Cidades de Goiás entram em estado de alerta após aumento de casos de Covid, diz saúde

Cidades de Goiás entram em estado de alerta após aumento de casos de Covid, diz saúde

Dez municípios goianos estão em situação de alerta, depois que a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) identificou um salto de 9% para 15% na taxa de positividade para Covid-19 em Goiás, no mês de agosto. Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, os protocolos sanitários a serem seguidos permanecem os mesmos, sendo que o principal ainda é a vacinação.

Um dos municípios que apresentou aumento expressivo de notificações da doença foi a Cidade de Goiás. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos confirmados saltou de 24 para 75, o que representa um crescimento de 212%.
Contudo, a secretária municipal de saúde, Ivone Marques, ressaltou que não há nenhum caso de internação e nenhum caso grave, ou de maior complexidade. “Em todos os casos que apresentaram maior gravidade ou que o paciente teve um tempo maior de sintomas, não foi diagnosticada nenhuma cepa diferente, às vezes apenas um comprometimento de H1N1 associado”, pontuou.
A cidade de Avelinópolis também teve um salto expressivo no número de confirmações, saindo de 20 casos, em uma semana, para 50, na semana seguinte. Isso representa um aumento de 150%.
Há duas semanas, a Prefeitura de Avelinópolis chegou a suspender as aulas nas escolas da cidade durante sete dias por causa do aumento de casos de Covid-19. Na ocasião, o prefeito da cidade, Adriano Araújo, afirmou que a gestão estaria buscando orientação da Secretária de Estado de Saúde (SES-GO) para saber o que deveria ser feito diante da situação.
Os demais municípios que também estão em estado de alerta são: São João da Paraúna, Palmeiras de Goiás, Santa Rosa de Goiás, Araçu, Campo Limpo de Goiás, Barro Alto, Heitoraí e Anicuns.
NOVA ONDA DE COVID-19
Apesar do crescimento de casos de infecção pelo coronavírus, o diretor do Laboratório Central de Goiás, Vinícius Lemes da Silva, ponderou que “um aumento de positividade ainda não é um sinal único para alarmarmos com relação a uma nova onda”. Contudo, segundo o diretor, a situação evidencia que se faz necessário um monitoramento cada vez mais próximo, e uma melhoria do número de amostras testadas, para que se possa verificar o que vem acontecendo neste novo cenário.
NOTIFICAÇÕES
A superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim, destaca que esse cenário (aumento dos casos de Covid-19) mostra a importância de que os municípios ajudem com as notificações de casos. “Só conseguimos identificar mudanças no padrão de doenças se há os dados no sistema”.
Agora, a SES aguarda o sequenciamento genômico realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para entender qual é a subvariante da Covid-19 predominante no Estado. Em julho de 2023, as linhagens mais frequentes, em nível nacional, eram a XBB (60,4%) e a FE.1 (36,5%).
Fonte: G1
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Menina de 3 anos morre ao se engasgar com uva e ter série de paradas cardíacas

Menina de 3 anos morre ao se engasgar com uva e ter série de paradas cardíacas

A pequena Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva e ter uma série de paradas cardíacas em Goiânia. A família disse que era um hábito da menina comer a fruta após as refeições. No entanto, a costureira Leidiane Pereira, mãe de Alice, foi pega de surpresa ao ser acordada pela filha pedindo ajuda.

“Eu não sabia com o que ela estava engasgada, mas fiz os primeiros socorros porque eu assisto muita reportagem com pessoas engasgadas. Só que a uva não desceu, o que ela tentou pôr pra fora, voltou. Aí voltou para o pulmão. Então o pulmãozinho dela parou”, disse.

Lidiane disse que a família pediu socorro em uma igreja e uma técnica de enfermagem e um bombeiro que estavam no culto começaram os primeiros socorros novamente e conseguiram tirar a uva da boca. A menina foi encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), chegou a ser intubada, mas não resistiu.

“Eu tive esperança até o último momento. Eu não vou mentir. Quando eu vi minha filha antes de ser intubada, eu tinha esperança. A tristeza é muito grande”, desabafou a mãe.

Detalhes do acidente

 

Segundo a mãe, Alice se engasgou por volta de 9h40 do último domingo (27) e chegou ao hospital respirando muito pouco porque ficou sem oxigênio por cerca de 15 minutos. Pouco depois do início do atendimento, a menina precisou ser intubada, mas antes a mãe chegou a falar com ela.

“Até então a minha filha estava chorando, eu tentei conversar com ela, o olhinho dela paralisou, ficou abertinho, mas não mexia. Aí intubaram. Depois de intubar, ela deu duas paradas cardíacas”, disse a mãe.

