Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

A partir de agosto, os municípios de Camapuã, Cassilândia e Sonora, no estado de Mato Grosso do Sul, passarão a adotar a prova de primeira habilitação exclusivamente na modalidade on-line. Essa medida, implementada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), tem como objetivo agilizar o procedimento e proporcionar maior comodidade aos candidatos.

A prova on-line utiliza o mesmo banco de questões da prova escrita, garantindo a mesma dificuldade entre as modalidades. A ferramenta é intuitiva e de fácil navegação, apresentando as questões ao candidato, que deve selecionar as respostas no sistema. Isso reduz a ocorrência de marcações erradas no gabarito. Antes de concluir o exame, o candidato tem a oportunidade de revisar as questões, e o resultado é divulgado ao final do processo.

Essa modalidade de prova já é adotada em diversas cidades do estado, como Três Lagoas, Corumbá, Dourados e Campo Grande. A implementação da prova on-line representa um avanço na era digital, proporcionando mais agilidade ao processo de habilitação e maior comodidade aos candidatos que desejam obter sua primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade Júnior, destaca a importância dessa medida para facilitar o acesso à habilitação de forma segura e eficiente.

FONTE: MS TODO DIA

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Homem ameaça com revólver funcionários de Unidade Básica de Saúde

Homem foi detido por Guardas Civis Metropolitanos. (Foto: Divulgação)

Homem com identidade não revelada foi preso, na tarde desta quarta-feira (12), em Campo Grande, após ameaçar com revólver funcionários da UBS (Unidade Básica de Saúde) do Universitário.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, servidores estavam no saguão, conversando sobre um paciente, quando o suspeito apareceu exaltado gritando: “Tem um monte de paciente no saguão e vocês aí conversando? Vão trabalhar. Ou será que eu vou ter que atirar em todos vocês?’.

Em seguida, o homem sacou um revólver e apontou para as pessoas. Após a ameaça, o suspeito foi embora, mas uma funcionária acionou a Guarda Municipal que chegou ao local rapidamente.

Os agentes encontraram o suspeito perto da Unidade de Saúde e o prenderam. Não há informações para qual delegacia ele foi encaminhado.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde e aguardo retorno. O espaço segue aberto.

BATANEWS/CGNEWS

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Adolescente revela estupro para professora e padrasto acaba preso

Imagem Ilustrativa

Homem de 41 anos foi preso, na tarde desta quarta-feira (12), em Coxim, distante 260 quilômetros de Campo Grande, suspeito de estuprar a enteada, de 12 anos.

Conforme informações da Polícia Civil, o caso foi descoberto após a professora da menina questioná-la sobre a recorrente falta nas aulas. A vítima disse que estaria passando por problemas na família, entre eles, o abuso sexual por parte do padrasto.

Diante das informações, foi realizada uma denúncia na DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Coxim e as investigações iniciaram.

A delegada titular da unidade policial, Andressa Vieira, solicitou a prisão preventiva do homem, sendo aceita pela Justiça do Estado. A agente destaca que em casos com suspeita de abuso sexual, seja realizada imediatamente a denúncia, inclusive podendo ser anônima, através do disque 100.

BATANEWS/CGNEWS

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“Batia e beliscava”: cuidadora conta que viu tapa que fez sangrar boca de bebê

Salão comercial onde funcionava o ‘Cantinho da Tia Carol’ (Foto: Google Street View)

Presa na tarde de segunda-feira (12) junto com a dona de creche clandestina, onde crianças apanhavam e eram dopadas, conforme investigação da Polícia Civil de Naviraí, a funcionária do “Cantinho da Tia Carol’ afirmou em depoimento que teve medo de denunciar a patroa e que medicava bebês, meninos e meninas a mando de Caroline Florenciano dos Reis Rech, de 30 anos. Mariana de Araújo Correia, 26, pagou fiança de R$ 1.320,00 (um salário mínimo) e responde ao inquérito em liberdade.

Na delegacia, foi informada do direito de ficar em silêncio, mas mesmo sem advogado, decidiu falar. Contou que trabalhava na creche há quatro meses e que ao mesmo tempo em que não tomava coragem para denunciar maus-tratos que testemunhou, temia deixar o emprego. “Sempre pensei que se saísse de lá, algo pior poderia acontecer’.

Mariana negou ter agredido as crianças. “Nunca relei o dedo em nenhuma criança. Eles gostam muito de mim, só dormem comigo. Deito com eles para fazê-los dormir’. Mas admitiu ter testemunhado Caroline, com quem dividia os cuidados, bater e beliscar os pequenos.

“Olha, no começo, quando eu comecei a trabalhar lá, ela não era violenta com as crianças. Ela parecia ser calma, mas acho que depois, ela foi se sentindo mais à vontade e aí que ela começou a judiar das crianças na minha frente’, narrou.

