Mãe pede perdão por não salvar filha de incêndio: ‘perdoa não ter conseguido salva sua vida’
Pelas redes sociais, a mãe de Stephania Vallentina, 6 anos, pede perdão a filha por não conseguir salvar a menina do incêndio na residência da família, na noite desta quinta-feira (12), em Deodápolis – a 250 quilômetros de Campo Grande (MS).
‘Descanse em paz filha, me perdoa não ter conseguido salva sua vida, tá doendo muito’, escreveu a mãe.
A tragédia abalou Deodápolis, com moradores declarando luto pela morte de Valentina. A escola onde ela estudava suspendeu as aulas em sinal de respeito.
‘A escola é como uma casa grande onde todos se relacionam e criam laços, cada criança é parte de nossas vidas, ensinamos, cobramos e amamos como se realmente fossem nossas. Neste momento de tamanha tristeza, onde palavras são poucas para expressar meus sentimentos, peço que Deus em sua infinita bondade conforte os familiares e amigos’, declarou a instituição em nota.
Nas redes sociais, moradores compartilham mensagens de solidariedade e tristeza pela perda da pequena. ‘Deus te receba de braços abertos Valentina’, escreveu uma conhecida da família em uma despedida emocionada. ‘Quanta tristeza, meu Deus, meus sentimentos a toda família. Nossa cidade está de luto’, declarou outra moradora.
Explosão
De acordo com informações preliminares obtidas pelo site MS News, o carregador teria sido a origem do incêndio que rapidamente se espalhou pelo imóvel, consumindo os cômodos e deixando Valentina presa dentro da casa. A mãe da menina tentou salvá-la, mas as chamas já haviam tomado grande parte da residência.
Assim que viram as chamas, os vizinhos tentaram ajudar e até derrubaram uma parede da casa, mas o resgate não foi concluído a tempo.
Valentina teria inalado uma grande quantidade de fumaça antes de ser resgatada, o que teria causado sua morte. Quando se deu a chegada do Corpo de Bombeiros, foi realizado o resgate, mas pequena já estava morta.
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Defesa de idoso que matou garota de programa e feriu amiga em fazenda pede que denúncia seja anulada
A defesa do idoso que matou a garota de programa Jennifer Gimenes Mongerroti, de 22 anos, e tentou matar a amiga dela no dia 23 de junho, em São Gabriel do Oeste, cidade a 133 km de Campo Grande, pediu à Justiça que a denúncia seja anulada.
Segundo a solicitação, o pedido é porque o inquérito policial não caracterizou adequadamente a suposta intenção do acusado em praticar as condutas. Diz ainda que a investigação foi realizada baseando-se apenas na versão apresentada pela vítima sobrevivente.
Dessa forma, a defesa solicita que seja realizada a reprodução simulada dos fatos, essencial para elucidar as circunstâncias do crime.
“Com a ausência do referido exame, houve total prejuízo à defesa do acusado, vez que a dinâmica dos fatos narrados na denúncia se divergem da verdade real, inclusive quando analisado os depoimentos colhidos na fase do inquérito policial quando analisados com os vídeos produzidos por uma das ofendidas e juntados na ação penal em epígrafe, configurando cerceamento ao direito da ampla defesa, pois a denúncia baseou-se apenas no depoimento da vítima, sem o devido esclarecimento sobre o modo que se deu a execução dos delitos imputados ao réu”.
Além disso, pede ainda que seja realizado exame pericial nos celulares das vítimas e do acusado, a fim de esclarecer o convite das vítimas para irem à fazenda, o relacionamento de uma das vítimas com o acusado, entre outros aspectos.
“A análise dos celulares poderia sanar divergências e contradições, proporcionando provas mais robustas e claras sobre os fatos. É certo que no mundo globalizado de hoje, o aparelho celular se torna uma extensão da pessoa, de forma que o referido instrumento guarda todas as informações, segredos, percursos, conversas”.
Por fim, a defesa do autor ainda requer a oitiva de todas as testemunhas arroladas na denúncia, produção de prova técnico-pericial e todas as demais.
O Ministério Público se manifestou na quarta-feira (10) e ainda solicitou que seja marcada audiência de instrução e julgamento do caso.
