Cassilândia: Ferrovale Ferragens e Artefatos de Cimento tem tudo para construção e reforma

Na Ferrovale Ferragens e artefatos de cimento, você encontra diversos itens para sua construção. Lá você encontra trilhos para lajes de altíssima qualidade, feita com o melhor cimento de obras estruturais Itaú, garantindo qualidade e segurança ao cliente, juntamente com as lajotas e escoras metálicas novas, já inclusas ao cliente. Aqui você também encontra elementos vazados (cobogós) que são peças de cimento, usada para deixar o local com maior iluminação natural, ventilação e um designer lindo para qualquer ambiente. Tanto interno ou externo, os cobogós asseguram qualidade e beleza a sua obra.
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Recuperação: Vendas de veículos novos aumentam 42% em julho no Mato Grosso do Sul

As vendas de veículos no Brasil já começam a computar números de recuperação após o impacto da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na comercialização.

Levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aponta que em julho foram vendidos 2.070 automóveis em Mato Grosso do Sul, aumento de 41,88% em relação ao mês de junho, quando foram comercializados 1.459.

São considerados os segmentos de automóveis comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação com julho de 2019 houve queda de 15% na comercialização de veículos, quando foram registrados 2.448 emplacamentos.

Apesar da recuperação nos últimos meses, no acumulado do ano, considerando os sete primeiros meses de 2020, a retração na comercialização dos automóveis chega a 27,54%.

Entre janeiro e julho de 2019 foram vendidos 16.029 veículos no Estado, enquanto em 2020 o número chega a 11.615, de acordo com os dados da Fenabrave, que representa as concessionárias do País.

Por meio de nota, a Fenabrave-MS afirmou que a recuperação foi significativa e a expectativa é a de que os impactos para o segmento sejam menores do que os inicialmente esperados.

“O primeiro setor da economia a sofrer uma queda durante uma crise é o automotivo, mas também é o primeiro que se recupera. Com a recuperação gradual da economia começamos a ter um aquecimento das vendas. Em comparação com o ano passado ainda estamos abaixo, mas entre junho e julho tivemos um aumento bem significativo”, informou a Federação.

Fabricantes paralisaram a produção de automóveis ao redor do mundo por causa do coronavírus. Com a falta do produto no mercado, os revendedores também foram prejudicados.

“As montadoras estão voltando gradualmente à normalidade da produção. Alguns carros que são vendidos aqui são produzidos na Argentina, que também parou, e por isso houve falta de veículos no mercado. Com a retomada da produção e a economia que vem crescendo gradualmente, a gente acena para um crescimento até o fim do ano. Muito provavelmente não recuperaremos os números do ano passado, mas não terminaremos tão mal quanto a expectativa”, ressaltou a Fenabrave-MS.

Empresas

As concessionárias de Mato Grosso do Sul já apontam uma recuperação nas vendas. De acordo com o gerente comercial da Fiat Enzo, Eduardo Bessa, o mercado está reagindo.

“Tivemos uma ascensão tanto no fluxo de clientes quanto nos fechamentos de negócios. Houve aumento do fluxo das vendas digitais também, mas o cliente continua vindo à loja. A pandemia atingiu o mercado como um todo, em todos os segmentos, até o começo do mês passado. Percebemos essa reação mais na segunda quinzena de julho”, informou.

Segundo o gerente da concessionária Honda Endocar Afonso Pena, Waldinei Lima, após uma queda na comercialização por causa da pandemia e das restrições de atendimento físico nas lojas, o cenário começa a melhorar.

“Sentimos desde o mês passado uma melhora no movimento e mais confiança do consumidor na superação da crise. Assim, em razão do clima de maior otimismo do consumidor, aliado à retomada da produção plena pela fábrica, acreditamos em uma recuperação dos volumes de venda com crescimento em torno de 10% ao mês neste segundo semestre”, destacou.

Para o diretor de negócios da Auto Master Ford, Eduardo Pinheiro, o agronegócio foi o maior responsável por manter as vendas no período.

“A gente enxerga movimentos diferentes para os tipos de veículos. Há uma demanda forte do setor agropecuário com a venda das picapes. Os carros médios, como os SUVs, também já apontam uma recuperação, mas os veículos de entrada [carros populares] ainda têm um movimento fraco. O agro não perdeu poder de compra, a classe média alta teve uma redução menor e o carro 1.0 sofreu mais – há uma dificuldade maior para aprovação de financiamento. E também não tinha produto: a Argentina parou de produzir e acabou gerando uma fila de espera. A retomada será gradativa, não dá para fazer uma leitura única do mercado ”, disse.

Nacional

Os dados divulgados ontem pela Fenabrave apontam que as vendas de veículos foram positivas no País, assim como no Estado. Considerando todos os segmentos somados, o crescimento foi de 43,61% em julho, na comparação com junho deste ano.

Foram emplacadas 279.103 unidades em julho contra 194.345 no mês anterior. Se comparado com julho de 2019 (349.408 unidades), a retração do setor foi de 20,12%.