A cuidadora relatou agressões contra dois meninos e uma menina específicos, os principais alvos, segundo a funcionária. “Tem criança que ela bate porque diz que não vai com a cara. Por exemplo, tem o G*, que eu cuido dele à noite na minha casa, e um dia sim outro não, ele vai lá para a creche. A Caroline fala que não suporta a cara dele. Teve um dia que ela deu uns tapas nele e disse que estava batendo nele porque não suportava a cara feia dele’.

Outro garotinho, de 5 anos, que também sempre esteve na mira da patroa, de acordo com Mariana, apanhou “umas duas vezes’. “A bebezinha é a que mais ela batia e beliscava. Vivia beliscando a bebê* porque ela é arteirinha. Um dia deu um tapa na boca da A* e saiu sangue. Nas [crianças] maiores, ela não bate. Por que elas falam né? Mas, todos eles têm muito medo dela. Não podem nem conversar, que ela fica brava, grita muito’.

A interrogada disse à delegada Sayara Baetz, responsável pelo caso, que há mais ou menos três meses, Caroline lhe entregou um vidro de medicamento e disse para que a cuidadora ministrasse 20 gotas para a bebezinha, de 11 meses, que a polícia assistiu ser agredida pela dona da creche. Afirmou que a garotinha recebia tal dose, provavelmente muito superior à permitida, já que a recomendação na bula é de uma gota para cada 1 kg, sempre pelas manhãs.

Mariana disse ainda que já fez o mesmo com outras três crianças, uma delas de 1 ano, mesmo sabendo que o remédio não havia sido entregue ou autorizado pelos pais.

No “Cantinho da Tia Carol’, foi apreendido frasco de Dramavit, remédio para enjoo, vômito e tontura, mas que tem efeito sedativo. O medicamento não é recomendado para menores de 2 anos.

Homologação da fiança – Mariana foi indiciada pelo crime previsto no artigo 132 do Código Penal, que prevê pena de detenção de 3 meses a 1 ano para quem “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente’.

O juiz Paulo Roberto Cavassa de Almeida, da 1ª Vara Criminal, contudo, discordou da delegada sobre o enquadramento, mas homologou a prisão em flagrante e também a fiança. “Desde já, ressalto que a conduta da autuada não se adéqua perfeitamente ao tipo penal indicado pela autoridade policial e, a depender das investigações e da produção de demais provas, poderá eventualmente ser reexaminada por este juízo, em momento oportuno, vez que conforme o apurado, a indiciada supostamente teria se omitido em face de um dever de cuidado, podendo, portanto, responder por crime mais grave’.

Mariana é obrigada a comparecer à delegacia e em juízo sempre que convocada e está proibida de viajar sem autorização.

O celular da investigada está desligado. Ela não tem advogado, mas o espaço segue aberto para futuras manifestações.

Outro lado – Carol, como é conhecida, está cadastrada na polícia como profissional do sexo e já tem ficha criminal. No fim da tarde desta terça-feira (11), o juiz decidiu manter a dona da creche presa para a “garantia da ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos, consubstanciada pela violência contra crianças’.

O advogado da dona da “escolinha’, Mauro José Gutierre, enviou texto assinado pela cliente à reportagem que diz: ‘os fatos não deram da forma como estão sendo divulgados e propagados nas redes sociais’. Veja a nota na íntegra:

(*) Os nomes das crianças citados no interrogatório foram omitidos ou trocados por palavras correspondentes às vítimas em respeito ao preconizado pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

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Cassilândia: Polícia Militar recupera Hilux roubada no Alto Tamandaré e liberta refém

Pode ser uma imagem de 1 pessoa, ambulância e texto

Polícia militar prende 2 homens, recupera, veículo e resgata refém de roubo, sequestro e cárcere privado, em Cassilândia.

