida a fazer empréstimos e financiamentos para pagar suas despesas básicas”, complementa a representante da vítima.

Até o momento, a última movimentação do processo aconteceu no dia 8 de agosto e é relacionada ao pedido de gratuidade da Justiça,  é o direito de movimentar um processo judicial sem precisar pagar taxas, custas processuais ou honorários.

Caso parecido
Em matéria publicada pelo Correio do Estado na semana passada, um funcionário de empresa pública em Mato Grosso do Sul, morador de Campo Grande, foi à Justiça para recuperar mais de meio milhão de reais – R$ 597 mil – de apenas uma plataforma de apostas on-line: a Betano.

Ele perdeu este valor depois de tirar de sua conta bancária R$ 1,33 milhão ao longo de três anos, tendo retorno de bem menos: R$ 740,3 mil, segundo apuração do Correio do Estado.

Dentro da plataforma (da porta para dentro do cassino virtual, entre perdas e ganhos), movimentou
R$ 9,5 milhões; desses, foram R$ 8,7 milhões em saques e créditos do sistema, gerando uma perda contábil de R$ 715,7 mil.

Agora, o funcionário público enxerga a ruína: está afundado em empréstimos, tendo quase dois terços de sua renda comprometida: ele ganha aproximadamente R$ 12 mil por mês, mas só recebe em torno de R$ 4 mil líquido. Isso porque a maior parte do recurso é descontada na folha, por meio de empréstimos consignados e operações bancárias.

Capital & apostas
Levantamento do Ministério da Fazenda aponta que 3,35% dos campo-grandenses estão envolvidos em jogos de azar on-line, o que corresponde a aproximadamente 32,5 mil pessoas. Esse número é superior à população de 79,75% (63 de 79) dos municípios de Mato Grosso do Sul, de acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A título de comparação, o número de apostadores em Campo Grande é praticamente igual ao da população de São Gabriel do Oeste e maior que o da população de cidades como Ivinhema, Aparecida do Taboado, Costa Rica e Miranda.

Mesmo com esse panorama estadual que assusta, Campo Grande é uma das capitais com o menor porcentual de apostadores em seu território. Para efeito de comparação, quem lidera essa lista é o Rio de Janeiro (RJ), com 26,89% da população sendo apostadores, portanto, um a cada quatro cariocas está no mundo das apostas esportivas.

Ao todo, 85 empresas são autorizadas pelo Ministério da Fazenda a ofertar apostas de quota fixa em âmbito nacional, responsáveis por 188 plataformas de jogos de azar on-line.

Ajuda do SUS
Dados do Ministério da Saúde enviados ao Correio do Estado revelam que, nos últimos seis meses, 304 apostadores de Mato Grosso do Sul se cadastraram no serviço de teleatendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) voltado às pessoas que estão viciadas em jogos de azar esportivos, as famosas bets.

Há alguns anos, o SUS oferece atendimento presencial especializado em saúde mental para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e em outros serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Em março deste ano, visando ampliar a acessibilidade, o Ministério da Saúde lançou o mesmo atendimento de forma virtual, por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. A alta procura fez com que o Ministério da Saúde ampliasse o serviço de forma significativa no mês passado, passando de 600 atendimentos mensais para 100 mil teleconsultas.

Em conversa recente com a reportagem, o psicólogo clínico Alexandre Zanirato Contini da Silva Vitoriano, especialista em Análise do Comportamento, destacou o serviço disponibilizado pelo SUS, mesmo que evite descrever o teleatendimento como solução para o problema.

“Ter uma linha aberta e acolhedora para começar a conversar a respeito, entender e identificar a necessidade de ajuda pode, sim, atuar como um fator protetivo para pessoas que enfrentam essas questões, para compreender como esses comportamentos se desenvolveram e quais alternativas são possíveis para uma melhor qualidade de vida”, afirmou o especialista.

Ainda segundo o psicólogo, há alguns sinais que merecem a atenção para observar se uma pessoa está viciada em jogos. Até porque, quanto mais cedo vier o diagnóstico e a busca por ajuda, menor será o prejuízo financeiro e psicológico da pessoa afetada.

“Podemos observar alguns elementos, como a quantidade de tempo que a pessoa passa apostando, quais os valores, como reage quando está em uma sequência de derrotas, como estão as relações sociais, se há algum afastamento em função de apostar e se tem deixado de arcar com compromissos financeiros essenciais para poder utilizar o dinheiro em apostas”, explicou.

Correio do Estado

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