Macaco-prego domesticado é entregue a PMA em Cassilândia

Macaco-prego domesticado é entregue a PMA em Cassilândia

Crédito: Reprodução/PMA

Moradora em Cassilândia — a 412 quilômetros de Campo Grande, acionou a PMA (Polícia Militar Ambiental) para o resgate de um macaco prego em propriedade rural.

O animal aparentemente domesticado permaneceu na casa já que não conseguia se alimentar na natureza.

Pelas características do animal, a equipe telefonou para uma veterinária do CETAS (Centro de Triagem e Reabilitação do Ibama), que orientou o recolhimento e reabilitação do animal.

A dona da casa informou que o animal poderia ser pego facilmente, pois estava sempre procurando o contato humano e que poderia levá-lo até à PMA em Cassilândia.

Autorizada, a mulher entregou o macaco-prego no quartel da PMA na quarta-feira (29). Ontem, pela manhã, a médica veterinária no CETAS buscou o animal, que será reabilitado e depois reintroduzido na natureza, se ainda for possível.

Como, além da criação em cativeiro, caça, tráfico, entre outros, tipificados como crimes há muito tempo e mais conhecidos, há a necessidade de orientação sobre outra situação bastante comum. Em várias cidades, algumas pessoas têm o costume de alimentar os animais silvestres em vida livre e esta atitude passou a ser crime em Mato Grosso do Sul, a partir da promulgação da Lei de Fauna no Estado, que define a ação como maus tratos e, por isso, a Polícia Militar Ambiental faz a seguinte orientação. PMA

 

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Pedreiro é assassinado com facadas nas costas, após discutir com uma mulher

Pedreiro é assassinado com facadas nas costas em Dourados, após discutir com uma mulher

Polícia Civil e perícia isolou local (Foto: Sidney Bronka)

Um pedreiro de 25 anos, identificado como Nando da Silva Perondi, morador no Jardim Água Boa, região da periferia de Dourados, cidade distante 225 quilômetros de Campo Grande, foi assassinado com duas facadas nas costas.

O crime aconteceu no início da madrugada deste sábado (1), em frente a uma conveniência na rua Olga de Matos Melgarejo, no bairro Estrela Porã, a rua Olga de Matos Melgarejo, no bairro Estrela Porã.

Informações que estão sendo apuradas pela polícia é que a vítima discutiu e brigou com uma mulher em frente da conveniência.  A mulher estava com uma faca e acabou sendo agredido a vítima com dois golpes nas costas.

Ainda segundo levantamento feitos no local, a vítima caiu no meio da rua e populares acionaram uma equipe do Corpo de Bombeiros que esteve no local, porém a equipe socorrista constatou que a vítima já estava morta.

Midiamax

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Mulher é socorrida em estado grave ao sofrer segunda tentativa de feminicídio em um ano

Mulher é socorrida em estado grave ao sofrer segunda tentativa de feminicídio em um ano

Autor foi preso em flagrante – Foto: Kísie Ainoã/Midiamax

Na tarde desta sexta-feira (31), mulher de aproximadamente 40 anos foi vítima de tentativa de feminicídio no Universitário, em Campo Grande. Esta é a segunda vez que a mulher sofre um ataque pelo ex-marido, em cerca de um ano.

Conforme relato do atual companheiro da vítima, de 49 anos, eles estão se conhecendo. O novo relacionamento teria começado há aproximadamente 5 meses.

Assim, a vítima costuma ir até a casa do companheiro, que fica perto da escola onde as filhas dela estudam. Nesta sexta, ela saiu para levar as crianças ao colégio e, ao voltar, o ex-marido estava na casa.

A mulher foi esfaqueada e ficou em estado grave, sendo socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Já o autor foi preso depois, por equipe do GOI (Grupo de Operações e Investigações).

Isso, porque uma testemunha sabia o local onde ele mora e ele acabou detido na residência. Ainda conforme as testemunhas, a mulher já sofreu outra tentativa de feminicídio pelo ex.

Os dois teriam sido casados por ao menos 10 anos. Em 2022, o homem tentou matar a vítima asfixiada, acabou preso e chegou a ficar no presídio em Corumbá. Em menos de um ano, ele foi solto.

Agora, teria voltado para Campo Grande com pretexto de arrumar um emprego. Inclusive, teria dito para a família que não procuraria a ex. Apesar disso, já a estaria seguindo há alguns dias.