Na noite desta terça-feira (11/07), a Polícia Militar prendeu dois homens em Cassilândia, após roubar um veículo e levar o motorista como refém.
Policiais Militares da 2ª Companhia do 13º Batalhão de Polícia Militar foram acionados, via central de atendimento 190, onde a solicitante informou que estava em sua casa no Distrito de Alto Tamandaré, quando dois homens chegaram e anunciaram o assalto, roubando um veículo Toyota Hilux estacionado na garagem e levando seu marido como refém.
A equipe policial iniciou as diligências e buscas para resgatar o refém e recuperar o veículo, logo se depararam com o veículo roubado, que vinha no sentido contrário da Avenida da Saudade, saída para o Distrito de Alto Tamandaré. De imediato foi iniciado o acompanhamento tático, onde os policiais lograram êxito em abordar e interceptar os autores do crime na Rua Herculano F. de Almeida.
No momento da abordagem, dois indivíduos que estavam nos bancos da frente desceram do veículo de posse de arma branca e empreenderam fuga à pé, deixando para trás outros dois comparsas de 19 e 41 anos de idade, que permaneceram com o refém, um idoso de 73 anos, no banco de trás do veículo.
A intervenção policial foi fundamental, uma vez que a vítima foi resgatada, libertada e encaminhada para atendimento médico, visto que no momento da execução do roubo, os autores utilizaram extrema violência física e psicológica contra a vítima, causando-lhe algumas perfurações e cortes realizados por arma branca (faca). Durante a abordagem policial e busca pessoal aos autores do roubo, sequestro e cárcere privado, foram localizadas quatro facas com as laminas afiadíssimas.
A Polícia Militar está realizando diversas diligências para capturar os suspeitos que se evadiram durante o resgate da vítima.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos dois indivíduos que permaneceram com a vítima no momento da abordagem, sendo eles conduzidos à Delegacia de Polícia para cumprimento das medidas cabíveis.
Pode ser uma imagem de carro e texto

Veículo Hilux roubada e recuperada pela Polícia Militar

PMMS

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Cassilândia: Morre Nilva Paulina de Castro

Faleceu hoje em Cassilândia aos 73 anos de idade, a senhora Nilva Paulina Castro, filha mais nova do saudoso casal de pioneiros da cidade, Senhor João de Castro e a Senhora Araci Paulina Borges.

Deixa irmãos (Rita de Cássia, Isaura Castro e Laerte), filhos, netos, parentes e amigos.

Seu corpo será velado hoje, a partir das 10h00, na Veladoria Municipal.

O sepultamento está programado para as 16h00, no Cemitério Municipal de Cassilândia, Waldomiro Pontes.

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Nilva Paulina de Castro

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Contra todos os prognósticos, menino tem alta após cair do 6º andar de prédio em MS

Contra todos os prognósticos, menino tem alta após cair do 6º andar de prédio em MS

“Olá amados amigos, vizinhos, familiares, intercessores! Hoje é um dia muito especial!”, assim inicia a mensagem tão esperada por quem acompanhou a luta do menino de 12 anos que caiu do 6º andar do prédio onde mora. Enviada pela mãe do menino aos amigos, o texto agora circula pela cidade. Um vai passando para outro, como forma de fortalecer a esperança, mesmo quando todo os prognósticos são desfavoráveis.

O garoto ficou internado por quase três meses. O comunicado, seguido por um breve desabafo sobre os momentos vividos, foi enviado para  compartilhar a boa notícia de que o menino receberia alta hospitalar, na tarde de segunda-feira(10).

“Nesta caminhada de 88 dias, aconteceram tantas, tantas coisas, quantas experiências, quanto choro, medo, desespero, as pessoas diziam, tenha fé, não tenha ansiedade, calma mãe, e meu choro nunca cessava, mesmo quietinha nos momentos sozinha! Até que enfim entendi o que era a paz que excedia o entendimento humano, e foi dia que eu disse, “Deus, esse filho não é meu, ele é seu, o Senhor foi quem me deu ele, então eu não posso mais fazer nada, o cuida, e me segura de pé”, diz trecho da mensagem.

Ao longo do texto escrito pela mãe, os agradecimentos foram intercalados com palavras de fé e versos da bíblia.  Apenas ao final do comunicado, a mãe anuncia a alta da criança. Descrito como o melhor dia de sua vida, a remoção hospitalar, que ocorreu na tarde de ontem, para irem para casa e começarem a reabilitação. No breve relato, são destacadas as palavras pronunciadas pelo filho ao ouvir a notícia: “Ao ouvir a enfermeira dizendo que ele ia pra casa, apenas disse: ‘’aleluia, obrigada Papai do céu, eu estou muito feliz’”.

A mãe foi procurada pelo Campo Grande News, mas explicou que estava muito atarefada com a liberação do filho. Então, resta reproduzir o agradecimento feito por ela na mensagem enviada aos amigos.

“A todos, meu muito obrigada pelas orações, palavras amigas, infinitas ligações, e já não há mais palavras para proferir, só lágrimas, mas desta vez, só de alegria de ver o agir de Deus tão perto de nós, o Amor de Deus é Lindo! Espalhem a notícia, pra alegrar, agradecer, porque não tenho insta nem agenda para o fazer!”, a mãe repetiu o agradecimento pela segunda vez, finalizando a mensagem.

