Google terá busca com realidade aumentada e audiodescrição de imagem

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Google I/O 2019

A empresa Google anunciou novos produtos e ferramentas em sua conferência anual realizada nesta semana na sede da companhia, a Google I/O 2019. Uma delas é a adoção de realidade aumentada nos resultados de busca.

Será possível visualizar um objeto em 3D utilizando a câmera do celular ou algum outro dispositivo da empresa (como as lentes Google Lens). Quem quiser procurar um animal, por exemplo, poderá vê-lo em 3D, em vez de somente uma imagem em 2D.Leia Mais

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Cassilândia: Prefeitura Municipal faz operação tapa-buracos nas ruas Orlando Malta, Francisco Barbosa Sandoval e Isaias Teixeira Borges

A Prefeitura Municipal está fazendo serviço de tapa-buracos nas ruas Orlando Malta, Francisco Barbosa Sandoval e Isaias Teixeira Borges, perto da fábrica Saboraki.

Homens e máquinas estão por lá na manhã desta segunda-feira, 13 de maio.

A finalidade é acabar com os buracos causados pelas chuvas do verão e início de inverno.

Confira as fotos.

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Cassilândia: Divina Vendrame, do Escritório de Contabilidade Informax, ganha homenagem dos filhos no Dia das Mães

A empresária Divina Vendrame, do Escritório de Contabilidade Informax, ganha homenagem dos filhos no Dia das Mães: Daniella, João Vitor e Isabella Vendrame.

Ela é esposa do Sérgio Vendrame e o casal aproveita para parabenizar a filha Isabella, que aniversariou dia 10.

A mãezona está duplamente feliz. Também pudera.

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Magistério é o curso mais procurado pelo segmento pobre da população

O aumento da demanda por docentes com curso superior impulsionou os candidatos a professores no país a buscarem essa capacitação em cursos mais rápidos ou em programas de formação de docentes simplificados. Eles têm procurado também o ensino a distância, sem forte regulação e monitoramento. Os dados estão na publicação Professores do Brasil, que foi lançada esta semana, em São Paulo, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e a Fundação Carlos Chagas (FCC).Leia Mais

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Cassilândia: Morre José Marceliano da Silva, aos 92 anos, mais conhecido como José Lindorfo

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José Marceliano da Silva

Faleceu ontem, domingo, 12 de maio, no Chapadão do Sul  por volta das 22h o senhor José Marceliano da Silva, aos 92 anos de idade, mais conhecido como José “Lindorfo”.

José nasceu no município de Paranaíba e mudou-se para Cassilândia, onde se casou com Alcídia Antônia de Jesus, já falecida. Teve oito filhos. Trabalhou na roça até se aposentar.

Faleceu ontem às 21h no Hospital Municipal do Chapadão do Sul.

Ele deixa filhos, netos, bisnetos, parentes e amigos. Ele era avô da professora Lilian Tosta.

O velório está sendo realizado na Funerária Nossa Senhora Aparecida e o sepultamento está marcado para hoje às 18h (horário de Brasília) no  Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

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Cassilândia: Morre João Vieira da Silva, o popular Jazim, aos 74 anos

Faleceu ontem, domingo, 12 de maio, no Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande, o senhor João Vieira da Silva, conhecido como Jazim, com 74 anos de idade.

Ele nasceu em Itarumã, Estado de Goiás, e veio na infância para a região de Cassilândia, onde se casou com Dolorita Freitas da Silva, filha do pioneiro Laudemiro Ferreira de Freitas e professora de Língua Portuguesa na Escola Marechal Rondon.

Jazim deixa três filhos: advogado Reinaldo, fisioterapeuta Rosângela e Renata, que trabalha no Forum.

Ele trabalhou a vida toda como motorista de ônibus e em seu bar na Rua Sebastião Leal.