Ele foi preso em flagrante e responderá pelo feminicídio na forma tentada. O caso foi encaminhado para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

Midiamax

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Polícia Militar prende três homens e duas mulheres por furto e receptação, e recupera produtos furtados em Cassilândia

Polícia Militar prende três homens e duas mulheres por furto e receptação, e recupera produtos furtados em Cassilândia.

Cassilândia (MS) – A Polícia Militar prendeu em flagrante na tarde desta quinta-feira (30/03), três homens (18, 26 e 31 anos) e duas mulheres (37 e 41 anos), por furto e receptação, recuperando os produtos furtados em Cassilândia.

A Guarnição de patrulha rural foi acionada por uma chamada do telefone de emergência da Policia Militar (190) sobre um furto ocorrido em uma residência na rua Vicente Andrades Vasconcelos, na Vila Izanópolis. A vítima de 27 anos informou que ao chegar em sua casa na tarde desta quinta-feira, encontrou a fechadura da frente da residência danificada, dando falta de vários perfumes de marcas variadas, roupas e duas caixas de som da marca JBL.

A Guarnição PM conseguiu chegar a um dos autores através de informações trazidas pela vizinhança, que ao ser preso estava com alguns dos produtos subtraídos da residência, guiando uma bicicleta produto de outro furto em data anterior.

Em ato contínuo, os militares receberam informações de que outro indivíduo que também estaria no momento do furto, teria levado a outra parte dos produtos para a casa de uma terceira suspeita e após várias contradições confessaram ter participado do crime depois que os policiais encontrarem no telhado da residência uma das caixas de som e um boné furtados.

Os autores entregaram também mais dois suspeitos que haviam ficado com o restante do material, após terem pago a quantia de R$ 140,00 (cento e quarenta reais) e estava escondido no telhado da casa deles. Os autores foram encaminhados junto com o material recuperado para a Delegacia de Polícia Civil, para o registro do Boletim de Ocorrência.

Publicado por: WALTER LACERDA DE LIMA

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Sistema Minas Gerais em funcionamento interligações executadas

Sistema Minas Gerais em funcionamento interligações executadas

A Secretaria Municipal de Saneamento Básico e Serviços Públicos realizou nesta sexta-feira (31/03) a setorização do sistema do bairro Jd. Minas Gerais. Dividindo a distribuição de água em 2 setores para sanar os problemas de falta de abastecimento que vinha ocorrendo na parte alta do bairro.

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Cassilândia Urgente: Homem que estava desaparecido desde domingo é encontrado morto hoje

José Rodrigues, o homem que estava desaparecido desde domingo, é encontrado morto hoje, sexta-feira, 31 de março.

A informação é de seu filho, Devailton Tripa.

José Rodrigues sofria de alzheimer e tomava remédio controlado para pressão arterial.

Há informação de que morreu na represa existente numa chácara localizada atrás do estádio de futebol, provavelmente no domingo, pois o corpo encontra-se em adiantado estado de decomposição.

Devailton Tripa foi quuem encontrou o corpo do pai.

Ele informou que o corpo foi trasladado até Paranaíba, onde será feito o levantamento necroscópico.

Voltaremos a informar.

José Rodrigues

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Dengue: Fiocruz vai produzir 100 milhões de mosquitos por semana com bactéria que impede a transmissão da doença

Mosquitos Aedes aegypti com a bactéria wolbachia, que o impede de transmitir os vírus da dengue, zika e chikungunya. Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o World Mosquito Program (WMP) anunciaram nesta quinta-feira uma nova parceria para a expansão do método Wolbachia no Brasil com a construção de uma biofábrica capaz de produzir até 100 milhões de mosquitos por semana, 5 bilhões ao ano. Esses Aedes aegypti são criados com a bactéria wolbachia, microrganismo que diminui a capacidade de esses vetores transmitirem dengue, zika e chikungunya e, assim, combater a disseminação das doenças.

— O Ministério da Saúde está comprometido de implantarmos (o Wolbachia) no menor tempo possível e no maior número de municípios. A gente espera que, ao final de 4 anos, nós possamos ter pelo menos uns 70% dos municípios que enfrentam hoje a maior carga da doença cobertos com essa nova tecnologia — afirmou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), Ethel Maciel, durante o evento de lançamento da parceria em Brasília.

 

Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz
Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz

Para a construção da biofábrica, será feito um investimento de R$ 100 milhões com recursos do WMP e do Instituto de Biologia Molecular do Paraná. O local de construção da biofábrica ainda será definido, mas a previsão é de que ela entre em operação até o início de 2024.

