Adolescente morre afogado ao tentar atravessar lago com amigos

Equipes do Corpo de Bombeiros e da PM estão no local (Foto: Madu Livramento/Midiamax)
Adolescente, de 17 anos, morreu afogado ao tentar atravessar um lago conhecido como ‘Pedreira’, na região norte de Campo Grande, na tarde deste sábado (1º).
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o adolescente, a namorada e dois amigos foram até o local de bicicleta. O garoto e os dois amigos teriam entrado no lago e, quando foram atravessar, ele se afogou e submergiu.
Na ocasião, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, realizaram manobras de ressuscitação no adolescente, mas ele não resistiu e faleceu. Duas viaturas da PM (Polícia Militar) também estão no local.
À reportagem, os amigos contaram que essa é a quarta vez que dois deles vão ao lago para tomar banho. Desta vez, o adolescente de 17 anos estava junto, acompanhado da namorada. Eles relataram que somente os três adolescentes entraram no lago, enquanto a namorada da vítima optou por ficar do lado de fora.
Antes de entrarem no lago, os amigos teriam alertado a vítima de que era fundo, mas o menor afirmou que sabia nadar. Quando o adolescente submergiu, um dos amigos tentou ajudá-lo em meio aos pedidos de socorro e se revezou com o outro colega.
Diante do afogamento, a namorada do adolescente correu até a frente de um condomínio de luxo na região para conseguir sinal telefônico e acionou o Corpo de Bombeiros.
Um morador comentou que os adolescentes costumam frequentar o lago diariamente e disse que já alertou sobre o perigo do lado. “Tinham que ter secado esse lago, pois é muito perigoso”, alertou.
Midiamax
Chapadão do Sul: Jovem morre após acidente com motocicleta

Acidente com motocicleta / Imagem ilustrativa
Na madrugada deste domingo (02), uma jovem identificada como Suelen Lacerda S., 28 anos, acabou vindo a óbito após sofrer uma queda de sua motocicleta, na Avenida Mato Grosso do Sul, em Chapadão do Sul.
Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, por volta das 00h49min, eles foram acionados para atender um acidente na Avenida Mato Grosso do Sul, próximo à Rua Aparecida do Taboado, onde, segundo informações, houve uma queda de motocicleta.
Chegando ao local, os militares dos bombeiros depararam com a vítima em decúbito ventral inconsciente, sua moto ao lado da mesma em estado precário devido ao impacto.
Foi realizado protocolo de atendimento na jovem, e a mesma estava sem sinais de fratura aparentemente, mas com suspeita de TCE — Traumatismo Crânio Encefálico. Seu capacete saiu durante o impacto e o impacto foi muito forte.
Há suspeita de que ela possa ter colidido com o canteiro ou árvores da avenida, devido ao estrago que ficou sua motocicleta. O caso ainda será investigado.
A jovem foi encaminhada para o Hospital Municipal com sinais vitais, mas inconsciente, onde foi entregue à equipe médica.
Mas, infelizmente, Suelen acabou não resistindo aos ferimentos e veio a óbito no Hospital Municipal.
Suelen trabalhava na Clínica Faro Fino e era muito querida na cidade, onde muitos estão consternados pela sua partida tão precoce.
O Correio News
Cassilândia Urgente: Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri serão entrevistados pelo Jornal Comentado nesta segunda-feira
O Jornal Comentado irá entrevistar nesta segunda-feira, 3 de novembro, os diretores do Stories Podcast, Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri.
O podcast é um verdadeiro sucesso de audiência e contribui muito com a população cassilandense e do MS ao oferecer espaço para o amplo debate.
Aguarde!

Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri
Cassilândia Urgente: Na Vila Santa Rita, em Cassilândia, é visível a situação de abandono
Chamada por uma moradora, a reportagem do Cassilândia Urgente esteve nesta manhã de sábado, 1 de novembro, no povoado Santa Rita, na zona rural de Cassilândia.
Os velhos problemas continuam: lixo, entulho, falta de manutenção no parque infantil e campo de futebol, precariedade no atendimento de saúde e outras reclamações.
“Corino, a nossa situação não muda nunca”, disse a moradora que chamou a reportagem.
“Às vezes melhora um pouco quando a gente faz denúncia, mas depois volta a piorar, a gente fica esquecido aqui”, concluiu.
Na entrada do povoado, moradores jogam lixo ao lado de uma caçamba diariamente porque não há fiscalização.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