 

Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

 

Leidiane contou que uma das paradas durou cerca de 7 minutos e a outra, 22. Ela precisou ser reanimada e a equipe médica chamou um cirurgião para a retirada do líquido que estava nos pulmões.

“A doutora falou que o pulmão estava e disse: ‘Mãezinha, ela é muito forte. Ela resistiu a uma parada de sete minutos e outra de vinte e dois minutos. Ela está lutando pela vida, mãezinha”, descreveu a mãe.

 

Cacho de uvas que Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, comia antes de se engasgar em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Cacho de uvas que Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, comia antes de se engasgar em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

No entanto, o quadro clínico piorou e, no decorrer da cirurgia, ela teve outras duas paradas cardíacas e não resistiu. Até chegar a notícia da morte, Leidiane falou que tinha esperança.

“A esperança é a última que morre. A equipe disse que ela deu mais paradas, eu não escutei direito, eu estava desesperada. E ela veio a óbito. Aí eu entrei em desespero e elas não queriam me dar a notícia porque eu estava sozinha”, finalizou.

A menina morreu por volta de 4h50 na segunda-feira (28). Segundo a mãe, o laudo da necrópsia para indicar a causa da morte deve sair em até 90 dias.

O caso foi registrado na Polícia Civil como morte acidental. O boletim de ocorrência foi feito no 11º Distrito Policial, mas deve ser remetido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), segundo a delegada Renata Vieira.

 

Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

 

 

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Mulher em cárcere privado com a filha escreve bilhetes para vizinhos pedindo ajuda

Mulher em cárcere privado com a filha escreve bilhetes para vizinhos pedindo ajuda

Uma mulher, de 41 anos, e a filha, de 4 anos, foram resgatadas de cárcere privado depois que a mulher escreveu bilhetes pedindo ajuda e jogou no terreno dos vizinhos, que acionaram a polícia. O caso aconteceu em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na quarta-feira (30). Leia mais abaixo.

Segundo a polícia, o suspeito do crime, de 25 anos, foi abordado no quintal da residência, preso e encaminhado para a delegacia de polícia de Fazenda Rio Grande. O nome dele não foi divulgado.

Bilhete escrito por mulher em cárcere privado em Fazenda Rio Grande — Foto: PC-PR

‘Oi vizinhos. Me deem um sinal colocando um pano ou tapete no muro, se vão me ajudar. [Incompreensível] Porque ele disse que ia matar meu irmão. Me ajudem, por favor. Pelo amor de Deus’, diz um bilhete.

No segundo bilhete, a vítima escreveu:

‘Joguei nos fundos, próximo do muro, um papel dobrado pedindo ajuda. Me ajudem, por favor’.

Segundo a polícia, a vítimas relatou que estava sofrendo ameaças e agressões físicas do companheiro. A mulher possuía lesões no corpo e no rosto, segundo a polícia.

Casa estava em situação precária

A casa onde as vítimas foram encontradas estava em situação precária, com poucos móveis, janelas trancadas com grade e cobertas com panos para que ninguém pudesse ver.

Elas também dormiam em uma cama no chão.

Mulher em cárcere privado com a filha implora por ajuda em bilhetes para vizinhos: ‘Pelo o amor de Deus’ — Foto: PCPR

Como denunciar casos de violência doméstica

A Central de Atendimento à Mulher recebe denúncias de violência, orienta mulheres sobre seus direitos e faz o encaminhamento para outros serviços quando necessário. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. É possível ter acesso ao atendimento por meio de uma ligação gratuita para o número 180, por meio de um e-mail para ligue180@mdh.gov.br, pelo aplicativo Proteja Brasil ou no site da ouvidoria.

O Disque Direitos Humanos atende situações graves de violações dos direitos humanos que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso. O serviço aciona os órgãos competentes a cada situação e busca possibilitar o flagrante. Para entrar em contato basta ligar para o número 100. O serviço funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.

Caso o crime esteja ocorrendo, a denúncia deve ser feita diretamente à Polícia Militar pelo 190.

BATANEWS/G1

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Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

O dono de um bar em Naviraí, a 359 quilômetros de Campo Grande, foi atingido por disparos feitos por um cliente, nessa quinta-feira (31), no Bairro Vila Nova. O crime aconteceu porque o autor queria comprar cigarros fiado.

Informações são de que, o cliente chegou ao estabelecimento comercial por volta do meio-dia quando pediu por uma carteira de cigarros, mas não tinha todo o dinheiro sendo que queria o cigarro de forma fiada – modalidade de pagar depois – mas não foi aceita pelo dono do bar.

O autor foi embora, voltando momentos depois armado fazendo três disparos contra o dono do local que foi atingido no braço. Em seguida, ele fugiu com o comparsa que estava em uma motocicleta a 100 metros do bar.

