A administração muicipal sob o comando do prefeito Rodrigo Freitas (PP), um ano e oito meses depois, não disse ainda a que veio.
Festa. Festa. Festa.
Essa tem sido a marca do atual governo cassilandense, enquanto os serviços públicos estão em segundo plano.
A qualidade de vida dos moradores poderia ser melhor se houvesse melhor oferta no atendimento da saúde diante das peculiares reclamações de sempre de falta de médicos especialistas, de atraso nas cirurgias e na morosidade de exames e consultas.
Outro problema gritante em Cassilândia é a sujeira que se verifica em boa parte do centro e dos bairros com falta de varrição, atraso na coleta de lixo e na falta de mão de obra suficiente para dar conta do serviço.
Esgoto a céu aberto, vazamentos de água, buracos, tapa-buraco feito com terra, além de uma infinidade de problemas que demandariam horas para serem relacionados.
As más condições das estradas vicinais e pontes tem sido motivos de reclamação dos produtores rurais cassilandenses que, assim, enfrentam dificuldades diárias para o escoamento da produção, a exemplo do risco enfrentado pelos estudantes nos trajetos das vans e ônibus escolares em estradas ruins e pontes ameaçando cair a qualquer momento.
A falta de sensibilidade da gestão municipal para problemas tão cruciais tem uma agravante: a gastança desenfreada nas festas com artistas caros e atrações feitas para uma minoria dos moradores, já que a maioria absoluta não participa desses eventos.
O prefeito do risível poço artesiano precisa de um choque de realidade urgente.
O cassilandense merece uma gestão pública melhor.
CORINO ALVARENGA
EDITOR DO CASSILÂNDIA URGENTE

Arte Cassilândia Urgente