O lixo continua sendo jogado no chão ao lado de caçamba

Parquinho infantil com matagal

Campo de futebol não apresenta condições de jogo
Cassilândia Urgente: Morre Izabel Martins de Moraes
Morreu hoje, sábado, 1 de novembro, em Cassilândia, Izabel Martins de Moraes, aos 87 anos.
Ela deixa filhos, netos, bisnetos, familiares e amigos.
O velório está sendo realizado na Funerária Nossa Senhora Aparecida e o sepultamento será hoje às 17h BR no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Izabel Martins de Moraes
Túmulo em MS expõe crime traiçoeiro de 1938 com nome do assassino na lápide da vítima

Quase 90 anos depois, pouca gente se lembra do crime traiçoeiro que resultou em lápide atípica no cemitério – (Fotos: Arquivo Pessoal)
Logo na entrada do Cemitério Municipal de Porto Murtinho, cidade localizada na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, um túmulo discreto, carregado de história, passa praticamente despercebido pelos visitantes há quase um século.
Sem qualquer luxo, a construção conta com uma lápide improvável que destaca um crime ocorrido em 1938.
Além de exibir o nome do falecido, a placa póstuma ainda revela que ele foi morto de forma traiçoeira e informa o nome do assassino em letras garrafais – algo pouco comum em registros históricos no Brasil.

Sepultura passa despercebida entre as mais antigas do cemitério municipal – (Foto: Arquivo Pessoal)
O túmulo em questão pertence ao jovem Rubval Theodoro Júnior, de apenas 16 anos. Na sepultura, chamam atenção os dizerem gravados a mando da própria família.
“Aqui jaz os restos mortais do jovem Rubval Theodoro Júnior, nascido a 28 de junho de 1922, assassinado traiçoeiramente por Sebastião Franco da Rocha, no dia 29 de novembro de 1938. Seus pais e irmãos lhe dedicam esta lembrança”, frisa a mensagem.

Oito décadas deterioraram pouco túmulo que tem nome de assassino em MS – (Foto: Arquivo Pessoal)
O tempo apagou história por trás do túmulo?
De arquitetura simples e pintada de branco, a estrutura permanece intacta, com poucos sinais de desgaste diante de quase 90 anos exposta a sol, chuva e até às enchentes que inundaram a cidade no final do século 20. Contudo, o tempo apagou, em partes, a história por trás do sepulcro.
É que hoje, nem os mais antigos de Porto Murtinho se lembram quem foi o jovem Rubval Theodoro Júnior e seu assassino, Sebastião Franco da Rocha. Questionados se sabem o que aconteceu com o rapaz, moradores quase centenários declaram nem saber da existência da curiosa sepultura.
Assim, os curiosos que forçam a vista para ler as letras quase ocultas pelo passar dos anos se perguntam:
Quem foi Rubval? Como Sebastião o assassinou traiçoeiramente? Quais as circunstâncias e motivações do crime? Quem era Sebastião e qual relação os dois tinham? Por que a família decidiu gravar e destacar o nome do assassino na lápide da vítima? De onde efetivamente era essa família? E os irmãos de Rubval, onde foram parar?
Estas são questões que historiadores e familiares que eventualmente conheçam a história podem ajudar a responder. Sabe de algo? Envie para nossa reportagem através do link de WhatsApp no final deste texto.

Dê zoom para ler a placa póstuma – (Foto: Arquivo Pessoal)
Por que gravar o nome do assassino na lápide?
Embora não seja uma prática comum ou universal, quando ocorre, a gravação de nomes de assassinos nas lápides das vítimas geralmente está ligada a motivações profundas.
Entre elas, uma espécie de vingança simbólica, na qual esta seria uma maneira de “marcar” o assassino para sempre, associando seu nome de forma pública e duradoura ao crime.
A honra à vítima também costuma estar atrelada a esse tipo de postura, especialmente quando a morte ocorre de forma violenta, injusta ou traiçoeira, como no caso de Rubval.
Também seria uma espécie de aviso à população sobre o perigo do criminoso. E, por fim, a busca por justiça e memória, fazendo a lápide ser um registro permanente sobre o crime, como forma de protesto e pressão para a condenação dos autores.

Em alguns casos, as famílias gravavam os nomes dos assassinos nas lápides das vítimas para eternizar a memória do crime, buscar justiça e garantir que a história e a identidade do responsável não fossem esquecidas.
No Brasil, entre os séculos 18 e 20, era comum encontrar escrituras destacando a natureza de determinadas mortes em mensagens sentimentais nas sepulturas.
Contudo, casos de lápides de vítimas com nome do assassino são raríssimos no Brasil e este exemplo em Mato Grosso do Sul se destaca entre os poucos já registrados.