No acumulado de janeiro a julho, foram 1.504.731 veículos emplacados, queda de 33,67% sobre o mesmo período de 2019, quando foram 2.268.385 unidades.

“Independentemente de termos tido dois dias úteis a mais em julho, podemos observar que o mercado vem gradativamente se ajustando e o índice de confiança começa a melhorar, principalmente quando vemos uma retração menor do que a esperada nos números de desemprego e melhores níveis de aprovação cadastral para financiamento de veículos”, destacou o presidente nacional da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr. Correio do Estado

A dureza do protocolo da COVID-19 causando sofrimentos

Verdadeiras ditaduras são as regras impostas nos protocolos da COVID-19, tanto para o tratamento, que já levou a Anvisa a exigir receita médica até para um simples vermífugo, atendimento médico e destino de corpos dos falecidos que tem causado grandes sofrimentos.

Nenhum morador de Chapadão do Sul morreu até o momento por insuficiência respiratória causada diretamente pelo vírus COVID-19, mas das consequências, apenas dois casos até o momento.

Nesta semana faleceu um cidadão do município por infarto fulminante, mas em teste rápido realizado no Hospital Municipal, constatou-se inicialmente que ele estava contaminado pelo vírus, a aí começou o sofrimento.

O protocolo de atendimento no hospital é duríssimo com os profissionais da saúde, e quando há falecimento, com suspeita de contaminação da COVID-19, a sua dureza se estende aos agentes funerários e mais ainda, aos familiares, que se quer tem o direito de olhar o ente falecido.

Lembra um agente funerário de Chapadão do Sul, que eles são chamados no Hospital, quando falece uma pessoa contaminada pela COVID-19, ou em consequência direta dela, são obrigados a seguir o protocolo. Como os familiares, os agentes não vêm o corpo, quando são autorizados a agir ele já está embalado em duas capsulas e apenas é colocado em uma urna e levado direto para o cemitério. Não há preparação do corpo como nos demais casos de morte.

Por falta de vacinas, de supostos mais conhecimentos sobre o vírus, interesses obscuros, que aparentemente estão levando à demora na aprovação dos remédios, que já são usados para a cura da doença respiratória causada pela COVID-19, até pelas mais altas autoridades do mundo, os protocolos seguem com as suas rigidezes.

Existem orientações sobre o acondicionamento de corpos contaminados em necrotérios, desde que em primeiro lugar haja o necrotério e em segundo a existência da câmara refrigerada. Nesses casos existe a possibilidade da entrega do corpo a uma funerária, que lacra a urna e realiza o velório. Para este caso são necessários investimentos públicos na montagem dos necrotérios com as câmaras frias. Na região de Chapadão do Sul, ou Bolsão não existe câmara em funcionamento. Na cidade de Paranaíba, segundo funerárias de Chapadão do Sul, existe uma câmara no IML, porém está desativada por falta de manutenção.

Infelizmente teremos outros casos de morte de pessoas contaminadas em Chapadão do Sul e demais localidades pelo Brasil e pelo mundo afora, mas enquanto não tivermos a segurança e garantia dos remédios e métodos de cura da doença causada pelo vírus, deveremos conviver com a dureza dos protocolos.

Cassilândia: Mesmo com pandemia, vem aí revista Gente especial de aniversário da cidade

Com assinatura do Cassilândia Urgente e do Novo Jornal, a revista Gente Que é Notícia estará sendo lançada neste final de semana com edição especial de aniversário de 66 anos de Cassilândia, a ser comemorado na próxima segunda-feira, 3 de agosto.

A publicação trará várias páginas com a história de Cassilândia desde os tempos de Cassinha, o fundador, até os dias atuais, em formato de crônicas baseadas em pesquisas feitas nos anos 80 e atualizadas para os dias de hoje.

A publicação vem aí. Aguarde.

Salto do Aporé ilustra capa desta edição especial

Morre o radialista Márcio Costa, após dias internado com Covid-19

Morreu no início da tarde desta segunda-feira, dia 27, o radialista e jornalista da Rádio Alvorada FM, Márcio Costa, 51 anos, depois que 20 dias internado em estado grave na Santa Casa de Fernandópolis. Informações preliminares apontou que a infecção pulmonar decorrente de uma bactéria evoluiu o quadro clínico para o óbito.

Márcio Costa foi um ícone do rádio show em Fernandópolis e em outras cidades da região onde trabalho, incluindo emissoras no Estado do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Começou em Fernandópolis com programas populares na rádio Difusora AM, passando pela Jornal FM e Cultura FM.

Ultimamente trabalhava no jornalismo da Rádio Alvorada FM, com estúdios em Fernandópolis, além do trabalho em sistemas internos de rádio em Supermercados de toda a região. Também mantinha a Rede News de Rádio, com programa policial que servia diversas cidades.