A polícia foi acionada, mas o autor não foi encontrado.

Midiamax

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Cassilândia Urgente: Médica se tranca no banheiro temendo ser agredida no posto de saúde do Laranjeiras, em Cassilândia

Uma médica teve que se trancar no banheiro temendo ser agredida no posto de saúde do Laranjeiras, em Cassilândia, por um homem nesta tarde de quinta-feira, 31 de agosto.

Segundo uma fonte, o homem argumentou que não tentou agredir a médica, mas que desejava apenas conversar.

A informação sobre a ocorrência no posto que chegou à redação do Cassilândia Urgente foi confirmada pela secretária municipal de Saúde, Mara Nilza, agora há pouco.

Um homem foi encaminhado pela polícia, segundo informações, porque não se conformava com a morte de um bebê, ocorrida no sábado passado, na cidade de Três Lagoas, após a mãe, de 17 anos, ter sido atendida pela médica nos últimos dias.

A paciente teria sido atendida pela Santa Casa de Cassilândia e logo depois encaminhada para o hospital de Três Lagoas, onde o bebê veio a óbito.

A Polícia Civil agora está apurando o caso.

Imagem ilustrativa

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Cassilândia Urgente: Morre a menina Rebeca aos quatro anos

Morreu hoje, quinta-feira, 31 de agosto, em Campo Grande, a menina Rebeca da Silva Tigre, de quatro anos.

Ela era  filha do casal Débora Santos Silva e Kaio Benites Tigre.

Rebeca teve como diagnóstico o Ame Tipo 1 aos três meses de vida. Ela completaria cinco anos em novembro. São avós maternos o vereador Divino José da Silva (Zé Divino) e Elizangela Dias dos Santos e avós paternos Joaquim Tigre e Marli Franco, proprietários de uma loja em Cassilândia.

De acordo com informações, o sepultamento será em Fátima do Sul, onde residem os pais de Rebeca.

Extraído de rede social

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Cassilândia Urgente: Marmitaria e Hot Dog do Gordinho junto e misturado na Vila Pernambuco

Deivid Lucas e Damaris oferecem sabores diferenciados na Avenida JK, 779, em frente o Supermercado Pantanal, na Vila Pernambuco, em Cassilândia.

Durante o dia tem Marmitaria com refeições saborosas e à noite tem o Hot Dog do Gordinho, já muito conhecido em Cassilândia.

Pedidos podem ser feitos pelo WhatsApp (67) 99848-2183 ou (67) 99614-9026.

Confira as imagens.

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Tatuador que ficou cego com ácido perde olho após transplante

Rapaz ficou gravemente ferido. – Crédito: Redes Sociais/Reprodução

O tatuador Leandro Coelho, que ficou cego após um ex-esposa jogar soda cáustica na cabeça dele em um ataque, perdeu o olho direito após um transplante de córnea. A vítima aguarda na fila do SUS (Sistema Único de Saúde) para colocação de uma prótese. A suspeita do crime, Sônia Obelar Gregório, está foragida há seis meses.

Leandro chegou a passar por uma cirurgia para transplante de córnea, mas não houve resultado positivo o procedimento. O tatuador contou que a operação para retirada do órgão ocorreu há cerca de um mês e meio.

“Quando fiz o transplante todos acharam que eu tinha recuperado minha visão, mas a verdade é que nunca voltei a enxergar. Hoje, com o olho que tenho, vejo vultos, mas nada que dê para identificar nada”.

Vida após o crime

Leandro segue tentando se adaptar a nova realidade. O tatuador busca na fé a possibilidade de ressignificar o crime do qual foi vítima.

“Hoje consigo enxergar coisas que eu não enxergava quando tinha visão. O que me fortalece é Jesus e fé eu tenho de sobra”. O tatuador espera por justiça. Sônia Obelar Gregório, de 41 anos, está foragida há seis meses. A mulher jogou o ácido no rosto de Leandro em 22 de fevereiro deste ano.

O delegado Rodolfo Daltro, que cuida do caso, disse que o inquérito segue aberto e a espera de laudos. O policial também relatou que várias operações para prisão da suspeita foram realizadas, inclusive em outros estados, mas sem sucesso.

Sem renda e nem a possibilidade de tatuar, Leandro pede ajuda. Nos planos está a abertura de uma loja para vender eletrônicos e erva de tereré, porém ainda não há recursos para isso. Quem quiser entrar em contato com o tatuador, ligue no (67) 9 9195-0347.

Relembre o caso

Sônia Obelar, de 41 anos, é suspeita de jogar soda cáustica no rosto do ex-namorado, de 30 anos, em Campo Grande, na noite do dia 22 de fevereiro. O tatuador Leandro Coelho perdeu a visão com a agressão.