A queda ocorreu na madrugada do dia 10 de abril, na região do Bairro Tiradentes. O menino foi encaminhado em estado grave para a Santa Casa, com diversas lesões no rosto, pernas e braços, além de fraturas múltiplas e perfuração no pulmão. A criança tem TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Por Geniffer Valeriano –  CAMPO GRANDE NEWS

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Dona de creche que torturava crianças disse que tinha autorização dos pais para dar medicação

creche tortura naviraí (1)

Prisão ocorreu nesta terça. (Arquivo)

A mulher, de 30 anos, preso por torturar crianças na creche onde era proprietária, disse que tinha autorização dos pais para ministrar medicamentos para os alunos. Ela dava medicamentos para que as crianças dormissem e ela pudesse assistir televisão.

Segundo a delegada Sayara Baetz, responsável pelo caso, foi apreendido um medicamento indicado para náusea e vomito, proibido para menores de dois anos.

O medicamento seria utilizado para ‘dopar’ as crianças da creche e fazer com que elas passassem a maior parte do tempo dormindo, pois esse é um dos efeitos colaterais da medicação.

Baetz afirma que, no momento da prisão, a dona da creche afirmou que o medicamento apreendido era de uso pessoal, mas ela tinha autorização dos pais para ministrar remédios.

Na foto, a delegada Sayara Baetz, delegado Gustavo Ferrari e equipe de policiais de Naviraí que prenderam mulheres por tortura em creche (Divulgação, PCMS)

A delegada explica que alguns pais teriam dado autorização, mas não para que fosse ministrada esse tipo de medicação às crianças, mas sim medicamentos leves.

Uma funcionária, de 26 anos, também foi presa por dar o remédio para as crianças.

“No local não havia brinquedos, até porque as crianças passavam a maior parte do tempo dormindo. Alguns pais relataram que as crianças ficavam sonolentas o dia todo e tinham dificuldade de acordar até mesmo no outro dia”, explicou a delegada.

A dona da creche irá responder por tortura e a funcionária por omissão.

Presa colocava pano na boca das crianças

A polícia ficou sabendo do caso após uma criança contar que presenciou a dona do local agredir as crianças e bebês batendo suas cabeças contra sofá, colocando pano na boca em uma delas, para que a autora pudesse assistir televisão e em outros casos, dava remédios para as crianças dormirem, quando estavam chorando. O caso configuram os delitos de tortura qualificada e exposição da vida e saúde à risco, além de maus tratos.

Durante diligências foram feitas medidas de interceptação/captação ambiental na creche e instaladas pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil, monitoramento por áudio e vídeo. Através do monitoramento, policiais constataram que um bebê, de 11 meses foi agredido pela mulher às 11h.

A criança estava em um colchão no chão, sozinha e havia saído do travesseiro que estava. A mulher brutalmente tirou a criança do colchão e a jogou no mesmo lugar. Em seguida a bebê voltou a chorar, momento em que a suspeita novamente a pegou e jogou no colchão , além de dar alguns tapas no corpo da bebê, nitidamente como castigo em virtude do choro. A mulher ainda chamava a bebe de ‘sem vergonha’ e ainda dizia que quando a criança começasse a andar estavam lascadas.

Como as imagens visualizadas pela polícia era vista em tempo real, uma equipe se deslocou até a creche enquanto outro permanecia fiscalizando pelo monitoramento.

Na creche, os investigadores estranhara o fato da bebê não se levantar do colchão e ficar no local por horas, sem se arrastar, engatinhar ou andar, aparentando estar sob efeito de algum medicamento.

A equipe que analisava as imagens notou que uma funcionária, de 26 anos, eu algum remédio na mesma bebê, que dormiu por horas. Nesse tempo, a proprietária e a funcionária ficaram por muito tempo sentadas, mexendo no celular, sem olhar para as crianças que estavam lá.

Crianças passavam fome no local

Outras crianças estavam na creche e foram alimentadas pela equipe policial, pois estavam com fome. A perícia foi acionada e apreendeu o medicamento utilizado pelas cuidadoras. O remédio era utilizado para tratamento de sintomas de enjoo, tontura e vômitos, podendo causar sonolência, havendo a descrição de proibição na embalagem e na bula quanto ao uso por crianças menores de 02 anos.

O Conselho Tutelar foi acionados e as crianças entregues aos responsáveis.

A bebê de 11 meses fez exame de corpo de delito, onde foi constatado pela perícia médica que ela apresentava edema em região malar esquerda e lesão bolhosa no pé esquerdo. Ainda segundo a polícia, a bebê teve sofrimento mental, já que era xingada e menosprezada pela cuidadora, que após torturá-la a deixava chorando sozinha.

A dona da creche foi presa pelos crimes de tortura qualificada e exposição da saúde de outrem à perigo. A funcionária vai responder por exposição da saúde de outrem à perigo.