O corpo está sendo velado na Unapaz e será sepultado hoje às 16h no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Professora Dolorita Freitas e o saudoso João Vieira da Silva, o Jazim
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Morte de Miss Ilhéus mostra que “ter tudo” não impede a depressão

Resultado de imagem para Miss Ilhéus

Linda, apaixonada, estudante de Medicina, Gabriela Alexandre Mendes Viegas sucumbiu à doença e foi encontrada morta no sábado (4)

Desafia qualquer entendimento ver uma mulher linda como Gabriela Alexandre Mendes Viegas, 27 anos, apaixonada pelo noivo, estudante de Medicina na UFBA (Universidade Federal da Bahia), tirar a própria vida. O primeiro impulso de muita gente é questionar como alguém que “tinha tudo” pode fazer uma coisa dessas.

Então… “ter tudo” não impede que a depressão se instaure e vá, aos poucos, tirando o chão sob os pés. A doença do século, que promete ceifar ainda mais vidas na medida em que os humanos estão cada vez mais tristes, é silenciosa e perigosa. Leia Mais

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Cassilândia: Cruz Missionária percorre as 15 paróquias

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Papa Francisco abençoa Cruz Missionária

do Mês Missionário Extraordinário irá percorrer às 15 paróquias do território diocesano

A Diocese de Três Lagoas acolhe no próximo domingo (12/5) às 19h, durante a Santa Missa na Catedral Sagrado Coração de Jesus, a Cruz Missionária. A cruz percorrerá as dez cidades do território diocesano e é um símbolo que marca a preparação do Mês Missionário Extraordinário, convocado pelo Papa Francisco para outubro de 2019, que tem como tema: “Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em Missão”. Leia Mais

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Bolsonaro confirma que indicará Sérgio Moro à vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (12), durante entrevista à Rádio Bandeirantes, que deverá indicar o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a uma vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

“Se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso”, afirmou o presidente, apesar de não haver, no momento, vacância de vagas no Supremo.Leia Mais

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Advocacia Geral da União defende corte no salário de servidores

O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça, vê como uma medida “extrema”, mas “constitucionalmente válida e legítima”, a possibilidade de governadores que administram Estados endividados reduzirem o salário e a jornada de trabalho de servidores. No dia 6 de junho, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) discutirá se mantém ou não veto a essas medidas, ao retomar o julgamento sobre a validade da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Sei que é uma medida extrema, porém ela é extrema para momentos extremos como os que vivemos hoje em dia. É uma medida constitucionalmente válida e legítima. Você trazer garantias emergenciais para situações extremas significa garantir a própria sobrevivência daquele emprego que o servidor público hoje dispõe”, disse Mendonça ao Estado. “O País não suporta insensibilidade com a situação fiscal dos entes públicos. Nós estamos vivendo um momento em que, se não houver uma sensibilidade de todas as instituições, e de modo específico, do Supremo Tribunal Federal em relação às contas públicas, nós partiremos para o caos fiscal do País”, completou o ministro.

Por unanimidade, o Supremo suspendeu em 2002 trechos da lei que permitiam a redução de salário e de jornada de trabalho de servidores. A medida, emergencial, poderia ser acionada quando o gasto com pessoal ultrapassasse o limite de 60% da receita líquida – realidade de 14 Estados em 2017, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Agora, com uma composição quase completamente diferente, o Supremo analisará definitivamente o mérito de oito ações que contestam dispositivos da LRF.

Para o ministro-chefe da AGU, a discussão sobre a Lei da Responsabilidade Fiscal é um “divisor de águas” no País, com o Supremo dando a palavra final sobre uma controvérsia instaurada desde que as regras foram impostas em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). “Temos de conviver com a estabilidade no serviço público, mas nós também não podemos hoje ter uma visão de serviço público como tínhamos no passado. Era uma visão onde a administração pública era engessada. Você não tinha de ter responsabilidade fiscal”, observou Mendonça.

O advogado-geral da União compara a crise nos Estados com o ambiente familiar ao explicar a situação das finanças públicas: “Seria como se o filho dentro de casa impusesse ao pai, mesmo numa situação de crise, manter as mesmas condições de vida, a mesma mesada, os mesmos passeios, as mesmas rotinas. O pai vai ter de adotar medidas extremas pensando no próprio filho e na própria família.”