Segundo o relata da ocorrência, a mulher estava à espera do ex-namorado durante saída da academia e ao ver Leandro deixando o local, ela foi até ao rapaz, insistiu por uma conversa e jogou o produto corrosivo no rosto dele. Conforme a polícia, a mulher teria ficado de tocaia por 1h, atrás de um poste, até a chegada da vítima.

Imagens de câmeras de segurança mostram detalhes do ataque ao tatuador. No vídeo, é possível ver o momento que Leandro encontra a ex-namorada na rua e para a moto próximo a ela. A autora estava com uma jarra com a soda em mãos. Os dois conversam por alguns segundos e, em seguida, a mulher joga o produto contra o rosto do tatuador.

A vítima relatou à polícia que enquanto agonizava de dor devido à queimação ocasionada pelo líquido, moradores da região tentaram ajudá-lo lavando o rosto com água até a chegada do Corpo de Bombeiros. Quando a água entra em contato com superfície com soda cáustica o calor aumenta e os respingos d’água podem queimar as pessoas ao entorno.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol e está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.

BATANEWS/ G1

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Com o orçamento no limite, prefeituras querem antecipar repasses

Prefeitos de todo o País se mobilizam por mais verbas; Assomasul pede antecipação de emendas

Quase metade dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul está com as contas no vermelho e enfrenta dificuldades para quitar as despesas no final do mês. Conforme a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) divulgou esta manhã, com 37 das 79 prefeituras do estado em apuros, é preciso buscar medidas que tragam algum alívio nas contas públicas. Não se trata de uma situação isolada, mas um problema nacional, que fez os prefeitos de todo o País se mobilizarem.

Entre os problemas elencados por prefeitos reunidos esta manhã na Assomasul, constam alguns acréscimos referentes a direitos de servidores reconhecidos por meio de leis aprovadas pelo Congresso Nacional, como reajuste da educação, elevado em 33%, e o salário mínimo com reajuste de 9% e ainda o piso da enfermagem, a ser implementado.

Para muitas cidades, a principal fonte de receita é o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), com receitas de tributos recolhidos na cidade que voltam por meio de repasses da União e estados. As cidades menores nem sempre têm atividade econômica forte que gere uma movimentação expressiva nos cofres locais. Conforme o presidente da Assomasul, prefeito de Nioaque Valdir Souza Jr, a média de crescimento das receitas teria ficado em 5%.

Na última prestação de contas do Governo estadual, referente a dados até abril, a previsão de repasse de FPM às prefeituras era de R$ 4,1 bilhões para o ano, com R$ 1,6 bilhão já concretizado à época.

“A gente vem fazer essa mobilização para chamar a atenção no Congresso, do Planalto, para poder ter essa atenção diferenciada para os municípios. Nós ficamos com a menor parcela do bolo tributário. Apenas 18% do que é recolhido dos impostos fica no município, 58 na União e 24 % no Estado’, pontuou. Ele direciona o pedido maior de atenção para a esfera federal, apontando que é de onde surgem as demandas que elevam as atribuições e, consequentemente, as despesas no âmbito municipal.

Os prefeitos destacaram que as frentes que mais sentem a falta de recursos são saúde e educação, que têm percentuais de investimento carimbados, e segurança pública.

Como solução, os prefeitos defendem uma parcela extra de adicional no FPM, de 1,5%, já conquistado para alguns meses. Também reivindicam que parlamentares consigam antecipar liberação de emendas. Quanto às previstas no orçamento estadual, Souza Jr. comentou que houve anúncio de emendas totalizando R$ 48 milhões, com repasse de 60% neste mês; as prefeituras pleiteiam a antecipação do restante, que era previsto para outubro, já para setembro, para haver um fôlego.

Sentindo na pele – Um dos que estavam presentes esta manhã na Assomasul para relatar as dificuldades, o prefeito de Caarapó, Andre Nezzi, comentou que há pressão por valores reajustados por meio de lei, como o caso de pisos para servidores, e os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos, por outro lado. Conforme ele, foi necessário cortar 60 cargos na Prefeitura para enquadrar as contas. Ainda assim, é desafiador e uma alternativa seria obter mais receita, daí o pedido por elevação do FPM. “É impossível se a gente não tiver um apoio do governo federal, que criaram essas leis. Essa é uma das dificuldades que nós temos enfrentado’, lamentou.

Ele chegou a falar em risco de colapso. “Ou paga o salário, mas não investe em reformas, não dá melhores condições porque você tem que pagar obrigatoriamente essas despesas que foram criadas em Brasília, mas quem paga a conta é o município’, resumiu.

