Energisa é autuada pelo Procon por não atender reclamações

Foto ilustrativa de conta de luz, bandeira tarifaria, energisa

Concessionária tem o prazo de 10 dias a contar da última quarta-feira (16) para se pronunciar

A concessionária de energia, Energisa tem mostrado desinteresse em atender às reclamações de consumidores de energia elétrica notadamente nos municípios do interior do Estado e a falta de atenção às demandas  encaminhadas pelos gerentes dos procons municipais à empresa distribuidora, sendo assim autuada pelo Procon.

Com alta demanda em atendimento aos municípios o órgão estadual de defesa do consumidor notificou à empresa que, praticamente,  detém o monopólio dos serviços em Mato Grosso do Sul, na pessoa do seu representante legal, Marcelo Vinhaes Monteiro, a explicar as  razões pelas quais têm elevado de forma até abusiva, os valores da tarifa de energia elétrica,  na Capital e, principalmente, nos municípios do interior do Estado

A Energisa tem o prazo de dez dias contado da última quarta-feira (16), para que sejam feitos os esclarecimentos e entregues os documentos que  possam justificar a majoração, sob pena de  ser instaurado processo administrativo. A mesma  notificação determina à direção local da empresa de energia elétrica  que corrija imediatamente as distorções verificadas e proceda o ressarcimento com a devolução dos valores em dobro a cada consumidor prejudicado, emitindo novas faturas com os valores corretos.

De acordo com o presidente do Procon/MS, Marcelo Salomão, “A Energisa tem  sido uma das empresa  como maior número de reclamações tanto no Procon Estadual como nos municipais, e cuja  resolutividade fica aquém do que poderia ser considerado razoável, não existindo um canal  de comunicação eficiente entre a  empresa e o órgão de defesa do consumidor. Há  demonstração de má vontade quando procuramos contatos  com representantes da empresa para encaminhar demandas de consumidores. A Energisa demonstra não ter interesse em ter um canal direto de comunicação com os órgãos de defesa o consumidor”, conclui. Capital News

 

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