Além disso, o projeto receberá um aporte de R$ 50 milhões do WMP e de R$ 30 milhões do Ministério da Saúde, por meio da própria Fiocruz, para ampliação imediata do método em outros estados e municípios. Hoje, o método está presente em apenas cinco cidades brasileiras.

— Nós temos um mapeamento prévio desses municípios e durante essa semana vamos continuar a discussão com os pesquisadores que participam do projeto para refinar essas escolhas — disse Alda Maria da Cruz, diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.

O que é o método Wolbachia?

 

 

A wolbachia é uma bactéria presente em cerca de metade dos insetos, mas que não é encontrada naturalmente no Aedes aegypti. No entanto, quando inserida nos mosquitos, ela impede que os vírus da dengue, do zika e da chikungunya se desenvolvam dentro deles. Com isso, reduz a possibilidade de eles disseminarem esses patógenos na população, diminuindo consequentemente os casos das doenças na região em que circulam.

O chamado método Wolbachia envolve justamente a criação e liberação desses Aedes aegypti com a bactéria nas cidades. Com o tempo, eles se reproduzem e, aos poucos, a população da espécie naquele local passe a ser apenas dos mosquitos que carregam a bactéria.

 

Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz
Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz

O Brasil é um dos países chave em que a técnica é estudada devido à alta incidência das três arboviroses. No país, a estratégia é implementada por meio da Fiocruz com financiamento principalmente do Ministério da Saúde e de governos locais.

Até então, desde 2012, o programa alcançou as cidades fluminenses do Rio de Janeiro e de Niterói, além de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul; Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Petrolina, em Pernambuco. A tecnologia também já foi introduzida em outros 11 países, na Ásia, Oceania e Américas, alcançando quase 11 milhões de pessoas até o momento – 3 milhões delas brasileiras.

— É uma experiência inovadora que acho que vai ganhar uma escala muito rápida para todo o território nacional que hoje sofre mazelas por conta da disseminação do mosquito e das arboviroses — disse o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, no evento.

 

 

Os resultados da implementação da tecnologia têm sido animadores. Um estudo recente, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, avaliou a incidência da dengue dois anos após a liberação dos mosquitos na Indonésia e constatou uma redução de 77% nos casos da doença, e de 86% nas hospitalizações.

Em Niterói, de acordo com números do WMP, houve redução de cerca de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% de Zika nas áreas onde houve a intervenção entomológica. Com isso, as estimativas é que cada real gasto na técnica gere uma economia que vai de R$ 43 a R$ 549, de acordo com um estudo independente realizado nas cidades do Brasil.

Dengue em alta no Brasil

 

 

A ampliação dos esforços contra a dengue é importante especialmente no contexto de alta das arboviroses que o Brasil vive. Em 2022, pela primeira vez o país bateu a marca de mil óbitos por dengue em 12 meses, e registrou o ano mais letal da doença na história. Além disso, foram 1,45 milhão de casos da doença, número 162,5% maior que o total de contaminações de 2021.

Neste ano, segundo o Centro de Operações de Emergência em Saúde para arboviroses, instituído recentemente pelo Ministério da Saúde devido ao avanço alarmante dos vírus no país, a tendência segue de alta: já foram 485 mil casos identificados até o dia 29 de março – um crescimento de 44% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Além do Wolbachia, outra técnica que pode em breve ser incorporada no combate à dengue é a vacina. A Anvisa liberou neste ano uma uma nova aplicação para prevenir a doença, desenvolvida pela farmacêutica japonesa Takeda, que é o primeiro imunizante destinado a pessoas que nunca tiveram o diagnóstico.

Ela é aplicada em duas doses e indicada a pessoas entre 4 e 60 anos. O esquema protege contra os quatro sorotipos do vírus e, nos testes clínicos, demonstrou uma eficácia geral de 80,2% para evitar infecções, e 95% para casos graves e óbitos. O novo imunizante, porém, depende da incorporação pelo Ministério da Saúde ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) para chegar ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa é a segunda vacina a receber um aval no Brasil. A outra, chamada Dengvaxia e desenvolvida pela Sanofi, já está disponível, porém apenas em clínicas privadas. Além disso, é indicada somente para evitar reinfecções, que costumam ser mais graves, e para um público-alvo restrito — pessoas de 9 a 45 anos que já foram contaminadas anteriormente. Por isso, não é a principal estratégia de combate ao vírus.