Campo Grande News

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Cidades de Goiás entram em estado de alerta após aumento de casos de Covid, diz saúde

Cidades de Goiás entram em estado de alerta após aumento de casos de Covid, diz saúde

Dez municípios goianos estão em situação de alerta, depois que a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) identificou um salto de 9% para 15% na taxa de positividade para Covid-19 em Goiás, no mês de agosto. Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, os protocolos sanitários a serem seguidos permanecem os mesmos, sendo que o principal ainda é a vacinação.

Um dos municípios que apresentou aumento expressivo de notificações da doença foi a Cidade de Goiás. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos confirmados saltou de 24 para 75, o que representa um crescimento de 212%.
Contudo, a secretária municipal de saúde, Ivone Marques, ressaltou que não há nenhum caso de internação e nenhum caso grave, ou de maior complexidade. “Em todos os casos que apresentaram maior gravidade ou que o paciente teve um tempo maior de sintomas, não foi diagnosticada nenhuma cepa diferente, às vezes apenas um comprometimento de H1N1 associado”, pontuou.
A cidade de Avelinópolis também teve um salto expressivo no número de confirmações, saindo de 20 casos, em uma semana, para 50, na semana seguinte. Isso representa um aumento de 150%.
Há duas semanas, a Prefeitura de Avelinópolis chegou a suspender as aulas nas escolas da cidade durante sete dias por causa do aumento de casos de Covid-19. Na ocasião, o prefeito da cidade, Adriano Araújo, afirmou que a gestão estaria buscando orientação da Secretária de Estado de Saúde (SES-GO) para saber o que deveria ser feito diante da situação.
Os demais municípios que também estão em estado de alerta são: São João da Paraúna, Palmeiras de Goiás, Santa Rosa de Goiás, Araçu, Campo Limpo de Goiás, Barro Alto, Heitoraí e Anicuns.
NOVA ONDA DE COVID-19
Apesar do crescimento de casos de infecção pelo coronavírus, o diretor do Laboratório Central de Goiás, Vinícius Lemes da Silva, ponderou que “um aumento de positividade ainda não é um sinal único para alarmarmos com relação a uma nova onda”. Contudo, segundo o diretor, a situação evidencia que se faz necessário um monitoramento cada vez mais próximo, e uma melhoria do número de amostras testadas, para que se possa verificar o que vem acontecendo neste novo cenário.
NOTIFICAÇÕES
A superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim, destaca que esse cenário (aumento dos casos de Covid-19) mostra a importância de que os municípios ajudem com as notificações de casos. “Só conseguimos identificar mudanças no padrão de doenças se há os dados no sistema”.
Agora, a SES aguarda o sequenciamento genômico realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para entender qual é a subvariante da Covid-19 predominante no Estado. Em julho de 2023, as linhagens mais frequentes, em nível nacional, eram a XBB (60,4%) e a FE.1 (36,5%).
Fonte: G1
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Menina de 3 anos morre ao se engasgar com uva e ter série de paradas cardíacas

Menina de 3 anos morre ao se engasgar com uva e ter série de paradas cardíacas

A pequena Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva e ter uma série de paradas cardíacas em Goiânia. A família disse que era um hábito da menina comer a fruta após as refeições. No entanto, a costureira Leidiane Pereira, mãe de Alice, foi pega de surpresa ao ser acordada pela filha pedindo ajuda.

“Eu não sabia com o que ela estava engasgada, mas fiz os primeiros socorros porque eu assisto muita reportagem com pessoas engasgadas. Só que a uva não desceu, o que ela tentou pôr pra fora, voltou. Aí voltou para o pulmão. Então o pulmãozinho dela parou”, disse.

Lidiane disse que a família pediu socorro em uma igreja e uma técnica de enfermagem e um bombeiro que estavam no culto começaram os primeiros socorros novamente e conseguiram tirar a uva da boca. A menina foi encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), chegou a ser intubada, mas não resistiu.

“Eu tive esperança até o último momento. Eu não vou mentir. Quando eu vi minha filha antes de ser intubada, eu tinha esperança. A tristeza é muito grande”, desabafou a mãe.

Detalhes do acidente

 

Segundo a mãe, Alice se engasgou por volta de 9h40 do último domingo (27) e chegou ao hospital respirando muito pouco porque ficou sem oxigênio por cerca de 15 minutos. Pouco depois do início do atendimento, a menina precisou ser intubada, mas antes a mãe chegou a falar com ela.

“Até então a minha filha estava chorando, eu tentei conversar com ela, o olhinho dela paralisou, ficou abertinho, mas não mexia. Aí intubaram. Depois de intubar, ela deu duas paradas cardíacas”, disse a mãe.

 

Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

 

Leidiane contou que uma das paradas durou cerca de 7 minutos e a outra, 22. Ela precisou ser reanimada e a equipe médica chamou um cirurgião para a retirada do líquido que estava nos pulmões.

