Pecuarista é multado em R$ 9,3 milhões após 8,8 mil bovinos encontrados subnutridos

Vinte e sete carcaças foram encontradas e o caso é tratado como maus-tratos
Uma operação conjunta entre a PMA (Polícia Militar Ambiental) e a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) resultou na autuação de um proprietário rural no município de Paraíso das Águas, a 277 km de Campo Grande.
A fiscalização confirmou a prática de maus-tratos contra um rebanho de 8.860 bovinos, que apresentavam quadro de extrema magreza e desnutrição.
A ação foi motivada por denúncias indicando que animais na propriedade não conseguiam se manter em pé devido à fraqueza, havendo registros de óbitos por falta de alimento.
Ao chegarem ao local, que compreende quatro fazendas, os fiscais e policiais foram recebidos pelo proprietário.
Cenário de degradação
Durante a vistoria no interior dos imóveis rurais, as equipes constataram que as pastagens estavam severamente degradadas, com extensas áreas de solo exposto e vegetação rala, insuficiente para a manutenção nutricional do gado.
O Laudo de Avaliação Técnica Pericial do Iagro (nº 016/2025) apontou que os animais apresentavam baixo escore corporal, com costelas e ossos do quadril visíveis. No local, foram encontradas ainda 27 carcaças de bovinos — sendo 20 adultos e sete bezerros — em estado de putrefação.
A fiscalização verificou ainda que, embora o proprietário estivesse fornecendo alimentação alternativa, a quantidade era incompatível com o tamanho do rebanho. Havia apenas seis rolos de feno disponíveis, e o fornecimento de sal mineral nos cochos era escasso e realizado de forma inadequada. Segundo a PMA, faltou planejamento forrageiro para garantir a reserva de alimento durante o período de estiagem.
Penalização
Diante da gravidade da situação e com base na Lei Estadual nº 5.673/2021, que dispõe sobre a proteção e bem-estar animal em Mato Grosso do Sul, foi caracterizado o crime de maus-tratos.
O proprietário foi notificado a providenciar, com urgência, ração, feno e insumos em abundância para evitar novas mortes. O rebanho total de 8.860 cabeças foi apreendido.
No entanto, devido à debilidade física dos animais, o que inviabiliza o transporte para outro local, com risco de morte durante o manejo, o gado permaneceu na propriedade sob a responsabilidade do dono, na condição de fiel depositário.
Foi arbitrada uma multa calculada em 177,220 Uferms (Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul), totalizando um valor de mais de R$ 9,3 milhões.
O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) instaurou inquérito civil para apurar a responsabilidade do produtor rural e acompanhar a regularização do caso. Por meio de portaria, a promotoria determinou a notificação do pecuarista, concedendo o prazo de 15 dias úteis para que ele preste esclarecimentos e apresente a documentação das propriedades, incluindo cópias das matrículas e do CAR (Cadastro Ambiental Rural).
O órgão ministerial questionou ainda se há interesse do autuado na assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para solucionar a questão de forma consensual. Além das medidas administrativas, o MPMS oficiou à Polícia Civil de Paraíso das Águas requisitando a abertura imediata de inquérito policial para investigar a prática de crime de maus-tratos. Midiamax
Alô, pecuarista! Termina nesta segunda-feira prazo para declaração e atualização de rebanho

Imagem ilustrativa
Produtores rurais possuem até o dia 1º de dezembro para realizar a declaração de rebanho e a atualização cadastral deste ano, como medida da portaria do Iagro. A campanha é obrigatória para todos os produtores que possuem saldo de animais, independentemente do porte da propriedade.
A declaração semestral de rebanhos deve ser realizada concomitantemente à Atualização Cadastral, e o não cumprimento dentro do prazo pode acarretar multas, bloqueio na emissão da Guia de Trânsito Animal e outras restrições sanitárias, com impacto direto na comercialização e transporte de animais. Conforme o diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold, o prazo não será prorrogado e por isso a importância dos produtores fazerem a declaração.
Como declarar
O procedimento pode ser feito de forma online, rápida e segura, por meio do sistema e-SANIAGRO: https://eservicos.sefaz.ms.gov.br. Também é possível realizar presencialmente em uma Unidade Local da IAGRO. Os endereços estão disponíveis no site oficial da Agência.
Vacinação contra brucelose
Durante esta etapa, os produtores também podem registrar a vacinação obrigatória contra brucelose em fêmeas bovinas de 3 a 8 meses de idade. O registro deve ser feito até 31 de dezembro, sendo uma oportunidade para manter o rebanho em conformidade com as exigências sanitárias. (Com informações do site JD1 Notícias)
JD1 Notícias / Cassilândia Notícias
Cassilândia Urgente: Moradora acha a saúde pública de Cassilândia muito burocrática e complicada
Uma moradora de inicial M. escreveu a seguinte mensagem no Facebook do site. Leia.
“Sério mesmo, queria saber pq é tão desorganizado para pelo menos fazer uma consulta, vc se consulta num lugar, aí pega papel em outro, vai em outro para regularizar, ter que levar xerox de documentos, gente, na minha gravidez eu andei tanto que não via a hora de ganhar, exames num lugar, pré Natal em outro, papel em outro, deveria ser em um só lugar , assim como é em outras cidades, fora que tem 4 pessoas e a demora parece que tem mais 100 , fui picada por escorpião, só tinha eu mais 3 pacientes, uma delas idosa , a demora foi tão grande que quase estava desmaiando de dor.”
Com a palavra quem interessar possa.