Midiamax

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Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

Prova de primeira habilitação on-line chega a Camapuã, Cassilândia e Sonora

A partir de agosto, os municípios de Camapuã, Cassilândia e Sonora, no estado de Mato Grosso do Sul, passarão a adotar a prova de primeira habilitação exclusivamente na modalidade on-line. Essa medida, implementada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), tem como objetivo agilizar o procedimento e proporcionar maior comodidade aos candidatos.

A prova on-line utiliza o mesmo banco de questões da prova escrita, garantindo a mesma dificuldade entre as modalidades. A ferramenta é intuitiva e de fácil navegação, apresentando as questões ao candidato, que deve selecionar as respostas no sistema. Isso reduz a ocorrência de marcações erradas no gabarito. Antes de concluir o exame, o candidato tem a oportunidade de revisar as questões, e o resultado é divulgado ao final do processo.

Essa modalidade de prova já é adotada em diversas cidades do estado, como Três Lagoas, Corumbá, Dourados e Campo Grande. A implementação da prova on-line representa um avanço na era digital, proporcionando mais agilidade ao processo de habilitação e maior comodidade aos candidatos que desejam obter sua primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade Júnior, destaca a importância dessa medida para facilitar o acesso à habilitação de forma segura e eficiente.

FONTE: MS TODO DIA

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Homem ameaça com revólver funcionários de Unidade Básica de Saúde

Homem foi detido por Guardas Civis Metropolitanos. (Foto: Divulgação)

Homem com identidade não revelada foi preso, na tarde desta quarta-feira (12), em Campo Grande, após ameaçar com revólver funcionários da UBS (Unidade Básica de Saúde) do Universitário.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, servidores estavam no saguão, conversando sobre um paciente, quando o suspeito apareceu exaltado gritando: “Tem um monte de paciente no saguão e vocês aí conversando? Vão trabalhar. Ou será que eu vou ter que atirar em todos vocês?’.

Em seguida, o homem sacou um revólver e apontou para as pessoas. Após a ameaça, o suspeito foi embora, mas uma funcionária acionou a Guarda Municipal que chegou ao local rapidamente.

Os agentes encontraram o suspeito perto da Unidade de Saúde e o prenderam. Não há informações para qual delegacia ele foi encaminhado.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde e aguardo retorno. O espaço segue aberto.

BATANEWS/CGNEWS

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Adolescente revela estupro para professora e padrasto acaba preso

Imagem Ilustrativa

Homem de 41 anos foi preso, na tarde desta quarta-feira (12), em Coxim, distante 260 quilômetros de Campo Grande, suspeito de estuprar a enteada, de 12 anos.

Conforme informações da Polícia Civil, o caso foi descoberto após a professora da menina questioná-la sobre a recorrente falta nas aulas. A vítima disse que estaria passando por problemas na família, entre eles, o abuso sexual por parte do padrasto.

Diante das informações, foi realizada uma denúncia na DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Coxim e as investigações iniciaram.

A delegada titular da unidade policial, Andressa Vieira, solicitou a prisão preventiva do homem, sendo aceita pela Justiça do Estado. A agente destaca que em casos com suspeita de abuso sexual, seja realizada imediatamente a denúncia, inclusive podendo ser anônima, através do disque 100.

BATANEWS/CGNEWS

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“Batia e beliscava”: cuidadora conta que viu tapa que fez sangrar boca de bebê

Salão comercial onde funcionava o ‘Cantinho da Tia Carol’ (Foto: Google Street View)

Presa na tarde de segunda-feira (12) junto com a dona de creche clandestina, onde crianças apanhavam e eram dopadas, conforme investigação da Polícia Civil de Naviraí, a funcionária do “Cantinho da Tia Carol’ afirmou em depoimento que teve medo de denunciar a patroa e que medicava bebês, meninos e meninas a mando de Caroline Florenciano dos Reis Rech, de 30 anos. Mariana de Araújo Correia, 26, pagou fiança de R$ 1.320,00 (um salário mínimo) e responde ao inquérito em liberdade.

Na delegacia, foi informada do direito de ficar em silêncio, mas mesmo sem advogado, decidiu falar. Contou que trabalhava na creche há quatro meses e que ao mesmo tempo em que não tomava coragem para denunciar maus-tratos que testemunhou, temia deixar o emprego. “Sempre pensei que se saísse de lá, algo pior poderia acontecer’.

Mariana negou ter agredido as crianças. “Nunca relei o dedo em nenhuma criança. Eles gostam muito de mim, só dormem comigo. Deito com eles para fazê-los dormir’. Mas admitiu ter testemunhado Caroline, com quem dividia os cuidados, bater e beliscar os pequenos.