“A doutora falou que o pulmão estava e disse: ‘Mãezinha, ela é muito forte. Ela resistiu a uma parada de sete minutos e outra de vinte e dois minutos. Ela está lutando pela vida, mãezinha”, descreveu a mãe.

 

Cacho de uvas que Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, comia antes de se engasgar em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Cacho de uvas que Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, comia antes de se engasgar em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

No entanto, o quadro clínico piorou e, no decorrer da cirurgia, ela teve outras duas paradas cardíacas e não resistiu. Até chegar a notícia da morte, Leidiane falou que tinha esperança.

“A esperança é a última que morre. A equipe disse que ela deu mais paradas, eu não escutei direito, eu estava desesperada. E ela veio a óbito. Aí eu entrei em desespero e elas não queriam me dar a notícia porque eu estava sozinha”, finalizou.

A menina morreu por volta de 4h50 na segunda-feira (28). Segundo a mãe, o laudo da necrópsia para indicar a causa da morte deve sair em até 90 dias.

O caso foi registrado na Polícia Civil como morte acidental. O boletim de ocorrência foi feito no 11º Distrito Policial, mas deve ser remetido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), segundo a delegada Renata Vieira.

 

Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira
Alice Emanuelli Pereira Bacelar, de 3 anos, morreu após se engasgar enquanto comia uva em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Leidiane Pereira

 

 

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Mulher em cárcere privado com a filha escreve bilhetes para vizinhos pedindo ajuda

Mulher em cárcere privado com a filha escreve bilhetes para vizinhos pedindo ajuda

Uma mulher, de 41 anos, e a filha, de 4 anos, foram resgatadas de cárcere privado depois que a mulher escreveu bilhetes pedindo ajuda e jogou no terreno dos vizinhos, que acionaram a polícia. O caso aconteceu em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na quarta-feira (30). Leia mais abaixo.

Segundo a polícia, o suspeito do crime, de 25 anos, foi abordado no quintal da residência, preso e encaminhado para a delegacia de polícia de Fazenda Rio Grande. O nome dele não foi divulgado.

Bilhete escrito por mulher em cárcere privado em Fazenda Rio Grande — Foto: PC-PR

‘Oi vizinhos. Me deem um sinal colocando um pano ou tapete no muro, se vão me ajudar. [Incompreensível] Porque ele disse que ia matar meu irmão. Me ajudem, por favor. Pelo amor de Deus’, diz um bilhete.

No segundo bilhete, a vítima escreveu:

‘Joguei nos fundos, próximo do muro, um papel dobrado pedindo ajuda. Me ajudem, por favor’.

Segundo a polícia, a vítimas relatou que estava sofrendo ameaças e agressões físicas do companheiro. A mulher possuía lesões no corpo e no rosto, segundo a polícia.

Casa estava em situação precária

A casa onde as vítimas foram encontradas estava em situação precária, com poucos móveis, janelas trancadas com grade e cobertas com panos para que ninguém pudesse ver.

Elas também dormiam em uma cama no chão.

Mulher em cárcere privado com a filha implora por ajuda em bilhetes para vizinhos: ‘Pelo o amor de Deus’ — Foto: PCPR

Como denunciar casos de violência doméstica

A Central de Atendimento à Mulher recebe denúncias de violência, orienta mulheres sobre seus direitos e faz o encaminhamento para outros serviços quando necessário. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. É possível ter acesso ao atendimento por meio de uma ligação gratuita para o número 180, por meio de um e-mail para ligue180@mdh.gov.br, pelo aplicativo Proteja Brasil ou no site da ouvidoria.

O Disque Direitos Humanos atende situações graves de violações dos direitos humanos que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso. O serviço aciona os órgãos competentes a cada situação e busca possibilitar o flagrante. Para entrar em contato basta ligar para o número 100. O serviço funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.

Caso o crime esteja ocorrendo, a denúncia deve ser feita diretamente à Polícia Militar pelo 190.

BATANEWS/G1

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Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

Sem dinheiro para comprar cigarros, cliente atira três vezes contra dono de bar

O dono de um bar em Naviraí, a 359 quilômetros de Campo Grande, foi atingido por disparos feitos por um cliente, nessa quinta-feira (31), no Bairro Vila Nova. O crime aconteceu porque o autor queria comprar cigarros fiado.

Informações são de que, o cliente chegou ao estabelecimento comercial por volta do meio-dia quando pediu por uma carteira de cigarros, mas não tinha todo o dinheiro sendo que queria o cigarro de forma fiada – modalidade de pagar depois – mas não foi aceita pelo dono do bar.

