Cassilândia, a bem da verdade, tem se tornado o patinho feio da economia do Estado.
Enquanto os municípios vizinhos se desenvolvem, Cassilândia vê esse crescimento tão distante como um horizonte que nunca chega.
E os políticos locais tem grande parcela de responsabilidade quanto a esse atraso enfadonho e prejudicial.
Mas cada morador tem também a sua parcela de culpa ao votar em políticos sem compromisso com o município.
Cada político local traz um representante forasteiro igual um pitbull na coleira e o vende como se fosse a Madre Tereza de Calcutá.
Nesse jogo de cartas marcadas, há um perdedor, é óbvio: o município e, por extensão, o povo cassilandense.
Como marionete o eleitor vota nos candidatos de coleira sem ao menos conhecer de fato suas reais intenções pós-eleição.
No mês que vem terá eleição.
E fica no ar a inquietante indagação: quem está de fato preocupado com Cassilândia?
Pergunta esta que remete a uma segunda: qual será o futuro de Cassilândia?
CORINO ALVARENGA
EDITOR DO CASSILÂNDIA URGENTE






