Os agentes cumpriram 18 mandados de busca e apreensão em seis cidades paulistas. Na capital, foram encontrados medicamentos com suspeita de falsificação da Nacionalfarma. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 15 milhões em bens e valores, além da suspensão das atividades de sete empresas.
Início das investigações
As investigações iniciaram em 2024, quando o fabricante de um medicamento imunoterápico de alto custo identificou que uma unidade falsificada foi comercializada a um hospital da capital. O envio dos medicamentos foi feito por uma distribuidora de Araraquara, no interior paulista.
Segundo o fabricante, o medicamento não possuía o princípio ativo utilizado no tratamento oncológico. A perícia oficial confirmou a informação.
A primeira fase da operação, de novembro de 2024, terminou com a apreensão de documentos e materiais que auxiliaram nas investigações para identificar empresas ligadas à distribuidora. Entre janeiro e novembro, foram emitidos mais de R$ 1,5 milhão em notas fiscais, para ao menos sete estados.
Em abril de 2025, a polícia identificou a venda de medicamentos para um hospital do interior paulista. Das nove unidades identificadas, uma teria sido utilizada por paciente em tratamento.
Em abril de 2025, a polícia identificou a venda de medicamentos para um hospital do interior paulista. Das nove unidades identificadas, uma teria sido utilizada por paciente em tratamento. Midiamax