“Olha, no começo, quando eu comecei a trabalhar lá, ela não era violenta com as crianças. Ela parecia ser calma, mas acho que depois, ela foi se sentindo mais à vontade e aí que ela começou a judiar das crianças na minha frente’, narrou.

A cuidadora relatou agressões contra dois meninos e uma menina específicos, os principais alvos, segundo a funcionária. “Tem criança que ela bate porque diz que não vai com a cara. Por exemplo, tem o G*, que eu cuido dele à noite na minha casa, e um dia sim outro não, ele vai lá para a creche. A Caroline fala que não suporta a cara dele. Teve um dia que ela deu uns tapas nele e disse que estava batendo nele porque não suportava a cara feia dele’.

Outro garotinho, de 5 anos, que também sempre esteve na mira da patroa, de acordo com Mariana, apanhou “umas duas vezes’. “A bebezinha é a que mais ela batia e beliscava. Vivia beliscando a bebê* porque ela é arteirinha. Um dia deu um tapa na boca da A* e saiu sangue. Nas [crianças] maiores, ela não bate. Por que elas falam né? Mas, todos eles têm muito medo dela. Não podem nem conversar, que ela fica brava, grita muito’.

A interrogada disse à delegada Sayara Baetz, responsável pelo caso, que há mais ou menos três meses, Caroline lhe entregou um vidro de medicamento e disse para que a cuidadora ministrasse 20 gotas para a bebezinha, de 11 meses, que a polícia assistiu ser agredida pela dona da creche. Afirmou que a garotinha recebia tal dose, provavelmente muito superior à permitida, já que a recomendação na bula é de uma gota para cada 1 kg, sempre pelas manhãs.

Mariana disse ainda que já fez o mesmo com outras três crianças, uma delas de 1 ano, mesmo sabendo que o remédio não havia sido entregue ou autorizado pelos pais.

No “Cantinho da Tia Carol’, foi apreendido frasco de Dramavit, remédio para enjoo, vômito e tontura, mas que tem efeito sedativo. O medicamento não é recomendado para menores de 2 anos.

Homologação da fiança – Mariana foi indiciada pelo crime previsto no artigo 132 do Código Penal, que prevê pena de detenção de 3 meses a 1 ano para quem “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente’.

O juiz Paulo Roberto Cavassa de Almeida, da 1ª Vara Criminal, contudo, discordou da delegada sobre o enquadramento, mas homologou a prisão em flagrante e também a fiança. “Desde já, ressalto que a conduta da autuada não se adéqua perfeitamente ao tipo penal indicado pela autoridade policial e, a depender das investigações e da produção de demais provas, poderá eventualmente ser reexaminada por este juízo, em momento oportuno, vez que conforme o apurado, a indiciada supostamente teria se omitido em face de um dever de cuidado, podendo, portanto, responder por crime mais grave’.

Mariana é obrigada a comparecer à delegacia e em juízo sempre que convocada e está proibida de viajar sem autorização.

O celular da investigada está desligado. Ela não tem advogado, mas o espaço segue aberto para futuras manifestações.

Outro lado – Carol, como é conhecida, está cadastrada na polícia como profissional do sexo e já tem ficha criminal. No fim da tarde desta terça-feira (11), o juiz decidiu manter a dona da creche presa para a “garantia da ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos, consubstanciada pela violência contra crianças’.

O advogado da dona da “escolinha’, Mauro José Gutierre, enviou texto assinado pela cliente à reportagem que diz: ‘os fatos não deram da forma como estão sendo divulgados e propagados nas redes sociais’. Veja a nota na íntegra:

(*) Os nomes das crianças citados no interrogatório foram omitidos ou trocados por palavras correspondentes às vítimas em respeito ao preconizado pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

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Cassilândia: Polícia Militar recupera Hilux roubada no Alto Tamandaré e liberta refém

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Polícia militar prende 2 homens, recupera, veículo e resgata refém de roubo, sequestro e cárcere privado, em Cassilândia.