O julgamento é considerado uma das principais apostas para Estados darem fôlego às contas públicas. Em fevereiro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), entregou uma carta – sem assinaturas – ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, na qual secretários de Fazenda pediam que o Supremo desse aval para a redução do salário e da carga horária de servidores públicos quando os gastos com a folha de pagamentos superarem o limite máximo estabelecido na LRF.

“Temos aí uma situação fiscal no Estado que é totalmente explosiva e como tal o Supremo tem de se pronunciar com celeridade, senão fica eternamente um quadro de adiamento e insegurança jurídica, de ingovernabilidade e botando em risco até a democracia brasileira e caminhando para um processo de desobediência civil”, disse Caiado à reportagem.

Temores

No Supremo, a avaliação é de que as chances de o tribunal permitir a redução de salários e da jornada de trabalho aumentaram depois que o plenário da Corte afastou o impedimento de Toffoli e Gilmar Mendes – ambos ocuparam o cargo de ministro-chefe da AGU (respectivamente dos governos Lula e FHC), enquanto os processos já tramitavam no tribunal. Toffoli e Gilmar são considerados mais sensíveis à situação das contas públicas e, com o aval do plenário, vão participar do julgamento e poder votar.

Um dos temores da União é de uma nova derrota na Suprema Corte. No mês passado, o plenário do Supremo decidiu que empresas de fora da Zona Franca de Manaus que compram insumos da região isentos do imposto podem contabilizar como crédito tributário o valor do IPI, como se o tributo tivesse sido pago. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) estima um impacto financeiro negativo de R$ 16 bilhões em um ano.

“O cofre é um só, não importa a rubrica. Eu acho que o julgamento (da Zona Franca de Manaus) não refletiu a Justiça que da nossa perspectiva deveria ter sido manifestada, mas a gente respeita a decisão, logicamente”, avaliou Mendonça.

“É importante essa conscientização da relevância do equilíbrio fiscal para o País. A gente tem de pensar em trazer uma estabilidade fiscal, a partir em especial das decisões judiciais”, frisou o ministro-chefe da AGU. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadão Conteúdo

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Google terá busca com realidade aumentada e audiodescrição de imagem

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Google I/O 2019

A empresa Google anunciou novos produtos e ferramentas em sua conferência anual realizada nesta semana na sede da companhia, a Google I/O 2019. Uma delas é a adoção de realidade aumentada nos resultados de busca.

Será possível visualizar um objeto em 3D utilizando a câmera do celular ou algum outro dispositivo da empresa (como as lentes Google Lens). Quem quiser procurar um animal, por exemplo, poderá vê-lo em 3D, em vez de somente uma imagem em 2D.Leia Mais

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Cassilândia: Prefeitura Municipal faz operação tapa-buracos nas ruas Orlando Malta, Francisco Barbosa Sandoval e Isaias Teixeira Borges

A Prefeitura Municipal está fazendo serviço de tapa-buracos nas ruas Orlando Malta, Francisco Barbosa Sandoval e Isaias Teixeira Borges, perto da fábrica Saboraki.

Homens e máquinas estão por lá na manhã desta segunda-feira, 13 de maio.

A finalidade é acabar com os buracos causados pelas chuvas do verão e início de inverno.

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Cassilândia: Divina Vendrame, do Escritório de Contabilidade Informax, ganha homenagem dos filhos no Dia das Mães

A empresária Divina Vendrame, do Escritório de Contabilidade Informax, ganha homenagem dos filhos no Dia das Mães: Daniella, João Vitor e Isabella Vendrame.

Ela é esposa do Sérgio Vendrame e o casal aproveita para parabenizar a filha Isabella, que aniversariou dia 10.

A mãezona está duplamente feliz. Também pudera.