 

Por Bernardo Yoneshigue — O Globo

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Macaco-prego domesticado é entregue a PMA em Cassilândia

Macaco-prego domesticado é entregue a PMA em Cassilândia

Crédito: Reprodução/PMA

Moradora em Cassilândia — a 412 quilômetros de Campo Grande, acionou a PMA (Polícia Militar Ambiental) para o resgate de um macaco prego em propriedade rural.

O animal aparentemente domesticado permaneceu na casa já que não conseguia se alimentar na natureza.

Pelas características do animal, a equipe telefonou para uma veterinária do CETAS (Centro de Triagem e Reabilitação do Ibama), que orientou o recolhimento e reabilitação do animal.

A dona da casa informou que o animal poderia ser pego facilmente, pois estava sempre procurando o contato humano e que poderia levá-lo até à PMA em Cassilândia.

Autorizada, a mulher entregou o macaco-prego no quartel da PMA na quarta-feira (29). Ontem, pela manhã, a médica veterinária no CETAS buscou o animal, que será reabilitado e depois reintroduzido na natureza, se ainda for possível.

Como, além da criação em cativeiro, caça, tráfico, entre outros, tipificados como crimes há muito tempo e mais conhecidos, há a necessidade de orientação sobre outra situação bastante comum. Em várias cidades, algumas pessoas têm o costume de alimentar os animais silvestres em vida livre e esta atitude passou a ser crime em Mato Grosso do Sul, a partir da promulgação da Lei de Fauna no Estado, que define a ação como maus tratos e, por isso, a Polícia Militar Ambiental faz a seguinte orientação. PMA

 

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Pedreiro é assassinado com facadas nas costas, após discutir com uma mulher

Pedreiro é assassinado com facadas nas costas em Dourados, após discutir com uma mulher

Polícia Civil e perícia isolou local (Foto: Sidney Bronka)

Um pedreiro de 25 anos, identificado como Nando da Silva Perondi, morador no Jardim Água Boa, região da periferia de Dourados, cidade distante 225 quilômetros de Campo Grande, foi assassinado com duas facadas nas costas.

O crime aconteceu no início da madrugada deste sábado (1), em frente a uma conveniência na rua Olga de Matos Melgarejo, no bairro Estrela Porã, a rua Olga de Matos Melgarejo, no bairro Estrela Porã.

Informações que estão sendo apuradas pela polícia é que a vítima discutiu e brigou com uma mulher em frente da conveniência.  A mulher estava com uma faca e acabou sendo agredido a vítima com dois golpes nas costas.

Ainda segundo levantamento feitos no local, a vítima caiu no meio da rua e populares acionaram uma equipe do Corpo de Bombeiros que esteve no local, porém a equipe socorrista constatou que a vítima já estava morta.

Midiamax

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Mulher é socorrida em estado grave ao sofrer segunda tentativa de feminicídio em um ano

Mulher é socorrida em estado grave ao sofrer segunda tentativa de feminicídio em um ano

Autor foi preso em flagrante – Foto: Kísie Ainoã/Midiamax

Na tarde desta sexta-feira (31), mulher de aproximadamente 40 anos foi vítima de tentativa de feminicídio no Universitário, em Campo Grande. Esta é a segunda vez que a mulher sofre um ataque pelo ex-marido, em cerca de um ano.

Conforme relato do atual companheiro da vítima, de 49 anos, eles estão se conhecendo. O novo relacionamento teria começado há aproximadamente 5 meses.

Assim, a vítima costuma ir até a casa do companheiro, que fica perto da escola onde as filhas dela estudam. Nesta sexta, ela saiu para levar as crianças ao colégio e, ao voltar, o ex-marido estava na casa.

A mulher foi esfaqueada e ficou em estado grave, sendo socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Já o autor foi preso depois, por equipe do GOI (Grupo de Operações e Investigações).

Isso, porque uma testemunha sabia o local onde ele mora e ele acabou detido na residência. Ainda conforme as testemunhas, a mulher já sofreu outra tentativa de feminicídio pelo ex.

Os dois teriam sido casados por ao menos 10 anos. Em 2022, o homem tentou matar a vítima asfixiada, acabou preso e chegou a ficar no presídio em Corumbá. Em menos de um ano, ele foi solto.

Agora, teria voltado para Campo Grande com pretexto de arrumar um emprego. Inclusive, teria dito para a família que não procuraria a ex. Apesar disso, já a estaria seguindo há alguns dias.