Na noite desta terça-feira (11/07), a Polícia Militar prendeu dois homens em Cassilândia, após roubar um veículo e levar o motorista como refém.
Policiais Militares da 2ª Companhia do 13º Batalhão de Polícia Militar foram acionados, via central de atendimento 190, onde a solicitante informou que estava em sua casa no Distrito de Alto Tamandaré, quando dois homens chegaram e anunciaram o assalto, roubando um veículo Toyota Hilux estacionado na garagem e levando seu marido como refém.
A equipe policial iniciou as diligências e buscas para resgatar o refém e recuperar o veículo, logo se depararam com o veículo roubado, que vinha no sentido contrário da Avenida da Saudade, saída para o Distrito de Alto Tamandaré. De imediato foi iniciado o acompanhamento tático, onde os policiais lograram êxito em abordar e interceptar os autores do crime na Rua Herculano F. de Almeida.
No momento da abordagem, dois indivíduos que estavam nos bancos da frente desceram do veículo de posse de arma branca e empreenderam fuga à pé, deixando para trás outros dois comparsas de 19 e 41 anos de idade, que permaneceram com o refém, um idoso de 73 anos, no banco de trás do veículo.
A intervenção policial foi fundamental, uma vez que a vítima foi resgatada, libertada e encaminhada para atendimento médico, visto que no momento da execução do roubo, os autores utilizaram extrema violência física e psicológica contra a vítima, causando-lhe algumas perfurações e cortes realizados por arma branca (faca). Durante a abordagem policial e busca pessoal aos autores do roubo, sequestro e cárcere privado, foram localizadas quatro facas com as laminas afiadíssimas.
A Polícia Militar está realizando diversas diligências para capturar os suspeitos que se evadiram durante o resgate da vítima.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos dois indivíduos que permaneceram com a vítima no momento da abordagem, sendo eles conduzidos à Delegacia de Polícia para cumprimento das medidas cabíveis.
Pode ser uma imagem de carro e texto

Veículo Hilux roubada e recuperada pela Polícia Militar

PMMS

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Cassilândia: Morre Nilva Paulina de Castro

Faleceu hoje em Cassilândia aos 73 anos de idade, a senhora Nilva Paulina Castro, filha mais nova do saudoso casal de pioneiros da cidade, Senhor João de Castro e a Senhora Araci Paulina Borges.

Deixa irmãos (Rita de Cássia, Isaura Castro e Laerte), filhos, netos, parentes e amigos.

Seu corpo será velado hoje, a partir das 10h00, na Veladoria Municipal.

O sepultamento está programado para as 16h00, no Cemitério Municipal de Cassilândia, Waldomiro Pontes.

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e sorrindo

Nilva Paulina de Castro

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Contra todos os prognósticos, menino tem alta após cair do 6º andar de prédio em MS

Contra todos os prognósticos, menino tem alta após cair do 6º andar de prédio em MS

“Olá amados amigos, vizinhos, familiares, intercessores! Hoje é um dia muito especial!”, assim inicia a mensagem tão esperada por quem acompanhou a luta do menino de 12 anos que caiu do 6º andar do prédio onde mora. Enviada pela mãe do menino aos amigos, o texto agora circula pela cidade. Um vai passando para outro, como forma de fortalecer a esperança, mesmo quando todo os prognósticos são desfavoráveis.

O garoto ficou internado por quase três meses. O comunicado, seguido por um breve desabafo sobre os momentos vividos, foi enviado para  compartilhar a boa notícia de que o menino receberia alta hospitalar, na tarde de segunda-feira(10).

“Nesta caminhada de 88 dias, aconteceram tantas, tantas coisas, quantas experiências, quanto choro, medo, desespero, as pessoas diziam, tenha fé, não tenha ansiedade, calma mãe, e meu choro nunca cessava, mesmo quietinha nos momentos sozinha! Até que enfim entendi o que era a paz que excedia o entendimento humano, e foi dia que eu disse, “Deus, esse filho não é meu, ele é seu, o Senhor foi quem me deu ele, então eu não posso mais fazer nada, o cuida, e me segura de pé”, diz trecho da mensagem.

Ao longo do texto escrito pela mãe, os agradecimentos foram intercalados com palavras de fé e versos da bíblia.  Apenas ao final do comunicado, a mãe anuncia a alta da criança. Descrito como o melhor dia de sua vida, a remoção hospitalar, que ocorreu na tarde de ontem, para irem para casa e começarem a reabilitação. No breve relato, são destacadas as palavras pronunciadas pelo filho ao ouvir a notícia: “Ao ouvir a enfermeira dizendo que ele ia pra casa, apenas disse: ‘’aleluia, obrigada Papai do céu, eu estou muito feliz’”.

A mãe foi procurada pelo Campo Grande News, mas explicou que estava muito atarefada com a liberação do filho. Então, resta reproduzir o agradecimento feito por ela na mensagem enviada aos amigos.

“A todos, meu muito obrigada pelas orações, palavras amigas, infinitas ligações, e já não há mais palavras para proferir, só lágrimas, mas desta vez, só de alegria de ver o agir de Deus tão perto de nós, o Amor de Deus é Lindo! Espalhem a notícia, pra alegrar, agradecer, porque não tenho insta nem agenda para o fazer!”, a mãe repetiu o agradecimento pela segunda vez, finalizando a mensagem.

