
Julgadas, condenadas e admiradas, as sucuris se consolidaram como um fenômeno em 2022. Alvo de polêmicas e fascínio, essas cobras foram assunto durante o ano inteiro e viralizaram com frequência.
Em especial, a vida sexual das sucuris foi um dos temas que despertou imenso interesse dos sul-mato-grossenses. Na verdade, não só as sucuris, mas os acasalamentos das onças-pintadas também garantiram atenção semelhante dos internautas. No entanto, o grande destaque ficou mesmo para as “anacondas” do pantanal.
Em 2022, teve sucuri para todos os gostos: acontecimentos envolvendo a espécie no remake da novela “Pantanal”, “orgias” das serpentes, e até um “guardião”, o “pai” humano das sucuris, estiveram entre os assuntos mais repercutidos.
Na fauna de Mato Grosso do Sul, há duas espécies de sucuris: as verdes (Eunectus murinus) e as amarelas (Eunectes notaeus), sendo as amarelas a espécie típica do pantanal. Porém, as verdes se sobressaíram como detentoras do maior sucesso, possivelmente pelo tamanho e espessura – bem maiores que as amarelas.
Uma coisa leva à outra
Com uma sucuri entre as protagonistas, a novela “Pantanal” deu luz ao tema em 2022. Dessa forma, lançado no dia 28 de março, o remake do clássico folhetim da extinta Rede Manchete colocou uma serpente desta espécie em evidência, chamando a atenção de todo o Brasil para os mitos sobre a cobra.
Em segundo lugar, no mesmo dia, o Aquário do Pantanal (oficial Bioparque) finalmente saiu do papel. E com a abertura do ponto turístico, mais uma sucuri ganhou fama: Gaby, batizada posteriormente com este nome em uma votação popular.
Em meio a isso, o surgimento do “pai das sucuris”, ou “Velho do Rio” da vida real, levou as serpentes de Mato Grosso do Sul para todo o Brasil. Por meio de seu canal no YouTube, o guia turístico e monitor ambiental Vilmar Teixeira explodiu no país ao representar uma espécie de “guardião das sucuris”, no Rio Formoso, com vídeos expondo sua proximidade com as cobras. Midiamax