Informou que a denúncia é rejeitada quando for manifestamente inepta, faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal, ou faltar justa causa para o exercício da ação penal.
“Ante todo exposto, não sendo o caso de rejeição da denúncia e hipótese de absolvição sumária, o MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, por seu Promotor de Justiça, requer seja designado dia e hora para a realização de audiência de Instrução e Julgamento, intimando-se para tanto as partes interessadas e testemunhas já arroladas“
Denúncia
A denúncia foi feita no início de julho. O MP informou que a materialidade foi demonstrada no auto de prisão em flagrante, relatório de investigação, interrogatório do autor, depoimento da vítima sobrevivente, ficha de atendimento médico dela, documento de arma de fogo, boletins de ocorrência da PM e da Polícia Civil, laudo necroscópico entre outros.
O MP solicitou ainda que para audiência de instrução seja arrolada a amiga sobrevivente para depoimento, assim como outras cinco testemunhas, entre o genro do autor, vizinho, dono da arma e uma policial civil. Midiamax
Jovem apanha do namorado após não ajudar a montar um aparelho de televisão em MS
Uma mulher, de 35 anos, apanhou do namorado, de 23 anos, após não ajudar ele a montar uma televisão. O caso aconteceu na noite de quarta-feira (11), no Bairro Vila Nova, em Três Lagoas. O casal mora junto há apenas 4 dias.
Conforme as informações do boletim de ocorrência, os dois se conhecem e estão saindo há 1 ano, porém, apenas a 4 dias foram morar junto. Na ocasião, ele estava montando um aparelho de televisão e pediu a ajuda da companheira.
Como a mulher se recusou a fazer o que foi solicitado, ele a atingiu com um soco no ombro esquerdo. Além de bater na vítima, o rapaz ainda ameaçou matar a companheira e sua família de morte caso ela saísse do imóvel.
Ainda assim, ela saiu da casa e retornou apenas quando o autor foi embora. Posteriormente, a vítima procurou a DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), onde o caso foi registrado.
Corpo de homem em avançado estado de decomposição é encontrado em rio de MS
Corpo de um homem em avançado estado de decomposição foi encontrado enroscado em galhos no Rio Verde em Água Clara, cidade a 192 quilômetros de Campo Grande, durante a tarde desta sexta-feira (13).
A polícia recebeu a informação de um popular, a respeito do corpo. No local, os policiais constataram tratar-se do corpo de um homem em avançado estado de decomposição.
Ele usava uma bermuda de tactel amarela, preta e branca e cueca nas cores preta e branca. O caso foi registrado como morte a esclarecer, na delegacia.
Mulher denuncia ex-mulher de companheiro após ser ameaçada de morte em Cassilândia
Uma mulher de 45 anos registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia de Cassilândia, nesta quarta-feira (11) após ser ameaçada pela ex-mulher, de 58 anos, do atual companheiro.
Segundo a vítima, a mulher começou a persegui-la após descobrir o novo relacionamento e, em uma ligação, afirmou que acabaria com sua vida.
A situação saiu de controle quando, segundo relato da filha da própria mulher, a mãe passou a noite com uma faca, declarando que encontraria e mataria a vítima.
Temendo por sua segurança e vida, a vítima decidiu buscar proteção junto às autoridades. A Polícia Civil de Cassilândia abriu uma investigação sobre o caso e registrou o caso.
Fonte: MS Todo Dia
Mulher agride prima com puxões no cabelo e arranhões no rosto após ela se recusar a depor emprocesso judicial em Cassilândia
A Polícia Militar foi chamada para atender uma ocorrência de lesão corporal, na manhã desta quarta-feira (11), na Rua José Cristino Sobrinho, em Cassilândia. A vítima relatou que foi agredida por sua prima depois de se recusar a ser testemunha em um processo judicial envolvendo a família.
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima recusou o pedido da agressora para testemunhar a seu favor, o que gerou uma discussão acalorada.
Durante a briga, a autora teria agarrado a vítima pelos cabelos e a agredido fisicamente antes de fugir.
A vítima apresentava arranhões no rosto e no pescoço e foi orientada a realizar um exame de corpo de delito para formalizar a queixa.
O caso foi registrado como lesão corporal na Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia.
Fonte: MS Todo Dia