O autor foi embora, voltando momentos depois armado fazendo três disparos contra o dono do local que foi atingido no braço. Em seguida, ele fugiu com o comparsa que estava em uma motocicleta a 100 metros do bar.

A polícia foi acionada, mas o autor não foi encontrado.

Midiamax

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Cassilândia Urgente: Médica se tranca no banheiro temendo ser agredida no posto de saúde do Laranjeiras, em Cassilândia

Uma médica teve que se trancar no banheiro temendo ser agredida no posto de saúde do Laranjeiras, em Cassilândia, por um homem nesta tarde de quinta-feira, 31 de agosto.

Segundo uma fonte, o homem argumentou que não tentou agredir a médica, mas que desejava apenas conversar.

A informação sobre a ocorrência no posto que chegou à redação do Cassilândia Urgente foi confirmada pela secretária municipal de Saúde, Mara Nilza, agora há pouco.

Um homem foi encaminhado pela polícia, segundo informações, porque não se conformava com a morte de um bebê, ocorrida no sábado passado, na cidade de Três Lagoas, após a mãe, de 17 anos, ter sido atendida pela médica nos últimos dias.

A paciente teria sido atendida pela Santa Casa de Cassilândia e logo depois encaminhada para o hospital de Três Lagoas, onde o bebê veio a óbito.

A Polícia Civil agora está apurando o caso.

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Cassilândia Urgente: Morre a menina Rebeca aos quatro anos

Morreu hoje, quinta-feira, 31 de agosto, em Campo Grande, a menina Rebeca da Silva Tigre, de quatro anos.

Ela era  filha do casal Débora Santos Silva e Kaio Benites Tigre.

Rebeca teve como diagnóstico o Ame Tipo 1 aos três meses de vida. Ela completaria cinco anos em novembro. São avós maternos o vereador Divino José da Silva (Zé Divino) e Elizangela Dias dos Santos e avós paternos Joaquim Tigre e Marli Franco, proprietários de uma loja em Cassilândia.

De acordo com informações, o sepultamento será em Fátima do Sul, onde residem os pais de Rebeca.

Extraído de rede social

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Cassilândia Urgente: Marmitaria e Hot Dog do Gordinho junto e misturado na Vila Pernambuco

Deivid Lucas e Damaris oferecem sabores diferenciados na Avenida JK, 779, em frente o Supermercado Pantanal, na Vila Pernambuco, em Cassilândia.

Durante o dia tem Marmitaria com refeições saborosas e à noite tem o Hot Dog do Gordinho, já muito conhecido em Cassilândia.

Pedidos podem ser feitos pelo WhatsApp (67) 99848-2183 ou (67) 99614-9026.

Confira as imagens.

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Tatuador que ficou cego com ácido perde olho após transplante

Rapaz ficou gravemente ferido. – Crédito: Redes Sociais/Reprodução

O tatuador Leandro Coelho, que ficou cego após um ex-esposa jogar soda cáustica na cabeça dele em um ataque, perdeu o olho direito após um transplante de córnea. A vítima aguarda na fila do SUS (Sistema Único de Saúde) para colocação de uma prótese. A suspeita do crime, Sônia Obelar Gregório, está foragida há seis meses.

Leandro chegou a passar por uma cirurgia para transplante de córnea, mas não houve resultado positivo o procedimento. O tatuador contou que a operação para retirada do órgão ocorreu há cerca de um mês e meio.

“Quando fiz o transplante todos acharam que eu tinha recuperado minha visão, mas a verdade é que nunca voltei a enxergar. Hoje, com o olho que tenho, vejo vultos, mas nada que dê para identificar nada”.

Vida após o crime

Leandro segue tentando se adaptar a nova realidade. O tatuador busca na fé a possibilidade de ressignificar o crime do qual foi vítima.

“Hoje consigo enxergar coisas que eu não enxergava quando tinha visão. O que me fortalece é Jesus e fé eu tenho de sobra”. O tatuador espera por justiça. Sônia Obelar Gregório, de 41 anos, está foragida há seis meses. A mulher jogou o ácido no rosto de Leandro em 22 de fevereiro deste ano.

O delegado Rodolfo Daltro, que cuida do caso, disse que o inquérito segue aberto e a espera de laudos. O policial também relatou que várias operações para prisão da suspeita foram realizadas, inclusive em outros estados, mas sem sucesso.

Sem renda e nem a possibilidade de tatuar, Leandro pede ajuda. Nos planos está a abertura de uma loja para vender eletrônicos e erva de tereré, porém ainda não há recursos para isso. Quem quiser entrar em contato com o tatuador, ligue no (67) 9 9195-0347.

Relembre o caso

Sônia Obelar, de 41 anos, é suspeita de jogar soda cáustica no rosto do ex-namorado, de 30 anos, em Campo Grande, na noite do dia 22 de fevereiro. O tatuador Leandro Coelho perdeu a visão com a agressão.