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Magistério é o curso mais procurado pelo segmento pobre da população

O aumento da demanda por docentes com curso superior impulsionou os candidatos a professores no país a buscarem essa capacitação em cursos mais rápidos ou em programas de formação de docentes simplificados. Eles têm procurado também o ensino a distância, sem forte regulação e monitoramento. Os dados estão na publicação Professores do Brasil, que foi lançada esta semana, em São Paulo, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e a Fundação Carlos Chagas (FCC).Leia Mais

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Cassilândia: Morre José Marceliano da Silva, aos 92 anos, mais conhecido como José Lindorfo

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José Marceliano da Silva

Faleceu ontem, domingo, 12 de maio, no Chapadão do Sul  por volta das 22h o senhor José Marceliano da Silva, aos 92 anos de idade, mais conhecido como José “Lindorfo”.

José nasceu no município de Paranaíba e mudou-se para Cassilândia, onde se casou com Alcídia Antônia de Jesus, já falecida. Teve oito filhos. Trabalhou na roça até se aposentar.

Faleceu ontem às 21h no Hospital Municipal do Chapadão do Sul.

Ele deixa filhos, netos, bisnetos, parentes e amigos. Ele era avô da professora Lilian Tosta.

O velório está sendo realizado na Funerária Nossa Senhora Aparecida e o sepultamento está marcado para hoje às 18h (horário de Brasília) no  Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

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Cassilândia: Morre João Vieira da Silva, o popular Jazim, aos 74 anos

Faleceu ontem, domingo, 12 de maio, no Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande, o senhor João Vieira da Silva, conhecido como Jazim, com 74 anos de idade.

Ele nasceu em Itarumã, Estado de Goiás, e veio na infância para a região de Cassilândia, onde se casou com Dolorita Freitas da Silva, filha do pioneiro Laudemiro Ferreira de Freitas e professora de Língua Portuguesa na Escola Marechal Rondon.

Jazim deixa três filhos: advogado Reinaldo, fisioterapeuta Rosângela e Renata, que trabalha no Forum.

Ele trabalhou a vida toda como motorista de ônibus e em seu bar na Rua Sebastião Leal.

O corpo está sendo velado na Unapaz e será sepultado hoje às 16h no Cemitério Municipal Waldomiro Pontes, em Cassilândia.

Professora Dolorita Freitas e o saudoso João Vieira da Silva, o Jazim
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Morte de Miss Ilhéus mostra que “ter tudo” não impede a depressão

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Linda, apaixonada, estudante de Medicina, Gabriela Alexandre Mendes Viegas sucumbiu à doença e foi encontrada morta no sábado (4)

Desafia qualquer entendimento ver uma mulher linda como Gabriela Alexandre Mendes Viegas, 27 anos, apaixonada pelo noivo, estudante de Medicina na UFBA (Universidade Federal da Bahia), tirar a própria vida. O primeiro impulso de muita gente é questionar como alguém que “tinha tudo” pode fazer uma coisa dessas.

Então… “ter tudo” não impede que a depressão se instaure e vá, aos poucos, tirando o chão sob os pés. A doença do século, que promete ceifar ainda mais vidas na medida em que os humanos estão cada vez mais tristes, é silenciosa e perigosa. Leia Mais

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Cassilândia: Cruz Missionária percorre as 15 paróquias

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Papa Francisco abençoa Cruz Missionária

do Mês Missionário Extraordinário irá percorrer às 15 paróquias do território diocesano

A Diocese de Três Lagoas acolhe no próximo domingo (12/5) às 19h, durante a Santa Missa na Catedral Sagrado Coração de Jesus, a Cruz Missionária. A cruz percorrerá as dez cidades do território diocesano e é um símbolo que marca a preparação do Mês Missionário Extraordinário, convocado pelo Papa Francisco para outubro de 2019, que tem como tema: “Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em Missão”. Leia Mais

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Bolsonaro confirma que indicará Sérgio Moro à vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (12), durante entrevista à Rádio Bandeirantes, que deverá indicar o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a uma vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

“Se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso”, afirmou o presidente, apesar de não haver, no momento, vacância de vagas no Supremo.Leia Mais

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Advocacia Geral da União defende corte no salário de servidores

