Cheia do Rio Miranda obriga remoção de gado nas fazendas

Nível alto da água reduz espaço de pasto para os animais, que ficam amontoados em alguns locais das propriedades rurais – Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

A cheia do Rio Miranda obrigou fazendeiros da região pantaneira, distante 202 quilômetros de Campo Grande, a retirar o gado dos pastos alagados.

Na semana passada, a cidade foi a primeira a decretar emergência devido ao alto nível atingido pelo rio durante as chuvas do mês de dezembro e famílias tiveram de deixar suas casas. Apesar da água estar baixando, o rio é o único do Estado em situação de alerta.

De acordo com relatório da sala de situação do Instituto Municipal de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), divulgado ontem, até a última quarta-feira o nível do rio estava em 7,02 metros, portanto, em situação de emergência. Anteontem, o rio havia baixado para 6,97 metros e ontem reduziu mais 60 cm, ficando em situação de alerta. 

O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Isaías Ferreira Bittencourt, afirma que as famílias que foram retiradas de suas casas ainda não puderam voltar. “Estamos em contato com elas. Fazendo levantamento das necessidades. Providenciamos colchões, kits de dormitório e cestas básicas”.

Outro impacto é que 13 famílias tiveram as casas invadidas pela água, sendo que três tiveram de deixar as moradias. Outras dez chegaram a ser monitoradas pela Defesa Civil por morarem em locais considerados de risco. Correio do Estado

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