Segundo o relata da ocorrência, a mulher estava à espera do ex-namorado durante saída da academia e ao ver Leandro deixando o local, ela foi até ao rapaz, insistiu por uma conversa e jogou o produto corrosivo no rosto dele. Conforme a polícia, a mulher teria ficado de tocaia por 1h, atrás de um poste, até a chegada da vítima.

Imagens de câmeras de segurança mostram detalhes do ataque ao tatuador. No vídeo, é possível ver o momento que Leandro encontra a ex-namorada na rua e para a moto próximo a ela. A autora estava com uma jarra com a soda em mãos. Os dois conversam por alguns segundos e, em seguida, a mulher joga o produto contra o rosto do tatuador.

A vítima relatou à polícia que enquanto agonizava de dor devido à queimação ocasionada pelo líquido, moradores da região tentaram ajudá-lo lavando o rosto com água até a chegada do Corpo de Bombeiros. Quando a água entra em contato com superfície com soda cáustica o calor aumenta e os respingos d’água podem queimar as pessoas ao entorno.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol e está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.

BATANEWS/ G1

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Com o orçamento no limite, prefeituras querem antecipar repasses

Prefeitos de todo o País se mobilizam por mais verbas; Assomasul pede antecipação de emendas

Quase metade dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul está com as contas no vermelho e enfrenta dificuldades para quitar as despesas no final do mês. Conforme a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) divulgou esta manhã, com 37 das 79 prefeituras do estado em apuros, é preciso buscar medidas que tragam algum alívio nas contas públicas. Não se trata de uma situação isolada, mas um problema nacional, que fez os prefeitos de todo o País se mobilizarem.

Entre os problemas elencados por prefeitos reunidos esta manhã na Assomasul, constam alguns acréscimos referentes a direitos de servidores reconhecidos por meio de leis aprovadas pelo Congresso Nacional, como reajuste da educação, elevado em 33%, e o salário mínimo com reajuste de 9% e ainda o piso da enfermagem, a ser implementado.

Para muitas cidades, a principal fonte de receita é o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), com receitas de tributos recolhidos na cidade que voltam por meio de repasses da União e estados. As cidades menores nem sempre têm atividade econômica forte que gere uma movimentação expressiva nos cofres locais. Conforme o presidente da Assomasul, prefeito de Nioaque Valdir Souza Jr, a média de crescimento das receitas teria ficado em 5%.

Na última prestação de contas do Governo estadual, referente a dados até abril, a previsão de repasse de FPM às prefeituras era de R$ 4,1 bilhões para o ano, com R$ 1,6 bilhão já concretizado à época.

“A gente vem fazer essa mobilização para chamar a atenção no Congresso, do Planalto, para poder ter essa atenção diferenciada para os municípios. Nós ficamos com a menor parcela do bolo tributário. Apenas 18% do que é recolhido dos impostos fica no município, 58 na União e 24 % no Estado’, pontuou. Ele direciona o pedido maior de atenção para a esfera federal, apontando que é de onde surgem as demandas que elevam as atribuições e, consequentemente, as despesas no âmbito municipal.

Os prefeitos destacaram que as frentes que mais sentem a falta de recursos são saúde e educação, que têm percentuais de investimento carimbados, e segurança pública.

Como solução, os prefeitos defendem uma parcela extra de adicional no FPM, de 1,5%, já conquistado para alguns meses. Também reivindicam que parlamentares consigam antecipar liberação de emendas. Quanto às previstas no orçamento estadual, Souza Jr. comentou que houve anúncio de emendas totalizando R$ 48 milhões, com repasse de 60% neste mês; as prefeituras pleiteiam a antecipação do restante, que era previsto para outubro, já para setembro, para haver um fôlego.

Sentindo na pele – Um dos que estavam presentes esta manhã na Assomasul para relatar as dificuldades, o prefeito de Caarapó, Andre Nezzi, comentou que há pressão por valores reajustados por meio de lei, como o caso de pisos para servidores, e os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos, por outro lado. Conforme ele, foi necessário cortar 60 cargos na Prefeitura para enquadrar as contas. Ainda assim, é desafiador e uma alternativa seria obter mais receita, daí o pedido por elevação do FPM. “É impossível se a gente não tiver um apoio do governo federal, que criaram essas leis. Essa é uma das dificuldades que nós temos enfrentado’, lamentou.

Ele chegou a falar em risco de colapso. “Ou paga o salário, mas não investe em reformas, não dá melhores condições porque você tem que pagar obrigatoriamente essas despesas que foram criadas em Brasília, mas quem paga a conta é o município’, resumiu.

Campo Grande News

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