Luzia vive: fóssil humano mais antigo do Brasil é encontrado nos escombros do Museu Nacional

De acordo com o portal G1, a direção do Museu Nacional comemorou o achado, segundo os técnicos 80% das partes de Luzia já foram identificadas, a montagem do crânio ainda não foi iniciada.

“O crânio foi encontrado fragmentado. Já achamos praticamente todo o crânio e 80% dos fragmentos já foram identificados e podemos aumentar esse número”, afirmou Alexander Kellner, diretor do museu.

Luzia foi encontrada em Minas Gerais, na década de 1970, seu crânio seria o fóssil mais antigo das Américas e sua descoberta foi responsável por mudar a teoria da povoação do continente americano.

“Estamos no momento do escoramento e já podemos recuperar algumas partes do acervo. Hoje é um dia feliz, conseguimos recuperar o crânio da Luzia, dano foi menor do que esperávamos. Os pedaços foram achados há alguns dias, eles sofreram alterações, danos, mas estamos muito otimistas com o achado e tudo que ele representa. Ele estava em um local preservado onde já ficava, que era um local estratégico. Ficava dentro de uma caixa de metal dentro de um armário”, disse Claudia Rodrigues, integrantes da equipe de pesquisa. Midiamax

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