Cemitério Municipal de Porto Murtinho – (Foto: Arquivo Pessoal)
Adolescente morre afogado ao tentar atravessar lago com amigos

Equipes do Corpo de Bombeiros e da PM estão no local (Foto: Madu Livramento/Midiamax)
Adolescente, de 17 anos, morreu afogado ao tentar atravessar um lago conhecido como ‘Pedreira’, na região norte de Campo Grande, na tarde deste sábado (1º).
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o adolescente, a namorada e dois amigos foram até o local de bicicleta. O garoto e os dois amigos teriam entrado no lago e, quando foram atravessar, ele se afogou e submergiu.
Na ocasião, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, realizaram manobras de ressuscitação no adolescente, mas ele não resistiu e faleceu. Duas viaturas da PM (Polícia Militar) também estão no local.
À reportagem, os amigos contaram que essa é a quarta vez que dois deles vão ao lago para tomar banho. Desta vez, o adolescente de 17 anos estava junto, acompanhado da namorada. Eles relataram que somente os três adolescentes entraram no lago, enquanto a namorada da vítima optou por ficar do lado de fora.
Antes de entrarem no lago, os amigos teriam alertado a vítima de que era fundo, mas o menor afirmou que sabia nadar. Quando o adolescente submergiu, um dos amigos tentou ajudá-lo em meio aos pedidos de socorro e se revezou com o outro colega.
Diante do afogamento, a namorada do adolescente correu até a frente de um condomínio de luxo na região para conseguir sinal telefônico e acionou o Corpo de Bombeiros.
Um morador comentou que os adolescentes costumam frequentar o lago diariamente e disse que já alertou sobre o perigo do lado. “Tinham que ter secado esse lago, pois é muito perigoso”, alertou.
Midiamax
Chapadão do Sul: Jovem morre após acidente com motocicleta

Acidente com motocicleta / Imagem ilustrativa
Na madrugada deste domingo (02), uma jovem identificada como Suelen Lacerda S., 28 anos, acabou vindo a óbito após sofrer uma queda de sua motocicleta, na Avenida Mato Grosso do Sul, em Chapadão do Sul.
Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, por volta das 00h49min, eles foram acionados para atender um acidente na Avenida Mato Grosso do Sul, próximo à Rua Aparecida do Taboado, onde, segundo informações, houve uma queda de motocicleta.
Chegando ao local, os militares dos bombeiros depararam com a vítima em decúbito ventral inconsciente, sua moto ao lado da mesma em estado precário devido ao impacto.
Foi realizado protocolo de atendimento na jovem, e a mesma estava sem sinais de fratura aparentemente, mas com suspeita de TCE — Traumatismo Crânio Encefálico. Seu capacete saiu durante o impacto e o impacto foi muito forte.
Há suspeita de que ela possa ter colidido com o canteiro ou árvores da avenida, devido ao estrago que ficou sua motocicleta. O caso ainda será investigado.
A jovem foi encaminhada para o Hospital Municipal com sinais vitais, mas inconsciente, onde foi entregue à equipe médica.
Mas, infelizmente, Suelen acabou não resistindo aos ferimentos e veio a óbito no Hospital Municipal.
Suelen trabalhava na Clínica Faro Fino e era muito querida na cidade, onde muitos estão consternados pela sua partida tão precoce.
O Correio News
Cassilândia Urgente: Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri serão entrevistados pelo Jornal Comentado nesta segunda-feira
O Jornal Comentado irá entrevistar nesta segunda-feira, 3 de novembro, os diretores do Stories Podcast, Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri.
O podcast é um verdadeiro sucesso de audiência e contribui muito com a população cassilandense e do MS ao oferecer espaço para o amplo debate.
Aguarde!

Dr. Luiz Artur Contursi e Freitas Barbieri
Cassilândia Urgente: Na Vila Santa Rita, em Cassilândia, é visível a situação de abandono
Chamada por uma moradora, a reportagem do Cassilândia Urgente esteve nesta manhã de sábado, 1 de novembro, no povoado Santa Rita, na zona rural de Cassilândia.
Os velhos problemas continuam: lixo, entulho, falta de manutenção no parque infantil e campo de futebol, precariedade no atendimento de saúde e outras reclamações.
“Corino, a nossa situação não muda nunca”, disse a moradora que chamou a reportagem.
“Às vezes melhora um pouco quando a gente faz denúncia, mas depois volta a piorar, a gente fica esquecido aqui”, concluiu.
Na entrada do povoado, moradores jogam lixo ao lado de uma caçamba diariamente porque não há fiscalização.
Com a palavra quem interessar possa.
Confira as imagens.