Ele foi preso em flagrante e responderá pelo feminicídio na forma tentada. O caso foi encaminhado para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

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Polícia Militar prende três homens e duas mulheres por furto e receptação, e recupera produtos furtados em Cassilândia

Polícia Militar prende três homens e duas mulheres por furto e receptação, e recupera produtos furtados em Cassilândia.

Cassilândia (MS) – A Polícia Militar prendeu em flagrante na tarde desta quinta-feira (30/03), três homens (18, 26 e 31 anos) e duas mulheres (37 e 41 anos), por furto e receptação, recuperando os produtos furtados em Cassilândia.

A Guarnição de patrulha rural foi acionada por uma chamada do telefone de emergência da Policia Militar (190) sobre um furto ocorrido em uma residência na rua Vicente Andrades Vasconcelos, na Vila Izanópolis. A vítima de 27 anos informou que ao chegar em sua casa na tarde desta quinta-feira, encontrou a fechadura da frente da residência danificada, dando falta de vários perfumes de marcas variadas, roupas e duas caixas de som da marca JBL.

A Guarnição PM conseguiu chegar a um dos autores através de informações trazidas pela vizinhança, que ao ser preso estava com alguns dos produtos subtraídos da residência, guiando uma bicicleta produto de outro furto em data anterior.

Em ato contínuo, os militares receberam informações de que outro indivíduo que também estaria no momento do furto, teria levado a outra parte dos produtos para a casa de uma terceira suspeita e após várias contradições confessaram ter participado do crime depois que os policiais encontrarem no telhado da residência uma das caixas de som e um boné furtados.

Os autores entregaram também mais dois suspeitos que haviam ficado com o restante do material, após terem pago a quantia de R$ 140,00 (cento e quarenta reais) e estava escondido no telhado da casa deles. Os autores foram encaminhados junto com o material recuperado para a Delegacia de Polícia Civil, para o registro do Boletim de Ocorrência.

Publicado por: WALTER LACERDA DE LIMA

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Sistema Minas Gerais em funcionamento interligações executadas

Sistema Minas Gerais em funcionamento interligações executadas

A Secretaria Municipal de Saneamento Básico e Serviços Públicos realizou nesta sexta-feira (31/03) a setorização do sistema do bairro Jd. Minas Gerais. Dividindo a distribuição de água em 2 setores para sanar os problemas de falta de abastecimento que vinha ocorrendo na parte alta do bairro.

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Cassilândia Urgente: Homem que estava desaparecido desde domingo é encontrado morto hoje

José Rodrigues, o homem que estava desaparecido desde domingo, é encontrado morto hoje, sexta-feira, 31 de março.

A informação é de seu filho, Devailton Tripa.

José Rodrigues sofria de alzheimer e tomava remédio controlado para pressão arterial.

Há informação de que morreu na represa existente numa chácara localizada atrás do estádio de futebol, provavelmente no domingo, pois o corpo encontra-se em adiantado estado de decomposição.

Devailton Tripa foi quuem encontrou o corpo do pai.

Ele informou que o corpo foi trasladado até Paranaíba, onde será feito o levantamento necroscópico.

Voltaremos a informar.

José Rodrigues

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Dengue: Fiocruz vai produzir 100 milhões de mosquitos por semana com bactéria que impede a transmissão da doença

Mosquitos Aedes aegypti com a bactéria wolbachia, que o impede de transmitir os vírus da dengue, zika e chikungunya. Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o World Mosquito Program (WMP) anunciaram nesta quinta-feira uma nova parceria para a expansão do método Wolbachia no Brasil com a construção de uma biofábrica capaz de produzir até 100 milhões de mosquitos por semana, 5 bilhões ao ano. Esses Aedes aegypti são criados com a bactéria wolbachia, microrganismo que diminui a capacidade de esses vetores transmitirem dengue, zika e chikungunya e, assim, combater a disseminação das doenças.

— O Ministério da Saúde está comprometido de implantarmos (o Wolbachia) no menor tempo possível e no maior número de municípios. A gente espera que, ao final de 4 anos, nós possamos ter pelo menos uns 70% dos municípios que enfrentam hoje a maior carga da doença cobertos com essa nova tecnologia — afirmou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), Ethel Maciel, durante o evento de lançamento da parceria em Brasília.

 

Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz
Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz

Para a construção da biofábrica, será feito um investimento de R$ 100 milhões com recursos do WMP e do Instituto de Biologia Molecular do Paraná. O local de construção da biofábrica ainda será definido, mas a previsão é de que ela entre em operação até o início de 2024.

