Votos de urna 7 do Vasco são anulados e oposição volta a ter vitória na Justiça

A novela que se tornou a eleição presidencial do Vasco ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira. Em mais uma reviravolta em relação ao pleito, a desembargadora Marcia Alvarenga, da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, invalidou os votos da urna 7 da eleição, que foram decisivos para reeleger Eurico Miranda. E a nova decisão recoloca a chapa de Julio Brant, da oposição, em primeiro lugar na eleição.

No último dia 23 de novembro, a mesma juíza havia concedido um efeito suspensivo que foi positivo para o mandatário vascaíno ao determinar que os votos da polêmica urna 7 voltassem a ser considerados enquanto não fosse realizada uma perícia técnica. Com aquela decisão, a chapa “Reconstruindo o Vasco”, de Eurico, retomou a condição de vencedora do pleito.

Antes disso, porém, a juíza Maria Cecilia Pinto Gonçalves ordenou que a urna 7 fosse desconsiderada, após acusação da oposição de que os votos foram dados por torcedores que se tornaram sócios do clube de forma maciça entre novembro e dezembro de 2015, quando se encerrou o período para se tornarem aptos para participar do pleito. Aquela, no caso, havia sido uma primeira vitória da oposição na Justiça, que então já havia favorecido a chapa “Sempre Vasco”, capitaneada por Julio Brandt. IstoÉ

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