Cassilândia: Com casos de dengue confirmados em MS, Governo intensifica trabalhos preventivos

(Foto: Divulgação/SES)

Nos primeiros 16 dias de 2026, foram confirmados dois casos de dengue e de chikungunya em Mato Grosso do Sul. Os números equivalem a um pequeno aumento de casos em relação ao mesmo período do ano anterior. Somado a isso, o Governo Estadual iniciou trabalhos de articulação para conter o aumento da doença no Estado.

Conforme o boletim referente à 1ª semana epidemiológica do ano, os casos foram registrados nos municípios de Cassilândia e Chapadão do Sul. Ao menos 132 casos estão sob investigação no Estado. Os municípios de Sidrolândia e Maracaju são os que registram maiores índices prováveis da doença, sendo 22 e 15 casos, respectivamente.

Embora o cenário seja provável para o aumento da dengue e chikungunya, ainda é cedo para alegar endemias da doença. Contudo, ações preventivas são importantes para conter a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Entre as medidas adotadas pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), está a realização da BRI (Borrifação Residual Intradomiciliar), que consiste em aplicar inseticida residual nas paredes internas de imóveis. Assim que os mosquitos pousarem sobre as paredes, entrarão em contato com o produto; dessa forma, evita-se que os mosquitos permaneçam no interior da residência.

Segundo o coordenador Estadual de Controle de Vetores, Mauro Lúcio, uma das estratégias é intensificar a aplicação em regiões com maior circulação de pessoas. O objetivo é que todos os municípios sejam contemplados com as medidas preventivas.

Além disso, a SES deve ampliar o uso das EDLs (Estações Disseminadoras de Larvicida), armadilhas que utilizam o próprio mosquito como vetor do produto. “O mosquito entra em contato com o larvicida e acaba levando esse produto para outros recipientes que muitas vezes não são visíveis ou acessíveis”, explica Mauro Lúcio.

Com isso, uma das metas para 2026 é que 100% dos municípios de Mato Grosso do Sul recebam visitas de agentes de combate a endemias e agentes comunitários.

Neste cenário, a SES reforça que a limpeza de quintal, caixa d’água e recipientes que possam se tornar criadouros do mosquito é essencial.

Midiamax

 

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