Pecuarista é multado em R$ 9,3 milhões após 8,8 mil bovinos encontrados subnutridos

Vinte e sete carcaças foram encontradas e o caso é tratado como maus-tratos
Uma operação conjunta entre a PMA (Polícia Militar Ambiental) e a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) resultou na autuação de um proprietário rural no município de Paraíso das Águas, a 277 km de Campo Grande.
A fiscalização confirmou a prática de maus-tratos contra um rebanho de 8.860 bovinos, que apresentavam quadro de extrema magreza e desnutrição.
A ação foi motivada por denúncias indicando que animais na propriedade não conseguiam se manter em pé devido à fraqueza, havendo registros de óbitos por falta de alimento.
Ao chegarem ao local, que compreende quatro fazendas, os fiscais e policiais foram recebidos pelo proprietário.
Cenário de degradação
Durante a vistoria no interior dos imóveis rurais, as equipes constataram que as pastagens estavam severamente degradadas, com extensas áreas de solo exposto e vegetação rala, insuficiente para a manutenção nutricional do gado.
O Laudo de Avaliação Técnica Pericial do Iagro (nº 016/2025) apontou que os animais apresentavam baixo escore corporal, com costelas e ossos do quadril visíveis. No local, foram encontradas ainda 27 carcaças de bovinos — sendo 20 adultos e sete bezerros — em estado de putrefação.
A fiscalização verificou ainda que, embora o proprietário estivesse fornecendo alimentação alternativa, a quantidade era incompatível com o tamanho do rebanho. Havia apenas seis rolos de feno disponíveis, e o fornecimento de sal mineral nos cochos era escasso e realizado de forma inadequada. Segundo a PMA, faltou planejamento forrageiro para garantir a reserva de alimento durante o período de estiagem.
Penalização
Diante da gravidade da situação e com base na Lei Estadual nº 5.673/2021, que dispõe sobre a proteção e bem-estar animal em Mato Grosso do Sul, foi caracterizado o crime de maus-tratos.
O proprietário foi notificado a providenciar, com urgência, ração, feno e insumos em abundância para evitar novas mortes. O rebanho total de 8.860 cabeças foi apreendido.
No entanto, devido à debilidade física dos animais, o que inviabiliza o transporte para outro local, com risco de morte durante o manejo, o gado permaneceu na propriedade sob a responsabilidade do dono, na condição de fiel depositário.
Foi arbitrada uma multa calculada em 177,220 Uferms (Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul), totalizando um valor de mais de R$ 9,3 milhões.
O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) instaurou inquérito civil para apurar a responsabilidade do produtor rural e acompanhar a regularização do caso. Por meio de portaria, a promotoria determinou a notificação do pecuarista, concedendo o prazo de 15 dias úteis para que ele preste esclarecimentos e apresente a documentação das propriedades, incluindo cópias das matrículas e do CAR (Cadastro Ambiental Rural).
O órgão ministerial questionou ainda se há interesse do autuado na assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para solucionar a questão de forma consensual. Além das medidas administrativas, o MPMS oficiou à Polícia Civil de Paraíso das Águas requisitando a abertura imediata de inquérito policial para investigar a prática de crime de maus-tratos. Midiamax
Alô, pecuarista! Termina nesta segunda-feira prazo para declaração e atualização de rebanho

Imagem ilustrativa
Produtores rurais possuem até o dia 1º de dezembro para realizar a declaração de rebanho e a atualização cadastral deste ano, como medida da portaria do Iagro. A campanha é obrigatória para todos os produtores que possuem saldo de animais, independentemente do porte da propriedade.
A declaração semestral de rebanhos deve ser realizada concomitantemente à Atualização Cadastral, e o não cumprimento dentro do prazo pode acarretar multas, bloqueio na emissão da Guia de Trânsito Animal e outras restrições sanitárias, com impacto direto na comercialização e transporte de animais. Conforme o diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold, o prazo não será prorrogado e por isso a importância dos produtores fazerem a declaração.
Como declarar
O procedimento pode ser feito de forma online, rápida e segura, por meio do sistema e-SANIAGRO: https://eservicos.sefaz.ms.gov.br. Também é possível realizar presencialmente em uma Unidade Local da IAGRO. Os endereços estão disponíveis no site oficial da Agência.
Vacinação contra brucelose
Durante esta etapa, os produtores também podem registrar a vacinação obrigatória contra brucelose em fêmeas bovinas de 3 a 8 meses de idade. O registro deve ser feito até 31 de dezembro, sendo uma oportunidade para manter o rebanho em conformidade com as exigências sanitárias. (Com informações do site JD1 Notícias)
JD1 Notícias / Cassilândia Notícias
Cassilândia Urgente: Moradora acha a saúde pública de Cassilândia muito burocrática e complicada
Uma moradora de inicial M. escreveu a seguinte mensagem no Facebook do site. Leia.
“Sério mesmo, queria saber pq é tão desorganizado para pelo menos fazer uma consulta, vc se consulta num lugar, aí pega papel em outro, vai em outro para regularizar, ter que levar xerox de documentos, gente, na minha gravidez eu andei tanto que não via a hora de ganhar, exames num lugar, pré Natal em outro, papel em outro, deveria ser em um só lugar , assim como é em outras cidades, fora que tem 4 pessoas e a demora parece que tem mais 100 , fui picada por escorpião, só tinha eu mais 3 pacientes, uma delas idosa , a demora foi tão grande que quase estava desmaiando de dor.”
Com a palavra quem interessar possa.