O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça, vê como uma medida “extrema”, mas “constitucionalmente válida e legítima”, a possibilidade de governadores que administram Estados endividados reduzirem o salário e a jornada de trabalho de servidores. No dia 6 de junho, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) discutirá se mantém ou não veto a essas medidas, ao retomar o julgamento sobre a validade da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Sei que é uma medida extrema, porém ela é extrema para momentos extremos como os que vivemos hoje em dia. É uma medida constitucionalmente válida e legítima. Você trazer garantias emergenciais para situações extremas significa garantir a própria sobrevivência daquele emprego que o servidor público hoje dispõe”, disse Mendonça ao Estado. “O País não suporta insensibilidade com a situação fiscal dos entes públicos. Nós estamos vivendo um momento em que, se não houver uma sensibilidade de todas as instituições, e de modo específico, do Supremo Tribunal Federal em relação às contas públicas, nós partiremos para o caos fiscal do País”, completou o ministro.

Por unanimidade, o Supremo suspendeu em 2002 trechos da lei que permitiam a redução de salário e de jornada de trabalho de servidores. A medida, emergencial, poderia ser acionada quando o gasto com pessoal ultrapassasse o limite de 60% da receita líquida – realidade de 14 Estados em 2017, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Agora, com uma composição quase completamente diferente, o Supremo analisará definitivamente o mérito de oito ações que contestam dispositivos da LRF.

Para o ministro-chefe da AGU, a discussão sobre a Lei da Responsabilidade Fiscal é um “divisor de águas” no País, com o Supremo dando a palavra final sobre uma controvérsia instaurada desde que as regras foram impostas em 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). “Temos de conviver com a estabilidade no serviço público, mas nós também não podemos hoje ter uma visão de serviço público como tínhamos no passado. Era uma visão onde a administração pública era engessada. Você não tinha de ter responsabilidade fiscal”, observou Mendonça.

O advogado-geral da União compara a crise nos Estados com o ambiente familiar ao explicar a situação das finanças públicas: “Seria como se o filho dentro de casa impusesse ao pai, mesmo numa situação de crise, manter as mesmas condições de vida, a mesma mesada, os mesmos passeios, as mesmas rotinas. O pai vai ter de adotar medidas extremas pensando no próprio filho e na própria família.”

O julgamento é considerado uma das principais apostas para Estados darem fôlego às contas públicas. Em fevereiro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), entregou uma carta – sem assinaturas – ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, na qual secretários de Fazenda pediam que o Supremo desse aval para a redução do salário e da carga horária de servidores públicos quando os gastos com a folha de pagamentos superarem o limite máximo estabelecido na LRF.

“Temos aí uma situação fiscal no Estado que é totalmente explosiva e como tal o Supremo tem de se pronunciar com celeridade, senão fica eternamente um quadro de adiamento e insegurança jurídica, de ingovernabilidade e botando em risco até a democracia brasileira e caminhando para um processo de desobediência civil”, disse Caiado à reportagem.

Temores

No Supremo, a avaliação é de que as chances de o tribunal permitir a redução de salários e da jornada de trabalho aumentaram depois que o plenário da Corte afastou o impedimento de Toffoli e Gilmar Mendes – ambos ocuparam o cargo de ministro-chefe da AGU (respectivamente dos governos Lula e FHC), enquanto os processos já tramitavam no tribunal. Toffoli e Gilmar são considerados mais sensíveis à situação das contas públicas e, com o aval do plenário, vão participar do julgamento e poder votar.

Um dos temores da União é de uma nova derrota na Suprema Corte. No mês passado, o plenário do Supremo decidiu que empresas de fora da Zona Franca de Manaus que compram insumos da região isentos do imposto podem contabilizar como crédito tributário o valor do IPI, como se o tributo tivesse sido pago. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) estima um impacto financeiro negativo de R$ 16 bilhões em um ano.

“O cofre é um só, não importa a rubrica. Eu acho que o julgamento (da Zona Franca de Manaus) não refletiu a Justiça que da nossa perspectiva deveria ter sido manifestada, mas a gente respeita a decisão, logicamente”, avaliou Mendonça.

“É importante essa conscientização da relevância do equilíbrio fiscal para o País. A gente tem de pensar em trazer uma estabilidade fiscal, a partir em especial das decisões judiciais”, frisou o ministro-chefe da AGU. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadão Conteúdo

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