O lixo continua sendo jogado no chão ao lado de caçamba

Parquinho infantil com matagal

Campo de futebol não apresenta condições de jogo
Cassilândia Urgente: Morre Izabel Martins de Moraes
Morreu hoje, sábado, 1 de novembro, em Cassilândia, Izabel Martins de Moraes, aos 87 anos.
Ela deixa filhos, netos, bisnetos, familiares e amigos.
O velório está sendo realizado na Funerária Nossa Senhora Aparecida e o sepultamento será hoje às 17h BR no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Izabel Martins de Moraes
Túmulo em MS expõe crime traiçoeiro de 1938 com nome do assassino na lápide da vítima

Quase 90 anos depois, pouca gente se lembra do crime traiçoeiro que resultou em lápide atípica no cemitério – (Fotos: Arquivo Pessoal)
Logo na entrada do Cemitério Municipal de Porto Murtinho, cidade localizada na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, um túmulo discreto, carregado de história, passa praticamente despercebido pelos visitantes há quase um século.
Sem qualquer luxo, a construção conta com uma lápide improvável que destaca um crime ocorrido em 1938.
Além de exibir o nome do falecido, a placa póstuma ainda revela que ele foi morto de forma traiçoeira e informa o nome do assassino em letras garrafais – algo pouco comum em registros históricos no Brasil.

Sepultura passa despercebida entre as mais antigas do cemitério municipal – (Foto: Arquivo Pessoal)
O túmulo em questão pertence ao jovem Rubval Theodoro Júnior, de apenas 16 anos. Na sepultura, chamam atenção os dizerem gravados a mando da própria família.
“Aqui jaz os restos mortais do jovem Rubval Theodoro Júnior, nascido a 28 de junho de 1922, assassinado traiçoeiramente por Sebastião Franco da Rocha, no dia 29 de novembro de 1938. Seus pais e irmãos lhe dedicam esta lembrança”, frisa a mensagem.

Oito décadas deterioraram pouco túmulo que tem nome de assassino em MS – (Foto: Arquivo Pessoal)
O tempo apagou história por trás do túmulo?
De arquitetura simples e pintada de branco, a estrutura permanece intacta, com poucos sinais de desgaste diante de quase 90 anos exposta a sol, chuva e até às enchentes que inundaram a cidade no final do século 20. Contudo, o tempo apagou, em partes, a história por trás do sepulcro.
É que hoje, nem os mais antigos de Porto Murtinho se lembram quem foi o jovem Rubval Theodoro Júnior e seu assassino, Sebastião Franco da Rocha. Questionados se sabem o que aconteceu com o rapaz, moradores quase centenários declaram nem saber da existência da curiosa sepultura.
Assim, os curiosos que forçam a vista para ler as letras quase ocultas pelo passar dos anos se perguntam:
Quem foi Rubval? Como Sebastião o assassinou traiçoeiramente? Quais as circunstâncias e motivações do crime? Quem era Sebastião e qual relação os dois tinham? Por que a família decidiu gravar e destacar o nome do assassino na lápide da vítima? De onde efetivamente era essa família? E os irmãos de Rubval, onde foram parar?
Estas são questões que historiadores e familiares que eventualmente conheçam a história podem ajudar a responder. Sabe de algo? Envie para nossa reportagem através do link de WhatsApp no final deste texto.

Dê zoom para ler a placa póstuma – (Foto: Arquivo Pessoal)
Por que gravar o nome do assassino na lápide?
Embora não seja uma prática comum ou universal, quando ocorre, a gravação de nomes de assassinos nas lápides das vítimas geralmente está ligada a motivações profundas.
Entre elas, uma espécie de vingança simbólica, na qual esta seria uma maneira de “marcar” o assassino para sempre, associando seu nome de forma pública e duradoura ao crime.
A honra à vítima também costuma estar atrelada a esse tipo de postura, especialmente quando a morte ocorre de forma violenta, injusta ou traiçoeira, como no caso de Rubval.
Também seria uma espécie de aviso à população sobre o perigo do criminoso. E, por fim, a busca por justiça e memória, fazendo a lápide ser um registro permanente sobre o crime, como forma de protesto e pressão para a condenação dos autores.

Em alguns casos, as famílias gravavam os nomes dos assassinos nas lápides das vítimas para eternizar a memória do crime, buscar justiça e garantir que a história e a identidade do responsável não fossem esquecidas.
No Brasil, entre os séculos 18 e 20, era comum encontrar escrituras destacando a natureza de determinadas mortes em mensagens sentimentais nas sepulturas.
Contudo, casos de lápides de vítimas com nome do assassino são raríssimos no Brasil e este exemplo em Mato Grosso do Sul se destaca entre os poucos já registrados.

Cemitério Municipal de Porto Murtinho – (Foto: Arquivo Pessoal)