Márcio sempre foi parceiro do portal regiaonoroeste.com, com troca de informações e gravava semanalmente vídeos com as principais reportagem na área policial e era distribuído no Facebook do site.

Márcio chegou a UPA de Fernandópolis com pico de diabetes e com muita falta de ar. Levada às pressas a Santa Casa onde foi entubado e dias depois foi diagnosticado com uma infecção nos pulmões e acabou testando positivo para covid-19.

Ele ficou 17 dias internado em estado grave. Região Noroeste

Jornalista Márcio Costa

Cassilândia: Cachorro morto está no canal da Avenida Juracy Lucas desde a semana passada

Uma moradora ligou para a redação do Cassilândia Urgente agora há pouco, neste domingo, 26 de julho, para informar que o cachorro morto na semana passada ainda está no canal da Avenida Juracy Lucas, altura do número 700, em Cassilândia.

A moradora quer que a Prefeitura Municipal faça a remoção do cadáver do animal.

Veja a foto.

Animal morto há vários dias

 

Cassilândia: Cachorro morto está apadrecendo no canal da Avenida Juracy Lucas

A reportagem do Cassilândia Urgente foi procurada nesta quinta-feira, 23 de julho, por uma internauta, informando a existência de um cachorro morto, que está apadrecendo e causando fedentina  no canal da Avenida Juracy Lucas, altura do número 700.

“Este canal está precisando de limpeza e será que ninguém vê isso?”, disse a mulher.

Confira as fotos.

Com 3.526 empresas abertas em seis meses, MS tem o melhor 1º semestre em sete anos

Movimento no comércio e novas empresas

O número de empresas abertas em Mato Groso do Sul no primeiro semestre de 2020 é o maior dos últimos sete anos. De janeiro a junho deste ano foram registradas 3.526 aberturas de novos empreendimentos pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul).

De acordo com o órgão vinculado à Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), em junho de 2020 foram abertas 620 empresas em Mato Grosso do Sul, resultado 20% maior em relação às 517 empresas registradas no mesmo período de 2019. Esse desempenho no mês de junho também representa o melhor resultado para o mês dos últimos sete anos. Entre os setores da economia, o maior número de abertura de empresas no mês de junho foi o de Serviços (389), seguido pelo Comércio (206) e Indústria (25).

De acordo com os dados da Jucems, a partir de abril deste ano foi sentido o impacto das medidas de combate à pandemia do novo coronavirus na abertura de empresas em Mato Grosso do Sul. Naquele mês houve um desempenho 25% nas aberturas de empresas em relação ao mesmo período de 2019. Em maio de 2020, o resultado foi 14,31% menor na comparação com o mês do ano anterior. Já em junho, o número foi superior em 20% em relação a junho de 2019, sinalizando retomada na abertura de empresas no Estado.

“O bom desempenho na abertura de novas empresas no primeiro semestre de 2020 em Mato Grosso do Sul, em especial no mês de junho, é um indicador que nos sinaliza a movimentação e a retomada de curto prazo da economia em alguns setores. Essa é uma notícia positiva para o Estado. A retomada que estamos observando permite a abertura de novas empresas, mas não podemos menosprezar o quanto a pandemia tem impactado a economia como um todo”, avalia o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

O secretário Jaime Verruck ressalta que “com a modernização nos serviços da Junta Comercial e na legislação, o tempo médio para abrir uma empresa em Mato Grosso do Sul hoje é de pouco mais de 2 dias, segundo levantamento do governo federal. Nós fizemos esse prazo cair de 37 dias, para pouco mais de dois dias”. De acordo com dados do Mapa de Empresas, ferramenta do Ministério da Economia, o tempo médio para abertura de empresas em Mato Grosso do Sul no mês de maio de 2020 foi de 2 dias e 15h, enquanto que a média nacional foi de 4 dias e 8h no mesmo período.

“Esse tempo médio de abertura considera o cumprimento da etapa da viabilidade (em que o município e a Junta Comercial, respectivamente, confirmam a possibilidade de a empresa se estabelecer no endereço indicado e usar o nome empresarial escolhido) e da etapa do registro (em que a Junta Comercial arquiva os documentos de constituição da empresa e lhe fornece o número do CNPJ gerado pela Receita Federal)”, informa Augusto de Castro, diretor-presidente da Jucems.

Lei de Liberdade Econômica

No primeiro semestre de 2020, um total de 1.978 empresas foram fechadas em Mato Grosso do Sul, representando aumento de 52,98% (685 empresas), em comparação com o primeiro semestre de 2019, que teve um total de 1.293 empresas fechadas.

“O número de fechamentos é alavancado por dois principais fatores: o atual cenário de retração econômica em decorrência das medidas restritivas causadas pela pandemia do Covid-19 e a extinção da cobrança da taxa pelas juntas comerciais brasileiras para fechamento de empresas, determinada pela Lei da Liberdade Econômica – Lei 13.874 de 20/09/2019”, finaliza Augusto de Castro, diretor-presidente da Jucems. Semagro