Cassilândia/Itajá: Erro de engenharia e falta de manutenção facilitam acidentes no “trevo da morte”

Placa que avisa trevo a 100 metros está encoberta pelo mato e só é vista a poucos metros quando o veículo está em cima

Os motoristas mais antigos dizem que, em cerca de 30 anos, dezenas ou centenas de caminhões e carretas capotaram na mesma curva do trevo e até hoje as autoridades e governantes do Estado de Goiás não detectaram ou pelo menos não corrigiram o problema.

Pior. O governo, além de não corrigir o erro de engenharia que provoca os veículos a saíram da pista, devido a um desnível que não respeita a força centrífuga e a tangência da curva, acaba dando uma mãozinha para que acidentes e mais acidentes aconteçam no local.

Placa encoberta pelo matagal

Uma das responsabilidade do governo estadual goiano é a falta de manutenção na roçagem das margens da GO-302, entre Aporé e Itajá, no trevo que dá acesso a Cassilândia. Há a 100 metros da curva uma placa amarela avisando que logo à frente existe um trevo. O problema é que a placa só pode ser vista em cima da hora, a cerca de cinco ou seis metros, devido ao matagal que encobre a sinalização.

Segundo alguns condutores de veículos, há dois postes antes da curva em que antes havia um redutor de velocidade eletrônico e há muito tempo desativado.

Curva perigosa

Quem vem do Aporé ou Chapadão do Céu rumo a Cassilândia, usando o aceso à direita, não sofre com o erro de engenharia. O problema existe para os condutores de veículos de carga que se dirigem rumo ao Itajá, onde se verifica que o lado externo da curva não possui nenhuma acentuação no nível do piso para compensar a força centrífuga que joga o veículo para fora da pista, e pior, apresenta uma ondulação que acaba jogando a carga para fora, à direita, provocando, assim, capotamentos e mais capotamentos, principalmente quando motoristas desavisados imprimem uma velocidade acima de 50 KMs/H. Ali, com certeza, é uma curva para fazer com no máximo, 40 KMs/H.

Por se tratar de uma via que está entre o polo produtor de grãos, Chapadão do Céu, Chapadão do Sul e outros, e o centro consumidor do País, caberia ao governo do Estado de Goiás, exatamente por se tratar de uma rodovia GO, tomar as devidas providências técnicas para se evitar tantos acidentes e prejuízos.

Somente nos últimos meses foram registrados ali cinco capotamentos de caminhões e carretas. Nesta semana e na semana passada foram registrados outros dois capotamentos.

Se nada for feito, outros acidentes pontuais vão acontecer nesse chamado trevo da morte.

Com a palavra as autoridades ccompetentes ou a quem interessar possa. Da reportagem local e redação

Veja fotos feitas agora há pouco pelo Cassilândia Urgente

Curva com declínio externo força a carga para fora da pista

 

Redutor de velocidade eletrônico está desativado e só ficaram os postes como testemunha

 

Local onde acontecem os constantes capotamentos

 

A falta de roçagem impede a visualização de placas de sinalização

Compartilhe:
Posted in Noticias and tagged .

Deixe uma resposta