Além disso, o projeto receberá um aporte de R$ 50 milhões do WMP e de R$ 30 milhões do Ministério da Saúde, por meio da própria Fiocruz, para ampliação imediata do método em outros estados e municípios. Hoje, o método está presente em apenas cinco cidades brasileiras.

— Nós temos um mapeamento prévio desses municípios e durante essa semana vamos continuar a discussão com os pesquisadores que participam do projeto para refinar essas escolhas — disse Alda Maria da Cruz, diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.

O que é o método Wolbachia?

 

 

A wolbachia é uma bactéria presente em cerca de metade dos insetos, mas que não é encontrada naturalmente no Aedes aegypti. No entanto, quando inserida nos mosquitos, ela impede que os vírus da dengue, do zika e da chikungunya se desenvolvam dentro deles. Com isso, reduz a possibilidade de eles disseminarem esses patógenos na população, diminuindo consequentemente os casos das doenças na região em que circulam.

O chamado método Wolbachia envolve justamente a criação e liberação desses Aedes aegypti com a bactéria nas cidades. Com o tempo, eles se reproduzem e, aos poucos, a população da espécie naquele local passe a ser apenas dos mosquitos que carregam a bactéria.

 

Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz
Biofábrica que será construída pela Fiocruz para produzir 100 milhões de mosquitos com wolbachia por semana. — Foto: Divulgação / Fiocruz

O Brasil é um dos países chave em que a técnica é estudada devido à alta incidência das três arboviroses. No país, a estratégia é implementada por meio da Fiocruz com financiamento principalmente do Ministério da Saúde e de governos locais.

Até então, desde 2012, o programa alcançou as cidades fluminenses do Rio de Janeiro e de Niterói, além de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul; Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Petrolina, em Pernambuco. A tecnologia também já foi introduzida em outros 11 países, na Ásia, Oceania e Américas, alcançando quase 11 milhões de pessoas até o momento – 3 milhões delas brasileiras.

— É uma experiência inovadora que acho que vai ganhar uma escala muito rápida para todo o território nacional que hoje sofre mazelas por conta da disseminação do mosquito e das arboviroses — disse o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, no evento.

 

 

Os resultados da implementação da tecnologia têm sido animadores. Um estudo recente, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, avaliou a incidência da dengue dois anos após a liberação dos mosquitos na Indonésia e constatou uma redução de 77% nos casos da doença, e de 86% nas hospitalizações.

Em Niterói, de acordo com números do WMP, houve redução de cerca de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% de Zika nas áreas onde houve a intervenção entomológica. Com isso, as estimativas é que cada real gasto na técnica gere uma economia que vai de R$ 43 a R$ 549, de acordo com um estudo independente realizado nas cidades do Brasil.

Dengue em alta no Brasil

 

 

A ampliação dos esforços contra a dengue é importante especialmente no contexto de alta das arboviroses que o Brasil vive. Em 2022, pela primeira vez o país bateu a marca de mil óbitos por dengue em 12 meses, e registrou o ano mais letal da doença na história. Além disso, foram 1,45 milhão de casos da doença, número 162,5% maior que o total de contaminações de 2021.

Neste ano, segundo o Centro de Operações de Emergência em Saúde para arboviroses, instituído recentemente pelo Ministério da Saúde devido ao avanço alarmante dos vírus no país, a tendência segue de alta: já foram 485 mil casos identificados até o dia 29 de março – um crescimento de 44% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Além do Wolbachia, outra técnica que pode em breve ser incorporada no combate à dengue é a vacina. A Anvisa liberou neste ano uma uma nova aplicação para prevenir a doença, desenvolvida pela farmacêutica japonesa Takeda, que é o primeiro imunizante destinado a pessoas que nunca tiveram o diagnóstico.

Ela é aplicada em duas doses e indicada a pessoas entre 4 e 60 anos. O esquema protege contra os quatro sorotipos do vírus e, nos testes clínicos, demonstrou uma eficácia geral de 80,2% para evitar infecções, e 95% para casos graves e óbitos. O novo imunizante, porém, depende da incorporação pelo Ministério da Saúde ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) para chegar ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa é a segunda vacina a receber um aval no Brasil. A outra, chamada Dengvaxia e desenvolvida pela Sanofi, já está disponível, porém apenas em clínicas privadas. Além disso, é indicada somente para evitar reinfecções, que costumam ser mais graves, e para um público-alvo restrito — pessoas de 9 a 45 anos que já foram contaminadas anteriormente. Por isso, não é a principal estratégia de combate ao vírus.

 

Por Bernardo Yoneshigue — O Globo

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