
Menino Kauan foi brutalmente assassinado. Foto: Reprodução/ Arquivo familiar
Um ano após Kauan Andrade dos Santos de nove anos, ser estuprado e morto, o corpo do menino ainda não foi localizado pela polícia. O garoto foi brutalmente assassinado e supostamente teve seu cadáver esquartejado em junho do ano passado, mas o suspeito de cometer o crime, o professor Deivid de Almeida, 38 anos, que ainda está preso, se diz inocente.
Conforme o advogado Alessandro Farias, seu cliente ainda está preso no Instituto Penal de Campo Grande, mas até hoje em dia, Deivid não assume a autoria do crime. “Ele ainda está detido e nada mudou. Ele diz que não cometeu o crime e dentro de aproximadamente 60 dias o caso deve ser sentenciado”, adiantou o advogado.
Depois de amordaçar e estuprar Kauan até a morte, segundo testemunhas, Deivid teria utilizado um revólver para obrigar quatro adolescentes a terem relação sexual com o cadáver da criança. Em seguida, o menino foi esquartejado duas vezes.Leia Mais









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Janete dos Santos, 36 anos, mãe do menino Kauan, desaparecido e dado como morto há um ano em Campo Grande, supostamente vítima de abuso e assassinado pelo professor Deivid de Almeida, 38 anos, que ainda está preso e se diz inocente. Além de toda dor da perda, hoje Janete vive uma segunda morte: o abandono do poder público.






Urias Alves de Oliveira, de 57 anos, que morreu nesta quarta-feira (20), em um acidente na MS-276 em Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, estaria embriagado segundo uma testemunha.











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Messias Benitez, 36, foi flagrado nu sobre uma menina de sete anos, neta de sua esposa. O caso ocorreu na tarde de terça-feira (19) na casa em que ele mora, localizada na Aldeia Bororó, Reserva Indígena de Dourados, município distante aproximadamente 230 quilômetros de Campo Grande.




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