A queda ocorreu na madrugada do dia 10 de abril, na região do Bairro Tiradentes. O menino foi encaminhado em estado grave para a Santa Casa, com diversas lesões no rosto, pernas e braços, além de fraturas múltiplas e perfuração no pulmão. A criança tem TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Por Geniffer Valeriano –  CAMPO GRANDE NEWS

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Dona de creche que torturava crianças disse que tinha autorização dos pais para dar medicação

creche tortura naviraí (1)

Prisão ocorreu nesta terça. (Arquivo)

A mulher, de 30 anos, preso por torturar crianças na creche onde era proprietária, disse que tinha autorização dos pais para ministrar medicamentos para os alunos. Ela dava medicamentos para que as crianças dormissem e ela pudesse assistir televisão.

Segundo a delegada Sayara Baetz, responsável pelo caso, foi apreendido um medicamento indicado para náusea e vomito, proibido para menores de dois anos.

O medicamento seria utilizado para ‘dopar’ as crianças da creche e fazer com que elas passassem a maior parte do tempo dormindo, pois esse é um dos efeitos colaterais da medicação.

Baetz afirma que, no momento da prisão, a dona da creche afirmou que o medicamento apreendido era de uso pessoal, mas ela tinha autorização dos pais para ministrar remédios.

Na foto, a delegada Sayara Baetz, delegado Gustavo Ferrari e equipe de policiais de Naviraí que prenderam mulheres por tortura em creche (Divulgação, PCMS)

A delegada explica que alguns pais teriam dado autorização, mas não para que fosse ministrada esse tipo de medicação às crianças, mas sim medicamentos leves.

Uma funcionária, de 26 anos, também foi presa por dar o remédio para as crianças.

“No local não havia brinquedos, até porque as crianças passavam a maior parte do tempo dormindo. Alguns pais relataram que as crianças ficavam sonolentas o dia todo e tinham dificuldade de acordar até mesmo no outro dia”, explicou a delegada.

A dona da creche irá responder por tortura e a funcionária por omissão.

Presa colocava pano na boca das crianças

A polícia ficou sabendo do caso após uma criança contar que presenciou a dona do local agredir as crianças e bebês batendo suas cabeças contra sofá, colocando pano na boca em uma delas, para que a autora pudesse assistir televisão e em outros casos, dava remédios para as crianças dormirem, quando estavam chorando. O caso configuram os delitos de tortura qualificada e exposição da vida e saúde à risco, além de maus tratos.

Durante diligências foram feitas medidas de interceptação/captação ambiental na creche e instaladas pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil, monitoramento por áudio e vídeo. Através do monitoramento, policiais constataram que um bebê, de 11 meses foi agredido pela mulher às 11h.

A criança estava em um colchão no chão, sozinha e havia saído do travesseiro que estava. A mulher brutalmente tirou a criança do colchão e a jogou no mesmo lugar. Em seguida a bebê voltou a chorar, momento em que a suspeita novamente a pegou e jogou no colchão , além de dar alguns tapas no corpo da bebê, nitidamente como castigo em virtude do choro. A mulher ainda chamava a bebe de ‘sem vergonha’ e ainda dizia que quando a criança começasse a andar estavam lascadas.

Como as imagens visualizadas pela polícia era vista em tempo real, uma equipe se deslocou até a creche enquanto outro permanecia fiscalizando pelo monitoramento.

Na creche, os investigadores estranhara o fato da bebê não se levantar do colchão e ficar no local por horas, sem se arrastar, engatinhar ou andar, aparentando estar sob efeito de algum medicamento.

A equipe que analisava as imagens notou que uma funcionária, de 26 anos, eu algum remédio na mesma bebê, que dormiu por horas. Nesse tempo, a proprietária e a funcionária ficaram por muito tempo sentadas, mexendo no celular, sem olhar para as crianças que estavam lá.

Crianças passavam fome no local

Outras crianças estavam na creche e foram alimentadas pela equipe policial, pois estavam com fome. A perícia foi acionada e apreendeu o medicamento utilizado pelas cuidadoras. O remédio era utilizado para tratamento de sintomas de enjoo, tontura e vômitos, podendo causar sonolência, havendo a descrição de proibição na embalagem e na bula quanto ao uso por crianças menores de 02 anos.

O Conselho Tutelar foi acionados e as crianças entregues aos responsáveis.

A bebê de 11 meses fez exame de corpo de delito, onde foi constatado pela perícia médica que ela apresentava edema em região malar esquerda e lesão bolhosa no pé esquerdo. Ainda segundo a polícia, a bebê teve sofrimento mental, já que era xingada e menosprezada pela cuidadora, que após torturá-la a deixava chorando sozinha.

A dona da creche foi presa pelos crimes de tortura qualificada e exposição da saúde de outrem à perigo. A funcionária vai responder por exposição da saúde de outrem à perigo.

Midiamax

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